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Redação

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 Jornalista/Radialista

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Como controlar nossas emoções e pensamentos negativos diante de tantas situações e circunstâncias que alteram toda nossa rotina de vida e nos limitam a quase tudo?

         SÃO PAULO/SP -  Poucas pessoas costumam trabalhar o equilíbrio emocional rotineiramente e conseguem manter o equilíbrio com tantas mudanças e rupturas em toda sua rotina, mas a grande maioria tem sofrido muito com todas as limitações e costumes que essa pandemia nos força a cumprir.

            Não poder abraçar seus amigos, sua família, não poder ter uma vida social onde podemos confraternizar com a família, apreciar lugares, vivenciar experiências gastronômicas , enfim, somos muito calorosos, afetuosos e vivenciar estas demonstrações de carinho faz parte de nossas vidas como um alimento diário e de repente somos tolhidos de tudo e de todos.

Como manter o equilíbrio emocional diante de tudo isto?

            É um grande exercício mental e emocional, é como lutar com você mesmo nos menores detalhes e nos pequenos desejos. A ansiedade é indubitavelmente o que mais devemos trabalhar no dia a dia. Não permitindo que ela tome boa parte de seus pensamentos e emoções prejudicando tomadas de decisão e planejamento.

            Devemos aproveitar esta situação para explorar nossas capacidades, nos descobrindo em tarefas e condutas que não havíamos experimentado anteriormente. Me dei conta que muitos de nós passávamos muito tempo focados em nosso trabalho, nos preocupando com questões futuras e não vivenciávamos momentos que eram importantes e que estavam acontecendo a todo tempo e nosso olhar sempre aguardando algo que planejávamos, deixando passar situações maravilhosas ao nosso lado ou a nossa frente, ansiando sempre algo ou alguma coisa que não sabíamos o que era.

            Como diz o trecho de uma música Epitáfio – Titãs “Devia ter complicado menos, trabalhado menos, ter visto o sol se pôr. Devia ter me importado menos, com problemas pequenos, ter morrido de amor...” podemos utilizar este momento para realizar o verbo no tempo passado nesta letra e diante desta crise sanitária fazer disto um verbo no tempo presente, organizando mais este “tempo” para dizer aos nossos amigos, familiares, clientes o quanto são importantes para nós.

            Ver quanto é prazeroso ter estas pessoas em nossas vidas e o quanto somos felizes em tê-los ao nosso lado. Substituir a forma física neste período pela escrita, narrando em detalhes pensamentos e emoções que muitas vezes não podemos expressar. Aproveitar este momento tão difícil e doloroso para expressar nossos sentimentos de outras formas, sendo escritas, faladas e principalmente através de gestos, pois, podemos doar trabalho e ações a quem de fato necessita em campanhas e instituições que necessitam de nossa ajuda em trabalhos coletivos e sociais.

            Desta forma conseguiremos organizar nossa mente e a relação com o entorno, pois, estamos olhando para nossas necessidades com olhar diferente, sem tanta ansiedade, podendo participar de projetos coletivos, torcendo para que tudo acabe da melhor forma possível e que possamos sair desta situação GRANDESFORTES e TRANSFORMADOS para evoluirmos a cada dia mais.

*Conceiyção Montserrat - Atenta as transformações do mercado brasileiro, Conceiyção Montserrat reuniu ao longo da sua carreira em mais de 25 anos (atuando no mercado nacional e internacional à frente de gestão e fomentação de negócios), grandes experiências, pois teve a oportunidade de desenvolver trabalhos nas áreas de gestão de projetos, comunicação, criação e design gráfico, produção audiovisual, marcas e patentes, eventos corporativos, acompanhando as questões jurídicas e gerenciamento de crise nos projetos, vivenciando a oportunidade de trabalhar com profissionais altamente capacitados e atuando junto a empresas com parceiros de larga experiência nas áreas de assessoria de imprensa, planejamento estratégico e conteúdos educacionais .

Sempre desenvolve projetos que valorizam os produtos e serviços acompanhando todos os processos até sua conclusão e resultado planejado.Em sua trajetória profissional, em grandes projetos, sempre aplica um olhar muito atento aos acontecimentos e novidades em geral.

 

IBATÉ/SP - Nesta última quarta-feira, 24 de junho, Ibaté completou 127 anos e, diferentemente da sua tradição, não haverá comemorações por conta da pandemia do novo coronavírus (Covid-19).

Para quem não lembra, no ano passado, o calendário dos 126 anos contou com a apresentação da Esquadrilha da Fumaça, Festival de Balonismo, Paramotores, Moto Festival, inaugurações e diversos shows, em especial, da Banda IRA e da dupla sertaneja Guilherme & Santiago.

O Rodeio de Ibaté, um dos maiores e melhores eventos do país no segmento, que seria realizado nesse ano, também teve de ser adiado para o próximo ano. “A gente fica muito triste de não poder comemorar o aniversário da nossa cidade, da forma que ela merece, mas temos que continuar vigilantes e entender que esse momento enfrentado pelo mundo, impede qualquer tipo de aglomerações de pessoas”, comentou o prefeito José Luiz Parella.

Nem mesmo o tradicional desfile cívico vai encantar as ruas e avenidas centrais da cidade. Nesta quarta-feira, o colorido das crianças será substituído pelo vazio que a pandemia exige e o encanto do ato cívico ficará para o ano que vem.

Aliás, não foram apenas as comemorações do aniversário da cidade que não puderam ser realizadas. A tradicional Festa do Trabalhador, no dia 1º de maio, que proporcionava alegria, lazer e entretenimento aos ibateenses, com diversos shows e sorteio de prêmios, também ficou para o próximo ano.

“Esperamos que tudo isso acabe logo e que o mundo volte a sua normalidade. Ibaté é uma cidade que cresce e mantém viva sua história e suas conquistas. Aproveito para parabenizar cada cidadão ibateense que, mesmo com tudo o que está acontecendo, não perde a sua fé e continua lutando pelo progresso e crescimento da nossa cidade. Parabéns, Ibaté”, finaliza Zé Parrella.

SÃO CARLOS/SP - O presidente da Câmara Municipal de São Carlos, vereador Lucão Fernandes (MDB), cobrou explicações do Poder Executivo na tarde desta terça-feira, 23, sobre a não liberação de recursos oriundos de emendas parlamentares para a Santa Casa da cidade.

Segundo contou, a Santa Casa conquistou recursos por meio de emendas de parlamentares do Congresso Nacional, totalizando R$ 850 mil. “Gostaria de saber o motivo que esses recursos não foram liberados, uma vez que, já estão nos cofres da Prefeitura”, relatou o parlamentar.

Lucão ressaltou que os recursos foram destinados pelos deputados federais Kátia Sastre (R$ 100 mil), Cezinha de Madureira (R$ 100 mil), Joice Hasselmann (R$ 200 mil), Paulo Teixeira (R$ 150 mil) e pela senadora Mara Gabrilli (R$ 300 mil).

Ele lembra que se existe algum fato que está evitando o repasse desses recursos, que o Executivo apresente ao Legislativo. “Não estou entendendo porque essas verbas não estão sendo repassadas. Isso já vem se arrastando há algum tempo”, contou.

O parlamentar lembrou que participou de duas reuniões que debateram sobre esses recursos. “Não gostaria de ficar falando isso aqui de novo. Gostaria que a prefeitura nos informasse o motivo de não estar liberando esses recursos, que foram conquistados pela própria Santa Casa”, indagou.

Lucão ressaltou que o secretário municipal de Saúde, Marcos Palermo, informou que a parte da sua pasta já foi cumprida para que o repasse ocorra. “Agora, acho que cabe a Prefeitura a liberação desses recursos”, finalizou. 

FLORIANÓPOLIS/SC - A ameaça do Avaí em não entrar em campo no retorno do Estadual não caiu bem na Federação Catarinense de Futebol (FCF). O presidente Rubinho Angelotti avisou nesta terça-feira que não dará o título ao clube sem a disputa das fases finais e deixou claro que a equipe irá sim entrar em campo.

"Se o Avaí não concordar em jogar, a Federação vai ter que impor e acho que é isso que vai acontecer", falou o presidente, que citou a não liberação do estádio do Avante, na cidade de Palhoça (SC), para a realização dos jogos do Campeonato Catarinense a pedido do Figueirense.

"Não estamos intransigentes. Não podemos mandar os jogos em estádios sem estrutura porque o local precisa estar cercado, senão vai dar aglomeração", declarou Angelotti.

Ainda sobre o Avaí, o clube usou a cartada como uma tentativa de pressão a fim de conseguir a liberação do estádio da Ressacada. A prefeitura de Florianópolis emitiu um pronunciamento na última segunda-feira proibindo os jogos na cidade por tempo indeterminado e avisou que o futebol só deverá voltar no final de agosto. Decisão, inclusive, que irritou o presidente da federação.

"Nos últimos três meses trabalhei muito mais que os três anos que aqui estou. O prefeito Gean Loureiro vem fazendo um absurdo com o futebol. Estamos fazendo tudo de forma correta, muito mais que qualquer lugar frequentado pelo público", concluiu.

O Campeonato Catarinense é previsto para recomeçar no próximo dia 8 de julho. No entanto, ainda não conseguiu o aval do governo do Estado de Santa Catarina.

 

 

*Por: ESTADÃO

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