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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - O Comitê Solidário Ana Fonseca, do Partido dos Trabalhadores de São Carlos, iniciou neste mês de abril uma campanha de combate à fome para ajudar as pessoas mais necessitadas e que perderam sua renda durante a pandemia. Em menos de 15 dias, as doações ultrapassaram a meta planejada, atingindo valor suficiente para a compra de 60 cestas básicas.

Na quinta-feira (22), uma parcela das cestas foi entregue à Paróquia São João Batista, que em parceria com o movimento de Economia Solidária, cuidará da distribuição às famílias. Outra parcela será distribuída entre as famílias petistas que enfrentam dificuldades. Os itens foram cuidadosamente selecionados por militantes do partido, visando garantir valores nutricionais, como a inclusão de produtos de pequenos agricultores, com verduras e legumes frescos; além de proteínas.

Para Erick Silva, a solidariedade é o único caminho frente a um governo omisso. 

"O momento exige mais do que nunca políticas públicas para evitar que as pessoas passem tanta dificuldade. Esse governo não se preocupa com os mais pobres e reduziu o auxílio emergencial para menos da metade. Em São Carlos a realidade não é diferente, o povo está passando por uma situação muito difícil, o número de desempregados, de pais e mães de família dizendo que estão passando fome é absurdo", lamenta o presidente do partido.

Erick afirma ainda que a situação sanitária de São Carlos, em meio ao aumento vertiginoso de contaminações e superlotação do sistema de saúde exige medidas que coloquem a vida do povo são-carlense em primeiro lugar. "Garantir um auxílio emergencial municipal é essencial para o momento que vivemos. Temos exemplo em Araraquara, já vimos que funciona, só precisa ter capacidade de gestão", ressalta.

A ação de solidariedade é realizada pelo PT em todo o Brasil, mobilizando a militância do partido para doações, com o objetivo de combater a fome, que já atinge 19 milhões de brasileiros.

 

Brasil no mapa da fome

A fome foi superada em 2013 pelo Brasil, quando a Organização das Nações Unidas (ONU) retirou o país do Mapa da Fome, graças à política nacional de segurança alimentar implementada em 2003 pelo presidente Lula. Porém, a falta de comida voltou a assolar a população. Apenas entre 2018 e 2020, a fome aumentou 27,6% no Brasil, segundo a Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar (Rede Penssan).

SÃO CARLOS/SP - A ACISC (Associação Comercial e Industrial de São Carlos) lança sua nova campanha digital de Dia das Mães, pautada no incentivo às compras seguras em decorrência da pandemia da Covid-19.

O Dia das Mães é a principal data comemorativa do primeiro semestre para o varejo e a ação acontece numa tentativa de aquecer as vendas nessa nova fase do plano de flexibilização da quarentena, entre a vermelha e a laranja, que autorizou a abertura do comércio. “A campanha visa informar e conscientizar o consumidor sobre a importância de seguir os protocolos sanitários e ao comerciante para que disponibilize álcool em gel e que oriente os clientes a não causarem aglomerações e que mantenham o distanciamento social”, disse o presidente da entidade José Fernando Domingues, o Zelão.

Todas as peças e ações também dão dicas de como os consumidores podem realizar as suas compras de maneira segura. “Para que o comércio possa continuar de portas abertas os consumidores precisam cooperar. Por isso orientamos que ao fazer as suas compras evitem levar acompanhantes, e tenham a consciência de que precisamos de uma reabertura responsável. Esse é o momento de nos unirmos em prol do comércio de São Carlos”, completou Zelão.

A campanha será veiculada nas redes sociais da entidade, outdoors, rádios e jornais da cidade.

SÃO CARLOS/SP - A vereadora Professora Neusa (Cidadania) destinou parte da sua emenda parlamentar para a Secretaria Municipal de Serviços Públicos, no valor de R$20 mil, conforme ofício que foi protocolado na Prefeitura Municipal em 5 de abril deste ano.

A parlamentar destacou que a verba destinada está relacionada à retomada das atividades de castração por parte da Defesa Animal do município. Ressaltou também que no início deste ano destinou recursos para a compra de foco cirúrgico, com a finalidade de melhoria do centro cirúrgico do Parque Ecológico Municipal.

“Nossos animais necessitam de uma atenção especial, não podemos deixar a Defesa Animal e nosso Parque Ecológico desassistidos. O castração é indispensável, sendo usada também como uma forma eficaz de controle no abandono dos animais”, disse a vereadora.  

SÃO PAULO/SP - Tão logo os primeiros casos de Covid-19 começaram a aparecer por aqui, em março do ano passado, os hospitais, principais clientes do empresário do ramo de confecção Sergio Bertucci (50), foram um a um cancelando seus pedidos de uniformes com nanotecnologia (sujam menos, não amassam). De uma hora para a outra, suas máquinas deixaram de costurar calças, aventais e jalecos para fabricar máscaras cirúrgicas simples. Foram milhões de unidades produzidas e entregues na metrópole. Desde setembro, o produto ganhou um ingrediente tecnológico que atende pelo nome de phitalox e que garante matar o coronavírus.

Desenvolvida pela Universidade de São Paulo (USP) em parceria com a empresa Golden Technology, a Phitta Mask apresentou uma eficácia de 99,99% e sua aprovação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ocorreu em novembro do ano passado. “Os pesquisadores colocam um pedacinho do tecido dentro da célula e o deixam lá por 72 horas. É nesse momento que eles conseguem confirmar o grau de inativação do vírus”, afirma Bertucci, que investiu 5 milhões de reais, juntamente com dois sócios, para fabricar o produto. Outros testes ocorreram com pacientes internados com Covid-19 no Hospital das Clínicas. Nesses casos, eles usaram uma máscara comum por duas horas e depois o acessório com o ativo pelo mesmo período. Esse segundo estudo foi importante para saber se o produto realmente inativou o vírus ou se a máscara estava sem vírus porque os pacientes não estavam mais doentes.

Além de proteger contra o vírus do momento, outro diferencial da Phitta Mask é que seu efeito dura doze horas, seis vezes mais do que uma máscara cirúrgica convencional. O tempo não precisa ser ininterrupto. “Pode usar duas horas, depois três, no outro dia cinco, até dar doze horas”, afirma Bertucci.

A máscara que promete matar o coronavírus — inclusive, segundo a empresa, as variantes P1 e P2 — custa no varejo 1,70 real a unidade. Em abril, foram produzidos 4 milhões delas. Para maio, o número passará para 6 milhões por mês. O próximo passo da empresa é aplicar o produto phitalox, um líquido verde, em outros materiais, como aventais e enxovais de hospitais. Há outras possibilidades de utilização em pastas de dente e enxaguantes bucais. Também existem propostas para a Phitta Mask ser exportada para países como Peru, Colômbia e Estados Unidos. Nesse último, o produto precisa passar pelo crivo da Food and Drug Administration (FDA), a agência reguladora americana.

Independentemente da eficácia, o uso de máscaras de qualquer tipo não garante 100% de segurança contra o coronavírus. Distanciamento social e higienização das mãos fazem parte da prevenção ideal.

 

 

*Por: Sérgio Quintella / VEJA SP

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