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Redação

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 Jornalista/Radialista

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Ação ocorreu na cidade de Bebedouro; foram apreendidas porções de cocaína, o veículo e mais de R$ 5,5 mil em espécie

 

BEBEDOURO/SP - A Polícia Civil prendeu um homem, de 43 anos, que entregava drogas em domicílio com o uso de uma motocicleta. O autor foi detido na quinta-feira (22), na cidade de Bebedouro, no interior do Estado. Na ação, porções de cocaína, o veículo e mais de R$ 5,5 mil em espécie foram apreendidos.

Os trabalhos foram realizados por equipes das delegacias de Investigações Gerais (DIG) e sobre Entorpecentes (Dise) da cidade. Após apurações apontarem que o suspeito trabalhava como mototaxista e que aproveitava deste serviço para entregar entorpecentes nas casas dos usuários, os agentes passaram a monitorá-lo.

Ontem à tarde o investigado foi visto saindo da sua residência, na condução da motocicleta usada no crime, e se deslocando até a avenida Presidente Kennedy, onde estacionou. Neste momento, ele foi abordado pelos policiais civis, que encontraram em sua posse 15 pinos de cocaína, bem como R$ 380 em notas diversas. Questionado, o autor confessou que as substâncias seriam vendidas e informou que existiam mais entorpecentes em sua casa.

As equipes foram até o imóvel do detido, onde encontraram uma porção a granel de cocaína dentro de um liquidificador, uma balança de precisão, 300 eppendorfs vazios e mais R$ 5.170 em espécie.

Toda a droga e material foram apreendidos para perícia e o dinheiro e o veículo recolhidos. O homem foi preso em flagrante e levado à Dise do município, onde foi indiciado por tráfico de entorpecentes e depois encaminhado à Cadeia Pública de Colina, permanecendo à disposição da Justiça.

Projeto convida voluntários para responderem questionário online

 

SÃO CARLOS/SP - Avaliar como as mídias digitais podem ser usadas nas estratégias de Educação Ambiental para a conservação de espécies, principalmente aquelas menos carismáticas, como os anfíbios. Este é o principal objetivo de uma pesquisa de mestrado desenvolvida junto ao Programa de Pós-Graduação em Conservação da Fauna (PPGCFau) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). O projeto está convidando qualquer pessoa maior de 18 anos para responder um breve questionário online (https://bit.ly/3uSotu0).

O mestrando Thayllon Orzechowsky, responsável pelo estudo, explica que os programas de Educação Ambiental (EA) são tradicionalmente realizados em espaços físicos como zoológicos, aquários, museus, escolas e unidades de conservação, tendo muitas vezes seu alcance limitado ao público presencial. "Nesse sentido, as redes sociais têm desempenhado um papel cada vez maior, não só como espaço alternativo para a realização de iniciativas de EA como na própria coleta de dados em estudos ambientais. No entanto, por se tratar de algo muito novo, pouco se sabe sobre o alcance dessas ações e o seu real impacto sobre o público", destaca o pesquisador.
Segundo ele, o intuito do trabalho é verificar a eficiência e o alcance da Internet como ferramenta para a Educação Ambiental voltada à conservação da fauna, por meio da análise de perfis conservacionistas nas redes sociais e de uma proposta de EA baseada em mídias digitais, com a utilização de texto ilustrado, vídeo e podcast. 

Questionário
Atualmente, a pesquisa "Avaliação das mídias digitais como ferramenta de Educação Ambiental para a Conservação da Fauna", sob orientação do professor Vinicius de Avelar São Pedro, do Centro de Ciências da Natureza (CCN) do Campus Lagoa do Sino da UFSCar, está na etapa de coleta de dados e, para isso, é necessário o maior número de voluntários possível. "Assim, solicito o auxílio de todas as pessoas não só para responder mas, também, compartilhar o link desse questionário com seus contatos pessoais e profissionais", diz Orzechowsky, que conta com bolsa da Fundação Parque Zoológico de São Paulo (FPZSP).

O questionário está disponível no link https://bit.ly/3uSotu0. O tempo estimado de resposta é de três minutos. Dúvidas podem ser esclarecidas pelos e-mails Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. Projeto aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFSCar (CAAE: 38807820.7.0000.5504).

SÃO CARLOS/SP - A Frente Parlamentar da Câmara Municipal de São Carlos em Defesa dos Direitos das Mulheres, uma iniciativa da vereadora Raquel Auxiliadora (PT), realizará sua segunda reunião online nesta segunda-feira (26) às 19 horas. O encontro terá como pauta a definição de um Plano de Trabalho, além da retomada dos objetivos da Frente a partir das sugestões elencadas na sessão solene de lançamento, realizada em março.

A Frente Parlamentar conta com a participação de representantes de serviços públicos, organizações, movimentos sociais, além de autoridades públicas. Tem como atribuições divulgar normas de proteção e defesa das mulheres, estimulando e fiscalizando seu cumprimento; formular diretrizes e incentivar promoção de políticas que visem eliminar a discriminação contra as mulheres; promover debates e audiências; receber e examinar denúncias relativas à discriminação das mulheres e encaminhá-las aos órgãos competentes; elaborar projetos de lei; e desenvolver programas e projetos, incentivando a participação social e política das mulheres.

Entre as ações levantadas na sessão de lançamento, estão: sugerir formulários e cadastros para levantar dados específicos de mulheres nos Serviços de Atendimento; planejar ações educativas; viabilizar a retomada dos trabalhos feitos pelo Centro de Referência da Mulher; e formular ações voltadas ao cuidado às gestantes em situação de vulnerabilidade social, usuárias de substâncias psicoativas e constantemente vítimas de diferentes violações de seus direitos.

A vereadora Raquel destacou que a Frente abre a Câmara para o diálogo entre as entidades sociais, a sociedade civil, o poder público e qualquer mulher que queira ter vez e voz, constituindo-se um espaço de construção coletiva. “Essa é uma pauta urgente e vamos trabalhar para garantir a participação da população no debate e na proposição de ações na defesa dos direitos das mulheres”, afirmou.

BRASÍLIA/DF - O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Marco Aurélio enviou para o plenário da Corte ação dos partidos PCdoB e Psol contra o presidente Jair Bolsonaro e a maneira como tem conduzido a pandemia. As siglas partidárias apontam que há “omissão institucional” por parte do mandatário.

O magistrado pediu que as partes apresentem, em 5 dias, dados sobre o processo. Também solicitou manifestação por parte da AGU (Advocacia-Geral da União) e da PGR (Procuradoria-Geral da República).

Na ação os partidos argumentam que o presidente é a “autoridade competente para implantar, no plano federal e em coordenação com as demais unidades da Federação, providências urgentes e inadiáveis necessárias ao combate à pandemia”.

Afirma ainda que “a primeira omissão inconstitucional do presidente da República se evidencia na conduta assumida praticamente –e nos discursos reiterados– de resistência e de oposição aos procedimentos prescritos em defesa da saúde e da vida dos brasileiros. E além disso, inúmeras iniciativas de menosprezo à gravidade da pandemia e de boicote ou retardamento de providências imprescindíveis e urgentes para a atenuação de seus efeitos”.

A segunda omissão seria por falta de assistência a micro, pequenas e médias empresas que estão sendo afetadas pelas consequências econômicas da pandemia bem como os trabalhadores autônomos.

As siglas solicitam o deferimento de medida cautelar que determine ao presidente que edite ato instituindo uma comissão autônoma de coordenação de medidas para contenção da pandemia “editando normas regulamentares para os procedimentos necessários, prevendo inclusive a possibilidade de adoção da medida extrema de um lockdown nacional”.

O colegiado seria composto por representantes da União, dos governos dos Estados e da comunidade cientifica e teria poder de sugerir leis de auxílio aos agentes econômicos afetados pela pandemia. Além disso, seria imposto prazo de 30 dias para que Bolsonaro proponha um plano de subsídios a estes mesmos agentes para, se necessário, enfrentarem um período de lockdown.

 

 

*Poder360

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