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Redação

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 Jornalista/Radialista

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BRASÍLIA/DF - Trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em março podem sacar, a partir de hoje (4) a primeira parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro havia sido depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 11 de abril.

Os recursos também poderão ser transferidos para uma conta corrente, sem custos para o usuário. Até agora, o dinheiro podia ser movimentado apenas por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas (água, luz, telefone e gás), de boletos, compras em lojas virtuais ou compras com o código QR (versão avançada do código de barras) em maquininhas de estabelecimentos parceiros.

Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o site auxilio.caixa.gov.br.

O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

Neste ano, a nova rodada de pagamentos, durante quatro meses, prevê parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, recebem R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.

 

Regras

Pelas regras estabelecidas, o auxílio será pago às famílias com renda mensal total de até três salários mínimos, desde que a renda por pessoa seja inferior a meio salário mínimo. É necessário que o beneficiário já tenha sido considerado elegível até o mês de dezembro de 2020, pois não há nova fase de inscrições. Para quem recebe o Bolsa Família, continua valendo a regra do valor mais vantajoso, seja a parcela paga no programa social, seja a do auxílio emergencial.

 

 

 

* Colaborou Andreia Verdélio

*Por Wellton Máximo* - Repórter da Agência Brasil

SÃO PAULO/SP - Palmeiras e Grêmio fizeram, na noite de segunda-feira (3) no Allianz Parque, o jogo que encerrou a 5ª rodada da Série A1 (primeira divisão) do Campeonato Brasileiro Feminino. E o confronto tinha um significado especial, pois quem vencesse assumiria a liderança isolada da competição. E a ponta da tabela ficou com as Palestrinas (com 13 pontos), que derrotaram gaúchas por 4 a 1.

A segunda posição da tabela é do Corinthians (com 12 pontos), que perdeu na última rodada de 2 a 1 para o Santos (terceiro com 11 pontos). Com o revés desta segunda, as gremistas ficam na quarta posição, com os mesmos 10 pontos de Internacional e Real Brasília.

 

Primeiro tempo perfeito

O Palmeiras abriu o placar aos 13 minutos, com um gol de cabeça da zagueira Carol Baiana, que marcou após cobrança de escanteio de Júlia Bianchi. Aos 30, a equipe paulista ampliou em jogada de escanteio ensaiada. Bia Zaneratto recebeu na linha de fundo e cruzou rasteiro para o meio da área, onde Augustina chegou de primeira.

O Verdão ampliou sua vantagem aos 34 minutos, quando Júlia Bianchi levantou na área, a goleira gremista saiu errado e a bola sobrou para Augustina, que, com o lado do pé, bateu com categoria para marcar um bonito gol. O Palmeiras chegou ao quarto antes do intervalo, quando a defesa do Grêmio vacilou e a bola sobrou para a atacante Bia Zaneratto, que avançou em velocidade e bateu na saída da goleira Lorena.

Na etapa final, o Verdão diminui a rotação, e permitiu que o Grêmio descontasse com Laís Estevam aos 38 minutos.

Próximos compromissos

O agora líder Palmeiras volta a entrar em campo pela competição no próximo domingo (9), em clássico contra o vice-líder Corinthians. Um dia depois o Grêmio mede forças com o Santos.

 

 

*Por Agência Brasil

COLÔMBIA - O presidente colombiano, Ivan Duque, disse no início da semana que vai retirar a proposta de reforma tributária de pauta, depois de protestos, muitas vezes violentos, no país e de ampla oposição por parte dos parlamentares.

Na sexta-feira (30), Duque afirmou que a lei seria revisada para remover alguns de seus pontos mais polêmicos - como o nivelamento do imposto sobre vendas de alguns alimentos e de serviços públicos - mas o governo já havia insistido que não o retiraria de pauta.

Os protestos contra a reforma causaram diversas mortes em todo o país.

"Estou pedindo ao Congresso que retire a lei proposta pelo Ministério da Fazenda e elabore urgentemente um novo texto que seja fruto do consenso, a fim de evitar incertezas financeiras", disse o presidente em vídeo.

 

 

*Por Julia Symmes Cobb - Repórter da Reuters

MÉXICO - Pelo menos 20 pessoas morreram e 49 ficaram feridas após o desabamento das estruturas da Linha 12 do metrô da Cidade do México, segundo informe preliminar da Secretária de Gestão Integral de Riscos e Proteção Civil da Cidade do México, em sua conta nas redes socias. O acidente ocorreu por volta das 22h30 do horário local (0h30 de Brasília), de segunda-feira (3).

“Até o momento, em números preliminares, infelizmente são 13 pessoas mortas e cerca de 70 feridas que estão sendo transferidos para os hospitais da região”, informou a Secretaria na sua conta do Twitter. O número de vítimas foi aumentando com o passar do tempo, quando pessoas foram encontradas entre os escombros.

Em imagens que circulam nas redes sociais, é possível ver que parte da estrutura do metrô cedeu, entre as estações Los Olios e Tezonco, atingindo vários veículos que passavam por baixo da linha elevada. O governo da Cidade do México informou que mobilizou esforços para tratar os feridos de forma emergencial no mesmo local do acidente.

Risco de desabamento

 

Durante a madrugada, os serviços de resgate tiveam que ser interrompidos por conta da instabilidade dos vagões, que caíram de uma altura de quase 5 metros. "Por enquanto, interrompemos o resgate porque o metrô está muito instável. Uma grua vai chegar para ajudar", explicou a prefeita da Cidade do México, Claudia Sheinbaum.

A linha 12, que vai de Mixcoac a Tláhuac, foi construída entre 2008 e 2012, em consócio entre as empresas lCA, Carso, Alstom, e é utilizada diariamente por 450 mil pessoas.

 

 

*Do R7, com informações de Reuters e EFE

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