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Redação

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 Jornalista/Radialista

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Uma mulher também foi indiciada e está sendo procurada pela polícia

 

IRAPURU/SP - A Polícia Civil prendeu um homem, de 55 anos, após identificá-lo como mandante de uma tentativa de homicídio ocorrida na madrugada de segunda-feira (25), em Irapuru, no interior do Estado. A detenção ocorreu no mesmo dia do crime.

Na ocasião dos fatos, os agentes foram informados de um acidente de trânsito envolvendo um caminhão e um veículo GM Prisma, os quais tinham colidido e estavam em chamas, na Rodovia Júlio Budiski (SP-501) - área rural da cidade.

A ocorrência foi atendida pela Polícia Militar que, a princípio, não tinha localizado ninguém no local, mas depois se deparou com um homem saindo de uma vegetação próxima e informando que era o condutor da carreta envolvida no acidente.

Segundo o relatado pela vítima, o outro veículo que estava no local tentou interceptá-lo e um suspeito anunciou o assalto apontando uma arma de fogo em sua direção. A vítima não obedeceu a ordem do criminoso, que atirou diversas vezes contra ela, resultando na colisão.

O motorista do caminhão, na tentativa de se proteger, se escondeu em meio a um matagal até a chegada da polícia.

 

Investigação

Após o relato da vítima, exames periciais foram solicitados e o caso registrado no plantão da Delegacia Seccional de Adamantina como tentativa de roubo de veículo e as apurações prosseguiram pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG).

A unidade especializada, após minucioso trabalho investigativo, descobriu que o crime, na verdade, se tratava de uma tentativa de homicídio encomendado pelo preso, que confessou o delito e disse ter contratado a morte da vítima por meio de uma mulher, de 31 anos, que já foi identificada pela polícia. O autor também relatou ter fornecido dinheiro para a compra da arma de fogo e locação do automóvel usado no delito.

O homem, morador da cidade de Pacaembu, foi indiciado em flagrante delito por tentativa de homicídio qualificado, permanecendo preso na Cadeia Pública de Adamantina, à disposição da Justiça.

A outra envolvida identificada teve a prisão preventiva solicitada.

BRASÍLIA/DF - O presidente Jair Bolsonaro sancionou na quarta-feira (27) um Projeto de Lei Complementar (PLP) que prorroga por 15 anos benefícios fiscais concedidos por estados para setores do comércio. O projeto já passou por análise do Congresso Nacional e agora entrará em vigor. 

O texto prevê a prorrogação de benefícios no Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para os setores de comércio atacadista e empresas que desenvolvem atividades portuárias e aeroportuárias. Além disso, podem ser beneficiados comerciantes e transportadores interestaduais de produtos agropecuários e extrativos vegetais in natura.

O objetivo desses benefícios fiscais é, na prática, atrair empresas e estimular investimentos. A nova lei prevê uma redução gradual dos benefícios prorrogados ao longo dos últimos quatro anos dos 15 previstos. Apenas o setor de vendas de produtos agropecuários e extrativos vegetais in natura ficam de fora dessa redução.

A lei dá respaldo aos benefícios concedidos pelos estados e pelo Distrito Federal por meio de normas internas, mas sem aval do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), episódio que ficou conhecido como “guerra fiscal” de ICMS. 

"A medida, ao facultar aos estados e ao Distrito Federal a ampliação do prazo de fruição de incentivos fiscais relativos ao ICMS, não apenas tem o potencial de beneficiar setores relativos à distribuição de mercadorias e de produtos agropecuários e extrativos de vegetais, importantes para a economia como um todo, mas também permite a ampliação do consumo com a redução de preços de itens essenciais ao destinatário final pela diluição da carga tributária", informou a Secretaria-Geral da Presidência em comunicado para anunciar a sanção.

 

 

Por Pedro Rafael Vilela - Repórter da Agência Brasil

BRASÍLIA/DF - Trabalhadores informais nascidos em agosto recebem hoje (28) a sétima parcela do auxílio emergencial em 2021. O benefício tem parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo da família.

O pagamento também será feito a inscritos no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos no mesmo mês. O dinheiro é depositado nas contas poupança digitais e pode ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem. Somente de duas a três semanas após o depósito, poderá ser sacado em espécie ou transferido para uma conta corrente.

Também recebem hoje a sétima parcela do auxílio emergencial os participantes no Bolsa Família com Número de Inscrição Social (NIS) de final 9. As datas da prorrogação do benefício foram anunciadas em agosto.

Ao todo, 45,6 milhões de brasileiros estão sendo beneficiados pela rodada do auxílio emergencial deste ano, que começou a ser pago em abril.

 Sétima parcela do auxílio emergencial para beneficiários do CadÚnico

Sétima parcela do auxílio emergencial para beneficiários do CadÚnico - Caixa/Divulgação

 

Para os beneficiários do Bolsa Família, o pagamento ocorre de forma distinta. Os inscritos podem sacar diretamente o dinheiro nos dez últimos dias úteis de cada mês, com base no dígito final do NIS.

O pagamento da sétima parcela aos inscritos no Bolsa Família começou no último dia 18 e segue até a amanhã (29). O auxílio emergencial somente é depositado quando o valor é superior ao benefício do programa social.

Calendário da sétima parcela do auxilio emergencial para beneficiários do bolsa família

Calendário da sétima parcela do auxilio emergencial para beneficiários do bolsa família - Divulgação/Caixa

 

Em todos os casos, o auxílio está sendo pago apenas a quem recebia o benefício em dezembro de 2020. Também é necessário cumprir outros requisitos para ter direito à atual rodada (veja guia de perguntas e respostas no último parágrafo).

O programa se encerraria em julho, mas foi prorrogado até outubro, com os mesmos valores para as parcelas. A partir de novembro, o público do Bolsa Família será migrado para o Auxílio Brasil.

 

 

Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil

NOVA ZELÂNDIA - O governo da Nova Zelândia, que virou uma fortaleza durante a pandemia, revelou nesta quinta-feira (28) o plano de reabertura das fronteiras, em um momento de pressão de seus cidadãos retidos no exterior.

O ministro responsável pela resposta contra a covid-19, Chris Hipkins, afirmou que os viajantes de alguns microestados insulares do Pacífico poderão entrar na Nova Zelândia sem a necessidade de cumprir quarentena a partir de novembro.

Para outros países classificados como de risco baixo a mesma medida será considerada a partir do início do próximo ano.

Hipkins também informou que o período obrigatório de 14 dias de isolamento em um hotel para todas as pessoas procedentes do exterior será reduzido para sete em novembro e, eventualmente, pode ser substituído por um isolamento em casa.

O país adotou severas restrições como forma de proteção contra a pandemia. A estratégia foi efetiva: apenas 28 mortes em uma população de cinco milhões de habitantes.

Mas a pressão é cada vez maior entre a população expatriada, que não consegue retornar ao país devido à saturação das vagas nos hotéis destinados ao isolamento.

A imprensa local informa com relativa frequência casos de pessoas que, devido a esta quarentena, não conseguem visitar parentes à beira da morte.

 

 

AFP

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