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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - Um boletim de ocorrência (B.O), foi registrado por furto de um carro na Avenida Getúlio Vargas, em São Carlos, na manhã de ontem, 11.

Segundo consta, a vítima deixou seu carro na referida via e pegou sua bicicleta e foi pedalar, mas quando retornou o carro não estava mais no local. O veículo é um Honda Civic branco, Placas FQH-2462.

Se alguém se deparar com carro ligue 190.

Vereadores propõem facilitar acesso à população adulta e infantil

 

SÃO CARLOS/SP - A Comissão de Saúde e Promoção Social da Câmara Municipal, presidida pelo vereador Lucão Fernandes e integrada pelos vereadores Cidinha do Oncológico e Sérgio Rocha, encaminhou ofício ao coordenador do Comitê Emergencial de Combate ao Coronavírus, Luís Antonio Panone, e ao secretário municipal de Saúde, Marcos Palermo, solicitando a instalação de aparelho de saúde voltado ao atendimento à população do Grande Cidade Aracy e região (UPA do bairro ou outro local), para evitar grandes deslocamentos da população que busca atendimento médico por conta da Covid-19 e outras síndromes gripais.

A Comissão formalizou também, pedido de informações sobre a estruturação de local para atendimento pediátrico específico de casos de síndromes gripais, em razão do aumento da incidência nessa faixa etária.

No ofício, a Comissão manifesta preocupação com o atual cenário no município com o avanço da variante ômicron e o aumento exponencial de casos de síndrome gripal entre a população adulta e infantil.  Alerta que a centralização da triagem de síndromes gripais e enfrentamento e combate a casos de Covid-19 no ginásio Milton Olaio Filho “acaba por promover uma maior circulação de pessoas possivelmente infectadas pela Covid-19, utilizando-se muitas das vezes do transporte público municipal, o que pode contribuir e promover o aumento do número dos infectados no Município”. “Da mesma forma, torna-se difícil manter o distanciamento social preconizado pelas autoridades de saúde e a OMS”, pondera.

Os vereadores defendem uma estruturação do atendimento à população do grande Cidade Aracy, para evitar que sejam necessários grandes deslocamentos e facilitar o atendimento dos moradores. O presidente da Comissão, vereador Lucão Fernandes, disse que o acesso de crianças ao atendimento médico deve ocorrer em um aparelho público de saúde específico. Ele manifestou preocupação com o número de casos de Covid-19 e gripe entre a população infantil de São Carlos.

No último dia 6, a Comissão de Saúde realizou reunião de trabalho que tratou da rearticulação da estrutura de atendimento da rede de saúde no enfrentamento da variante ômicron e da síndrome gripal, com presenças do vice-prefeito Edson Ferraz, do secretário municipal de Saúde, Marcos Palermo, do coordenador do Comitê Emergencial, Luís Antonio Panone, de representantes de hospitais públicos e privados e de operadoras de planos de saúde.

SÃO PAULO/SP - Nove em cada dez instituições que oferecem o curso de direito no Brasil aprovam menos de 30% dos seus alunos na prova da OAB (Exame da Ordem dos Advogados do Brasil). O desempenho mínimo na avaliação é obrigatório para o exercício da advocacia no país.

Os dados foram tabulados pela Folha considerando a porcentagem de aprovados no exame da OAB em relação aos presentes nas provas em três anos (de 2017 a 2019). Três exames são realizados por ano.

Ao todo, 790 instituições de ensino superior que têm curso de direito foram avaliadas. Isso representa todas as escolas ativas do país com pelo menos 50 presentes ao ano nos exames da ordem (que não tenham zerado na prova).

Na maioria delas (679), menos de 30% dos alunos e ex-alunos que fizeram o exame tiveram nota suficiente para passar na prova.

Uma delas é o Centro Universitário de Bauru, a 330 km da capital paulista, mais conhecido como Instituto Toledo de Ensino (ITE). A escola está em 122º lugar no ranking nacional da OAB (com 28,82% de aprovados no exame).

O ITE virou assunto recentemente, em abril, quando a advogada Claudia Mansani Queda de Toledo assumiu a presidência da Capes, agência federal ligada ao MEC que avalia a pós-graduação no país. Toledo era reitora da instituição, que foi criada pela sua família.

Foi lá, também, que estudou o ministro da Educação, Milton Ribeiro.

Um número ainda menor de escolas --5,4% do total de instituições avaliadas-- consegue aprovar pelo menos metade dos seus alunos no exame da OAB. Em 1º lugar nacional está a FGV Direito Rio (Escola de Direito do Rio de Janeiro) com 79,33% de aprovados, seguida pela USP (73,64%) e pela UFMG (73,10%).

O curso de direito tem a maior demanda nacional ""passou, em 2014, o número de ingressantes de administração de empresas.

"É uma formação muito procurada por causa de profissões jurídicas que remuneram muito bem. Tem basicamente biblioteca, lousa e giz --e há muitos cursos de má qualidade", afirma Nina Stocco Ranieri, que é professora da Faculdade de Direito da USP.

Ela tem se dedicado a pesquisar indicadores de avaliação de cursos jurídicos. "É um curso conservador, as leis são conservadoras. Os cursos têm de repensar o seu formato", avalia Ranieri.

Quem tem repensado é justamente a líder nacional em aprovação na OAB, FGV Direito Rio. O curso de direito da instituição nasceu há menos de 20 anos em período integral, baseado em projetos e com grande apelo internacional --há disciplinas em inglês, e os alunos são estimulados a fazer intercâmbio. Na grade tem até linguagem de programação.

"A prova da ordem é apenas um indicador, uma consequência do rigor acadêmico", avalia Sérgio Guerra, diretor do curso.

Outro aspecto que ele considera fundamental para o bom desempenho no exame é a proximidade entre professores e alunos -"que têm nome e sobrenome". Isso é um diferencial: turmas de direito chegam a ter centenas de estudantes, o que dificulta interações com docentes e mentorias mais personalizadas.

A Folha avaliou as instituições de ensino superior que oferecem direito a partir do seu cadastro no MEC. No caso de escolas com mais de um curso ou com graduação em mais de um campus, foi feita uma média da aprovação na OAB de todos os alunos daquela instituição.

Apenas no caso da USP que oferece o curso de direito no Largo de São Francisco (em São Paulo) e em Ribeirão Preto (330 km da capital paulista), foi feita uma análise específica das taxas de aprovação na OAB em cada campus.

O curso de São Paulo foi criado por decreto imperial em 1827 ""anterior à própria instituição da USP, universidade à qual o Largo de São Francisco foi incorporado mais de um século depois.

Já o curso de Ribeirão Preto tem menos de quinze anos, e já passou por uma reformulação do projeto pedagógico em 2017.

Se fosse uma escola independente, a USP de Ribeirão Preto seria líder nacional com 79,88% de aprovados no exame da ordem. Assim como a FGV Direito Rio, a graduação USP do interior de São Paulo é em período integral e tem abordagem multidisciplinar, com disciplinas que vão além da área jurídica.

Essa é a segunda vez que a Folha avalia a porcentagem de aprovação na OAB dos cursos de direito oferecidos no país, considerando o percentual de aprovados finais no exame. A primeira análise foi publicada no RUF - Ranking Universitário Folha de 2019.

No RUF, foi avaliada a aprovação nos exames da ordem de 2015, 2016 e 2017. Na época, a Unesp liderava em aprovação na OAB no país, seguida pelas federais de Pernambuco (UFPE) e de Viçosa (UFV).

Também foram analisados no ranking indicadores como titulação do corpo docente, nota dos formandos no Enade (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes) e percepção do mercado de trabalho.

Com todos esses aspectos, as melhores escolas de direito do país no RUF 2019 foram, respectivamente, USP, UFMG e FGV-SP (que, nos dados do MEC, é uma instituição diferente da FGV Rio).

Como considera os exames da OAB de 2017 a 2019, o retrato atual da Folha é anterior à Covid-19. Para Nina Ranieri, a pandemia pode ter piorado a qualidade dos cursos de direito do país, que não se prepararam para a oferta da formação de maneira remota.

"Temo que os próximos resultados sejam ainda piores."

 

 

ESTÊVÃO GAMBA E SABINE RIGHETTI / FOLHA

SÃO CARLOS/SP - No dia 04 de janeiro de 2020, ou seja, há exatos 2 anos e 8 dias, ocorreu uma grande enchente em São Carlos, aliás achávamos que era a maior enchente, mas no dia 12 de janeiro de 2020, há 2 anos, veio um temporal que devastou a região central de São Carlos.  Acompanhe o vídeo abaixo do dia 12/01/2020.

São Carlos conhecida como cidade "SORRISO" foi castigada por inúmeras chuvas durante sua história, mas no dia 12/01/20, uma chuva fortíssima foi alagando e invadindo muitos pontos, e nossa reportagem acompanhou de perto o que a água fez com as lojas da região da baixada do mercado municipal. Aliás, fomos o primeiro veículo de imprensa a chegar e informar nossos internautas. Na época a altura da água chegou a mais de 1,5 metros de altura e deve ultrapassou os 100 milímetros de chuva intensa em curta duração.

Na última quinta-feira (06/01/22), das 16h30 às 21h, uma chuva de alta intensidade com 56.6 mm fez estragos no Aracê de Santo Antonio em São Carlos, ou seja, é cair uma chuva e a algum ponto da cidade tem alagamentos e destruição de casas, sonhos e projetos de São-carlenses.

Sobre as chuvas no Aracê, se a mesma chuva tivesse caído na região central teria alagado tudo e os comerciantes reviveriam os momentos de 2 anos atrás. Vale ressaltar que outras enchentes, ou poderíamos dizer, transbordamentos dos córregos aconteceram nesses dois anos, mas nada que afetasse casas ou comércios, porém nossa reportagem sempre esteve lá para registrar (entre na página do facebook da Rádio Sanca e clique em vídeos).

No dia 27 de abril de 2021, São Carlos assinou convênio no valor de R$ 10,5 milhões com Governo Do Estado para obras de combate às enchentes, mas até agora... (Leia a matéria na íntegra)

Algumas perguntas surgem e você internauta pode nos ajudar a responder:

1º Décadas se passaram e ninguém fez nada para solucionar os problemas de enchentes em São Carlos. O que esta gestão fez ou está fazendo para evitar os alagamentos?

2º São Pedro tem culpa em abrir a torneira de uma vez só lá no céu?

3º Foi assinado o convênio com o Governo do Estado e a licitação das obras já foram realizadas? Se foram realizadas, por que as obras não começam? (Obs: Obras do Piscinão do CDHU e da Travessa 8 já começaram, mas os R$ 10 milhóes contemplam mais obras)

4º Os comerciantes e moradores que foram atingidos pelos alagamentos receberam algum benefício na época?

5º Hoje quais são os passos que a prefeitura está tomando para evitar essas tragédias naturais?

6º Teremos investimentos na permeabilização de solos?

7º As galerias e os bueiros estão sendo limpos com frequencia?

8º Trabalhos educativos para que a população não jogue lixo nas ruas e não impermeabilize os terrenos e permita a drenagem natural da água da chuva

9º Temos algo para comemorar em relação ao combate às enchentes?

Vídeo de 12 de janeiro de 2020

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