Jornalista/Radialista
SÃO CARLOS/SP - A duplicação do viaduto da Praça Itália, obra que está sendo realizada pela empresa RUMO com apoio da Prefeitura de São Carlos, avançou mais uma etapa com a chegada das vigas de sustentação
Em outubro de 2021 a RUMO iniciou as obras civis e de infraestrutura urbana para a duplicação do viaduto, que passará ter 4 pistas, um investimento de mais de R$ 15 milhões. Na primeira etapa foi necessário realizar um novo traçado da adutora do Feijão e montada a parte de ferro para fazer a abertura do atual viaduto para a duplicação.
Já nesta terça-feira (11/01/22) a empresa realizou uma das partes mais complexas da obra com o início da instalação das vigas que serão usadas como suporte para os trilhos do trem e para a ampliação da parte inferior do viaduto. Dois guindastes içaram duas vigas de 40 toneladas cada uma
De acordo com o secretário de Obras Públicas, João Muller, na próxima quinta-feira (13/01/22) a empresa RUMO vai suspender o transporte ferroviário por um período para poder fazer o outro lado da duplicação. “Considero essa uma das etapas mais complexa da obra, já que essas vigas é que vão dar sustentação para a duplicação do viaduto. Essa obra vai mudar o perfil da mobilidade urbana nessa região da cidade”, avalia Muller.
Para o prefeito Airton Garcia essa é uma obra muito esperada. “Com a finalização dessa obra vamos resolver dois grandes problemas, o do sistema viário estrangulado e o de drenagem”, avaliou o prefeito Airton Garcia.
A RUMO também vai fazer a duplicação do viaduto da Estação Ferroviária e da passagem sobre a linha na Vila Morumbi, na região da CDHU, com a construção de passarela para pedestres com três rotatórias. O investimento total deve ultrapassar R$ 50 milhões. Os projetos foram readequados com utilização de novas técnicas e foram aprovados pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (DNIT).
A obra de duplicação do viaduto da Praça Itália deve ficar pronta até maio desse ano.
SÃO CARLOS/SP - O vereador Marquinho Amaral propôs que a Câmara Municipal solicite um parecer jurídico sobre a “efetiva validade” da Resolução ARES – PCJ n° 404, que estabeleceu o reajuste das tarifas de água e esgoto em São Carlos e eliminou o benefício estabelecido na lei 10.955/1994, a consumidores residenciais que consomem até 10m³. Segundo Marquinho, a cobrança integral implica em aumento, para essa faixa de consumo, de 61,61%.
O parlamentar enviou ofícios ao presidente da Câmara, vereador Roselei Françoso, e também ao prefeito Airton Garcia, para que se manifeste através da Procuradoria Jurídica quanto à sua concordância com o proposto na Resolução ARES-PCJ.
Desde 2017, pela Lei Lei Municipal: 18.483 , o SAAE (Serviço Autônomo de Água e Esgoto) de São Carlos é conveniado à Agência Reguladora dos Serviços de Saneamento das Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí que realiza a regulação e fiscalização dos serviços prestados pela autarquia.
Marquinho cita a legislação federal e considera que o termo regulação não inclui a competência de planejamento e, mesmo a Lei do Saneamento, preserva os direitos preserva direitos anteriormente ofertados aos consumidores. “O benefício atribuído aos usuários foi estabelecido no Artigo 6° parágrafo 1° da Lei Municipal 10.955 de 1994, editada e vigente 23 anos antes da lei que delegou a ARES-PCJ, a atribuição de Agência Reguladora sobre o SAAE - São Carlos”, justifica.
O vereador destaca que “antes de se questionar o aumento de tarifa, deveremos verificar a inconstitucionalidade deste ato, atribuindo a uma Resolução de reajuste de tarifas, o cancelamento de benefício vigente a 23 anos, sem que haja ou se proponha qualquer alteração a Lei Municipal 10.955-1994”.
Ordens judiciais foram cumpridos na capital e em cidades da Grande São Paulo e Interior
RIBEIRÃO PRETO/SP - A Polícia Civil prendeu, na última segunda-feira (10), 22 pessoas durante operação deflagrada para dar cumprimento a mandados de prisão e de busca, visando o esclarecimento de golpes financeiros. As ordens foram cumpridas na Capital, Grande São Paulo e Interior.
Os trabalhos da operação denominada Embuste foram realizados por agentes da Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic) de Ribeirão Preto, que realizava um minucioso trabalho para esclarecer alguns crimes ocorridos entre setembro e outubro do ano passado.
Em um dos casos, por exemplo, a vítima recebeu uma mensagem por aplicativo de um perfil idêntico ao do seu irmão dizendo que havia trocado o número e que aquele novo número seria o contato adequado para ser adicionado em sua agenda telefônica do celular, devendo excluir o anterior.
Em seguida, o perfil falso afirmou que estava com problemas de acesso em sua conta bancária e contas a pagar, solicitando transferências de diversos valores em diferentes contas e PIX, as quais foram efetuadas somando aproximadamente R$ 650 mil.
A partir do registro deste e de outros casos análogos, as investigações foram prontamente iniciadas, indicando que alguns correntistas haviam cedido ou alugado suas contas bancárias, com pleno conhecimento do caráter ilícito das operações.
Segundo apurado, os donos dessas contas providenciavam imediatamente os saques ou transferências dos numerários recebidos para os demais integrantes do grupo, mediante o recebimento de parte dos valores, pela participação no golpe.
Também foram usadas contas frias, que são contas criadas pelos criminosos com uso de dados de pessoas falsas ou inocentes. A partir das informações colhidas, foram requisitados mandados de prisões temporárias e de buscas e apreensões, sendo que as ordens foram prontamente deferidas pela Justiça.
Ao todo, foram destacadas 30 viaturas que apoiaram os trabalhos de 100 policiais civis das unidades da sede e sub-região de Ribeirão Preto e também do Departamento de Operações Policiais Estratégicas (Dope), da Capital, que diligenciaram em 12 municípios.
Os mandados foram cumpridos em Ribeirão Preto, Araraquara, Barretos, Barrinha, Bebedouro, Caconde, Fernando Prestes, Jardinópolis, Serrana, Embu das Artes e Taboão da Serra, além de São Paulo. Como resultado, foram 22 pessoas presas, além da apreensão de notebooks, celulares, cartões bancários e cadernos de anotações que serão analisados.
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