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Redação

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 Jornalista/Radialista

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INGLATERRA - O governo britânico apresenta nesta segunda-feira (13) um projeto de lei que modifica unilateralmente o "protocolo da Irlanda do Norte", negociado com a União Europeia no âmbito do Brexit.

As autoridades do bloco denunciam a violação de um acordo internacional vinculante e ameaça adotar represálias.

Há mais de um mês, quando Londres anunciou suas intenções, apresentou o projeto como um último recurso para acalmar a tensão política nessa região britânica e pressionar a UE para sua renegociação.

"Preferimos uma solução negociada, mas a UE deve estar disposta a mudar o protocolo", reiterou a ministra britânica das Relações Exteriores, Liz Truss, nesta segunda-feira, insistindo na necessidade de "restaurar a estabilidade política" na Irlanda do Norte.

Bruxelas tem-se mostrado disposta a fazer “ajustes”, mas os contatos entre ambas as partes não avançaram. As autoridades europeias advertem que, se Londres levar seu plano adiante, “deverão responder com todas as medidas disponíveis”.

Desde o início das negociações do Brexit, em 2017, proteger o precário equilíbrio de forças na Irlanda do Norte, região britânica histórica e culturalmente muito próxima da vizinha República da Irlanda - país-membro da UE - sempre foi o maior obstáculo a ser superado.

E, apesar da saída oficial do Reino Unido do bloco, iniciada em fevereiro de 2020 e concluída totalmente em janeiro de 2021, o “protocolo” sempre causou tensões - não apenas entre Londres e Bruxelas, mas também nas instituições autônomas regionais de Belfast.

O acordo de paz da Sexta-feira Santa de 1988, que encerrou três décadas de conflito sangrento entre unionistas protestantes e republicanos católicos norte-irlandeses, determinou que ambas as partes compartilhassem o poder no Executivo regional desta nação britânica de 1,9 milhão de pessoas.

Após a histórica vitória do partido republicano Sinn Fein - ex-braço político do grupo armado IRA e partidário da reunificação da Irlanda - nas eleições legislativas regionais de 5 de maio, porém, o partido unionista DUP bloqueia o Parlamento autônomo e se recusa a formar um governo até que Londres não modifique o protocolo.

 

 

AFP

RÚSSIA - A Rússia reabriu no domingo (12) lojas que pertenciam à rede norte-americana de fast-food McDonald's. Chamados de "Vkousno i totchka", algo que pode ser traduzido como "Delicioso e ponto final", os 15 novos estabelecimentos marcam o fim de uma era no país.

Após 30 anos na Rússia, os norte-americanos deixaram o país por conta do início da guerra na Ucrânia. No entanto, parte das lojas ainda pertenciam ao russo Alexandre Govor, que usou os mesmos espaços para reabrir e criar uma nova marca.

Em coletiva neste domingo, o CEO do grupo russo, Oleg Paroiev, afirmou que, mesmo com o novo nome, "vamos fazer de tudo para que os clientes não percebam nenhuma diferença, seja no ambiente ou na qualidade e sabor".

Já Govor garantiu que os 51 mil empregos das antigas lojas serão mantidos.

Em 1990, após o fim da União Soviética, a foto da abertura do primeiro McDonald's da Rússia rodou o mundo por conta da multidão que foi ao local para provar a comida norte-americana.

 

 

Por: ANSA

BRASÍLIA/DF - O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos negou pedido de anistia da ex-presidente Dilma Rousseff. A petista pediu indenização por ter sido perseguida, presa e torturada durante a ditadura militar (1964-1985).

A decisão segue parecer da Comissão de Anistia do governo federal divulgado em 28 de abril. Eis a íntegra (99 KB) da portaria publicada na edição desta 2ª feira (13.jun.2022) do Diário Oficial da União.

Dilma pediu indenização de R$ 10.700 mensais, além da contagem do tempo do período em que foi presa , em 1970, até a promulgação da Lei da Anistia, 9 anos depois, para efeitos de aposentadoria.

A comissão entendeu que a solicitação da ex-presidente não podia ser analisada, já que sua anistia foi reconhecida pelo governo do Rio Grande do Sul.

Na ocasião, o presidente Jair Bolsonaro (PL) comemorou a decisão. “Essas pensões quando são concedidas não têm imposto de renda […] Uma maravilha. Dilma Rousseff: perdeu. Quem sabe lá na frente quando algum esquerdista voltar ao poder, espero que não aconteça, você consiga mais uma pensão para você”, disse o chefe do Executivo em live.

O requerimento foi protocolado em outubro de 2002. Dilma pediu que o processo fosse suspenso enquanto ocupava os cargos de ministra de Estado e de presidente da República. Após o impeachment, em 2016, ela recorreu pelo retorno da tramitação.

A Comissão de Anistia foi criada em 2002 e é vinculada ao Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. O órgão tem caráter consultivo. As decisões sobre a concessão ou não de benefícios cabem ao ministério.

 

 

PODER360

 

 

SÃO PAULO/SP - A rede de farmácias Droga Raia – do grupo RD, que inclui outra gigante, a Drogasil – vai tirar o “Droga” do nome da bandeira, seguindo de perto um movimento já visto em negócios como Porto Seguro (agora Porto) e Ponto Frio (hoje, simpelesmente, Ponto). Para dar o pontapé inicial nessa transformação, a empresa inaugurou a primeira unidade Raia no Jardim Paulista, em São Paulo, com a nova identidade visual. “‘Raia já é a forma que os nossos clientes se referem a nós, então é só uma atualização”, disse o presidente da RD, Marcílio Pousada.

Com uma segunda unidade já em reforma, também em São Paulo, a atualização da da Raia ainda não tem data para chegar às demais lojas. De acordo com o executivo, o projeto, em fase piloto, o passará por aprimoramentos e mudanças até ser replicado nas 1,1 mil farmácias pelo País. Por ora, as transformações poderão ser vistas nos aplicativos de celular e no serviço de e-commerce da empresa.

Para o especialista em marcas Eduardo Tomiya, da TM20 Branding, a atualização feita pelo grupo reflete as mudanças no tempo sem perder a identidade e relação criada com os consumidores ao longo dos seus mais de 100 anos. “As pessoas tendem a simplificar os nomes para justamente criar uma conexão com a marca”, avalia Tomiya.

Além da mudança no nome, a rede de farmácias quer repaginar o ambiente interno das lojas na tentativa de abandonar o visual estéril e todo branco, que remete a um ambulatório hospitalar e à venda de medicamentos.

Segundo Pousada, a reforma é mais um passo na estratégia do negócio de expandir sua atuação para além dos medicamentos. “Nós estamos trazendo elementos que aquecem o ambiente, que demonstrem que somos uma empresa que vende bem estar, saúde integral e qualidade de vida”, afirmou o executivo.

Recentemente, a Raia Drogasil adquiriu uma participação societária no laboratório de exames Labi e investiu na abertura de unidades “coladas” a duas farmácias da rede, unindo os serviços de atendimento médico, análises clínicas e venda de produtos de saúde.

O novo modelo de loja também quer aproximar os conceitos de ESG (sigla em inglês para ambiental, social e de governança) do consumidor. O formato, conta Pousada, trará mudanças no sistema de iluminação e refrigeração, redução de impressão de cupons fiscais e um totem para empréstimos de sacolas retornáveis.

“Nós queremos trazer a natureza para dentro do negócio. Essa ação faz parte das nossas metas de redução de emissões de carbono, porque até uma rede de farmácias pode diminuir seu impacto”, diz o executivo.

 

 

Wesley Gonsalves / ESTADÃO

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