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Redação

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 Jornalista/Radialista

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Sob o prisma da sociologia da cultura, Mauricio Trindade da Silva reúne uma seleção da correspondência de Mário de Andrade, cuja atuação prospectiva como líder do grupo modernista paulista contribuiu para renovar a arte e a cultura brasileiras na década de 1920 e contava com Anita Malfatti, Tarsila do Amaral, Oswald de Andrade e Menotti Del Picchia

SÃO CARLOS/SP - As Edições Sesc lançam o livro Mário de Andrade, epicentro: sociabilidade e correspondência no Grupo dos Cinco, do pesquisador Mauricio Trindade da Silva. A obra traz um novo olhar sobre o grupo que promoveu a Semana de Arte Moderna e as relações entre seus integrantes. O lançamento compõe a programação do Diversos 22, iniciativa do Sesc São Paulo para comemorar o centenário da Semana de Arte Moderna de 1922 e o Bicentenário da Independência por meio de projetos, memórias e conexões.

 

lançamento acontece em duas oportunidades: no dia 23 de junho, às 19h30, no Sesc São Carlos, com um bate papo do autor com o pesquisador e professor Pedro Varoni. E no dia 29 de junho, no CPF (Centro de Pesquisa e Formação do Sesc), com uma conversa entre o autor e a professora Ligia Fonseca Ferreira e o também pesquisador e professor Eduardo Jardim.

 

Em São Carlos o lançamento marca a abertura do projeto "A Semana de 100 Anos", programa comemorativo do Centenário da Semana de 22, realizado pelo Instituto Mário de Andrade (IMA) e Projeto Contribuinte da Cultura, com apoio do Sesc São Carlos e entidades parceiras. A programação inclui exposições, instalações, exibições áudio visuais, apresentações artísticas, encontros formativos, que acontecerão ao longo do segundo semestre, na cidade.

 

"Trata-se de uma reconstrução dos primeiros passos do movimento modernista em São Paulo e da posição ocupada por Mário de Andrade naquele tabuleiro", segundo a professora do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da PUC-Rio Maria Alice Rezende de Carvalho, que assina o texto da orelha deste livro "interessantíssimo", superlativo amplamente usado para se falar do poeta, romancista, pianista, musicólogo, historiador, crítico de arte, pesquisador e gestor cultural Mário de Andrade.

 

O Grupo dos Cinco e a renovação cultural brasileira

A obra analisa o papel dele no chamado Grupo dos Cinco, que reunia também as pintoras Anita Malfatti e Tarsila do Amaral e os escritores Oswald de Andrade e Menotti Del Picchia. O grupo vanguardista foi o motor do movimento que, a partir de 1922, contribuiu para renovar a arte e a cultura no Brasil. O autor de Macunaíma, Mário de Andrade, era o epicentro desse grupo. Com enfoque sociológico, o autor desvela, por meio de correspondência e outros documentos desses modernistas, os pontos de vista, as contradições e paixões, os afetos e a ampla atuação de Mário no contexto cultural dos anos 1920 a 1940.

 

Para Maria Alice Rezende de Carvalho, "Mauricio Trindade não recorre nem à descrição das transformações materiais e culturais em curso na única cidade burguesa do Brasil àquela altura (São Paulo), nem se atém às armadilhas comuns às biografias e aos projetos biográficos". Segundo ela, o autor se arrisca a extrair daquela "sociabilidade tensa", ditada pela heterogeneidade dos seus membros, "a ebulição de São Paulo e o modo como Mário assumiu o núcleo dinâmico, motor do grupo, e bem mais do que isso".

 

"O enfoque sociológico adotado pelo autor promove uma visão abrangente tanto do período, marcado pela busca da renovação artística e da modernização da cultura brasileira, quanto desse agente comprometido, se não obstinado, com as pesquisas em torno das linguagens expressivas e, ainda, com políticas culturais de caráter inovador."

Danilo Santos de Miranda, Diretor do Sesc São Paulo

 

No prefácio, Sergio Miceli, sociólogo, professor titular da Universidade de São Paulo (USP) e orientador da pesquisa de doutorado de Maurício Trindade no Programa de Pós-Graduação de Sociologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, afirma que o principal feito do autor foi "depreender sentidos inesperados nas cartas de Mário de Andrade e de seus interlocutores, advindos da feição relacional no diálogo entre vozes em surdina".  

 

"A concorrência, os laços de amizade, os enlevos amorosos, os entreveros, as pretensões de supremacia e de legitimidade, tópicos candentes no material aqui examinado, permitem reconstituir um momento-chave na gênese do estouro modernista."

Sergio Miceli

 

Mario de Andrade como protagonista do movimento modernista

A obra busca ampliar a compreensão da centralidade de Mário de Andrade na constituição do modernismo brasileiro, seu papel influenciador e fomentador de obras e da própria cultura brasileira. Mais do que líder, o escritor, pesquisador e gestor cultural paulista é tomado, neste trabalho, como "epicentro" do movimento cultural e estético do início do século XX. Deslocando o foco que geralmente se concentra nas obras de Mário de Andrade, a obra busca promover uma articulação entre a produção literária do escritor e sua ampla atuação no contexto cultural dos anos 1920 a 1940.

 

O primeiro capítulo esmiúça as formas como Mário de Andrade assumiu o protagonismo do movimento modernista. Os capítulos seguintes se aprofundam nos "lundus", encontros na casa do líder na rua Lopes Chaves, na Barra Funda, na história familiar e atuação de Mário, e na correspondência dele com as artistas plásticas, Anita Malfatti e Tarsila do Amaral. Já a partir do quarto capítulo, a temperatura esquenta com a polêmica entre Mário e Oswald e o rompimento dos dois. Oswald também tem sua trajetória familiar e artística examinada. A Conclusão discorre sobre as dissensões que acabaram desfazendo o Grupo dos Cinco.

 

SOBRE O AUTOR

Mauricio Trindade da Silva é graduado, licenciado, mestre e doutor em Sociologia pela Universidade de São Paulo. Desde 2005 trabalha no Serviço Social do Comércio em São Paulo (Sesc SP), atualmente ocupando o cargo de gerente adjunto no Centro de Pesquisa e Formação – CPF.

 

SOBRE AS EDIÇÕES SESC SÃO PAULO

Pautadas pelos conceitos de educação permanente e acesso à cultura, as Edições Sesc São Paulo publicam livros em diversas áreas do conhecimento e em diálogo com a programação do Sesc. A editora apresenta um catálogo variado, voltado à preservação e à difusão de conteúdos sobre os múltiplos aspectos da contemporaneidade. Seus títulos estão disponíveis nas Lojas Sesc, na livraria virtual do Portal Sesc São Paulo, nas principais livrarias e em aplicativos como Google Play e Apple Store.

 

Os títulos das Edições Sesc São Paulo podem ser adquiridos em todas as unidades do Sesc São Paulo, nas principais livrarias, em aplicativos como Apple Store e Google Play, e pelo portal www.sescsp.org.br/livraria

Serviço de lançamento

Dia 23 de junho, quinta-feira, às 19h30

Bate papo do autor Maurício Trindade e Pedro Varoni

Sesc São Carlos

 

Sesc São Carlos

Av. Comendador Alfredo Maffei, 700

Jardim São Carlos

São Carlos – SP

Música, composta por professor da UFSCar, fala de mudanças relacionadas à volta das atividades presenciais e atual situação política no Brasil e nas universidades

 

SÃO CARLOS/SP - Um grupo de São Carlos transformou o sentimento do retorno às atividades presenciais em música, com o "Samba da Virada". A canção foi composta por Luiz Roberto Gomes, professor do Departamento de Educação (DEd) da UFSCar, com arranjo de vozes do músico André Oliveira. O lançamento nas plataformas digitais aconteceu no último dia 13 de junho (https://onerpm.link/922673568619). "A canção é um desejo e, ao mesmo tempo, um apelo à mudança, à virada, à necessidade de recomeçarmos, com mais cultura, educação, vida e amor. É tempo de mudança e as atividades presenciais potencializam os recomeços", explica Luiz Gomes. 
"Esse período da pandemia tem gerado muitas angústias, sofrimentos, mas também criação e resiliências diversas", resume o professor. "A consciência crítica sobre esse tempo é fundamental, principalmente para pensarmos as possibilidades de futuro. A situação do Brasil é caótica, com cortes em investimentos públicos, especialmente na educação. A ideia é que possamos virar o jogo e potencializarmos o desenvolvimento cultural, social e econômico. A universidade pública é um patrimônio da sociedade brasileira e precisa ser preservada e valorizada", explica o compositor. A música está sendo lançada num contexto de cortes severos, anunciados recentemente pelo governo federal e que atingem diretamente as universidades públicas, inclusive a UFSCar (https://bit.ly/3QjcTDN). 
Esta é a segunda canção lançada pelo professor da UFSCar relacionada aos tempos de mudança. A primeira foi "Esperançar", tema do centenário de nascimento do patrono da educação brasileira, Paulo Freire, em um seminário internacional promovido pelo DEd/UFSCar em setembro de 2021. "Essas composições resultaram de experiências formativas em que apontamos a necessidade da autonomia, da cidadania, da justiça social e, principalmente, da vida. Eu atuo na área de Filosofia da Educação e meus projetos de ensino, pesquisa e extensão estão voltados à formação humana, crítica e cidadã", ressalta o professor da UFSCar.
Para o docente, a arte, especialmente a música, é vital para o processo de aprendizagem dos estudantes: "Sem arte não conseguiríamos viver plenamente. Precisamos de mais sensibilidade e da capacidade crítica de interpretação do mundo e de nós mesmos. A arte, em todas as suas manifestações, nos ajuda muito a viver e a ter uma outra dimensão do significado da vida".  

O grupo
O professor Luiz Gomes conta que a música "Samba de Virada" foi composta entre os meses de março e abril de 2022, "inicialmente apenas com o violão. Os arranjos, especialmente o de vozes, com a colaboração de André Oliveira, foram ganhando corpo e contribuíram muito na estética da música". A canção foi gravada em home studio e posteriormente mixada e masterizada pelo produtor musical Rosinei Silva, e contou com a participação e colaboração dos seguintes artistas: Luiz Gomes - violão de seis cordas e cavaquinho; Ari Maia - violão de sete cordas; Alan Ramos - percussão; André Oliveira - arranjo e regência das vozes; solo - Claudia Reyes e Luiz Gomes; coro de vozes femininas - Claudia Reyes, Selma Hebling e Renata Bechara; coro de vozes masculinas - Luiz Gomes e André Oliveira. A fotografia e arte gráfica da capa do single contou com a colaboração de Claudia Reyes. 
"Os músicos participantes do projeto foram convidados e eles aceitaram prontamente", explica o compositor da canção. Ari Maia é professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp, campus de Bauru); Claudia Reyes, professora do Departamento de Teorias e Práticas Pedagógicas (DTPP) da UFSCar; André Oliveira, estudante do curso de música da UFSCar; Alan Ramos, aluno egresso do curso de música da UFSCar; Selma Hebling é egressa do curso de Biologia, com mestrado e doutorado pela UFSCar; e Renata Bechara é arquiteta formada pela Universidade de São Paulo (USP - São Carlos). 
"Claudia, Selma e Renata integraram nos anos 1990 e 2000 o projeto de Extensão Madrigal, sob a regência de Lilian Zamorano Cury, na ocasião, docente da UFSCar. O André Oliveira e o Alan são profissionais da música. Eu, Ari, Cláudia, Selma e Renata somos amantes da música e gostamos de tocar e cantar juntos. O nosso objetivo é viver a música e levar um pouco da nossa arte para as pessoas que a apreciam", declara Luiz Gomes.
A canção "Samba de Virada" está disponível em diversas plataformas de música (https://onerpm.link/922673568619). Confira a letra neste link (https://bit.ly/3txoXrd).

Na Record, Simaria detona jeito controlador de Simone e escancara problemas

 

SÃO PAULO/SP - Simaria voltou a soltar o verbo contra Simone. Em uma entrevista para o programa Domingo Espetacular, da Record, a cantora detonou o jeito controlador da irmã. Apesar de frisar que a irmandade das duas permanece viva, a mais velha da dupla não mediu palavras para expor os problemas de relacionamento entre elas.

“Às vezes ficam me controlando. ‘não fala isso’. Cara, com 40 anos não vou mais me calar, entende? Vou falar o que acho que é certo. Vencemos juntas. Mas não significa que porque vencemos juntas tem que morrer como duplinha, para sempre. Mantendo o respeito, não quebrando a irmandade, vai dar sempre certo”, frisou a sertaneja. 

Na reportagem, gravada antes do anúncio de que ela faria uma pausa na carreira, a artista mostrou pouco interesse, por exemplo, no presente milionário que Simone havia comprado para a festa de 40 anos dela.

“Eu não queria presente de milhões, não. A única coisa que pedi para ela foi para ela cantar uma música comigo. Não quero presente de milhões. O que queria mesmo é só que ela cante a música Amiga, uma composição que eu fiz”, disparou.

Simaria afirmou que decidiu fazer um festão de 40 anos justamente porque sentia que fez demais pelos outros e muito pouco por ela própria –além dos conflitos com a irmã, ela também enfrenta um término conturbado com o pai de seus filhos.

“A gente sempre está ajudando os outros. Dá uma casa para um tio, uma roupa para uma mãe, dinheiro, dá tudo na vida para o povo. Quando é hora de se presentear, a gente não tem coragem de dar um presente para nós mesmos. Nunca comemorei um aniversário. Meu pai morreu faltando cinco dias para eu fazer 10 anos. Daquele momento em diante não tinha mais sentido”, revelou.

“Eu ia para as reuniões da escola do meu irmão. Com 14 anos! Eu comecei cantando com Frank Aguiar primeiro, comecei a sustentar a família com 14 anos. Minha mãe fez um documento e fui cantar na estrada. Sempre fui uma mulher à frente do meu tempo. Por isso que acho que quando você chega aos 40 anos, que começa a entender quem é de verdade, o que outros falam a seu respeito…Tá tudo certo! Sabe por que? Porque onde estou indo, eles não vão”, disse.

 

 

JETSS

ARARAQUARA/SP - Neste domingo (19), uma mulher, de 45 anos, faleceu após um acidente de trânsito no bairro Quitandinha, na cidade de Araraquara.

Segundo informações do Corpo de Bombeiros, um carro Fiat/Uno colidiu violentamente contra um poste na Avenida Professor Francisco Degni, próximo ao Instituto de Química da Universidade Estadual Paulista (Unesp). 

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e o Corpo de Bombeiros foram acionados para atender à ocorrência, mas a mulher já estava sem vida.

A vítima foi identificada como Renata Aparecida Pinheiro. De acordo com as autoridades, a condutora tentou fazer a curva da via quando perdeu o controle da direção do veículo, colidiu contra o poste e acabou falecendo devido aos ferimentos que sofreu. As causas do acidente serão apuradas.

 

 

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