Jornalista/Radialista
SÃO PAULO/SP - A derrota do Palmeiras para o Mirassol, no último domingo, foi um duro golpe para o líder do Campeonato Brasileiro, que havia aberto uma vantagem de três pontos para o segundo colocado Flamengo.
Com a perda dessa gordura - ambos agora têm 68 pontos - o Verdão se vê obrigado a ganhar os próximos jogos para se manter na ponta da competição.
A boa notícia é que os dois próximos jogos são contra equipes que estão brigando contra o rebaixamento. No próximo sábado, às 21h, o Palmeiras visita o Santos, na Vila Belmiro, em jogo remarcado do primeiro turno. O rival está na 17ª colocação.
Quatro dias depois, a equipe recebe o Vitória, 16º colocado, no Allianz Parque. No primeiro turno, no Barradão, as equipes empataram em 2 a 2.
A expectativa agora, portanto, é que o Verdão consiga vencer os dois adversários e chegue contra o Fluminense, no dia 22 de novembro, na liderança do Brasileirão.
A notícia ruim, por outro lado, é que os dois próximos jogos devem estar recheados de desfalques. Contra o Santos, os convocados Gómez, Sosa, Flaco López e Vitor Roque já são baixas. Piquerez, Facundo Torres e Emiliano Martínez ainda podem se juntar à lista. Andreas Pereira, suspenso, também é desfalque.
Já diante do Vitória, a expectativa é que a maioria deles consiga retornar a tempo. Flaco López, por exemplo, só disputará um amistoso pela Argentina e é nome quase certo para atuar pelo Verdão contra os baianos.
Já as demais seleções atuam um dia antes da partida, no dia 18, e o Palmeiras fará uma grande operação para que todos consigam voltar para estar em campo no dia 19, às 19h30.
Sem os convocados, o Verdão terá a semana inteira para trabalhar na Academia de Futebol.
Por Redação do ge
BRASÍLIA/DF - Pelo menos 121 empresas, concessionárias, secretarias municipais e associações ligadas ao setor de mobilidade urbana aderiram a Coalizão para a Descarbonização dos Transportes. A aliança promete reduzir em até 70% as emissões de gases do efeito estufa até 2050. O número de adesões foi atingido durante a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), que acontece em Belém.
A iniciativa é liderada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), pelo Observatório Nacional de Mobilidade Sustentável, pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) e pela Motiva, empresa de serviços de infraestrutura em mobilidade.
O grupo também mantém interlocução com os ministérios do Meio Ambiente, dos Transportes e de Portos e Aeroportos, e promete levar contribuições ao Plano Nacional sobre Mudança do Clima, que será apresentado na COP30.
Criada em 2024, a Coalizão propõe 90 ações para reduzir as emissões do transporte brasileiro, setor responsável por 11% das emissões nacionais — cerca de 260 milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO₂) equivalente.
As medidas prometem reduzir em 70% a pegada de carbono do setor até 2050, o que equivaleria a menos 287 milhões de toneladas de CO₂e na atmosfera.
Um plano de ação foi lançado em maio desse ano com recomendações para avançar na redução das emissões em seis frentes: infraestrutura e interseccionalidades; mobilidade urbana; transporte rodoviário, transporte ferroviário; transporte aéreo e transporte aquaviário e cabotagem.
Entre as principais propostas estão a revisão da matriz logística de transporte, o estímulo ao uso de biocombustíveis e a ampliação da eletrificação de frotas, aproveitando a matriz elétrica limpa e renovável do Brasil.
AGÊNCIA BRASIL
BRASÍLIA/DF - A redução na conta de luz puxou a inflação oficial para baixo e fez o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechar outubro em 0,09%, o menor para o mês desde 1998. Em setembro, o índice havia marcado 0,48%. Em outubro de 2024, a variação havia sido de 0,56%.
Com esse resultado, o IPCA acumulado em 12 meses é 4,68%, uma redução na comparação com os 5,17% dos 12 meses terminados em setembro. É a primeira vez, em oito meses, que o patamar fica abaixo da casa de 5%. No entanto, está ainda acima da meta do governo, de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos, ou seja, no máximo 4,5%.
Os dados foram divulgados nesta terça-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A energia elétrica residencial recuou 2,39% no mês, representando impacto de -0,1 ponto percentual no IPCA.
A explicação está na migração da bandeira tarifária vermelha patamar 2 para 1. No 2, há cobrança adicional de R$ 7,87 na conta de luz a cada 100 kilowatts (Kwh) consumidos. Já no nível 1, vigente em outubro, o extra é de R$ 4,46.
A cobrança extra é determinada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para custear usinas termelétricas em tempos de baixa nos reservatórios das hidrelétricas. O adicional é necessário, pois a energia gerada pelas termelétricas é mais cara que a hidrelétrica.
De acordo com o gerente da pesquisa, Fernando Gonçalves, se não houvesse o alívio na conta de luz, o IPCA de outubro ficaria em 0,20%.
Depois de ter caído durante quatro meses seguidos, o grupo alimentação e bebidas, que tem o maior peso no custo mensal das famílias, apresentou estabilidade, variando 0,01%.
Essa variação de alimentos e bebidas é a menos para um mês de outubro desde 2017 (-0,05%).
O IBGE deu destaque às quedas do arroz (-2,49%) e do leite longa vida (-1,88%). No sentido oposto, a batata-inglesa subiu 8,56% e o óleo de soja, 4,64%.
Confira como se comportaram os preços dos determinados grupos de produtos e serviços:
- Alimentação e bebidas: 0,01% (0,00 p.p.)
- Habitação: -0,30% (-0,05 p.p.)
- Artigos de residência: -0,34% (-0,01 p.p.)
- Vestuário: 0,51% (0,02 p.p.)
- Transportes: 0,11% (0,02 p.p.)
- Saúde e cuidados pessoais: 0,41% (0,06 p.p.)
- Despesas pessoais: 0,45% (0,05 p.p.)
- Educação: 0,06% (0,00 p.p.)
- Comunicação: -0,16% (0,00 p.p.)
De todos os 377 produtos e serviços pesquisados, as maiores altas foram do aluguel residencial (0,93%) e da passagem aérea (4,48%). Ambos responderam individualmente por 0,03 p.p. do IPCA.
O acumulado de 12 meses do IPCA é o 13º seguido fora do limite de tolerância do governo. Esse é um dos motivos principais para o Banco Central manter a taxa de juros básicos da economia, a Selic, em 15% ao ano, o maior patamar desde julho de 2006 (15,25%).
O juro alto encarece o crédito e desestimula investimentos e o consumo, dessa forma, funciona como um freio na economia, reduzindo a procura por produtos e serviços e, consequentemente, esfriando a inflação.
O IBGE desagrega o IPCA em dois grupos, o de serviços, que traz os preços que sofrem mais influência do aquecimento ou esfriamento da economia - ou seja, mais suscetíveis à taxa Selic - e o de preços monitorados, que costumam ser controlados por contratos, e os combustíveis.
A inflação de serviços marcou 0,41% em outubro e 6,20% em 12 meses. Já os monitorados recuaram 0,16% no mês e sobem 4,20% em 12 meses.
O boletim Focus dessa segunda-feira (10), sondagem do Banco Central (BC) com agentes do mercado financeiro, estima que a inflação oficial ao fim de 2025 será de 4,55%. A Selic deve terminar o ano em 15%, aponta o Focus.
O IPCA apura o custo de vida para famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos. Ao todos, são coletados preços de 377 subitens (produtos e serviços).
A coleta de preços é feita em dez regiões metropolitanas - Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre - além de Brasília e nas capitais Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju.
AGÊNCIA BRASIL
SÃO CARLOS/SP - A Progresso e Habitação de São Carlos (PROHAB), em parceria com a vereadora Fernanda Castelano (PSOL), realizou uma ação voltada à melhoria da infraestrutura da Cozinha Solidária da Ocupação “Em Busca de um Sonho”. O espaço é utilizado diariamente por famílias em situação de vulnerabilidade social.
A iniciativa teve início após visita da parlamentar à sede da autarquia, quando foi discutida a possibilidade de apoio a projetos comunitários. Posteriormente, representantes da PROHAB e da vereadora estiveram no local e identificaram a necessidade de intervenções estruturais.
Como resultado, a Fábrica de Artefatos de Cimento (FAC), vinculada à PROHAB, forneceu pisos intertravados, mesas e bancos produzidos pela própria unidade. Os itens foram destinados à cozinha com o objetivo de melhorar as condições de uso e promover a convivência entre os moradores.
O presidente da PROHAB, Marquinho Amaral, destacou que a ação reforça o compromisso da autarquia com o desenvolvimento social. “Mais do que uma entrega, essa parceria representa comprometimento social, respeito às pessoas e incentivo à sustentabilidade, valores que norteiam o trabalho da PROHAB, sob a orientação do prefeito Netto Donato”, afirmou.
A ação contribui para melhorar a infraestrutura de um espaço essencial à comunidade, com impacto direto na rotina de famílias atendidas pela cozinha.
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