fbpx

Acesse sua conta de usuário

Nome de usuário *
Senha *
Lembrar de mim
Redação

Redação

 Jornalista/Radialista

URL do site: https://www.radiosanca.com.br/equipe/ivan-lucas E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

BOLÍVIA - Após quase uma semana de greve liderada pela oposição, o governo da Bolívia decidiu suspender as exportações de seis alimentos a partir de quinta-feira (27) para evitar uma possível escassez.

As autoridades decidiram na noite de quarta-feira "suspender temporariamente a exportação de soja, farelo de soja, farinha de soja integral, açúcar, óleo e carne bovina porque existe o risco de escassez e aumento dos preços da cesta familiar", afirmou o ministro do Desenvolvimento Produtivo e da Economia Plural, Néstor Huanca.

Os principais compradores de derivados de soja bolivianos são Colômbia, Peru, Equador e Chile, de acordo com os dados do Instituto Nacional de Estatísticas (INE). No caso da carne bovina os principais compradores são China, Peru e Equador.

A região de Santa Cruz, motor econômico do país e reduto da oposição, iniciaram uma greve por tempo indeterminado contra o governo do presidente esquerdista Luis Arce para exigir um censo que atualize sua representação legislativa e o valor dos recursos estatais destinados.

Huanca responsabilizou o governador de Santa Cruz, o direitista Luis Fernando Camacho, e líderes sociais e empresariais que estão à frente dos protestos pelas "consequências da paralisação do setor produtivo e de atentar contra a segurança alimentar".

No entanto, a lei boliviana só permite exportar o excedente da produção de alimentos necessário para abastecer ao mercado local.

O líder da bancada de deputados do partido opositor Comunidad Ciudadana, Carlos Alarcón, disse no Twitter que a medida é "um ato ladino de represália e intimidação disfarçada de aparente segurança alimentar".

A greve começou no sábado, com confrontos entre críticos e simpatizantes do governo que deixaram um morto, e foi condenada pela Organização da Nações Unidas e a União Europeia.

Santa Cruz, no leste do país, lidera as mobilizações para que o censo aconteça em 2023 e os resultados sejam divulgados antes das próximas eleições, em 2025.

O governo, que havia programado o censo para novembro, decidiu adiá-lo para 2024, o que impediria processar os novos dados antes das eleições.

A representação no Congresso e o orçamento do Estado que cada departamento da Bolívia recebe depende de sua população. Por este motivo, Santa Cruz, o mais populoso do país, exige a atualização dos dados. O último censo do país aconteceu há mais de 10 anos.

Após uma negociação inicial infrutífera, Arce convocou uma reunião para sexta-feira com os governadores de todas as regiões da Bolívia na cidade de Cochabamba para tentar encontrar uma solução ao conflito.

Camacho, que aceitou o convite em um primeiro momento, mudou de ideia e disse que não vai comparecer.

"Estamos abertos ao diálogo, mas não vamos endossar uma reunião de 'masistas'", disse o direitista em um comício na noite de quarta-feira, em referência ao partido governista Movimento Ao Socialismo (MAS).

"É aqui que está o conflito. Eles não nos querem, não nos consideram bolivianos", acrescentou, ao criticar o presidente pelo local escolhido para o encontro.

Ao mesmo tempo, os manifestantes que lideram a greve prosseguiam com os bloqueios: eles colocaram pneus, galhos e bandeiras do país e das regiões para impedir a passagem nas ruas e estradas de Santa Cruz. Vários estabelecimentos comerciais permaneceram fechados.

Arce, sucessor na esquerda do ex-presidente Evo Morales (2006-2019), enfrenta o primeiro grande conflito social desde que assumiu o poder há dois anos.

 

 

AFP

RÚSSIA - A Rússia acusou na quinta-feira (27) a Ucrânia de se retirar das negociações de paz, em março, "obedecendo às ordens" dos Estados Unidos, após "um equilíbrio difícil ter sido alcançado" entre Kiev e Moscou, lamentou o porta-voz da presidência russa, Dmitri Peskov, nesta quinta-feira (27).

"Na verdade, o texto estava pronto e então, de repente, o lado ucraniano desapareceu do radar, disse que não queria mais continuar as negociações", disse Peskov. Ele também declarou que o presidente Vladimir Putin considerou "óbvio" que "a rejeição de acordos já estabelecidos ocorreu claramente por ordem de Washington"."É totalmente óbvio", insistiu.

A imprensa pediu a Peskov que explicasse as declarações feitas no dia anterior, após um encontro entre Putin e o presidente de Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embalo. O líder africano disse que o chefe de Estado russo estava disposto a negociar com Kiev.

O porta-voz afirmou que a Rússia está "pronta para garantir seus interesses na mesa de negociações", mas acusou os ucranianos de dificultarem o diálogo. "Queremos um acordo, mas neste caso específico, estamos falando de uma total relutância por parte da Ucrânia", disse o porta-voz.

O presidente ucraniano Volodimir Zelensky descartou rapidamente a possibilidade de negociar com Moscou e denunciou uma "retórica preparada" com antecedência por Putin. No final de setembro, ele foi mais categórico e disse que não negociaria com a Rússia enquanto Putin for o presidente do país. As negociações entre Kiev e Moscou estão paralisadas desde março e ambas as partes se acusam pela impossibilidade de obter um acordo.

 

Drone ataca central na Crimeia

As autoridades designadas pela Rússia para a Crimeia, anexada por Moscou em 2014, afirmaram nesta quinta-feira que um drone atacou durante a noite uma central de energia elétrica na península, mas sem provocar danos significativos.

"Durante a noite houve um ataque com um VANT (veículo aéreo não tripulado) contra a central térmica de Balaklava", afirmou o governador de Sebastopol designado por Moscou, Mikhail Razvozhayev. "O transformador foi levemente danificado. Não há vítimas", acrescentou. O governador disse que não há ameaça para o fornecimento de energia e que "o incidente não afeta o abastecimento de Sebastopol, nem da península".

Razvozhayev explicou que o transformador que pegou fogo durante o suposto ataque "estava em manutenção e fora de operação". "Os trabalhadores da central conseguiram controlar o fogo", afirmou. O suposto ataque aconteceu em meio a uma contraofensiva das tropas ucranianas no sul do país. A Rússia respondeu nas últimas semanas com ataques contra a infraestrutura de energia elétrica da Ucrânia.

 

Controle nos celulares

As autoridades de ocupação russas de Zaporíjia também anunciaram, nesta quinta-feira (27),"controles aleatórios" nos telefones celulares dos moradores desta região do sul da Ucrânia, que Moscou afirma ter anexado e onde decretou lei marcial. O anúncio foi feito no Telegram por uma das autoridades de ocupação, Vladimir Rogov. O funcionário destacou que a polícia verificará, entre outras questões, se os habitantes leem "a propaganda do regime terrorista de Kiev", em referência ao governo ucraniano.

 

 

(Com informações da AFP)

RFI

ALEMANHA - A União Europeia (UE) assinou na quinta-feira (27) a sentença de morte para novos veículos com motor a combustão em 2035: os eurodeputados e os Estados-membros fecharam "um acordo histórico" sobre essa normativa, crucial para as metas climáticas europeias.

"Decisão histórica da UE para o clima, que confirma definitivamente o objetivo de 100% de veículos zero emissões em 2035, com etapas intermediárias em 2025 e 2030", tuitou o eurodeputado francês Pascal Canfin, presidente da Comissão de Meio Ambiente do Parlamento Europeu.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, declarou que se tratava de uma "etapa-chave" para as ambições climáticas do bloco, que "irá estimular a inovação e a liderança industrial e tecnológica”.

As negociações apoiam a transição da UE para um futuro sem emissões de carbono, uma das promessas-chave da presidência de Ursula. Os automóveis são responsáveis por 12% de todas as emissões de CO2 no território da UE, e o transporte em seu conjunto soma um quarto do total.

A indústria automobilística europeia disse que está "pronta para encarar o desafio", após essa "decisão sem precedentes", mas pediu à UE que crie "as condições necessárias" para o cumprimento desses objetivos, principalmente a criação de uma rede de pontos de recarga elétrica.

 

- 'Metas alcançáveis' –

"Este acordo abre caminho para uma indústria automobilística moderna e competitiva na UE", comemorou o ministro da Indústria tcheco, Jozef Sikela, cujo país ocupa a presidência rotativa do Conselho da UE. Ele considerou que "os prazos previstos tornam as metas alcançáveis para as fabricantes".

Esse foi o primeiro acordo sobre um texto do pacote climático ("Fit for 55") destinado a reduzir até 2030 pelo menos 55% das emissões de gases do efeito estufa da UE em 1990.

Os deputados conservadores e alemães haviam se mostrado reticentes quanto à aprovação de algumas metas do acordo fechado hoje, temendo a carga que isso representará para as montadoras europeias, que competem com rivais mundiais que têm objetivos mais flexíveis.

Já a China, maior mercado automobilístico do mundo, deseja que pelo menos metade de todos os veículos novos sejam elétricos, híbridos ou movidos a hidrogênio até esse ano.

Para atender às fabricantes preocupadas com a demanda insuficiente dos consumidores de veículos 100% elétricos, a Comissão recomenda estações de recarga "a cada 60 km".

Também existe a preocupação de que os usuários não consigam assumir o aumento de preço dos veículos elétricos frente aos de motor a combustão. "Não vejo a classe média capaz de comprar carros elétricos de 30 mil euros", comentou Carlos Tavares, diretor-gerente do grupo Stellantis, nascido da fusão entre PSA e Fiat-Chrysler.

 

 

AFP

CATAR - O Catar vai deixar de exigir testes de covid para seus visitantes antes da Copa do Mundo, anunciou nesta quarta-feira o Ministério da Saúde do emirado, após indicar que os um milhão de turistas esperados já não precisam estar vacinados.

Este relaxamento nas medidas anticovid será aplicado a partir de 1 de novembro, 19 dias antes do início do primeiro Mundial no Oriente Médio.

O torneio vai trazer o maior fluxo de visitantes da história do país, que tem 2,9 milhões de habitantes.

"Os visitantes já não serão obrigados a apresentar testes PCR negativos ou resultados de testes de antígeno antes de viajarem ao Catar", informou o ministério em um comunicado.

Os cidadãos cataris e os residentes tampouco precisarão fazer testes de covid 24 horas antes de retornarem do exterior, acrescentou a pasta.

A Copa do Mundo, que acontecerá de 20 de novembro a 18 de dezembro, é o primeiro grande evento esportivo aberto para o público desde o início da pandemia, em 2020.

Os organizadores cataris e a Fifa querem que o torneio seja um sinal de que o mundo está superando a covid. Mas o Ministério da Saúde advertiu que implantará medidas especiais "se a situação da pandemia no país se agravar".

As novas medidas beneficiarão os visitantes que chegarem ao Catar a partir de 1 de novembro. Depois desse dia, o país fechará o acesso de a qualquer pessoa (exceto seus cidadãos e residentes) que não possuir um cartão Hayya, o documento entregue a todos que tiverem ingressos para os estádios, seus convidados, jogadores, jornalistas, funcionários da organização do torneio e autoridades.

 

 

AFP

Nosso Facebook

Calendário de Notícias

« Maio 2026 »
Seg. Ter Qua Qui Sex Sáb. Dom
        1 2 3
4 5 6 7 8 9 10
11 12 13 14 15 16 17
18 19 20 21 22 23 24
25 26 27 28 29 30 31
Aviso de Privacidade

Este site utiliza cookies para proporcionar aos usuários uma melhor experiência de navegação.
Ao aceitar e continuar com a navegação, consideraremos que você concorda com esta utilização nos termos de nossa Política de Privacidade.