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Redação

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 Jornalista/Radialista

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IBATÉ/SP - Sempre preocupado com a qualidade de vida, o Centro de Convivência da Melhor Idade (CCMI) de Ibaté realiza diversas ações de entretenimento, distração e lazer ao público idoso da cidade. 

Durante todo o mês de outubro, o CCMI realizou uma programação especial , alusiva ao "Mês do Idoso", proporcionando momentos de diversão e conhecimento aos seus assistidos.

As atividades começaram com uma viagem oferecida aos frequentadores do local até a cidade de Porto Ferreira, conhecida como a Capital Nacional da Cerâmica Artística e da Decoração.

A coordenadora do CCMI, Dirce Lopes Peruchi, destaca que a agenda do mês foi agitada. "Além do passeio até Porto Ferreira, toda sexta-feira de outubro,  proporcionamos uma programação diferenciada aos nossos idosos. Contamos com a participação de agentes de saúde, aferindo a pressão arterial e medindo a taxa de glicose no sangue, de cada um dos participantes", enfatizou. 

Durante os encontros ocorreram dinâmicas, promovendo a interação e criação de vínculos entre os grupos, com a supervisão das terapeutas Carol Tagliatela e Kátia Gomes da Silva.  "Com muita alegria, recebemos a visita dos frequentadores do Centro do Idoso e do grupo Raio de Sol de Ibaté, que na ocasião, também puderam assistir uma apresentação musical do Maestro Rodrigo Murer Tinta. Antes das atividades foi servido um farto café da manhã a todos, e como encerramento, os participantes receberam uma lembrança simbólica para comemorar o dia" contou a coordenadora.

No encerramento, os frequentadores do Centro de Convivência da Melhor Idade participaram de uma palestra com o tema “Sinais e Sintomas da Doença de Alzheimer”. O palestrante foi Gerontólogo - especialista em neuropsiquiatria, Josias Almeida, que dedicou atenção às perguntas dos participantes que apresentaram dúvidas sobre condutas, rotinas e cuidados.  
 
 A coordenadora agradeceu todo o apoio proporcionado pela prefeitura, especialmente à administração, que sempre incentiva esses tipos de ações. “Agradeço muito toda dedicação que recebemos de todos os envolvidos. O mês foi mais que festivo, engrandecendo o fortalecimento dos laços sociais e afetivos, enaltecendo o protagonismo da pessoa idosa, resgatando e elevando a autoestima de forma prazerosa assim, mostrando o quanto são importantes para a sociedade. Uma verdadeira festa, onde a alegria e felicidade estavam presentes nos sorrisos de todos”, finalizou Dirce.

O CCMI está localizado na rua João Alteia, 290, Vila Tamoio, e atende de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h.

ALEMANHA - O Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido registrou contração de 0,2% no terceiro trimestre, após uma alta de 0,2% no trimestre anterior, anunciou nesta sexta-feira o Escritório Nacional de Estatísticas (ONS).

O retrocesso foi considerável em setembro (-0,6%) devido ao feriado pelo funeral da rainha Elizabeth II, que provocou o fechamento de muitas empresas.

O ONS aponta o aumento dos custos como um fator que pesa na produção das empresas. A inflação no país está próxima de 10%, a mais elevada entre os países do G7.

"Não escapamos das dificuldades mundiais relacionadas à inflação elevada e um crescimento lento devido, principalmente, à guerra ilegal da Rússia na Ucrânia e às limitações no fornecimento de gás, que aumentaram os preços da energia e a inflação", afirmou o ministro das Finanças, Jeremy Hunt.

"Para alcançar um crescimento de longo prazo, nós temos que conter a inflação, equilibrar as contas e reduzir a dívida", declarou, ao defender uma linha dura orçamentária que provoca o temor do retorno da austeridade no país.

 

 

AFP

ETIÓPIA - O governo da Etiópia afirmou nesta sexta-feira (11) que o exército federal controla 70% da região rebelde de Tigré, no norte do país, afetada pela guerra, uma informação negada pelos líderes insurgentes.

"Um total de 70% de Tigré está sob controle da ENDF", a Força de Defesa Nacional Etíope, tuitou Redwan Hussein, conselheiro de Segurança Nacional do primeiro-ministro Abiy Ahdmed.

O conselheiro também anunciou o envio de ajuda à região, que está à beira de uma tragédia humanitária após dois anos guerra entre os líderes rebeldes de Tigré e o governo federal.

As autoridades rebeldes de Tigré rebateram as afirmações do conselheiro sobre o controle da região e o envio de ajuda, nove dias após a assinatura de um acordo de paz entre o governo e a Frente Popular de Libertação do Tigré (TPLF) para acabar com a guerra de dois anos.

"Ele está tirando seus fatos do nada", declarou à AFP Getachew Reda, porta-voz das autoridades rebeldes de Tigré.

Um trabalhador humanitário que atua na região também desmentiu a chegada de ajuda.

O acesso ao norte da Etiópia está severamente restrito e os jornalistas estão vetados de visitar a região de Tigré, que tem quase seis milhões de habitantes.

Durante a semana aconteceram reuniões entre os dois lados na capital do Quênia, Nairóbi, para discutir planos para o desarmamento dos rebeldes.

 

 

AFP

UCRÂNIA - A história da guerra na Ucrânia será, no futuro, narrada sob muitas óticas. Os russos dirão que foi pela segurança e autonomia de seu território contra as investidas ocidentais que nutrem resistência ao país. Seus pares europeus irão dizer que Vladimir Putin, presidente da Rússia, carrega consigo marcas do fim da União Soviética que nunca digeriu bem. Na Ucrânia, território devastado, as histórias exaltarão homens fortes que não abriram mão de sua soberania. E se é verdade que a história é escrita pelos vencedores, frase atribuída a George Orwell (pseudônimo de Eric Arthur Blair), é difícil arriscar dizer neste momento qual narrativa será perpetuada pelos livros. Uma coisa é certa: o fator econômico fará parte da narrativa.

A previsão é que com a expectativa de 2023 ser um ano difícil para e economia global a extensão da guerra seria mais um inibidor potente de crescimento. Na Zona do Euro, que até o meio do ano se mostrava fortemente contra a Rússia, a conversa agora é por uma solução rápida. O presidente da França, Emmanuel Macron, tem assumido a dianteira em um diálogo para, literalmente, conversar com os russos. “A verdade é que houve um erro crasso de previsão da guerra”, afirmou à DINHEIRO Philippe Aghion, PhD na Harvard University e professor de economia e relações exteriores da London School of Economics. “Guiados pelos Estados Unidos, ninguém achou que a Rússia conseguiria passar tanto tempo sob fortes sanções sem precisar ceder um centímetro.”

Para ele, a essa altura, os caminhos são poucos. Ainda que a Ucrânia tenha sido amplamente abastecida pelo armamento ocidental, a verdade é que nenhum país ousou ser mais que fornecedor. “Com esse equipamento vindo dos associados da Otan, o exército ucraniano conseguiu algum avanço e retomada de territórios. Mas não parece ter sido o bastante para a população local, devastada no conflito”, disse Aghion. A Rússia, por sua vez, recebeu, dois meses antes da guerra começar, 40 drones com míssil do Irã.

Na Europa o discurso adotado agora é que, ao conseguir tirar os russos de seu território, a Ucrânia deveria imediatamente negociar a paz. O presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, que virou o símbolo da resistência nesses nove meses de conflito, tem sido claro sobre o plano de não ceder nenhum palmo de terra. “Não pararemos até que o último soldado russo volte para o seu país”, disse ele recentemente à rede estatal de televisão do país. Em nenhum momento foi falado sobre erguer a bandeira branca. A posição tem o apoio velado de países que geograficamente estão perto do conflito, como os bálticos e a Polônia, que também enxergam a continuidade do conflito como positiva. “Eles temem que Putin se volte contra eles caso se sinta vitorioso ao fim da guerra na Ucrânia”, disse Aghion.

O secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, segue a mesma linha. Em entrevista à agência alemã DW em outubro, ele disse que a Ucrânia tem que ganhar a guerra. Ele não explicou o que seria “ganhar”, mas deixou claro que, para isso, os membros da Otan devem dar o apoio necessário e durante o tempo que for preciso. “Não devemos esquecer que, se a Rússia parar de lutar, haverá paz. Se a Ucrânia parar de lutar, ela deixa de existir.”

Mas alguns países, em especial os maiores e com melhor estrutura militar, já comsideram a possibilidade de cessão de terras, já que a asfixia econômica esperada pelas restrições do Ocidente parece não ter abalado Putin. Andrew Allen, PhD e professor de economia da San Diego University, afirma que os chamados “países do conselho swift” (Estados Unidos, Grã-Bretanha, Canadá, Alemanha, França, Itália, Países Baixos, Suécia, Suíça e Japão) financiaram o lado da Ucrânia, mas perderam a aposta.“Não há, neste momento, como derrotar a Rússia militarmente na Ucrânia.” Para ele, seriam necessários anos para que a Ucrânia fosse totalmente autônoma e isso envolveria ainda mais mortes, com o risco de uma ação nuclear. Apesar de pouco popular no Ocidente, essa discussão surgiu em reuniões de cúpula do G7 e da OCDE. O maior sinal disso é que o volume de armas enviadas para Ucrânia tem diminuído com a Otan admitindo a possibilidade de se esgotarem os recursos se o conflito se estender demais. Zelenski segue dizendo que “não dará nenhum passo para trás”, enquanto Putin garante que a “vitória russa é o caminho para a paz”. Duas narrativas que até poderiam ser verdadeiras, mas só uma será escrita na história.

 

 

Paula Cristina / ISTOÉ DINHEIRO

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