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Redação

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 Jornalista/Radialista

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UCRÂNIA - A Ucrânia diz ter recapturado das tropas russas mais de 40 cidades e vilarejos no sul do país. O presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, anunciou que 41 assentamentos foram "libertados" dos ocupantes russos.

A Rússia, enquanto isso, diz ter concluído na sexta-feira (11/11) a retirada de suas tropas da cidade de Kherson, no sul da Ucrânia.

"O número de bandeiras ucranianas retornando ao seu devido lugar como parte das operações de defesa em andamento já está na casa das dezenas", disse Zelenski. Ele falou de "boas notícias do sul".

Em Kherson, unidades russas recuaram "para posições preparadas na margem esquerda do rio Dnipro", segundo o Ministério da Defesa russo.

O exército russo anunciou ter completado sua retirada do norte daquela região ucraniana, afirmando que "a transferência de soldados russos para a margem esquerda ou leste do rio Dnipro terminou", disse o Ministério da Defesa russo em comunicado. "Nenhuma peça de equipamento militar e armas" foi deixada para trás do outro lado do rio, acrescentou.

No entanto, Moscou continua a considerar a região ucraniana de Kherson como território russo, mesmo após a retirada de suas tropas. "A região de Kherson continuará a fazer parte da Federação Russa", disse o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, segundo a agência de notícias Interfax. "Esse status é determinado e consolidado por lei. Não há mudanças aqui e não pode haver nenhuma", disse Peskov.

Na quarta-feira, o ministro da Defesa da Rússia, Serguei Shoigu, tinha ordenado a retirada da estrategicamente importante cidade de Kherson e de partes da região de mesmo nome.

 

Desconfiança

Zelenski reagiu com desconfiança ao anúncio. "O inimigo não nos dá presentes, não faz 'gestos de boa vontade'", alertou, ressaltando que o exército ucraniano procede "com muito cuidado, sem emoções, sem riscos desnecessários". Ele reiterou a meta da Ucrânia de "libertar todo o nosso país e manter o número de baixas o mais baixo possível".

A região de Kherson tem sido alvo há semanas de uma abrangente contraofensiva ucraniana.

Para Moscou, a região é de grande importância estratégica para poder continuar a ofensiva em direção a Mykolaiv e ao porto de Odessa, no Mar Negro. Além disso, Kherson abriga a represa Kakhovka, que fornece água para a península da Crimeia, anexada pela Rússia.

Se Kherson ficar novamente sob controle ucraniano, as tropas ucranianas poderão usar artilharia de longo alcance para atingir a Crimeia diretamente de lá.

O secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, já falou de uma possível "vitória adicional" para a Ucrânia. "Temos que esperar e ver como a situação no terreno se desenvolverá nos próximos dias. No entanto, está claro que a Rússia está sob alta pressão, e uma retirada de Kherson seria outra vitória para a Ucrânia", disse ele na quinta-feira.

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, viu o anúncio da retirada de Moscou como prova de que os militares russos têm "problemas reais" na guerra na Ucrânia.

 

Mais ajuda dos EUA

Enquanto isso, a Coreia do Sul negou nesta sexta-feira uma reportagem do diário americano The Wall Street Journal que o país queira fornecer projéteis de artilharia para a Ucrânia através dos Estados Unidos. "Quando as negociações estiverem concluídas, a munição será usada apenas pelas forças dos EUA", disse o Ministério da Defesa em Seul.

A "política sul-coreana de não fornecer armas letais à Ucrânia permanece inalterada", frisou a pasta.

O Wall Street Journal informou na quinta-feira que os Estados Unidos queriam comprar munição da Coreia do Sul, que seria então entregue à Ucrânia. O acordo está em fase de conclusão. O jornal citou "funcionários dos EUA encarregados do assunto".

Enquanto isso, os Estados Unidos prometeram à Ucrânia uma nova ajuda militar totalizando 400 milhões de dólares (R$ 2,1 bilhões). Com a nova remessa, Washington está entregando a Kiev pela primeira vez o sistema de defesa aérea Avenger, conforme anunciado na quinta-feira. De acordo com o Departamento de Defesa dos EUA, quatro sistemas Avenger e correspondentes mísseis Stinger devem ser entregues.

Os EUA também estão fornecendo aos ucranianos mísseis para os sistemas de defesa aérea do tipo Hawk, que a Espanha prometera à Ucrânia, munição para lançadores de foguetes Himar, munição de artilharia, lançadores de granadas e mais de 20 milhões de cartuchos de munição para armas pequenas.

A Lituânia, que faz fronteira com a Rússia, diz que planeja comprar oito lançadores de foguetes múltiplos Himars dos Estados Unidos.

 

 

md/ek (AFP, AP, Reuters)

DW.COM

ESPANHA - O Brasil encerrou na sexta-feira (11) uma histórica participação no 8º Campeonato Mundial Paralímpico de Tênis de Mesa, em Granada (Espanha). Além do ouro obtido por Bruna Alexandre e Paulo Salmin nas duplas mistas na última terça (8), o país fechou sua participação na competição com mais seis medalhas de bronze.

Nesta sexta, a equipe brasileira alcançou os seus últimos bronzes, com Bruna Alexandre, Cátia Oliveira e Sophia Kelmer. Antes, o Brasil também conquistou medalhas desta categoria com Lucas Arabian e Paulo Salmin, e com a dupla feminina formada por Cátia Oliveira e Marliane Santos.

“A nossa preparação está cada vez melhor, tivemos tudo e não faltou nada. Durante a fase de preparação tivemos muitos sparrings, além de toda a ajuda da Confederação Brasileira de Tênis de Mesa e do Comitê Paralímpico Brasileiro”, declarou Bruna Alexandre.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

BRASÍLIA/DF - Mais de 69 milhões de brasileiros ainda não voltaram aos postos para receber a primeira dose de reforço da vacina contra covid-19, segundo dados do Programa Nacional de Imunizações (PNI). De acordo com Ministério da Saúde, 32,8 milhões de pessoas poderiam ter recebido a segunda dose de reforço contra a doença, mas ainda não se vacinaram. Os imunizantes estão disponíveis em mais de 38 mil postos de vacinação em todo o país. 

Segundo a pasta, estudos mostram que a estratégia de reforçar o calendário vacinal contra o novo coronavírus aumenta em mais de cinco vezes a proteção contra casos graves e óbitos pela covid-19.

Doses de reforço

A primeira dose de reforço é recomendada para pessoas com mais de 12 anos de idade e deve ser aplicada quatro meses depois da segunda dose ou dose única. No momento, a segunda dose de reforço é recomendada para a população acima de 40 anos de idade e trabalhadores da saúde, independentemente da idade.

Imunizantes

As vacinas recomendadas para as doses de reforço são dos fabricantes Pfizer, AstraZeneca ou Janssen, que podem ser utilizadas para pessoas com 18 anos de idade ou mais. Para os adolescentes entre 12 e 17 anos, preferencialmente deve ser utilizada a vacina Pfizer. Caso não esteja disponível, pode ser utilizada a vacina CoronaVac na dose de reforço.

Para quem começou o esquema vacinal com a dose única da Janssen, a recomendação é diferente das demais, com três reforços para pessoas com idade igual ou maior que 40 anos e dois reforços para pessoas de 18 a 39 anos.

O primeiro reforço é aplicado dois meses após o início do ciclo; e os outros devem obedecer ao intervalo de quatro meses. A orientação é que também sejam utilizadas as vacinas AstraZeneca, Pfizer ou a própria Janssen para as doses de reforço.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

Vítima tem suspeita de fratura nas pernas

 

IBATÉ/SP - Um acidente com um Paraglider foi registrado na entrada da cidade de Ibaté, na manhã de hoje, 11.

Segundo informações, o homem de aproximadamente 42 anos, que é da cidade de Ribeirão Preto, decolou e quando percebeu possíveis falhas no equipamento tentou voltar para o local que decolou, mas como não conseguiu bateu na fiação de alta-tensão e caiu no solo.

Ainda segundo nos foi informado, a vítima ao bater na fiação não teria sofrido descarga elétrica, mas com impacto ao solo a deixou com muitas dores nas pernas.

O Corpo de Bombeiros foi acionado, e encaminhou à vítima à Santa Casa de Misericórdia de São Carlos.

A Polícia Militar esteve no local.

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