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Redação

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 Jornalista/Radialista

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O mês de outubro registrou 11 casos a menos que no mesmo mês de 2019

 

CAMPINAS/SP - A Região de Campinas encerrou os dez meses de 2022 com redução de 7,4% dos casos de homicídios em comparação com o mesmo período de 2019. Foram 16 casos a menos. No mês de outubro também houve queda de 11 casos, passou de 29 registros em 2019 para 18 neste ano, o menor total já registrado na série histórica, iniciada em 2001, ao lado de 2018. Com este resultado, a taxa móvel de mortes intencionais dos últimos 12 meses (outubro de 2021 a novembro de 2022) ficou em 6,15 para cada grupo de 100 mil habitantes. 

A análise dos dados criminais usa como referência o mês de outubro e os dez primeiros meses de 2019, primeiro ano pré-pandemia em que não houve restrição da circulação das pessoas. Nos últimos dois anos, São Paulo viveu um período de grande isolamento social, causado pela pandemia do coronavírus e que impactou diretamente na dinâmica criminal. Em 2020, a média de pessoas que permaneciam em suas casas, medida pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), foi de 45%. Já em 2021, o número ficou em 42%. O índice de isolamento social, amplamente divulgado nos dois anos, foi calculado pelo IPT com base em informações sobre a movimentação de celulares, fornecidas pelas prestadoras de serviços de telecomunicação.

Os latrocínios também seguiram tendência de queda, encerrando o período acumulado com 9 casos, ou seja, um a menos. O mesmo aconteceu em outubro, que registrou queda de dois para um caso neste indicador. 

Na região, os estupros recuaram 21,5% no mês passado. Foram 20 ocorrências a menos, passando de 93 para 73. 

Os roubos em geral foram 10.182 para 8.414 nos dez meses do ano, apresentando queda de 17,4%. No período, este foi o menor total já registrado na série histórica, sem considerar os anos de 2020 e 2021. A curva de queda também se estendeu para o mês passado neste indicador, que registrou 7,9% de boletins a menos, passando de 985 para 907. 

 

 

Tanto no período acumulado quanto em outubro, os roubos de veículos também registraram queda recorde na série histórica, ainda sem levar em consideração os anos de 2020 e 2021. De janeiro a outubro, foram 3.278 registros contra 2.886, ou seja, redução de 12%. Já no mês passado, a queda chegou a 11,9%, de 344 para 303 ocorrências. 

 

Os furtos de veículos recuaram, em outubro, 13%, de 648 para 546. Já no período acumulado, a redução foi ainda maior, de 6.130 para 5.087, ou seja, 17% a menos. Nos dois períodos, o indicador alcançou o menor número de casos em 21 anos. Os em geral, porém, passaram de 2.896 para 3.268 em outubro, alta de 12,8%. 

 

 

Os roubos a bancos permaneceram zerados no 10° mês do ano desde 2019. Já os de carga tiveram recuo considerável, de 40,4%, passando de 57 para 34 ocorrências. No acumulado do ano, este indicador também se manteve em queda, com 15,5% de casos a menos. Foram 400 ante a 338. 

 

Produtividade

O trabalho das polícias paulistas na região de Campinas, no mês de outubro, resultou em 1.107 prisões e apreensões, além da retirada de 75 armas de fogo ilegais das ruas. Também foram registrados 222 flagrantes por tráfico de entorpecentes. No mês, também foram apreendidos 323 quilos de drogas.     

 

Dados estatísticos

Confira os dados estatísticos do Estado por ano e mês clicando aqui.

 

Operação Sufoco

A redução dos indicadores criminais é resultado da Operação Sufoco, que dobrou o número de policiais nas ruas da capital, a partir de maio, por meio de diárias extras. Posteriormente, a operação foi expandida para todo o estado, com reforço do policiamento, integrando policiais civis, militares e guardas municipais. 

 

Nos primeiros 202 dias, completados no último dia 22, mais de 4,5 mil veículos foram recuperados, e outros 1,5 milhão vistoriados. Além disso, 25.223 pessoas foram presas ou apreendidas, por mandado ou em flagrante. Durante a Operação Sufoco, as polícias apreenderam mais de R$ 1 milhão e recuperaram 8.228 celulares furtados ou roubados.

 

IBATÉ/SP - Monitoras e alunas do Centro Comunitário "João Baptista Lopes", de Ibaté, intensificaram seus trabalhos nos últimos dias para a realização da Exposição "Artesanato, Amor e Amizade", que já se tornou tradicional e é realizada anualmente em Ibaté.

A exposição terá início no dia 6, às 10h, seguindo até o dia 09 de dezembro, onde reunirá peças produzidas ao longo do ano em todos os cursos oferecidos no local.

A coordenadora, Dirce Lopes Peruchi, comenta a alegria e satisfação de estar mais um ano realizando os preparativos para mais uma bonita exposição. "Estamos preparando tudo com muito carinho e dedicação, para que todos possam desfrutar de mais uma edição de nossa exposição, que atrai inúmeras pessoas de Ibaté e região. Aproveito e já estendo meu convite a todos que desejarem prestigiar nosso evento, a partir desta terça-feira, dia 06, das 10h às 16h", destacou.

Dirce ainda ressalta que todas as peças que serão colocadas a venda no dia da exposição são produzidas pelas alunas, ex-alunas e monitoras do Centro Comunitário. "Sem essa colaboração nada estaria acontecendo. Esperamos, em Deus, que no próximo ano tudo volte ao normal e nossos cursos retornem", finaliza.

Centro Comunitário

O Centro Comunitário "João Baptista Lopes", em sua diversidade de cursos, atende centenas de alunos, nas modalidades artesanais e profissionalizantes, oferecidos gratuitamente a toda população. Mais informações podem ser obtidas através do telefone (16) 3343.4414

UCRÂNIA - A Ucrânia pressionou os países da Otan, na terça-feira (29), para que agilizem o envio de armas e de recursos para recuperar a rede elétrica, devastada por bombardeios russos, como parte de um esforço para ajudar os ucranianos a enfrentar o inverno, que se aproxima no hemisfério norte.

Durante uma reunião ministerial da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) na Romênia, o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Dmytro Kuleba, pediu que as entregas, especialmente para a defesa aérea, cheguem "mais rápido, mais rápido, mais rápido".

Um intenso bombardeio com mísseis russos abalou drasticamente a infraestrutura de energia da Ucrânia e deixou milhões de pessoas sem eletricidade.

Kuleba afirmou que, "quando tivermos transformadores e geradores, poderemos restaurar nosso sistema (...) Quando tivermos sistemas de defesa aérea, poderemos proteger a infraestrutura da próxima salva de mísseis russos".

Segundo o chefe da diplomacia ucraniana, o país precisa urgentemente de mísseis "Patriot e transformadores".

Este apelo dramático por mais ajuda veio logo depois de o chefe da Otan, Jens Stoltenberg, alertar que a Rússia tenta usar o inverno como uma "arma de guerra" contra a Ucrânia.

Ao iniciar a reunião em Bucareste, Stoltenberg afirmou que "a mensagem de todos nós será que devemos fazer mais" para ajudar a Ucrânia a consertar sua infraestrutura de gás e eletricidade, bem como fornecer defesa aérea para ajudar a Ucrânia a se proteger melhor.

"A Otan não participa da guerra, mas continuará apoiando a Ucrânia pelo tempo que for necessário", afirmou Stoltenberg.

O chefe da Otan disse acreditar que a Rússia fará mais ataques à rede elétrica da Ucrânia e alertou que a Europa deve "estar pronta para mais refugiados".

"A Rússia, na verdade, está falhando no campo de batalha. Em resposta a isso, agora ataca alvos civis (...) porque não pode ganhar território", disse Stoltenberg na abertura da reunião da aliança transatlântica.

Os ataques às infraestruturas civil e energética "obviamente foram planejados para tentar congelar os ucranianos até que se rendam", disse o ministro das Relações Exteriores britânico, James Cleverly, acrescentando: "Não acho que eles terão sucesso".

 

- 'Mantenham a calma e enviem tanques' -

Os membros da Otan já enviaram bilhões de dólares em armas e equipamentos – médicos, ou de telecomunicações – para a Ucrânia, mas o país pede mais recursos de defesa aérea, tanques e mísseis de longo alcance para repelir as forças russas.

Está evidente a crescente preocupação com o declínio acentuado e o quase esgotamento dos estoques estratégicos, especialmente de munições, em vários países da Otan após os envios para a Ucrânia.

O ministro das Relações Exteriores da Lituânia, Gabrielius Landsbergis, disse que as exigências aos ministros da Otan eram simples, resumidas no slogan "Mantenham a calma e enviem tanques".

O governo alemão anunciou o envio de "mais de 350 geradores" elétricos à Ucrânia.

A França irá disponibilizar 100 milhões de euros em ajuda financeira, para além dos 300 milhões de euros anteriormente concedidos à Ucrânia, que atravessa uma situação econômica frágil.

Fontes da Otan insistem em que a reunião em Bucareste mostrará a unidade da aliança transatlântica em seu apoio à Ucrânia. A aliança não deve, contudo, avançar com o pedido de adesão da Ucrânia ao bloco.

Stoltenberg afirmou que a "porta está aberta" para novos membros, mas acrescentou que o foco por enquanto é ajudar a Ucrânia frente à ofensiva russa.

Para além da guerra na Ucrânia, os ministros da Otan devem fazer um balanço dos progressos nas adesões da Finlândia e da Suécia. Já foram ratificadas por 28 dos 30 países-membros, mas seguem suspensas enquanto se espera o sinal verde da Turquia.

Os ministros das Relações Exteriores de Suécia, Finlândia e Turquia se reuniram em paralelo, mas o governo turco minimizou as esperanças de um avanço rápido.

 

 

AFP

BRASÍLIA/DF - Os economistas esperam uma desaceleração no ritmo de crescimento da economia brasileira no terceiro trimestre de 2022. No entanto, o cenário mudou frente às possibilidades levantadas no início do ano sobre uma recessão técnica nos últimos trimestres, com diminuição nos preços de commodities que o país exporta, juros elevados e cenário externo desafiador. Os dados do Produto Interno Bruto (PIB) serão divulgados pelo IBGE nesta quinta-feira (1).

Os economistas consultados pelo Investing.com Brasil destacam que um dos impulsionadores para a mudança nessa visão foi o pacote de medidas fiscais pré-eleições do governo atual, com redução dos impostos sobre combustíveis, resultando em diminuição da inflação, além da elevação de valores para o Auxílio Brasil para R$600 e outros incrementos, como vale-gás e vale-caminhoneiro.

A média das estimativas de analistas compiladas pelo Investing.com Brasil é de uma alta no (PIB) em 0,7% no terceiro trimestre deste ano, levando o indicador anual a 3,7%. No segundo trimestre, a alta foi de 1,2%, com crescimento em doze meses de 3,2%.

A XP Investimentos (BVMF:XPBR31) estima alta de 0,6% no trimestre. Camila Abdelmalack, economista-chefe da Veedha Investimentos, escritório credenciado à XP afirma que o resultado deve ser sustentado, em grande parte, pelo setor de serviços. “Esse setor vem pavimentando o crescimento econômico brasileiro neste ano”. Além disso, a economista avalia que juros mais elevados resultam em aumento do endividamento e menor poder de compra de bens duráveis, o que impacta o consumo, mesmo com melhora nos indicadores de inflação, que ainda pressionam o orçamento em diversas frentes, entre elas na alimentação. “Temos uma desaceleração no ritmo de crescimento porque a taxa de juros limita a atividade econômica, principalmente para varejo e indústria”, completa.

Já o BTG (BVMF:BPAC11) projeta crescimento de 0,8%, com alta nos setores agrícola, industrial e de serviços. O banco espera que, do lado da demanda, todos os itens devam apresentar crescimento, o que reforçaria a resiliência dos investimentos.

Daniel Xavier, gerente do departamento econômico do Banco ABC Brasil (BVMF:ABCB4), projeta uma alta de 0,7% no trimestre. Na ótica da oferta, os principais setores econômicos devem apresentar expansão na margem, segundo o ABC, como agricultura puxando o indicador para cima, seguida pela indústria e serviços. Do lado da demanda, os principais agregados também devem crescer no trimestre, com destaque para os investimentos, o consumo das famílias, as exportações e os gastos do governo. “Em que se pese o atual quadro de juros altos, os dados de atividade no varejo e serviços vieram acima do esperado nos últimos meses e a produção agrícola segue robusta, com (milho e soja retomando, principalmente), o que justifica a perspectiva positiva para o crescimento do terceiro trimestre como um todo”, avalia. Por outro lado, os indicadores antecedentes de mercado de trabalho e confiança econômica mostraram uma moderação em outubro, e a projeção do banco é de estabilidade para o quarto trimestre deste ano.

André Roncaglia, professor de economia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), concorda que o ciclo de aperto monetário tende e desaquecer a economia. “Taxas de juros muito altas tendem a deprimir a atividade de investimentos, que vem cambaleando, mas o que tem chamado atenção é a queda da indústria, que já caiu por dois meses consecutivos, é um desempenho bem ruim quando comparado ao que se esperava. Além disso, a expectativa era de resultado melhor na nossa balança comercial e o saldo vem caindo com o tempo. Isso também está associado ao déficit comercial que temos na indústria”. Com maior dependência da venda de commodities, problemas na China com a política restrita contra a Covid e massa de rendimento pressionada, o ânimo com a política expansionista tende a se desacelerar. A confiança do consumidor e na indústria também vêm caindo, um sinalizador negativo para a atividade econômica, conforme o professor.

 

Crescimento mais baixo em 2023

O último Boletim Focus divulgado pelo Banco Central do Brasil mostra que os economistas consultados pela autoridade monetária acreditam em um crescimento do PIB em 2,81% neste ano e de 0,70% no ano que vem.

O Banco ABC possui estimativa de 3,0% para o crescimento deste ano e de 0,8% para 2023, com desaceleração da economia doméstica e global. A expectativa é de um viés de alta vindo do agronegócio e viés de baixa do setor externo.

A XP Investimentos avalia que a atividade econômica brasileira deva apresentar um crescimento em ritmo mais modesto a partir de agora, em um cenário de juros elevados e maior percepção de risco. Em relatório, o economista Rodolfo Margato aponta como fatores que impulsionam o crescimento a melhoria nas condições do mercado de trabalho e o “forte desempenho em atividades menos sensíveis ao ciclo econômico”. Segundo ele, agricultura e pecuária devem apoiar o PIB.

A XP estima crescimento de 0,2% no quarto trimestre e 2,6% neste ano. Para 2023, a projeção é de 1%. A instituição financeira avalia que o crescimento econômico nos próximos anos depende, em grande medida, da postura da política fiscal. "Assim, as discussões envolvendo a expansão dos gastos públicos e mudanças no atual quadro fiscal serão acompanhados de perto “, completa o relatório.

Para Roncaglia, a incerteza das famílias sobre a situação econômica é um dos fatores que deve contribuir para uma desaceleração do ano que vem. “A queda na confiança da indústria já sinaliza que potencialmente os empregos de melhor qualidade no ano que vem devem ficar mais escassos”.  O aumento da inadimplência, um cenário de aumento de juros e desaceleração global figuram entre os desafios para 2023.

 

 

Jessica Bahia Melo / Investing.com

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