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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Cidadania e Assistência Social em parceria com o Conselho Municipal de Assistência Social, concluiu os eventos preparatórios para a XIV Conferência Municipal de Assistência Social “Reconstrução do SUAS: o SUAS que temos e o SUAS que queremos”, realizando pré-conferências e ouvindo as demandas dos usuários, trabalhadores e gestores dos serviços de assistência social do município.

Ao longo de duas semanas, 15 Conferências Livres movimentaram espaços como os Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), Centros de Convivência, Centro-Afro, FESC e entidades do terceiro setor, angariando propostas que serão apresentadas na Conferência Municipal para debate e possível aplicação no município ou encaminhadas para órgãos estaduais e federais.

Neste período, a organização registrou 532 participações nas pré-conferências, sendo 329 participações de usuários dos serviços, 78 participações de trabalhadores da rede direta e indireta em assistência social, 23 participações de representantes do Conselho Municipal de Assistência Social, 52 participações de representantes da gestão vinculados à Secretaria Municipal de Cidadania e Assistência Social e outras 50 participações de pessoas interessadas na política de assistência social – como conselhos, Defensoria Pública, associações de moradores, universidades, etc –.

Além disso, pela primeira vez, foi realizada a pré-conferência dos grupos indígenas. Esta etapa contou com 63 participações – inseridas como participações de usuários dos serviços – e aconteceu de maneira inédita em 15 anos da presença destes povos na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

A presidente do Conselho Municipal de Assistência Social, Célia Maria Carlos da Costa, convocou a população a participar da Conferência. “Realizamos as Conferência Livres entre os dias 12 e 23 de junho e, agora, contamos com a participação de todos na XIV Conferência Municipal de Assistência Social”, disse Célia.

A Conferência Municipal de Assistência Social acontece na quarta-feira (05/07), a partir das 8h, no auditório do Paço Municipal (Rua Episcopal, 1575 – Centro).

Colóquio inicia atividades do Observatório Mulheres UFSCar

 

SÃO CARLOS/SP - Entre os dias 12 e 14 de junho, a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) realizou o I Colóquio do Observatório Mulheres UFSCar - Equidade, Pesquisa, Universidade. Na mesa de abertura, 10 mulheres que integram a Administração Superior da UFSCar apresentaram ações em andamento na Universidade relacionadas à temática. A Reitora da UFSCar, Ana Beatriz de Oliveira, afirmou a necessidade de uma transformação cultural profunda para situar seu compromisso com a pauta da equidade de gênero desde o início da gestão e a criação, em 2022, do Grupo de Trabalho Mulheres, que se desdobrou na proposta do Observatório.
O Colóquio marcou o início das atividades do Observatório, e três outros eventos estão programados para acontecer até meados de 2024, nos campi Araras, Sorocaba e Lagoa do Sino. Na abertura, Diana Junkes, Pró-Reitora Adjunta de Pesquisa da UFSCar e coordenadora do GT, destacou, dentre as ações já empreendidas, levantamento da presença de mulheres na Comunidade UFSCar, com informações sobre titulação, liderança de grupos de pesquisa, participação em atividades de iniciação científica e pós-doutorado, dentre outras. Também registrou a interlocução com outras instituições, como na participação na Rede Equidade, que reúne representantes de universidades públicas do estado de São Paulo. Estas e outras informações detalhadas podem ser conferidas no site da Pró-Reitoria de Pesquisa (https://www.propq.ufscar.br/observatorio-mulheres-ufscar/apresentacao).
Nas apresentações das demais dirigentes, alguns temas abordados foram a diversidade do corpo docente da UFSCar e diagnósticos da inserção das mulheres nas diferentes atividades acadêmicas; ações da Pró-Reitoria de Administração voltadas à justiça social nas contratações públicas; indicadores relativos às mulheres no corpo discente e questões sobre permanência na Educação Superior; dentre outros. Ao final, a Vice-Reitora da UFSCar, Maria de Jesus Dutra dos Reis, lembrou que "onde há conhecimento, há poder, e onde há poder se deseja excluir a mulher. O retrocesso é fácil, a luta é longa, e passa pela mulher na Ciência".

Pautas
Na programação do Colóquio, um conjunto diverso de convidadas conduziram conferências e mesas-redondas. Dentre elas, Fernanda Severo, historiadora, pesquisadora na Fiocruz e integrante da Comissão Nacional da Verdade, falou sobre as mulheres na Ditadura. "Nós estamos na ciência, nós estamos na política. Nós estamos ocupando espaços na sociedade, espaços públicos especialmente, porque elas estiveram antes de nós, porque elas trabalharam para que a gente não ficasse restrita à sociedade patriarcal, a todos os preconceitos do sexismo, do racismo, da misoginia", refletiu Severo, que abordou alguns resultados e recomendações do relatório da Comissão Nacional da Verdade, finalizado em 2014.
Em uma apresentação que emocionou o público, Débora Diniz, docente da Faculdade de Direito da Universidade de Brasília (UnB), abordou, dentre outras reflexões, o projeto "Reliquia.rum" (@reliquia.rum), que reúne histórias e memórias de mulheres que perderam suas vidas na pandemia de Covid-19 no Brasil. A existência e resistência das mulheres dos povos originários foram os temas conduzidos por Eliana Potiguara, Doutora Honoris Causa pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e presidente da Rede Grumin de Mulheres Indígenas. Os desafios para as mulheres nas carreiras nas áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática também estiveram presentes em outros debates ao longo do evento.
Na mesa "Mulheres, Pesquisa e Sociedade", o foco esteve não apenas na promoção da equidade como garantia de direitos iguais a todas as pessoas, mas também como possibilidade de produção de conhecimentos com mais qualidade, pertinência e relevância. "A ciência é oportunidade da mulher exercer o seu papel de liderança, de questionamento, que lhe foi supostamente tirado no processo de socialização. O espaço científico pode representar, de fato, para muitas mulheres, um espaço de revolução", defendeu Ana Cláudia Farranha, professora da Faculdade de Direito da UnB. Ester Sabino, pesquisadora cujo trabalho no sequenciamento do novo coronavírus teve grande destaque na pandemia, fez relatos contundentes sobre preconceitos e discriminação na avaliação das mulheres cientistas. A Reitora Ana Beatriz também participou da mesa, destacando como se vê no papel, enquanto dirigente mulher, não só de fomentar o debate, mas de incomodar, por exemplo ao evidenciar junto aos colegas homens a baixa participação de mulheres em mesas e outros espaços de eventos acadêmicos.
Representantes de coletivos discentes da UFSCar conduziram a mesa "UFSCar sem machismo: as pautas discentes e das pesquisadoras de pós-graduação". Em outro momento, a participação das servidoras TAs debateu os desafios da pesquisa pela categoria. Desafios também foram o foco de mesas que abordaram a presença da comunidade LGBTQIAPN+ na Universidade e o binômio maternidade-pesquisa.
Uma matéria completa sobre o evento pode ser acessada no canal UFSCar Oficial no YouTube.

Observatório
O Observatório Mulheres UFSCar - Equidade, Pesquisa, Universidade surge com os objetivos de observar, levantar dados, estudar e buscar meios de implementar, dentro da UFSCar, políticas de equidade de gênero, com inclusão social, entre todas as categorias (discentes e servidoras docentes e técnico-administrativos), que privilegiem o respeito à diversidade, sob todos os aspectos. A concepção que orienta o trabalho é que a implementação de políticas de equidade é uma construção coletiva e, também, deve possibilitar a multiplicação de experiências não só dentro, mas também fora da UFSCar  Inicialmente, os eixos estabelecidos para o Observatório são: Pesquisa; Extensão; Arte e Cultura; Comunicação; Carreira e Equidade; e Prevenção e combate à violência. Neles, a busca será por reunir as pessoas interessadas em pautas comuns. "Em breve, teremos o lançamento do site e, por lá, cada pessoa poderá escolher o eixo com o qual se identifica e participar das reuniões", explica Diana Junkes. Por enquanto, todas as ações do Observatório podem ser acompanhadas no Instagram (@observatoriomulheres.ufscar).

SÃO CARLOS/SP - Na sessão da Câmara Municipal de São Carlos de terça-feira (27), o vereador Gustavo Pozzi manifestou-se contrário a decisão judicial que negou recurso e tornou imediata a decisão do Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo que julgou inconstitucional a integralidade da Resolução n° 222, de 3 de julho de 2002, da Câmara Municipal de São Carlos, que prevê a obrigatoriedade da realização da leitura de um trecho da Bíblia na Tribuna. Desta forma, a leitura deixou de ser realizada no início das sessões.

O vereador Gustavo Pozzi, na tribuna da Câmara, começou sua fala lendo o salmo 23 e posteriormente manifestou-se contrário à decisão judicial e questionou “a quem incomoda a palavra de Deus?”. “Deixo aqui meu manifesto contrário à decisão judicial e que possamos encontrar a razoabilidade diante dessa situação”, declarou o vereador. Ainda na sua fala, repudiou a forma sorrateira que deu início a essa ação judicial, pois a denúncia, contra a leitura da Bíblia, foi feita no Ministério Público de forma anônima.

MOSCOU - Enquanto uma das forças mercenárias mais brutais do planeta marchava em direção a Moscou, alguns membros da elite russa tremiam de medo de que a maior potência nuclear do mundo estivesse à beira do que o presidente russo, Vladimir Putin, disse que poderia ter sido uma guerra civil.

Com Putin enfrentando o maior desafio público de seus 23 anos como líder nacional, alguns jatos particulares deixaram Moscou, de acordo com dados de rastreamento de voos e uma fonte com conhecimento do assunto.

Um dos temores era que o grupo mercenário Wagner, de Yevgeny Prigozhin, se entrasse em Moscou, tentaria assumir o controle da economia, provocando mais uma redistribuição de propriedade na Rússia, o maior fornecedor mundial de recursos naturais.

Quando os homens de Prigozhin deram meia volta, a pouco mais de 200 quilômetros de Moscou, um medo diferente se instalou: o de que Putin, furioso com sua humilhação, apertasse ainda mais os parafusos e se vingasse daqueles considerados não suficientemente leais.

"Uma nova realidade surgiu na Rússia", disse uma fonte sênior russa à Reuters sob condição de anonimato quando perguntada sobre o que aconteceu.

"E por que você usa o pretérito? Que fundamento você tem para dizer que algo acabou?" disse a fonte. "Os acontecimentos de sábado mostraram que homens armados podem a qualquer momento submeter todo o país à sua vontade."

Outra fonte sênior em Moscou, que também pediu anonimato, disse que o medo triunfou nas tumultuadas horas de sábado, e que muitos correram para fazer planos para tirar suas famílias de Moscou.

Essa fonte disse que estava claro que a autoridade de Putin havia sido abalada, mas que era muito cedo para tirar conclusões abrangentes dos eventos que, segundo a fonte, não pareciam fazer todo o sentido.

"A velocidade e a gravidade do que quer que tenha sido isso chocou completamente a todos, inclusive no Kremlin", disse a fonte.

Em entrevistas à Reuters, cerca de uma dúzia de membros da elite russa relataram seu nervosismo com o desenrolar do motim, o maior desafio interno para o Estado russo desde o golpe de 1991 contra Mikhail Gorbachev, conforme a União Soviética desmoronava.

Sua apreensão e reações dão uma visão das profundezas das fissuras dentro da Rússia de Putin após 16 meses de guerra na Ucrânia, que não mostra sinais de terminar tão cedo.

"Qualquer pessoa com algo a perder fica extremamente tensa", disse uma fonte com conhecimento do pensamento nos níveis mais altos das elites empresariais e políticas russas, que muitas vezes se sobrepõem.

 

 

 

Reportagem de Guy Faulconbridge e Darya Korsunskaya e Gleb Stolyarov  / REUTERS

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