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Redação

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 Jornalista/Radialista

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RIO DE JANEIRO/RJ - O apresentador Tiago Leifert abriu o coração e revelou pela primeira o verdadeiro motivo pelo qual deixou a TV Globo, em 2021. Sendo assim, após quase dois anos de sua decisão, ele finalmente expôs que saiu do canal após eles barrarem um de seus projetos mais do que especiais, trabalhar com o público na internet.

Dessa forma, segundo Tiago Leifert em entrevista ao canal de Duda Garbi, ele queria trabalhar com a internet, mas a Globo lhe proibiu. “Foi um choque pra eles. Acharam que era dinheiro, ofereceram bastante, mas não era. Eu falei ‘quero ficar em casa com a minha filha e trabalhar na internet, fazer outras coisas, que vocês não deixam’. Se eles falassem ‘tá bom, Tiago, faz seu canal de esportes no YouTube lá e seu canal de games, e não enche o meu saco’, eu ficava“, disparou ele.

E seguiu: “A primeira vez que eu balancei, de falar ‘hm, será?’ foi no final do BBB 20. Na pandemia, todo mundo preso em casa, minha esposa grávida, eu trabalhando… Ali foi muito desgastante. Quando terminou, estava tão exausto que passou pela minha cabeça“, revelou ele.

 

Mais sobre Tiago Leifert

Sendo assim, ainda segundo o apresentador, em outubro do mesmo ano, ele chegou a levar o assunto para a alta cúpula da emissora, que insistiu para que ele seguisse, assim como amigos próximos. Ainda à época, surgiu a possibilidade dele assumir o ‘Domingão’ e a ‘Super Dança dos Famosos’ no lugar do Faustão.

“Aquilo foi crescendo e eu falei ‘vou sair’. Quero fazer outras coisas, quero brincar na internet, quero falar de videogame. E quero descansar um pouco“, comentou, dizendo que avisou que iria deixar seu posto depois de comandar a ‘Super Dança dos Famosos’.

Por fim, Tiago enfatizou: “Acho que até aguentaria mais. Foi pela minha idade, pelo fato de ser pai e de falar ‘quero tentar outras coisas’. O tempo pra mim hoje é a coisa mais valiosa do mundo. Ofereceram bastante dinheiro pra eu ficar, uma quantia que eu nunca vou conseguir“, disse ele.

 

Assista abaixo:

 

 

por Fernando Melo / AREAVIP

WASHINGTON - O governo do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou na quarta-feira que pretende investir 2 bilhões de dólares da Lei de Redução da Inflação do ano passado para acelerar a fabricação doméstica de veículos elétricos (EVs, na sigla em inglês) e ressuscitar fábricas em dificuldades.

Acelerar concessões e outros subsídios para financiar a conversão de fábricas de automóveis existentes para construir veículos elétricos pode ajudar a Casa Branca a conter as críticas das montadoras e do sindicato United Auto Workers (UAW) sobre as regras ambientais propostas destinadas a ajudar a inaugurar a era EV.

O programa de subsídios de conversão para produção doméstica de EVs fornecerá subsídios de custos compartilhados para a fabricação de veículos híbridos eficientes, híbridos elétricos plug-in, veículos totalmente elétricos e com célula de combustível.

O Departamento de Tecnologias de Veículos, do Departamento de Energia dos EUA, disse que o programa priorizará projetos que reformam ou reequipam fábricas que pararam recentemente de operar ou que devem fechar em breve.

O objetivo é preservar os empregos existentes, incluindo empregos sindicais e salários, e "oportunidades de trabalho em comunidades que têm alimentado nossa economia automotiva há décadas", anunciou o departamento.

A fabricante de caminhões elétricos Lordstown Motors, com sede no Estado norte-americano de Ohio, entrou com pedido de recuperação judicial na terça-feira, o mais recente de uma série de startups que abriram o capital durante o "boom" das empresas de aquisição de propósito específico (SPACs) na era da pandemia. As SPACs são empresas de capital aberto criadas com o objetivo de adquirir empresas privadas.

O governo Biden, como parte de sua meta de descarbonizar a economia até 2050, está pressionando a indústria automobilística dos EUA a acelerar a transição para os veículos elétricos. A Agência de Proteção Ambiental (EPA, na sigla em inglês) propôs em abril regras que poderiam resultar em até dois terços do mercado de veículos novos mudando para EVs até 2032.

 

Por Timothy Gardner e Joe White / REUTERS

HONDURAS - Uma grande operação para desmantelar quadrilhas criminosas que atuam dentro de penitenciárias de Honduras foi iniciada nesta semana, com a tomada do controle dos presídios por forças militares do país centro-americano.

Nas imagens, distribuídas pelo governo liderado por Xiomara Castro, centenas de presos, tatuados e descalços, podem ser vistos sentados com as mãos atrás da cabeça, enquanto são vigiados pelos militares.

As fotos se assemelham às registradas no país vizinho, El Salvador, quando centenas de integrantes de gangues foram transferidos para uma megaprisão inaugurada pelo presidente Nayib Bukele.

Segundo o secretário de Estado de Defesa Nacional de Honduras, José Manuel Zelaya Rosales, a operação - denominada "Fé e Esperança" - busca que esses centros "deixem de ser escolas do crime".

"Nossa missão é derrotar o crime organizado que está nas prisões”, disse ele por meio de sua conta no Twitter.

Autoridades apreenderam armas, telefones via satélite, granadas e drogas, entre outras coisas, das celas dos presos. O plano é que as Forças Armadas tenham o controle dos presídios por um ano.

A ação militar ocorre dias depois de 46 detentas terem sido queimadas e mortas a tiros em uma rebelião entre supostas integrantes das gangues rivais Barrio 18 e Mara Salvatrucha, em um presídio perto de Tegucigalpa, capital hondurenha.

Castro descreveu o motim como um "assassinato monstruoso de mulheres", demitiu o ministro da Segurança e nomeou um conselho prisional.

A intervenção ocorre também após um fim de semana particularmente violento: só no sábado, 21 pessoas foram mortas.

Treze delas foram vítimas de um massacre dentro de um salão de bilhar no município de Choloma, no norte do país.

Após esses episódios dramáticos, o presidente prometeu tomar "medidas severas".

 

Toque de recolher

A violência é um dos desafios mais complexos para o governo de Xiomara Castro.

Sob forte pressão dos cidadãos que exigem mais segurança, a presidente tenta controlar o crime organizado por meio de várias medidas.

Além da intervenção militar nas prisões, seu governo decretou toque de recolher no domingo, das 21h às 4h, para as cidades de Choloma e San Pedro Sula (uma das maiores do país), que foram fortemente afetadas pela violência.

Essa restrição foi imposta por 15 dias, período que pode ser prorrogado.

Grande parte do país encontra-se também em estado de emergência, medida que vigora desde 6 de dezembro do ano passado e que foi prorrogada três vezes (a última em 21 de maio, quando foi estendida por mais 45 dias).

A presidente também realiza uma operação policial, chamada "Candado Valle de Sula", que visa controlar a violência no norte do país e recuperar áreas ocupadas por gangues.

A ofensiva inclui recompensas para quem facilitar a captura de autores dos crimes.

 

Questionamentos

As medidas foram criticadas por algumas organizações de direitos humanos.

Em conversa com a BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC, Evelyn Escoto, comissária do Centro Nacional para a Prevenção da Tortura, Tratamento Cruel, Desumano ou Degradante de Honduras, afirmou que a militarização das prisões é uma "regressão do ponto de vista dos direitos humanos".

"Preocupa-nos porque não somos um país insular, temos muitas obrigações e compromissos em matéria de direitos internacionais e somos obrigados a garantir esses direitos nas prisões" afirmou.

Cesar Muñoz, diretor adjunto para as Américas da Human Rights Watch, concorda que a medida é um retrocesso.

"É fundamental reduzir a superlotação, já que os guardas não conseguem controlar os presídios superlotados, bem como reduzir o uso da prisão preventiva, que em Honduras cobre quase a metade da população carcerária, e garantir condições dignas e oportunidades de emprego e educação para os internos", disse Muñoz.

Por sua vez, a diretora da Anistia Internacional para as Américas, Erika Guevara, destacou que o governo Castro, "em plena demonstração de populismo punitivo de Bukele", estava replicando "políticas de segurança fracassadas que só aprofundam um contexto de crise de direitos humanos".

"O falso dilema entre segurança e direitos tem cobrado muito de nós na região", acrescentou em sua conta no Twitter.

No entanto, Carlos Javier Estrada, subsecretário de imprensa do gabinete presidencial hondurenho, disse à BBC que é uma "intervenção curta, com respeito aos padrões internacionais" para evitar o risco de violações dos direitos humanos.

"Assumir o controle dos centros (onde os criminosos operam) não necessariamente leva à tortura ou manipulação imprópria (dos internos)", disse Estrada.

Em relação ao toque de recolher e ao estado de exceção, Evelyn Escoto acredita que as medidas não estão resolvendo a "questão de fundo".

"Isso deve ser resolvido com políticas. Temos problemas com narcotráfico, extorsão, quadrilhas... e cada crime tem suas articulações e deve ser atacado de uma forma diferente", afirmou.

O comissário alertou que em algumas áreas as prisões estão sendo feitas "por mera suspeita".

"Existe uma estigmatização em relação às pessoas", disse ele.

No entanto, de acordo com as autoridades hondurenhas, o estado de emergência permitiu identificar e capturar membros de gangues que lucram com outros crimes, como tráfico de armas e drogas, roubo de veículos, feminicídios e lavagem de dinheiro.

 

'Efeito Bukele'

Tudo acontece no contexto da guerra contra as gangues conduzida pelo presidente de El Salvador, Nayib Bukele, cujo país faz fronteira com Honduras.

Historicamente, El Salvador e Honduras já tiveram algumas das taxas de homicídio mais altas do mundo. Seus habitantes sofreram anos de insegurança.

El Salvador está em um regime de emergência há mais de um ano, que é questionado por organizações de direitos humanos, mas aplaudido pela maioria dos salvadorenhos por reduzir a criminalidade e os homicídios, segundo dados do governo.

A popularidade de Bukele também atinge amplos setores hondurenhos que veem com bons olhos como o presidente vizinho está conduzindo a guerra contra as gangues.

"Bukele é muito valorizado na sociedade hondurenha e há amplos setores da população que clamam por uma liderança como a de Bukele no país. Que pôs ordem, que se impôs, que os criminosos o temem", disse à BBC Eugenio Sosa, sociólogo do Instituto Nacional de Estatística de Honduras.

Para Sosa, a intervenção militar nas prisões (e a posterior distribuição das imagens pelo governo) faz parte do "efeito Bukele" na região.

"O que está sendo feito em El Salvador pressiona os governantes hondurenhos que, vendo que algumas coisas estão funcionando no país vizinho, têm motivação para desenvolver aspectos semelhantes ao modelo de Bukele", diz o sociólogo.

No entanto, o porta-voz do governo, Carlos Javier Estrada, descartou que a política de Castro "copie literalmente" a estratégia de Bukele.

"Não podemos nos comparar diretamente com o país vizinho", disse.

"Simplesmente adotamos alguns elementos, mas queremos que esta intervenção não seja a norma, mas uma exceção", acrescentou.

Embora Bukele tenha reduzido drasticamente a criminalidade, diminuindo o número de homicídios, ele foi criticado pela ausência de um plano para o futuro, além de medidas emergenciais.

Assim, analistas ouvidos pela BBC garantem que o grande desafio em Honduras é atacar o crime pela raiz.

Para tanto, medidas como o toque de recolher ou o estado de exceção só funcionarão se forem implementadas juntamente com políticas mais profundas, como o combate à corrupção, a redução da desigualdade e da pobreza e a recomposição das instituições.

 

 

por Redação - BBC News Mundo

PARIS - Manifestantes dispararam fogos de artifício contra a polícia e incendiaram carros no subúrbio parisiense de Nanterre, horas depois que o presidente francês, Emmanuel Macron, lamentou na quarta-feira a morte "indesculpável" de um adolescente de 17 anos a tiros durante uma abordagem policial no trânsito.

O uso da força letal pelos policiais contra o adolescente, que era de origem norte-africana, alimentou uma percepção profundamente enraizada da brutalidade policial nos subúrbios etnicamente diversos das maiores cidades da França.

Na Avenida Pablo Picasso, em Nanterre, uma trilha de veículos capotados queimava enquanto fogos de artifício explodiam nas fileiras da polícia.

A polícia entrou em confronto com manifestantes na cidade de Lille, no norte, e em Toulouse, no sudoeste. Também houve agitação em Amiens, Dijon, e no departamento administrativo de Essone, ao sul da capital francesa, disse um porta-voz da polícia.

Mais cedo, o presidente Emmanuel Macron classificou o incidente como "inexplicável e indesculpável".

Um policial está sendo investigado por homicídio voluntário por atirar contra o jovem. Os promotores dizem que o jovem não cumpriu uma ordem para que parasse seu carro.

O Ministério do Interior pediu calma e disse que 2 mil policiais foram mobilizados na região de Paris.

Grupos de direitos humanos alegam racismo sistêmico dentro das forças policiais na França, uma acusação que Macron já negou anteriormente.

 

 

Reportagem de Antony Paone, Stephanie Lecoq / REUTERS

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