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Redação

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 Jornalista/Radialista

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AUSTRÁLIA - A Seleção Brasileira estreou com goleada na Copa do Mundo Feminina. Nesta segunda-feira (24), a equipe da técnica Pia Sundhage venceu o Panamá por 4 a 0, em Adelaide, na Austrália, com grande atuação da meio-campista Ary Borges.

A jogadora do Racing Louisville, dos Estados Unidos, marcou três gols e ainda deu assistência para mais um, de Bia Zaneratto.

Apesar do placar elástico, esta foi apenas a terceira melhor estreia do Brasil em Mundiais femininos. Na edição de 1999, bateu o México por 7 a 1. Em 2007, goleou a Nova Zelândia, 5 a 0.

Com o triunfo, a Seleção Brasileira assume a liderança do grupo F, com três pontos. França e Jamaica têm um, e o Panamá, zero.

Maior artilheira da história das Copas, Marta começou a partida no banco de reservas. A Rainha do Futebol entrou somente no fim da etapa final, justamente no lugar do destaque do jogo, Ary Borges, aplaudida pelos torcedores presentes no Hindmarsh Stadium.

Desde o início, o time brasileiro imprimiu um ritmo forte, pressionando as panamenhas e recuperando a bola com facilidade. Com o domínio da posse de bola, a equipe logou abriu vantagem no placar.

Debinha recebeu de Tamires na esquerda, cortou para o meio e cruzou na cabeça de Ary, que marcou o primeiro, aos 18 minutos. Aos 38, de novo em jogada pelo lado esquerdo, Ramires foi à linha de fundo e encontrou Ary Borges na pequena área. A camisa 17 cabeceou para a boa defesa da goleira Bailey, mas aproveitou o rebote para ampliar.

Com tranquilidade para construir a partir da troca de passes, o Brasil chegou ao terceiro ainda no início da etapa final, em bonita jogada coletiva — e novamente pela esquerda do ataque.

Debinha tabelou com Adriana e cruzou para o centro da área. Ary Borges, de frente para o gol, ajeitou e rolou para trás, e Bia Zaneratto chegou para finalizar e anotar o terceiro.

A artilheira da partida (e da Copa até aqui) fechou a vitória aos 24. Geyza cruzou e Ary, mais uma vez de cabeça, marcou o quarto.

A Seleção Brasileira volta a campo no sábado (29), contra a França, às 7h (de Brasília), em Brisbane, na Austrália.

 

 

Bruno Rodrigues, da CNN

SÃO CARLOS/SP - O Presidente do Sindicato do Comércio Varejista de São Carlos e Região (Sincomercio), Paulo Roberto Gullo, recebeu o título de “Cidadão Benemérito de São Carlos”, na noite da última sexta-feira (21), em sessão solene realizada no Plenário da Câmara Municipal de São Carlos, com a presença de autoridades e representantes, familiares e amigos.

O título, em reconhecimento à notável contribuição prestada ao desenvolvimento da cidade de São Carlos, foi indicação do vereador Moisés Lazarine.  Em discurso, Paulo Gullo destacou que ser um benemérito de sua cidade, antes de ser algo para se vangloriar, representa o reafirmar de uma responsabilidade que carrega: “a responsabilidade de levar o nome de São Carlos para o estado com altivez e dignidade”.

Paulo Gullo é o atual presidente do Sindicato do Comércio Varejista de São Carlos e Região (gestão 2022 a 2026), é vice-presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) e do Cecomercio do Estado, vice-presidente do Conselho do Comércio Varejista (CCV) e diretor-presidente da Rádio Sanca Web TV. É, também, conselheiro efetivo do Serviço Social do Comércio (SescSP) e representante titular da FecomercioSP na Comissão de Negociação Coletiva do Comércio (CNCC) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Entre outras autoridades e convidados presentes, compuseram a mesa da sessão solene: Laíde Simões– Presidente da sessão; Walcinyr Bragatto – representando o Prefeito Municipal; Ivo Dall'acqua Júnior -  Presidente em exercício da FecomercioSP, do Sesc e do Senac; Gisela Lucas de Araujo Lopes – Presidente do Conselho do Conselho do Comércio Varejista (CCV); Michelle Sabino - gerente regional do Sebrae; Vilma Aparecida De Marchi -  Gerente da unidade Sesc São Carlos; Rafael Martins Ramassote - representando a gerente da unidade Senac São Carlos, Fábia Santos; Antonio Ribeiro Da Silva – representando o Sincomercio São Carlos e José Fernando Domingues (Zelão) – Presidente da Acisc.

Aos 67 anos, Paulo Gullo é casado com Marisa Ribeiro Garcia Gullo e tem três filhos, Marina Garcia Gullo Solci, cirurgiã dentista e empresária, casada com Caio Bruggner de Melo Solci; Paulo Roberto Gullo Filho engenheiro agrônomo e empresário, casado com Monica Demonte Quaranta e Débora Garcia Gullo Vendramini, médica, casada com Cássio Vendramini e meus três amados netos: Cauã, Filipe e Enrico.

Tradição e atuação Gullo

Terceira geração de uma família de comerciantes na cidade, Paulo Roberto Gullo é filho de José Gullo Filho e Ruth Martin Gullo. Foi com seu avô, José Gullo, que tudo começou, quando inaugurou em 1093 a loja de calçados “Casa Gullo”, no tradicional endereço à Rua General Osório. Em discurso, destacou que construir uma tradição em um período em que São Carlos era ainda um incipiente núcleo urbano, foi o desafio colocado para seus antepassados. “Desde aquela época, minha família contribuiu para o desenvolvimento do município acompanhando suas transformações, até chegar à minha geração. A cidade das escolas e das indústrias também se fortaleceu pela pujança de seu comércio. Tenho um orgulho enorme em ser um são-carlense. São Carlos é meu berço, meu lar’.

Além de presidente do Sincomercio, do São Carlos Clube (gestão 1991/1995) e da Associação Comercial e Industrial de São Carlos ACISC (gestão 1994/1998), Paulo foi Juiz Classista representante dos Empregadores na Vara do Trabalho de São Carlos (de 1998 a 2000) e Presidente da Comissão Municipal de Emprego (CME) de São Carlos (2019). No poder público atuou como Secretário de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente e Diretor de Obras Particulares e Fiscalização do Município de São Carlos (gestão 2013 / 2016).

A atuação de Paulo Gullo no comércio de São Carlos sempre foi de inovação. Em sua gestão como presidente da ACISC foi proposta e aprovada a lei municipal nº10.795, que dispõe sobre o livre horário de funcionamento do comércio da cidade, facultativamente por até 24h em qualquer dia da semana.  Nessa mesma época, ele foi um importante articulador para a vinda definitiva do Shopping Iguatemi para São Carlos, inaugurado em 1997.

À frente do Sincomercio São Carlos, Paulo Gullo conquistou o Posto Regional Oficial da Junta Comercial do Estado de São Paulo (JUCESP), instalado desde 1998 na sede do sindicato, na Rua Riachuelo 130, o que contribui muito para o trabalho da classe contábil, jurídica e empresarial da cidade.

SÃO CARLOS/SP - O templo da Missão Encorajamento estará nas dependências do Banana Brasil em 2024, após confirmação do pastor Juliano Matos e pela empresária Bianca Bertacini.

De acordo com Bianca, o Banana Brasil irá realizar seu último compromisso no réveillon, porém em um vídeo publicado nas redes sociais, Bianca não deu um “Adeus”, mas um “Até Breve”.

Já o pastor Juliano disse que “o novo espaço será para acolher com mais comodidade com um amplo estacionamento, espaço para 2.700 pessoas por culto, uma lanchonete e um restaurante.” O espaço atual será uma escola de educação infantil com princípios.

Estudo contou com participação de 800 indivíduos para testar instrumento em diferentes contextos

 

SÃO CARLOS/SP - Como rastrear o talento musical em crianças de diversos perfis - incluindo indígenas, indivíduos com deficiência e participantes de programas de talentos - vinculadas tanto a escolas públicas como privadas? Esse é um dos desafios de um estudo na área da Educação Especial do Departamento de Psicologia (DPsi) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) que pretende, com isso, incentivar a difusão do rastreio do talento musical em estudantes. 
Fabiana Oliveira Koga, pós-doutoranda do Departamento de Psicologia (DPsi) da UFSCar e responsável pelo estudo, explica que, quando se rastreia um conglomerado de indivíduos, especificamente os diversificados, torna-se possível conhecer os índices e as características de suas aptidões musicais e, por conta disso, há a possibilidade de direcionar recursos, estratégias e metodologias de modo mais significativo para o individuo. "Pautando-se no principio da inclusão, o rastreio permite 'ajustar' ou 'adequar' conteúdos, elementos e habilidades musicais na medida do potencial de cada individuo e gradualmente desafios são oferecidos à medida que se desenvolvem. O rastreio não é importante apenas para os talentosos, mas para qualquer estudante uma vez que se descobre onde o estudante está em desenvolvimento projetando onde ele pode chegar se enriquecido musicalmente. Há indivíduos que gostam da Música e a praticam por entretenimento, mas há aqueles que almejam uma carreira. Portanto, ambos vão requerer estratégias e planejamento educacional distintos. O talento musical requer identificação e atenção educacional especializada, como está previsto na legislação brasileira".
Segundo Koga, "infelizmente, existe uma discrepância entre o que é estabelecido pela legislação (Lei n. 13.278/16) e a prática nas escolas em relação ao ensino de Música. Ainda não há professores de Música em todas as escolas, assim como profissionais de outras áreas artísticas. Quando a disciplina de Música é oferecida, isso ocorre apenas em alguns municípios e em determinados períodos escolares, havendo variações na implementação da Educação Musical nos diferentes estados brasileiros", descreve a pesquisadora. "Por esse motivo, torna-se complexo discutir a importância da identificação e da atenção educacional especial aos talentos musicais", explica.

A pesquisa
O estudo busca a validação, normatização, padronização e fidedignidade do Protocolo para Screening de Habilidades Musicais (PSHM) para ser utilizado como instrumento de sondagem para identificação de estudantes com indicadores de talento musical. O trabalho usou uma amostra diversificada de estudantes da rede básica de ensino do Estado de São Paulo, escolas públicas e privadas, um centro brasileiro especializado na área do talento e uma escola pública mexicana específica para estudantes talentosos. Para isso, participaram do estudo cerca de 800 indivíduos, incluindo crianças 6 a 11 anos de diferentes regiões do estado de São Paulo (escolas públicas, privadas e indígenas); estudantes de um programa para alunos talentosos - Centro para o Desenvolvimento do Potencial e Talento (CEDET - São José do Rio Preto) - e uma escola pública específica para estudantes talentosos em Jalisco, no México (Centro Educativo para Altas Capacidades - CEPAC), além de professores, gestores e familiares dessas crianças. A participação foi presencial; foram testadas as versões impressa e online dos instrumentos. 
O trabalho, que teve início em 2021, conta com apoio financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), está na fase final da análise dos dados, e tem previsão de término para setembro deste ano. "Os dados obtidos apresentam que os instrumentos são eficazes para rastrear aptidões musicais em crianças em grupos de estudantes em ambientes diversificados: indígenas, com deficiência, escola e programas específicos para talentosos e escolas públicas e privadas", esclarece a professora Rosemeire de Araújo Rangni, do DPsi/UFSCar, que supervisiona o estudo. 
"O PSHM e seus instrumentos complementares são para rastreio inicial medindo o estado latente do fenômeno, ou seja, a aptidão musical (giftedness). O talento é algo mais complexo e abrangente, dependendo das oportunidades de prática e do contato com a área da Música para se desenvolver. Nesse sentido, constatou-se, que a aptidão musical (giftedness) pode ser observada em diferentes contextos sociais, culturais, faixas etárias, etnias, entre outros e em estágio inicial. Os instrumentos utilizados no PSHM mostraram convergência, inclusive quando comparados a outros procedimentos padronizados e validados. No entanto, é importante ressaltar que existem limitações e, por essa razão, destaca-se a necessidade de buscar a validação em outros contextos sociais e culturais mais ampliados", esclarece Fabiana Koga. Esse instrumento encontra-se nas versões Português, Inglês e Espanhol. "Com as devidas adaptações, nos três idiomas, o PSHM também se mostrou sensível para medir a aptidão musical em pessoas com deficiência", completa.
O PSHM foi desenvolvido pela própria pesquisadora durante o doutorado: "Esse instrumento foi patenteado pela Plataforma Profa. Fabi, que hospeda todos os materiais relacionados ao PSHM e, atualmente, está passando por reformulação e modernização de alguns de seus comandos para maior acessibilidade", afirma Koga.
Mais informações e publicações derivadas do trabalho de pós-doutoramento "Protocolo para Screening de Habilidades Musicais (PSHM): validação, padronização e normatização" estão disponíveis em https://orcid.org/0000-0002-4646-1537 e www.altashabilidadesgrupoh.com.br.

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