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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO PAULO/SP - Maiara, ao compartilhar suas emoções sobre a perda de Marília Mendonça, tocou muitos corações e destacou a importância do apoio mútuo e da resiliência durante os momentos de luto.

 

A falta que Marília Mendonça faz

Maiara, integrante da renomada dupla sertaneja ao lado de sua irmã gêmea, Maraisa, abriu o coração sobre o segundo aniversário de morte de Marília Mendonça, que ocorreu no domingo (5).

Em uma conversa nos bastidores do Caldas Country, a cantora refletiu sobre como ela e sua irmã ainda lidam com a perda da amiga e colega de profissão, vítima de um acidente aéreo.

Durante a entrevista ao Splash, Maiara compartilhou a dificuldade que enfrenta para lidar com o luto: “Eu sinto muito, nesses tempos que tem chegado, é uma coisa que ainda tá no corpo, ainda tem os traumas, ainda tem alguns gatilhos. Mas Deus sabe de todas as coisas.”

Maiara destacou a personalidade incrível de Marília Mendonça, recordando os momentos maravilhosos que compartilharam ao longo de suas carreiras: “A Marília foi uma mulher maravilhosa, a gente tem muita gratidão de ter convivido o melhor dessa vida com ela, momentos maravilhosos, a gente tá aprendendo a ressignificar”, explicou.

 

Maiara comenta sobre o luto

A cantora prosseguiu: “Tenho pensado muito nessa data mesmo, a gente tava convivendo muito, divulgando, vivendo o momento das Patroas… Mas a gente tá da melhor forma possível.”

Além de sua família, Maiara expressou sua gratidão pela rede de apoio que as rodeia, incluindo amigos e pessoas que estão ao seu lado neste período desafiador: “Nossos amigos, pessoas que nesse momento estão com a gente. A gente vai ressignificando tudo. Uma hora o luto vai passar, mas a gente nunca vai esquecer do amor que a gente tem por ela, uma hora vai se tornar uma saudade boa.”

Ela também ofereceu palavras de incentivo para todos que estão enfrentando a dor da perda: “Acho que não é um cenário delicado só pra nós, para Maiara e Maraisa, mas para muitas pessoas no Brasil, pra quem amava ela. Com o tempo, vai ficar com uma saudade boa. Se alguém tá passando por isso, não se sinta sozinho, também é difícil pra gente. Mas vamos levar sempre o melhor e ela com certeza está num lugar maravilhoso. A gente tem que ressignificar tudo e a gente também tem que seguir, né? E vamos juntos.”

 

 

por Luis Henrique Oliveira / Bolavip Brasil

ISRAEL - Resgatar os reféns sequestrados pelo Hamas é o objetivo primordial de Israel neste momento. Para tal, o exército israelense vem apostando em diferentes estratégias. Estas vão desde bombardeios incessantes à Faixa de Gaza, ofensivas em menor escala no Líbano — aliado do grupo terrorista palestino —, o cerco total do enclave e até mesmo a menção de uma bomba nuclear, feita pelo ministro israelense de extrema-direita Amichai Eliyahu, no domingo (5).

A declaração de Eliyahu foi repudiada pelo primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, que suspendeu o ministro de participar das reuniões governamentais. Segundo o premiê, "as declarações do ministro Amihai Eliyahu não são baseadas na realidade", e o Estado age de acordo com regras internacionais para evitar ferir inocentes na guerra. O ministro da Defesa israelense, Yoav Gallant, também condenou a fala de Eliyahu.

Apesar de ter repreendido o ministro, Netanyahu vem sendo duramente criticado pela comunidade internacional pelos contínuos bombardeios em Gaza desde 7 de outubro — uma resposta ao ataque-surpresa do Hamas no sul de Israel que deixou 1.400 mortos. De acordo com dados do Ministério da Saúde do Hamas divulgados no domingo (5), os ataques ao território palestino vitimaram ao menos 9.970 palestinos até o momento.

Embora haja uma crise humanitária iminente em Gaza, amigos e familiares dos reféns se opõem a um cessar-fogo, em coerência com Netanyahu. No último dia 30 de outubro, o primeiro-ministro descartou qualquer possibilidade de um armistício no território palestino, o que significaria, segundo ele, uma "rendição ao Hamas". O chefe da Diplomacia dos Estados Unidos, Anthony Blinken, também se opõe a um cessar-fogo, mas defende uma pausa humanitária em áreas específicas para permitir a entrega de ajuda ou outras atividades humanitárias.

Em paralelo aos bombardeios, o Exército de Israel deu início a uma incursão terrestre, que chega ao nono dia nesta segunda-feira (6) e tende a se intensificar nos próximos dias, com o objetivo de resgatar todos os reféns. Na quinta-feira (2), as forças israelenses anunciaram que a Cidade de Gaza, a maior da região, foi totalmente cercada.

Em discurso inflamado no sábado (4), um militar israelense prometeu a uma multidão de soldados que Israel conquistaria a Faixa de Gaza e o Líbano, acrescentando que o último mês de guerra foi o "mais feliz" da vida dele, com exceção das cenas de horror de 7 de outubro. A fala foi aplaudida pelos colegas, com alguns apelando à "conquista de Gaza". Posteriormente, o homem foi chamado para esclarecimentos com seus comandantes.

Em paralelo aos bombardeios, o Exército de Israel deu início a uma incursão terrestre, que chega ao nono dia nesta segunda-feira (6) e tende a se intensificar nos próximos dias, com o objetivo de resgatar todos os reféns. Na quinta-feira (2), as forças israelenses anunciaram que a Cidade de Gaza, a maior da região, foi totalmente cercada.

Em discurso inflamado no sábado (4), um militar israelense prometeu a uma multidão de soldados que Israel conquistaria a Faixa de Gaza e o Líbano, acrescentando que o último mês de guerra foi o "mais feliz" da vida dele, com exceção das cenas de horror de 7 de outubro. A fala foi aplaudida pelos colegas, com alguns apelando à "conquista de Gaza". Posteriormente, o homem foi chamado para esclarecimentos com seus comandantes.

Centenas de caminhões com ajuda humanitária entraram em Gaza pela passagem fronteiriça de Rafah nas últimas semanas. Apesar disso, Israel impediu a entrega de combustível no território palestino, alegando que isso poderia beneficiar o Hamas. A escassez de combustível já levou ao fechamento de vários hospitais, entre eles a única unidade oncológica do território palestino.

Na falta de medicamentos, os poucos hospitais que ainda funcionam estão realizando procedimentos sem anestesia. No Al-Shifa, bombardeado por Israel nesta sexta-feira (3), os profissionais descreveram as condições de trabalho como "catastróficas".

A falta de combustível também coloca em risco a vida de pelo menos 120 bebês prematuros que estão em incubadoras. Assim que os geradores pararem, os recém-nascidos poderão morrer em questão de poucos minutos.

 

 

Do R7

SÃO PAULO/SP - O Santander realiza na segunda-feira (6), o leilão de mais de imóveis em diversas regiões do Brasil, com lances iniciais até 55% abaixo do valor de mercado. Um dos imóveis com maior desconto é um terreno em Sete Lagoas (MG). O lote, com 510 m², está avaliado em R$ 90 mil, mas o lance inicial é de R$ 40 mil, ou seja, 55,56% abaixo do valor. Entre as oportunidades, há casas, apartamentos, prédios, salas comerciais e terrenos.

Os editais e as informações dos lotes estão disponíveis no site da Frazão Leilões e no portal Santander Imóveis. A entrada mínima é de 20% do valor total do imóvel e o restante do saldo poderá ser parcelado em até 120 meses.

Os lotes estão localizados em 16 estados, sendo eles: Amazonas (2), Bahia (6), Goiás (1), Maranhão (1), Mato Grosso (2), Mato Grosso do Sul (4), Minas Gerais (4), Paraná (7), Paraíba (1), Pará (1), Pernambuco (2), Rio Grande do Norte (1), Rio Grande do Sul (5), Rio de Janeiro (12), Sergipe (3) e São Paulo (19), além do Distrito Federal (1).

Segundo o Santander, os imóveis localizados nas capitais terão benefício especial para a desocupação. Já as propriedades que tiverem débitos de Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) e condomínio terão as dívidas quitadas até a data do leilão.

 

 

por diegof / ISTOÉ 

BRASÍLIA/DF - O Senado terá uma semana decisiva em relação à reforma tributária. O cronograma acordado entre líderes e articuladores do tema prevê aprovação do texto na Comissão de Constituição e Justiça nesta terça-feira (7), seguindo em caráter de urgência para que o plenário delibere e vote a proposta até a quinta (9). Buscando apoio massivo, o relator da matéria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), incorporou quase um terço das sugestões recebidas e alinhou o parecer final com a equipe econômica, que aposta na ampla aprovação, apesar de já prever a necessidade de aumentar em meio ponto percentual a alíquota-padrão.

Até então, a previsão do Ministério da Fazenda estimava variação da alíquota entre 20,73% e 27% — soma do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), para estados e municípios, com a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), da União.

"Do relatório já divulgado, as novas exceções têm um impacto de 0,5% [depois, o ministro corrigiu o índice, que é de 0,5 ponto percentual na alíquota-padrão]", afirmou o ministro da pasta, Fernando Haddad, logo após a última reunião com Braga, no dia 2.

Haddad afirmou que, junto com o relator, foram feitos "ajustes finos" no texto e que a estimativa é de aprovação da proposta no Senado com folga. Por se tratar de uma proposta de emenda à Constituição (PEC), é necessária a aprovação por maioria absoluta, ou seja, demanda o aval de pelo menos 49 senadores. "Queremos passar dos 60 votos para aprovar a PEC", disse o ministro.

Para garantir apoio, Braga afirmou que acolheu mais de 250 sugestões ao parecer de um total de aproximadamente 700 emendas. "Foi um relatório construído a muitas mãos, ouvindo a sociedade civil, setores produtivos, governadores, prefeitos, e também em uma grande articulação com o governo federal", disse.

Em razão das mudanças, a proposta vai precisar voltar para uma reanálise dos deputados. Por ser uma PEC, o texto deve ficar indo e voltando de uma Casa a outra até que haja consenso. O objetivo do governo é garantir que a reforma seja promulgada ainda neste ano e, mesmo no atual cenário, a avaliação geral dos parlamentares é de que o prazo é viável.

"Estamos muito alinhados nesse compromisso de evoluir a pauta econômica do Brasil. Considero essa a maior prioridade nacional neste instante: garantir uma economia de geração de emprego, de contenção da inflação, de aumento e crescimento da economia. Isso envolve reforma tributária", sinalizou o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

 

Prazos

Paralelamente ao cronograma de análise, as discussões são levadas por Braga ao relator da reforma tributária na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), como uma forma de alinhar os pontos e acelerar a tramitação quando chegar a vez de os deputados reanalisarem a proposta.

A jornalistas, Ribeiro disse que há pontos no novo relatório que, quando chegarem à Câmara, serão avaliados, mas que acredita na aprovação final do texto até o fim do ano.

 

2023 a 2033: da aprovação até a transição de impostos

Caso seja aprovada em 2023 no Congresso, é somente no próximo ano que ocorrerão as votações de leis complementares que vão regulamentar a reforma. A definição das alíquotas, itens a serem incluídos na cesta básica para receberem a isenção total e produtos que estarão sujeitos a imposto seletivo são temas que ainda precisarão ser resolvidos.

A infraestrutura do novo sistema deve ser montada em 2025. A partir de 2026, começa a transição de impostos até 2033, quando sobrarão apenas os novos impostos previstos na reforma: o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto Seletivo.

 

Entenda

O texto prevê uma verba de R$ 60 bilhões para o Fundo de Desenvolvimento Regional e uma trava para a carga tributária, além de um regime diferenciado para profissionais liberais, como advogados, engenheiros, contadores e médicos.

Outra novidade é a previsão de uma trava para a carga tributária. O objetivo do limite é garantir que não haja aumento dos tributos para nenhum setor da economia.

Em relação às alíquotas, está prevista a cobrança reduzida dos tributos sobre serviços de transporte coletivo de passageiros rodoviário e metroviário; produtos e insumos agropecuários; e produtos de limpeza, cuidado básico à saúde menstrual e higiene pessoal consumidos por famílias de baixa renda.

O relatório também prevê a redução dos poderes do Conselho Federativo, transformando-o em um comitê gestor; e limitações ao Imposto Seletivo.

 

 

Bruna Lima, do R7

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