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Redação

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 Jornalista/Radialista

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A tradicional vinícola são roquense comemora o fim de mais um ciclo, um ano muito especial para a empresa que comemorou seus 85 anos e para finalizar apresentará o Natal de Luz e da Cantata de Natal

 

SÃO ROQUE/SP - Mais um ano termina e com isso as celebrações iniciam para confraternizar com amigos e familiares. Para a Vinícola Góes, esse ano é de muita festa comemorando seus 85 anos de história e legado. As atividades especiais referentes ao final do ano estão espalhando o sentimento de amor e união por todo o parque turístico Góes, iniciando com o Natal de Luz e a Cantata de Natal, tem também a visita do Papai Noel, Wine Bus temático, entre outros.

A decoração contará com árvore de Natal enfeitada, além das diversas luzes colorindo todo o Parque Vinícola Góes, que serão ligadas no sábado dia 24 de novembro, às 19h, com música ao vivo e um Wine Bus natalino fazendo tours pelo parque gratuitamente, encantando os turistas e os moradores de São Roque e região.

Em seguida, no dia 30 de novembro, às 19h, em parceria com o Colégio Adventista de São Roque, a Vinícola Góes será palco da Cantata de Natal. As crianças e suas doces vozes farão o espetáculo em frente ao Casarão Góes, num ambiente inspirador de sons, luzes e magia.

O clima natalino toma conta de todo o parque de enoturismo da empresa, e excepcionalmente na noite da cantata alguns estabelecimentos funcionarão normalmente durante o evento, como: o restaurante Vale do Vinho, a cafeteria Goumert Terroir D’amis e o Café Laguna, Wine Bar e outros.

O Papai Noel estará presente no parque em todos os sábados e domingos de dezembro e até o Natal, dia 25 de dezembro, os visitantes poderão tirar fotos, receber cartinhas e encantar a criançada.

“Venha viver e brindar esses momentos mágicos com a família Góes, estamos te esperando”, convida Luciana Coelho, gerente de marketing da Vinícola Góes.

ARARAQUARA/SP - Um homem de 55 anos, funcionário de uma empresa terceirizada da Prefeitura de Araraquara, morreu na sexta-feira, dia 17, vítima de um acidente de trabalho na estrada que liga Araraquara a ao Distrito de Guarapiranga.

Segundo informações, o homem trabalhava na instalação de uma defensa metálica alguns metros após a Ponte dos Machados quando uma corrente rompeu e atingiu a cabeça do funcionário, que morreu no local. A vítima foi identificada com Ruan Augusto de Oliveira.

O SAMU – Serviço de Atendimento Médico de Urgência foi acionado, mas encontrou a vítima morta.

No local estão sendo feitos serviços de poda de árvores e últimos reparos na construção da passagem para a inauguração da ponte no domingo, dia 19.

 

 

Por Chico Lourenço / PORTAL MORADA

Museu conta com diversas atrações, entre elas réplicas de gigantes marinhos que habitaram os nossos oceanos, e esqueletos de animais da atualidade

 

UBATUBA/SP - Que tipo de animais habitaram nossos oceanos há milhões de anos? Quais são as principais espécies de animais marinhos que ocorrem na região do litoral norte de São Paulo? Quais são as principais ameaças que assolam a vida marinha? Se você tem essa, e muitas outras perguntas sobre a vida nos oceanos, não pode deixar de visitar o Museu da Vida Marinha em Ubatuba, litoral paulista, durante esse feriado prolongado.

O Museu convida o visitante a uma verdadeira viagem no tempo, proporcionando uma experiência única e inesquecível. Além de todo o conhecimento adquirido durante o circuito no Museu, a estrutura ainda fica localizada em frente à praia do Perequê-Açú, propiciando ao público um contato direto com o ambiente marinho; potencializando a sensação de “estar” no mar em todo o trajeto entre as salas temáticas. O circuito é guiado pela equipe do Museu, composta por biólogos que compartilham saberes oceânicos aos visitantes durante a visita.

Museu da Vida Marinha fica em frente à praia do Perequê-Açu, em Ubatuba/SP. (Créditos: Felipe Domingos/Instituto Argonauta)

Museu da Vida Marinha fica em frente à praia do Perequê-Açu, em Ubatuba/SP.
(Créditos: Felipe Domingos/Instituto Argonauta)

Entre as atrações do Museu da Vida Marinha, está o espaço temático de impactos, que conta com a “Caverna dos Ossos” – que não, não é o “trono de ferro” da série “Game Of Thrones” – e foi construída inteiramente com ossos de animais marinhos, como golfinhos, baleias, pinguins e tartarugas-marinhas que morreram, muitas vezes, em razão do contato com seres humanos – seja por meio da pesca acidental, da interação com petrechos de pesca descartados irregularmente ou mesmo com resíduos no ambiente marinho.

“Caverna dos Ossos” também compõe o espaço temático de impactos, e foi construída inteiramente com ossos de animais marinhos. (Créditos: Felipe Domingos/Instituto Argonauta)

“Caverna dos Ossos” também compõe o espaço temático de impactos, e foi construída inteiramente com ossos de animais marinhos. (Créditos: Felipe Domingos/Instituto Argonauta)

Estrutura

O Museu da Vida Marinha também dispõe de um auditório multiuso, que é aberto ao público em geral para ações como palestras, workshops, e salas temáticas. Também há sanitários e espaços que contemplam inteira acessibilidade, além de salas administrativas, departamento financeiro e salas de educação ambiental.

Agora, o Museu conta com uma brinquedoteca, um ponto de conveniência do Madallena Café com diversas opções de salgados, sucos, cafés, salada de frutas, bolos e doces, e um playground infantil. Tanto o ponto de conveniência, como o playground e a brinquedoteca estão localizados na área de visitação gratuita do Museu da Vida Marinha, que é aberta ao público em geral.

A sede do Museu foi projetada pela equipe de arquitetos da Terramare sob o conceito de construção sustentável, utilizando estruturas reaproveitadas de contêineres doados pela empresa Log-In Logística Intermodal e uso de madeira reflorestada e telhados verdes.

O material que compõe o acervo é proveniente dos 27 anos de funcionamento e pesquisa do Aquário de Ubatuba, e do Instituto Argonauta. O Museu da Vida Marinha é um projeto criado pelo Aquário de Ubatuba para dar suporte financeiro ao Instituto Argonauta, garantindo assim a continuidade dos trabalhos praticados há anos pela organização.

O Museu estava instalado dentro do Aquário, mas foi ampliado e transferido para a base do Instituto Argonauta, em terreno cedido pela Prefeitura Municipal de Ubatuba, no bairro Perequê-Açu em Ubatuba/SP.

Serviço

O Museu tem entrada gratuita para os moradores de Ubatuba, mediante cadastro que deve ser realizado presencialmente na bilheteria, com a apresentação dos seguintes documentos:

Documento pessoal com foto; 

Endereço de residência; 

Comprovante de moradia fixa – no qual será aceito um dos seguintes documentos: RG de Ubatuba; Título eleitoral de Ubatuba; CNH de Ubatuba; Carteira de trabalho, ou holerite de Ubatuba; Carteira Profissional de Classe de Ubatuba; documento escolar dos filhos, como: carteirinha da escola; boletim ou comprovante de matrícula.

Maiores de 60 anos e crianças até 6 anos acompanhadas de um adulto pagante também terão acesso livre, mediante apresentação de documento de identidade.

Atualmente, funciona diariamente (de segunda a domingo), das 10h às 18h. O valor do ingresso é R$21,00, com meia entrada (R$10,50) para estudantes até 17 anos com carteirinha, estudantes universitários com documento, professores com carteirinha e menores de 12 anos.

Para agendamento de escolas e grupos especiais entrar em contato pelo telefone: (12) 38335789.

O Museu da Vida Marinha @museudavidamarinha está localizado na Avenida Governador Abreu Sodré, 1067 – Perequê-Açu, Ubatuba/SP.

Para saber mais consulte o site: https://institutoargonauta.org/projetos/museu-da-vida-marinha/

Sobre o Instituto Argonauta

@institutoargonauta foi fundado em 1998 pela Diretoria do Aquário de Ubatuba @aquariodeubatuba.oficial e reconhecido em 2007 como OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público). O Instituto tem como objetivo a conservação do Meio Ambiente, em especial a conservação dos ecossistemas costeiros e marinhos. Para isso, apoia e desenvolve projetos de pesquisa, resgate e reabilitação da fauna marinha, educação ambiental e resíduos sólidos no ambiente marinho, entre outras atividades. O Instituto Argonauta também é uma das instituições executoras do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS).

Seja um Argonauta!

Venha conhecer o Museu da Vida Marinha @museudavidamarinha, na Avenida Governador Abreu Sodré, 1067 – Perequê-Açu, Ubatuba/SP, aberto diariamente.

Para acionar o serviço de resgate de mamíferos, tartarugas e aves marinhas, vivos debilitados ou mortos, entre em contato pelos telefones 0800-642-3341 (horário comercial) ou diretamente para o Instituto Argonauta: (12) 3833.4863 – 3833.5789/ (12) 3834.1382 (Aquário de Ubatuba) / (12) 3833.5753/ (12) 99705.6506 e (12) 99785.3615 – WhatsApp.

Também é possível baixar gratuitamente o aplicativo Argonauta, disponível para os sistemas operacionais iOS (APP Store) e Android (Play Store). No aplicativo, o internauta pode informar ocorrências de animais marinhos debilitados ou mortos em sua região, bem como informar ainda problemas ambientais nas praias, para que a equipe do Argonauta encaminhe a denúncia para os órgãos competentes.

Conheça mais sobre o nosso trabalho em: www.institutoargonauta.orgwww.facebook.com/InstitutoArgonauta e Instagram: @institutoargonauta

BRASÍLIA/DF - Uma pesquisa do instituto Real Time Big Data de sexta-feira (17) revela que 77% dos brasileiros discordam das falas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que comparam o Estado de Israel ao grupo terrorista palestino Hamas. Dos entrevistados, 23% concordam com o presidente da República.

O levantamento mostra ainda que 86% da população acompanha o noticiário sobre a guerra no Oriente Médio — apenas 14% não. Do total de participantes, 66% acreditam que Israel está correto no conflito, 18% dizem que o Hamas está certo e 16% responderam que nenhum dos dois têm razão.

Os dados revelam também que 73% acham que o Brasil deveria classificar o Hamas como grupo terrorista, como fazem Reino Unido, Estados Unidos, Japão e União Europeia. Cerca de 15% discordam. Dos entrevistados, 12% não sabem ou não responderam.

A pesquisa ouviu 2.000 pessoas entre 16 e 17 de novembro em todo o país. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi encomendado pela Record.

Especialistas comentam resultados

Na avaliação da professora de direito internacional da Universidade de São Paulo (USP) Maristela Basso, os números da pesquisa demonstram que os brasileiros estão engajados no que acontece no mundo. "Isso é um bom sinal de que o acesso à informação e ao conhecimento aumentou. Também revela que os brasileiros apoiam Israel e a causa dos judeus e não aceitam pautas de autodeterminação de um povo com base em tirania, agressão e arbitrariedade. Os brasileiros se identificam mais com a causa israelense", afirma.

Para Denilde Holzhacker, professora de relações internacionais na Escola Superior Paulista de Marketing (ESPM), o levantamento revela que a perspectiva do governo é diferente da que a maioria dos brasileiros tem. "A pesquisa mostra que a população difere da visão do governo sobre o conflito, mostrando uma maioria que apoia Israel e a favor da classificação do Hamas como grupo terrorista", analisa.

O cientista político e professor de opinião pública do Centro Universitário UDF André Rosa diz que o presidente Lula tenta associar o aspecto negativo de Israel ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). "O primeiro ponto é que a gente percebe no presidente Lula que ele tenta atribuir um viés bolsonarista ao apoio a Israel, já que o ex-presidente era um aliado forte do país. Tem uma jogada política de forma que gere impacto político negativo a Jair Bolsonaro", afirma.

Para ele, o resultado da pesquisa pode influenciar nos discursos dos membros do governo. "É uma estratégia de inteligência política que não está produzindo efeitos, como mostra o estudo. A opinião pública é cíclica. Com esses resultados da pesquisa, o Executivo federal pode mudar de estratégia. Esse percentual tem um poder grande de influenciar as ações do Planalto. Isso porque as ações políticas não são lineares — são moldadas justamente pela opinião pública", argumenta.

Valdir Pucci, cientista político e doutor em direito constitucional, diz que a pesquisa mostra que os brasileiros têm a "visão clara" de separar o povo palestino do grupo terrorista Hamas. "Vejo como consequência de que a população passou a enxergar esse grupo como praticante efetivo de ataques terroristas com o objetivo de acabar com o Estado de Israel."

Para o especialista, os números revelam que a população espera que Lula classifique publicamente o Hamas como um grupo terrorista. "Agora, é preciso que o próprio presidente, que evita fazer esse tipo de afirmação, diga que o Hamas é sim um grupo terrorista. A população, como mostra a pesquisa, está fazendo uma avaliação melhor do que o próprio presidente da República — de que Israel, na verdade, se defende", argumenta.

 

 

Emerson Fonseca Fraga e Bruna Lima, do R7

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