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Redação

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RIO DE JANEIRO/RJ - Entre os fãs de Beyoncé que se emocionaram com a visita da cantora ao Brasil em dezembro estava Ludmilla, admiradora declarada da cantora estadunidense. A funkeira contou como foi o encontro com a ídola em participação no podcast Podpah na última quarta-feira (17).

"Esse era um dos meus maiores sonhos, conhecer a Beyoncé. E contar para ela o que ela fez na minha vida", disse Ludmilla. A funkeira contou que começou a cantar pop e funk por causa da ídola e relembrou que seu nome artístico do início da carreira era MC Beyoncé.

Ludmilla explicou que o contato aconteceu meses antes, quando conheceu a "braço direito" da cantora, Ivy McGregor, diretora da instituição BeyGood. Quando Ivy esteve no Brasil, foi à casa da funkeira, ao show de Ivete no Maracanã e até comeu feijoada.

A funkeira disse aos apresentadores do Podpah que não contaria todos os detalhes sobre o convite para conhecer a Queen B em Salvador -ela participou de um evento de pré-estreia do documentário "Renaissance: A Film by Beyoncé" no Centro de Convenções do município em 21 de dezembro-, mas contou como chegou lá e encontrou a diva.

"Eu estacionei meu jato ao lado do dela. Nem nos meus maiores sonhos eu imaginei isso", disse Ludmilla sobre a chegada. Na hora de entrar no camarim para conhecer a ídola, ela contou que ficou emocionada: "A Bruna disse: 'calma, respira, ou você não vai conseguir falar com ela'. Fui, sequei minhas lágrimas e entrei".

A funkeira contou como foi o encontro e o que Beyoncé falou a ela: "'Você é linda! Finalmente!'". "Como assim, finalmente?", perguntou Ludmilla. "Eu te conheço. Eu já vi um show seu. Não foi pessoalmente, mas já vi o seu show", foi a resposta da cantora.

"Eu contei tudo que eu queria para ela. Consegui contar", disse Ludmilla. "Ela é muito fofa, ela é muito humilde", completou. A funkeira compartilhou os registros do encontro emocionado logo após nas redes sociais. "Nunca desistam dos seus sonhos", escreveu ela.

 

 

POR FOLHAPRESS

BRASÍLIA/DF - A Caixa Econômica Federal paga nesta sexta-feira (19) a parcela de janeiro do novo Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 2.

O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas com o novo adicional o valor médio do benefício sobe para R$ 685,61. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do governo federal alcançará 21,12 milhões de famílias, com gasto de R$ 14,48 bilhões.

Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga acréscimo de R$ 50 a famílias com gestantes e filhos de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a famílias com crianças de até 6 anos.

No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

A partir deste ano, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes).

Cadastro

Desde julho do ano passado, passa a valer a integração dos dados do Bolsa Família com o Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS). Com base no cruzamento de informações, 3,7 milhões de famílias foram canceladas do programa em 2023 por terem renda acima das regras estabelecidas pelo Bolsa Família. O CNIS conta com mais de 80 bilhões de registros administrativos referentes a renda, vínculos de emprego formal e benefícios previdenciários e assistenciais pagos pelo INSS.

Em compensação, 2,85 milhões de famílias foram incluídas no programa no ano passado. A inclusão foi possível por causa da política de busca ativa, baseada na reestruturação do Sistema Único de Assistência Social (Suas) e que se concentra nas pessoas mais vulneráveis que têm direito ao complemento de renda, mas não recebem o benefício.

Regra de proteção

Cerca de 2,4 milhões de famílias estão na regra de proteção em janeiro. Em vigor desde junho do ano passado, essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo. Para essas famílias, o benefício médio ficou em R$ 373,07.

Auxílio Gás

Neste mês não haverá o pagamento do Auxílio Gás, que beneficia famílias inscritas no CadÚnico. Como o benefício só é pago a cada dois meses, o pagamento voltará em fevereiro.

Só pode receber o Auxílio Gás quem está incluído no CadÚnico e tenha pelo menos um membro da família que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A lei que criou o programa definiu que a mulher responsável pela família terá preferência, assim como mulheres vítimas de violência doméstica.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

BRASÍLIA/DF - O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) revogou nesta última quarta-feira (17) a isenção fiscal para líderes religiosos estabelecida pelo governo de Jair Bolsonaro (PL). A medida foi publicada no Diário Oficial da União.

A isenção, que havia sido instituída em julho de 2022, concedia imunidade tributária aos salários de pastores e outros líderes religiosos. A decisão foi assinada pelo secretário especial da Receita Federal, Robinson Barreirinhas.

A revogação da isenção significa que os pagamentos feitos por igrejas a pastores e por entidades vocacionais passam a ser reconhecidos como uma forma de remuneração direta. Consequentemente, estes montantes voltam a ser sujeitos à contribuição fiscal, alterando o cenário tributário para líderes religiosos e instituições afiliadas.

A medida foi criticada por alguns setores da sociedade, que argumentaram que ela representava um privilégio para líderes religiosos. Os defensores da isenção, por outro lado, alegaram que ela era necessária para garantir a liberdade religiosa e a autonomia das igrejas.

 

 

JETSS

INGLATERRA - As vendas no varejo do Reino Unido caíram 3,2% em dezembro ante novembro de 2023, segundo dados publicados nesta sexta-feira, 19, pelo ONS, como é conhecido o órgão de estatísticas do país. O resultado ficou abaixo da expectativa de analistas consultados pela FactSet, que previam queda de 1,1% nas vendas do período. Na comparação anual, as vendas no varejo britânico sofreram contração de 2,4% em dezembro, frustrando o consenso da Fact, de alta de 1%.

 O ONS também revisou as variações das vendas em novembro, para avanço mensal de 1,4% e ganho anual de 0,2%.

 

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