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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - O atual presidente da ACISC (Associação Comercial e Industrial de São Carlos), José Fernando Domingues, recebeu na manhã desta sexta-feira, 09 de fevereiro, no Palácio do Comércio “Miguel Damha”, a visita do novo diretor do Procon São Carlos, Lucas Ferreira Leão.

Participaram também deste encontro, a futura presidente da ACISC, Ivone Zanquim – que assume seu mandato no próximo dia 22 de fevereiro – e o secretário municipal de Relações Legislativas e Institucionais, Mateus Aquino.

Lucas comentou qual foi o objetivo da reunião. “Foi uma reunião de apresentação à associação, onde procurei identificar os anseios dos comerciantes, entender qual é a principal relação da ACISC com o Procon São Carlos, além de buscar soluções e projetos que, claro, beneficiem os consumidores, mas procurando sempre uma relação harmônica com os comerciantes”, afirmou.

Para Zelão, essa aproximação é muito importante e benéfica, tanto para os comerciantes quanto para os consumidores. “Temos uma parceria de muitos anos com o Procon e esse encontro serviu para que pudéssemos conhecer o Lucas, novo diretor do Procon, além de conversarmos sobre os anseios dos comerciantes e, assim, traçar projetos e planejamentos futuros”, afirmou.

Ivone, futura presidente da ACISC, também destacou como positiva, a visita do Procon e do representante da Prefeitura. “Isso mostra a importância que a nossa entidade tem dentro da sociedade são-carlense. Aproveitamos para renovar a nossa parceria e nos colocamos à disposição para enfrentarmos todos os desafios de mãos dadas, sempre em benefício do Comércio e dos consumidores da nossa cidade”, destacou. 

Dentre os projetos discutidos no encontro, o novo diretor do Procon ressaltou que pretende retomar o Procon Móvel. “Uma oportunidade de circular na cidade e levar o Procon mais perto da população, dos consumidores e dos comerciantes”, afirmou.

O Procon

Criado por Lei Municipal em 1986, o Departamento de Proteção ao Consumidor - PROCON de São Carlos está voltado para as questões que envolvem relação jurídica de consumo, regulamentada pelo Código de Defesa do Consumidor (Lei n.º 8.078, de 11 de setembro de 1990), tendo como função principal, a criação, planejamento e efetivação de uma política de proteção ao consumidor, através de fiscalização, orientação e programas educacionais, que garantam segurança nas relações de consumo, incentivando consumidores e fornecedores de produtos ou serviços a conhecer e cumprir as normas que regem as relações de mercado, com o objetivo de equilibrar, cada vez mais o mercado de consumo local.

IBATÉ/SP - A criançada vai se divertir com a Matinê de Carnaval neste domingo, dia 11 de fevereiro, das 15h às 18h, na Pirâmide da Mata do Alemão.
 
Será uma matinê de muita diversão, com ambiente totalmente decorado, músicas, marchinhas de carnaval e apresentação do cantor Junior Karrerah.
 
Além de tudo isso, também será oferecido para a criançada cachorro-quente, suco e água. 

 A festa é para as crianças, para que elas se divirtam e aproveitem melhor, a entrada de adultos só será permitida se estiverem acompanhados de crianças, caso contrário, não poderão entrar na Pirâmide.

 A Pirâmide da Mata do Alemão é um local seguro, amplo e com capacidade para acolher confortavelmente os pequeninos foliões ibateenses e de toda a região.

SÃO CARLOS/SP - Uma discussão entre um casal acabou em tragédia na tarde desta sexta-feira (9) na Avenida Dr. Carlos Botelho, em São Carlos. Segundo a polícia, o homem, que não teve a identidade revelada, deu um soco em uma mesa de vidro durante a briga e se feriu gravemente. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

O Samu foi acionado, mas só pôde constatar o óbito. A polícia civil e a perícia também compareceram ao local e colheram as provas.

BRASÍLIA/DF - A operação da Polícia Federal que atingiu Jair Bolsonaro (PL) e alguns de seus aliados mais próximos tem sido apontada como porta de saída por pastores que se aliaram ao ex-presidente até outro dia, mas não veem mais vantagem nessa relação.

O afastamento não seria algo imediato, com declarações públicas contra Bolsonaro. Até porque ninguém ali morre de amores pelo atual titular do Palácio do Planalto, Lula (PT), e parcerias fisiológicas do passado seriam mais difíceis de justificar perante a polarização mais radical vista nos últimos anos, sobretudo após a eleição de 2018.

A reportagem conversou com líderes evangélicos que apoiaram Bolsonaro naquele ano e em 2022, inclusive indo em reuniões com o então chefe do Executivo e o convidando para seus púlpitos. O sentimento mudou.

Nas palavras de um deles, as medidas autorizadas por Alexandre de Moraes, que podem implicá-lo numa trama golpista que incluía prender o próprio ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) e convocar novas eleições que invalidariam a vitória de Lula, complicam efetivamente a situação de Bolsonaro ante essa liderança cristã.

Um grupo de WhatsApp que reúne vários desses pastores graúdos, o Aliança, continuava em silêncio sobre a operação policial horas depois de agentes apreenderem o passaporte de Bolsonaro. Em conversas privadas, um ou outro trocavam impressões, pedindo orações para o nome que endossaram com entusiasmo no pleito do ano retrasado.

Falar abertamente ninguém quer, com exceção do pastor Silas Malafaia, o único da turma que continuou ao lado do ex-presidente após a derrota nas urnas e consecutivos reveses judiciais. À Folha Malafaia chamou os colegas de "um bando de covardes e cagões históricos".

O líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo contou ainda que outros pastores têm evitado responder falas suas criticando Moraes. Especula que seja por temerem uma associação com ele, que enxergariam como um alvo em potencial da Justiça.

"Você sabia que, de um ano pra cá, desde que venho botando pra derreter o Alexandre, várias lideranças não respondem mais vídeos que posto, com medo de eu ser preso e pegarem meu celular?"

Malafaia diz ainda que em 2022 aconselhou Bolsonaro a invocar o artigo 142 da Constituição, que trata do papel das Forças Armadas na República. Bolsonaristas defendiam que esse trecho da Carta dá respaldo para uma eventual intervenção militar, tese já rejeitada por STF e Congresso e por instituições como a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e boa parte dos parlamentares, mesmo muitos que comungavam com o bolsonarismo.

O pastor também define como "estúpido e esdrúxulo o que Moraes vem dizendo o tempo todo" e diz que, se prezasse pela transparência, o ministro nem sequer deveria ter presidido o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) durante a eleição, "porque foi secretário de Segurança de Alckmin, candidato a vice numa chapa".

Ontem o ministro do STF foi nomeado à secretaria por Geraldo Alckmin, então governador paulista e agora vice-presidente de Lula, em 2015.

Malafaia, contudo, tem sido cada vez mais voz isolada em seu segmento religioso. Na turma dos pastores que se posicionaram publicamente em 2022, muitos ainda reservavam críticas a Lula, como ao condenar declarações do petista que, em vez de pacificar o país, colocariam mais lenha na polarização nacional. Mas já vinham ensaiando uma trégua, com elogios à economia sob a batuta lulista, por exemplo.

Portais voltados ao público evangélico, como o Pleno News, deram destaque à operação contra Bolsonaro. O tom é mais simpático ao ex-presidente.

A bancada evangélica, que empossou na quarta (7) um aliado de Bolsonaro em sua liderança, o deputado Eli Borges (PL-TO), ainda não se pronunciou. Internamente, integrantes avaliam que um posicionamento pró-Bolsonaro pode ser temeroso, já que boa parte do bloco é composta por representantes de partidos de centro que se alinharam ao governo Lula.

Já Borges diz à reportagem que, "no momento certo", a frente deve se posicionar. "Vou tomar mais pé da situação."

Para o deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), ex-presidente da bancada, Moraes está em busca "da cereja do bolo, que é a prisão do Bolsonaro". Membro da igreja de Malafaia, o parlamentar diz que operações como a desta quinta são vistas nas igrejas como perseguição, "e isso só fortalece" o ex-presidente.

Uma pastora que se pronunciou a favor do investigado foi a senadora Damares Alves (Republicanos-DF), que integrou a Esplanada bolsonarista. Pela manhã, disse que "não há outro sentimento que não seja o de indignação" com os desdobramentos judiciais e pediu: "Que Deus tenha misericórdia do nosso país".

 

 

POR FOLHAPRESS

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