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Redação

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 Jornalista/Radialista

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Grupo era conhecido por atuar em diversas cidades na venda de entorpecentes em festas universitárias

 

MARÍLIA/SP - A Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise) de Marília, no interior de São Paulo, prendeu 26 pessoas durante a Operação Synthlux, deflagrada para combater o tráfico de drogas sintéticas.

Conforme a Polícia Civil, o grupo criminoso tinha como base as cidades de Marília e Matão, de onde era realizada a comercialização do entorpecente, principalmente, para um público de poder aquisitivo maior e que costuma frequentar festas universitárias, dado o preço elevado da droga.

A quadrilha tinha ramificações em outras cidades do Estado, além do Distrito Federal, Pernambuco e Santa Catarina.

O trabalho começou há pelo menos nove meses. No período foi possível identificar a estrutura da organização criminosa. Os envolvidos com o bando possuía pontos de coordenação para comercializar a droga sintética em Bauru, Catanduva e Assis. A capital paulista era usada como um importante ponto de distribuição do produto ilícito.

A operação, realizada na última quarta-feira (7), contou com a participação de 140 policiais no cumprimento das buscas em pelo menos sete cidades paulistas. Só em Marília, foram 12 prisões temporárias, incluindo o líder da organização criminosa.

O delegado João Carlos Domingues, da Dise de Marília, explicou que a quadrilha começou a ser investigada no início do ano passado, após a identificação de alguns membros. “A partir disso, mediante árduo trabalho investigativo, com base nos serviços de inteligência policial e intenso trabalho de campo, foi possível desvendar a estrutura de uma grandiosa organização criminosa que atuava na distribuição e comercialização de haxixe e várias outras drogas sintéticas, não só em Marília, mas de outros Estados também”, comentou.

Após homologação do DER, equipamentos instalados em três rodovias começam a funcionar na próxima quarta-feira

 

PIRACICABA/SP - Sete novos radares entrarão em operação em três rodovias administradas pela Eixo SP, a partir desta quarta-feira (14). Serão três equipamentos na SP 294 - Comandante João Ribeiro de Barros, dois na SP 304 - Rodovia Luiz de Queiroz, um na SP 304 - Rodovia Deputado Amauri Barroso de Souza e um na SP 425 - Rodovia Assis Chateaubriand.

Os equipamentos iniciam fiscalização após homologação do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), órgão responsável pela aplicação das multas. A instalação e a operação dos radares atendem a uma determinação do contrato de concessão. De acordo com a coordenadora de Segurança Viária da Eixo SP, Viviane Riveli de Carvalho, os equipamentos auxiliam na preservação da segurança do usuário por meio da fiscalização da velocidade máxima permitida na rodovia. Segundo ela, a velocidade excessiva é um dos principais fatores que contribuem para o registro de acidentes.

Veja abaixo os locais onde começam a operar os novos equipamentos.

  1. SP 294 - km 547+350 (pista sentido oeste) - Iacri
  2. SP 294 - km 547+650 (pista sentido leste) - Iacri
  3. SP 294 - km 666+400 (pista sentido oeste) – Tupi Paulista
  4. SP 304 - km 173+930 (pista sentido leste) - Piracicaba
  5. SP 304 - km 176+450 (pista sentido oeste) - Piracicaba
  6. SP 304 - km 278+130 (pista sentido leste) – Mineiros do Tietê
  7. SP 425 - km 439+700 (pista sentido sul) - Indiana

IBATÉ/SP - A Empresa Cruz, com mais de 85 anos de atuação no mercado nacional de transporte rodoviário, passa a oferecer mais facilidade e conforto no deslocamento dos ibateenses, a empresa oferece à população cinco novos destinos.

Desde a última sexta-feira, 02, a empresa passou a operar no município, com partida do Terminal Rodoviário, inicialmente, toda sexta-feira para São Paulo, às 17h15 e aos domingos para Araraquara, Nova Europa, Tabatinga e Ibitinga, sempre às 20h20. Proporciona também a opção de mobilidade para a cidade de Ibaté, com partida de Osasco, às 14h20; São Paulo, às 15h30, e Campinas, às 17h40, aos domingos.

O Prefeito de Ibaté, José Luiz Parella, expressou sua satisfação com a concretização desse anseio tão antigo da população. "Após a implantação da tarifa zero dentro do município, estou extremamente feliz em poder, durante nosso governo, anunciar mais essa grande conquista para a nossa cidade. Agora, nossos cidadãos têm uma nova opção para suas viagens”, declarou o gestor.

Segundo o diretor da Viação Piracicabana-Empresa Cruz, Rodrigo Bendilatti, a empresa possui uma nova frota de ônibus rodoviários climatizados e equipados com Wi-fi, carregador USB, para oferecer mais comodidade aos passageiros. “Em nome da Empresa Cruz e Piracicabana, parabenizo a Prefeitura de Ibaté e os cidadãos ibateenses, por essa Rodoviária sensacional, muito funcional, oferecendo segurança e conforto para toda a população e para nós operadores”, disse Renan.

SÃO PAULO/SP - Após sucessivos atrasos, a nova versão do plano de recuperação judicial da Oi foi apresentada na terça-feira, 6. O plano prevê um novo financiamento, de US$ 650 milhões (cerca de R$ 3,2 bilhões no câmbio atual), e a venda de ativos avaliados em mais de R$ 15 bilhões, além de desconto e conversão de dívidas antigas. A tele ainda não chegou a acordo com credores, que devem agora avaliar a nova proposta.

"A expectativa é que a redução total da dívida financeira chegue à casa de 75%", disse Rodrigo Abreu, em entrevista ao Estadão/Broadcast. Ele deixou a presidência da operadora em janeiro, mas continua como membro do conselho de administração e líder das negociações com credores.

 

SUPORTE

A demora de meses para conclusão do plano se deve à complexidade da negociação e à dificuldade de acordo entre a empresa e seus credores. A Oi entrou em recuperação judicial pela segunda vez em março de 2023, com dívidas de R$ 44,3 bilhões.

A primeira versão do plano foi apresentada em maio do ano passado, e a companhia esperava assinar até julho um Acordo de Apoio à Reestruturação (RSA, na sigla em inglês) com os credores, o que não aconteceu. O RSA tem a função de angariar o apoio necessário para a aprovação do plano. Ainda há condições de isso acontecer, segundo Abreu.

"O objetivo de atingimento de um acordo de suporte ao plano com um grupo de credores que possa garantir a aprovação em assembleia ainda existe, e as negociações com esse grupo seguem mesmo após o protocolo do plano", disse Abreu. A previsão é que a assembleia de credores para votação do novo plano ocorra em um prazo de 30 dias, isto é, no começo de março.

Em nota, a Oi informou que, com o novo plano, espera alcançar a reestruturação de suas dívidas financeiras, adequando-as à sua capacidade de pagamento. Isso será feito sem comprometer sua operação e a expansão de seus negócios no segmento de fibra óptica, principal produto da companhia.

 

DÍVIDAS ANTIGAS

Um dos principais pontos do plano é a liberação de um financiamento de US$ 650 milhões, que será usado para pagar o empréstimo emergencial (debtor in possession, ou DIP) de US$ 325 milhões obtido pela tele ano passado, bem como para manutenção do capital de giro das operações de telecomunicações.

A primeira versão do plano previa que o novo financiamento seria de US$ 750 milhões, mas o valor foi reduzido no decorrer das negociações porque a nova versão prevê antecipar a entrada de recursos com a venda de ativos, explicou Abreu.

Desses US$ 650 milhões, o montante de US$ 450 milhões deve vir dos atuais credores, enquanto os outros US$ 200 milhões seriam de terceiros. Em contrapartida ao compromisso de nova injeção de recursos, os credores receberão uma comissão, chamada de backstop fee, e terão prioridade no pagamento. Caso haja demora para liberação desses recursos, a Oi fica autorizada a buscar um empréstimo-ponte de US$ 125 milhões para recompor o caixa.

Abreu lembra que a concessão de telefonia fixa da Oi ainda é "bastante deficitária" e consome caixa. A companhia está negociando uma flexibilização das obrigações regulatórias com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e o Tribunal de Contas da União (TCU), mas essa solução não é simples. "A redução do consumo de caixa não acontece imediatamente. Será obtida ao longo de vários meses posteriormente ao acordo e respectiva migração do regime de prestação do serviço", estima.

Entre as opções para abater as dívidas antigas, a Oi oferece a conversão de parte do saldo devedor em ações, bem como pagamentos parcelados e com desconto. "A diluição proposta para os atuais acionistas não foi mudada no plano atual e permanece em 80%", disse.

Pelo novo plano, a Oi quer antecipar a alienação de ativos e levantar R$ 15,3 bilhões por meio da venda da operação de banda larga (Oi Fibra), da participação na V.tal, além de imóveis e outros bens.

 

 

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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