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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo, leva neste sábado (31/01), para o bairro Cidade Aracy, a Casa do Trabalhador Itinerante, das 9h às 12h, no estacionamento do Supermercado Pane Silvio, localizado na Rua Antonio Busto Alabarca, nº 305.

De acordo com a secretária de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia de São Carlos, Paula Knoff, o objetivo é aproximar os serviços públicos da população, facilitando o acesso a oportunidades de emprego, orientações profissionais e outros atendimentos voltados aos trabalhadores. A proposta é levar, de forma descentralizada, uma estrutura completa para diferentes regiões do município, garantindo praticidade e acessibilidade.

Durante o atendimento, os moradores poderão usufruir de diversos serviços relacionados ao mercado de trabalho, contribuindo para a inclusão produtiva, a geração de renda e o fortalecimento da economia local. A iniciativa é especialmente direcionada a trabalhadores que enfrentam dificuldades de deslocamento até os postos fixos de atendimento.

Com a realização da Casa do Trabalhador Itinerante, o poder público reafirma o compromisso com a descentralização dos serviços, a valorização do trabalhador e a promoção de políticas públicas voltadas à ampliação do acesso ao emprego e à qualificação profissional.

SÃO CARLOS/SP - A Paróquia de São Brás, em São Carlos, se prepara para uma grande celebração em homenagem ao seu padroeiro, cuja festa será realizada ao longo da primeira semana de fevereiro. O ponto alto acontece na terça-feira, 03 de fevereiro de 2026, data dedicada a São Brás, com uma programação especial voltada à fé e à confraternização da comunidade.

No Dia do Padroeiro, os fiéis poderão participar das missas celebradas às 7h, 15h30 e 19h30, além de prestigiar o tradicional Bolo de São Brás e um animado show de prêmios. A Igreja de São Brás está localizada na Rua Orlando Silva, 85, no Jardim Dona Francisca.

A programação festiva segue nos dias seguintes no Salão Paroquial, situado na Avenida Vicente Pelicano, 1200, no Jardim de Cresci. Na sexta-feira (06/02), acontece uma rodada especial eletrônica, com raquetes e serviço de bar completo. Já no sábado (07/02), além das tradicionais raquetes e bar, o público poderá curtir o show com João Pedro e Zé Paulo.

Encerrando as festividades, o domingo (08/02) será marcado por um saboroso Almoço Mineiro, acompanhado de apresentações musicais com Danilo e Diego e Alex Moraes.

São Brás, médico e bispo do século III, é conhecido por sua vida de fé, oração e dedicação ao povo cristão. Martirizado por permanecer fiel a Cristo, tornou-se popularmente reconhecido como protetor das enfermidades da garganta, devido ao milagre da cura de uma criança engasgada. Sua memória é celebrada no dia 3 de fevereiro, data em que tradicionalmente ocorre a bênção das gargantas.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (16) 3416-0855.

SÃO PAULO/SP - O Governo do Estado de São Paulo vem ampliando a rede de proteção e acolhimento a mulheres vítimas de violência por meio da integração entre forças de segurança, tecnologia e serviços de assistência social, saúde e justiça. Com o movimento SP Por Todas, o estado ampliou o alcance das ações integradas, fortaleceu a rede de proteção com mais Salas de Delegacias de Defesa da Mulher (DDMs) 24 horas, criação da Cabine Lilás e o tornozelamento de acusados de agressão contra mulheres.

“O Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Políticas para a Mulher, tem uma atuação transversal, trazendo a integração intersecretarial e inter órgãos para realizar políticas para mulher, de prevenção e repressão”, destaca a secretária de Políticas para a Mulher do Estado de São Paulo, Adriana Liporoni, ao programa 3,2,1 da Agência SP. A articulação envolve áreas como Saúde, Desenvolvimento Social e Econômico, Segurança Pública e Educação, com programas conjuntos voltados tanto ao atendimento das vítimas quanto à conscientização da população.

Um dos principais desafios é estimular a denúncia e romper relações marcadas por violência doméstica e familiar. “Muitas mulheres não identificam que sofrem agressões por associarem o problema apenas à violência física. Existe também a violência psicológica, moral, sexual e patrimonial. Nosso maior desafio é encorajar as mulheres a fazerem a denúncia”, explica a secretária.

São diversas ferramentas disponíveis para facilitar o acesso das mulheres à Justiça, proteção e acolhimento, como destaca a secretária. Uma das principais inovações é a possibilidade de registrar boletim de ocorrência de forma online pela DDM Online e pelo aplicativo SP Mulher Segura, e solicitar medidas protetivas de urgência de forma remota, a qualquer hora do dia.

“A mulher tem várias portas para o atendimento 24 horas. Ela pode estar no ônibus, no trabalho, dentro de um banheiro trancada numa situação de risco, e realiza um boletim de ocorrência e ainda solicita uma medida protetiva. Ela sai desse atendimento com mais uma camada de proteção, sem ter de sair do local onde ela está”, afirma.

Outra inovação é o uso de tornozeleiras eletrônicas em agressores, ampliando o monitoramento e a prevenção de novos ataques. O estado de São Paulo foi pioneiro na implantação do equipamento, que acompanha, em tempo integral, homens presos em flagrante e liberados condicionalmente. “Isso permite que ele só circule mediante o monitoramento 24 horas, para que evite o mal maior”, ressalta.

SP Por Todas

SP Por Todas é um movimento promovido pelo Governo do Estado de São Paulo para ampliar a visibilidade das políticas públicas para mulheres, bem como a rede de proteção, acolhimento e autonomia profissional e financeira para elas. Todas essas iniciativas e orientações estão agregadas no site: www.spportodas.sp.gov.br.

 

 

 

BRASÍLIA/DF - As contas públicas fecharam 2025 com saldo negativo, em razão, principalmente, do déficit do governo federal, que teve o crescimento das despesas maior que as receitas. O setor público consolidado, formado por União, estados, municípios e empresas estatais, registrou déficit primário de R$ 55,021 bilhões no ano passado, que representa 0,43% do Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país).

Na comparação com 2024, houve crescimento no déficit. Em 2024, as contas públicas fecharam o ano com déficit primário de R$ 47,553 bilhões, 0,4% do PIB.

As Estatísticas Fiscais foram divulgadas nesta sexta-feira (30) pelo Banco Central (BC) com a consolidação dos dados de dezembro de 2025. Naquele mês, as contas públicas tiveram superávit de R$ 6,251 bilhões.

O déficit primário representa o resultado negativo das contas do setor público (despesas menos receitas), desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública.

Esferas de governo

No ano passado, a conta do Governo Central teve déficit primário de R$ 58,687 bilhões ante resultado negativo de R$ 45,364 bilhões em 2024. O montante difere do resultado divulgado nesta quinta-feira (29) pelo Tesouro Nacional, de déficit de R$ 61,69 bilhões, porque o BC usa uma metodologia diferente, que leva em conta a variação da dívida dos entes públicos.

De acordo com o Tesouro, as contas do Governo Central foram pressionadas pelo crescimento de gastos obrigatórios, como Previdência Social e Benefício de Prestação Continuada (BPC). Do lado da receita, a arrecadação recorde de 2025 impediu um déficit mais alto. Em termos reais, a receita líquida cresceu 2,8% (R$ 64,3 bilhões), enquanto a despesa avançou 3,4% (R$ 79,1 bilhões.

Para reduzir o déficit das contas públicas, os governos regionais - estaduais e municipais – contribuíram com aumento no superávit, fechando 2025 em R$ 9,537 bilhões, contra resultado positivo de R$ 5,885 bilhões em 2024.

As empresas estatais federais, estaduais e municipais - excluídas dos grupos Petrobras e Eletrobras – também contribuíram para o aumento do déficit das contas consolidadas, com o resultado negativo de R$ 5,871 milhões em agosto. Houve redução, entretanto, em comparação a 2024, quando o déficit chegou a R$ 8,073 bilhões.

Despesas com juros

A despesa com juros ficou em R$ 1 trilhão no ano passado, um recorde com esses gastos, segundo o BC. Houve um aumento nominal em relação aos R$ 950,423 bilhões registrados em 2024. De acordo com o BC, entretanto, o PIB nominal cresceu mais rápido do que a despesa com juros. Em 2025, os gastos com juros foram de 7,91% do PIB, enquanto em 2024 chegaram a 8,07% do PIB.

Não é comum a conta de juros apresentar grandes variações, especialmente negativas, já que os juros são apropriados por competência, mês a mês. Além disso, houve aumento da taxa básica de juros, a Selic, no período, que é um dos indexadores da conta. A Selic está em 15% ao ano, no maior nível desde julho de 2006.

Mas, no resultado, há os efeitos das operações do Banco Central no mercado de câmbio (swap cambial, que é a venda de dólares no mercado futuro) que, no caso de 2025, contribuíram para a melhora da conta de juros. Os resultados dessas operações são transferidos para o pagamento dos juros da dívida pública, como receita quando há ganhos e como despesa quando há perdas.

No ano passado, as operações de swap tiveram ganhos de R$ 105,9 bilhões, reduzindo a conta de juros. Já em 2024, houve R$ 115,9 bilhões em perdas com swaps, que aumentaram a conta de juros.

Com isso, o resultado nominal das contas públicas – formado pelo resultado primário e os gastos com juros – subiu na comparação interanual. Em 2025, o déficit nominal ficou em R$ 1,062 trilhão contra o resultado negativo de R$ 997,976 bilhões em 2024.

O resultado nominal é levado em conta pelas agências de classificação de risco ao analisar o endividamento de um país, indicador observado por investidores.

Dívida pública

A dívida líquida do setor público - balanço entre o total de créditos e débitos dos governos federal, estaduais e municipais - chegou a R$ 8,311 trilhões em 2025, o que corresponde a 65,3% do PIB, o maior percentual da séria histórica. No ano anterior, o percentual da dívida líquida em relação ao PIB estava em 61,3% (R$ 7,220 trilhões).

O crescimento se deve, em especial, ao déficit nominal do mês, aos juros nominais apropriados e à apreciação cambial de 11,1% no ano. Como o país é credor em moeda estrangeira, um aumento do dólar significa aumento da dívida líquida.

Em 2025, a dívida bruta do governo geral (DBGG) - que contabiliza apenas os passivos dos governos federal, estaduais e municipais - chegou a R$ 10,017 trilhões ou 78,7%, com aumento em relação ao ano anterior - R$ 8,984 trilhões ou 76,3% do PIB. Assim como o resultado nominal, a dívida bruta é usada para traçar comparações internacionais.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

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