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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - Na madrugada desta quarta-feira, 10 de julho, faleceu a servidora da Câmara Municipal de São Carlos, Valéria Cabeça Agnolon.

Segundo informações, ela estava internada há alguns meses, lutando contra o câncer, porém infelizmente, não resistiu. Deixa o marido, empresário Rui Agnolon, fiha e neta.

O velório acontece ainda hoje (10), entre 12h e 16h, no memorial Santa Cruz, na Avenida São Carlos, 918.

 Logo depois, o corpo será cremado.

SÃO CARLOS/SP - Moradores da região do Jardim Embaré, Jardim Araucária e adjacentes estão reclamando e muito por conta dos shows realizados por uma casa de shows existente na região.

“São todos os shows que a casa faz, nós não conseguimos dormir. Poxa, será que uma casa desse porte não tem acústico? E detalhe, não existe fiscalização?” questionou um reclamante.

Na véspera de feriado, houve um show de grande porte na casa e os moradores reclamaram, além do som, foi o trânsito no local, onde ficou um caos transitar no horário do evento.

“Sempre que há algum evento lá, levamos cerca de 40 minutos para chegar em casa. Já saímos cansados do trabalho e ainda precisamos enfrentar esse congestionamento”, relatou uma moradora do Jardim Embaré.

“O pior é não ter ninguém para organizar o trânsito, seja ela feita pelo organizador do evento ou pelos agentes de trânsito” declarou uma internauta.

“Parece que o show acontece aqui em casa”, desabafou um morador do Condomínio Moradas 3.

O incômodo é compartilhado por todos que vivem nas proximidades. O excesso de tráfego e o volume alto do som afetam a qualidade de vida dos moradores.

 

Servidores, com caminhões, máquinas e demais equipamentos, atuaram das 6h às 12h.

 

O Serviço Autônomo de Água e Esgoto de São Carlos (SAAE) promoveu no último domingo, 07/07, limpeza de rotina na unidade de captação do Ribeirão Feijão, localizada próxima da Estação de Tratamento de Água do CEAT – Centro Empresarial de Alta Tecnologia. O trabalho consistiu, basicamente, no fechamento das comportas para limpar as caixas de areia e de sucção que, por causa da ação do tempo, sempre acumulam muitos resíduos.

20 funcionários da autarquia, com auxílio de máquinas, caminhões e demais equipamentos, começaram o serviço às 6h e a conclusão foi por volta das 12h. Essa atividade de limpeza acontece, de modo periódico, em média, uma vez a cada seis meses, para melhorar a vazão, captação e distribuição desse manancial que é responsável por 27% de toda a água que abastece São Carlos inteira.

BRASÍLIA/SF - A Polícia Federal (PF) e a Receita Federal deflagraram nesta quarta-feira (10) a Operação Corisco Turbo, com o objetivo de desmantelar organização criminosa responsável por importar ilegalmente grandes quantidades de mercadorias de origem estrangeira sem pagamento de tributos.

Cerca de 250 policiais federais e 100 servidores da Receita Federal cumprem, ao todo, 51 mandados de busca e apreensão, 25 ordens de sequestro de bens imóveis e 42 ordens de sequestro de veículos, além do bloqueio de R$ 280 milhões nas contas dos alvos da operação. As ações acontecem em São Paulo, Goiás, no Paraná, em Santa Catarina, no Maranhão, Rio Grande do Norte e Distrito Federal.

Em nota, a PF informou que os mandados foram expedidos pelo Juízo da 12ª Vara Federal do Distrito Federal, que também determinou medidas cautelares em desfavor dos principais investigados, como proibição de se ausentarem do país, entrega dos passaportes em 24 horas, proibição de se ausentarem do município de domicílio, comparecimento mensal ao Juízo Federal para informar suas atividades e proibição de manterem contato uns com os outros.

“As investigações apontam que a organização criminosa se subdividia em núcleos responsáveis pela negociação e venda de produtos eletrônicos, transporte/armazenamento, constituição de empresas fictícias, envio de dinheiro para o exterior e receptação dos produtos para revenda em comércio.”

Ainda de acordo com a corporação, os investigadores também encontraram indícios de lavagem de dinheiro e evasão de divisas por meio de doleiros e de transferência de criptomoedas. “Há indícios da remessa ilegal de mais de R$ 1,6 bilhão ao exterior, estimando-se que foram internalizados no país mais de 500 mil telefones celulares pela organização criminosa nos últimos cinco anos”.

Os suspeitos, segundo a PF, devem responder pelos crimes de falsidade ideológica, descaminho, evasão de divisas, lavagem de dinheiro e organização criminosa, com penas máximas que podem chegar a 37 anos de reclusão.

 

 

Por Paula Laboissière - Repórter da Agência Brasil

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