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Redação

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 Jornalista/Radialista

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ARARQUARA/SP - A possibilidade de faltar medicamentos denominados “Kit Intubação” (sedativos, bloqueadores neuromusculares e anestésicos) em hospitais de Araraquara e região nos próximos dias é confirmada pela Santa Casa de Araraquara.

O hospital, que atende várias cidades da região, explica que a oferta atual não tem sido capaz de suprir as necessidades do mercado hospitalar em nossa região e no Brasil pela demanda crescente de pacientes, partindo de um cenário de escassez para um preocupante cenário de desabastecimento nos últimos dias.

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“A Santa Casa de Araraquara, assim como grande parte dos hospitais no País, atingiu o seu limite em disponibilizar os medicamentos do “Kit Intubação”, comunicando o fato às Secretarias de Saúde Municipal e Estadual, que, após reunião entre as partes, estão se esforçando diariamente e conjuntamente com o hospital, junto aos fornecedores e importadores, para a obtenção desses medicamentos em falta no mercado”, ressalta o hospital.

A Santa Casa informa ainda que, seguindo orientação contingencial e o Decreto Municipal, os procedimentos cirúrgicos eletivos foram suspensos e, agora, considerando a escassez de tais itens, foram suspensos os procedimentos que não sejam urgentes, com o intuito de preservar a manutenção da assistência de forma segura aos pacientes já internados e as emergências devidamente encaminhadas pela Central de Regulação de Oferta de Serviços de Saúde (Cross).

A instituição reitera a toda a sociedade a importância da atenção às medidas de cuidado e proteção no combate ao coronavírus e solicita celeridade dos órgãos responsáveis na regularização da oferta de medicamentos do “Kit Intubação”.

 

 

*Por: Chico Lourenço / PORTAL MORADA

SÃO PAULO/SP - O filho de Bruno Covas, Tomás, de 15 anos, contou que ficou ao lado do pai durante todo tempo em que ele estava sedado. De acordo com o relato feito no último domingo (23) ao programa Fantástico, o prefeito de São Paulo se mostrava bastante esperançoso em seus últimos dias, ao contrário do que dizia algumas reportagens.

“Era totalmente ao contrário o clima do hospital. Ele foi muito guerreiro. Batalhou muito. Ele sempre esteve com coragem para enfrentar a doença. A gente sentia a vontade que ele tinha. O sorriso no rosto no dia a dia”, disse Tomás.

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Na última conversa entre os dois, Covas desejou sorte para o filho, pois Tomás encararia uma prova na escola. Depois, ele encontrou o pai já sedado. “Foi muito forte pra mim. Fiquei mal, muito mal. Depois de uma hora tentei ficar um pouco mais tranquilo, voltei lá e fiquei 100% do tempo do lado dele”.

O ex-prefeito de São Paulo também recebeu as visitas da mãe do jovem, Karen Ichiba, e de seu cachorro de estimação, Volpi. “A gente ficou do lado dele, abraçou e falou para ele descansar", diz Tomás. “Teve uma sensação de que ele esperou eu aceitar e conversar com ele sobre isso". 

Fanático pelo Santos, Covas levou o filho na final da Copa Libertadores, sendo um episódio que repercutiu negativamente pelas aglomerações geradas no estádio. “Foi pelo coração. Ele tinha esse desejo de me levar à uma final da Libertadores”. Assim como o avô Mario Covas, Bruno foi enterrado na cidade homônima ao time.

Bruno Covas faleceu dia 16 de maio, aos 41 anos de idade. O prefeito lutava contra um câncer desde outubro de 2019. Ele estava internado no Hospital Sírio-Libanês desde o início do mês, após exames de rotina detectarem um sangramento no tumor da cárdia. Ricardo Nunes, seu vice, assumirá o cargo de prefeito da capital.

 

 

*Por: VEJA São Paulo

BRASÍLIA/DF - O vice-presidente da República, general Hamilton Mourão, fez críticas nesta segunda-feira, 24, ao comportamento do general Eduardo Pazuello, que participou de ato bolsonarista ontem. Segundo o vice, o ex-ministro da Saúde "entendeu que cometeu um erro".

O Exército deve avaliar nesta segunda-feira se aplicará alguma punição ao ex-ministro, que é militar da ativa das Forças Armadas.

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"Acho que o episódio será conduzido à luz do regulamento, isso tem sido muito claro em todos os pronunciamentos dos comandantes militares e do próprio ministro da Defesa. Eu já sei que o Pazuello já entrou em contato com o comandante informando ali, colocando a cabeça dele no cutelo, entendendo que ele cometeu um erro", disse o vice-presidente ao chegar ao Palácio do Planalto na manhã desta segunda-feira.

"O regulamento disciplinar do Exército prevê que se avalie o tipo de transgressão que eventualmente foi cometido e que consequentemente se aplique a punição prevista para o caso", comentou Mourão.

A parte do regulamento que o general fez menção diz respeito à transgressão 57, que diz: "Manifestar-se, publicamente, o militar da ativa, sem que esteja autorizado, a respeito de assuntos de natureza político-partidária". Em desrespeito à norma, Pazuello compareceu no domingo, 23, ao ato bolsonarista do Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro.

Ao ser questionado sobre o presidente Jair Bolsonaro, que promoveu o ato, Mourão evitou fazer declarações. "Eu já falei para vocês, eu não comento atos do presidente Bolsonaro porque eu considero antiético."

No Twitter, quem também reagiu à participação de Pazuello no ato foi o general Carlos Alberto dos Santos Cruz, ex-ministro da Secretaria de Governo de Bolsonaro. "De soldado a general tem que ser as mesmas normas e valores. O presidente e um militar da ativa mergulharem o Exército na política é irresponsável e perigoso. Desrespeitam a instituição. Um mau exemplo, que não pode ser seguido. Péssimo para o Brasil."

O Estadão apurou que o Comando do Exército deve analisar o caso nesta segunda-feira. Na quarta-feira, dia 19, o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno, disse à Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara que os militares da reserva podem participar de manifestações, ao contrário dos que estão na ativa. "Os da ativa não podem e serão devidamente punidos se aparecerem em manifestações políticas".

O temor no Exército é que, se Pazuello ficar impune, os comandantes de unidades percam a autoridade para punir, eventualmente, sargentos e tenentes que resolvam seguir o exemplo do general, inclusive os que resolverem participar de atos políticos de partidos de oposição.

 

 

*Por: Lauriberto Pompeu / ESTADÃO

SÃO CARLOS/SP - Os vereadores Marquinho Amaral (presidente da CPI da saúde), Elton Carvalho (Relator da CPI), Bruno Zancheta e Dé Alvim que compõe a CPI, visitaram equipamentos de saúde neste último domingo (23).

Dois áudios recebidos por esta reportagem através do WhatsApp, o presidente da CPI fer criticas acirradas a gestão sobre o enfrentamento à covid-19 no município.

Marquinho fala nomes de algumas vítimas devido esse maldito vírus e fala que do jeito que está não pode ficar e que a Câmara Municipal precisa tomar alguma atitude:

“A Câmara precisa tomar uma atitude, e vamos tomar, nesta 2ª feira (24), vamos protocolar um requerimento na prefeitura e informar o prefeito (caso não saiba), sobre a situação que se encontra, eu vi uma senhora tremendo de frio, ou seja, sem um cobertor. Isso é um exemplo de várias situações que vamos relatar ao prefeito” disse vereador.

Marquinho ainda falou sobre a ação da Câmara como um todo e da UPA do Santa Felícia que atende somente pessoas com síndrome gripal. “Vou comunicar o presidente da casa o vereador Roselei Françoso, pois ou nós assumimos o papel de fiscalizador ou fechamos a casa de leis, pois eu e os colegas de CPI vimos pessoas intubadas em locais que não pode passar um tubo de oxigênio. Na UPA Santa Felícia, um prédio daquele tamanho que atendia 200 pessoas, eu vi 4 pessoas sendo atendida. Chega de brincar com vidas” desabafou o parlamentar.

Ainda segundo o presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito, gastaram milhões no hospital de campanha: “Gastaram milhões no pseudo hospital de campanha que é um absurdo, os depoimentos de enfermeiros e médicos, mostram a inercia do poder público. E onde está o dinheiro? Nós vamos investigar e esclarecer isso para população” afirmou Marquinho Amaral.

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