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Redação

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 Jornalista/Radialista

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ARGENTINA - O fim da produção do Ford EcoSport na fábrica brasileira de Camaçari (BA) não representou o fim do modelo em outros mercados da América do Sul. Recentemente, a filial argentina reformulou a gama de versões e motorizações do SUV compacto.

Agora, o país vizinho recebe o Ford EcoSport produzido na fábrica de Chennai (Índia), de onde é exportado também para o mercado europeu. Apesar da tributação de 35% pelo fato de ser um carro importado (algo que não acontecia com o Ford feito no Brasil), o site Argentina Autoblog destaca que os reajustes médios foram de 5%, com os preços partindo de 2.195.000 pesos (R$ 119.700).

Sem as versões equipadas com o motor 2.0 com injeção direta de 170 cv e tração 4×4, o Eco indiano está disponível na Argentina nas versões SE e Titanium, todas com o propulsor 1.5 de três cilindros e 123 cv que também equipava o SUV feito na Bahia. Além do câmbio manual de cinco marchas, há ainda a opção da transmissão automática de seis marchas.

Em termos de equipamentos, não há grandes variações entre o Ford EcoSport brasileiro e o indiano. Na versão de entrada, o modelo está disponível com ar-condicionado, rodas de liga leve, controles eletrônicos de tração e estabilidade, assistente de partida em rampas, airbags laterais e de cortina e sistema multimídia Sync 3.

 

 

*Por: MOTOR SHOW

BRASÍLIA/DF - O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) paga a primeira parcela do 13º salário a três grupos de segurados nesta segunda-feira (7).

Quem recebe até um salário mínimo (R$ 1.100) e tem o final do benefício terminado em “9” será contemplado.

Os segurados que recebem mais de um salário e têm o benefício terminado em “4” ou “9” também receberão a primeira parcela na data.

Veja o calendário completo abaixo:

© Fornecido por IstoÉ Dinheiro

 

 

*Por: ISTOÉ DINHEIRO

SÃO PAULO/SP - Com o fim do Domingão do Faustão, um dos programas de maior sucesso da história da televisão brasileira, a Rede Globo deve colocar nas tardes de domingo o sucessor natural do apresentador: Luciano Huck. Nos bastidores, é dada como certa a aposta.

Huck já está com a renovação de contrato com a emissora encaminhada. Anteriormente, pairavam dúvidas se isso de fato aconteceria, já que ele poderia desistir da carreira de apresentador para se lançar como candidato à presidência da República. Executivos da Globo e membros da família Marinho o fizeram repensar a candidatura neste momento, conforme noticiou o site Notícias da TV.

A colunista Cristina Padiglione, do jornal Folha de S. Paulo, informa que o novo programa de Luciano Huck nas tardes dominicais deve ser criado do zero. Ou seja, o apresentador não herdará nenhum quadro comandado por Faustão e nem levará atrações do Caldeirão para o programa.

A emissora quer fazer um programa que combine com o perfil do novo apresentador e com o público. A produção pesquisa formatos de games e reality shows que possam integrar a grade, bem como o nome do show. A Dança do Famosos, um sucesso conduzido por Faustão, pode ganhar programa solo.

E já que Huck deve estar nas tardes de domingo, quem será o novo apresentador ou apresentadora das tardes de sábado? A Globo também pesquisa um sucessor para o Caldeirão. As mudanças são históricas na maior emissora do país.

 

 

*Redação VEJA São Paulo

SÃO PAULO/SP - Fortalecido após chegar ao segundo turno na disputa pela prefeitura de São Paulo no ano passado, o líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, deve se consolidar como a principal liderança nacional do PSOL e isolar as correntes antipetistas da legenda em setembro, quando o partido vai realizar seu próximo congresso.

Pelas projeções de líderes do partido ouvidos pelo Estadão, a chapa articulada por Boulos deve vencer a corrente que é contra uma aliança com o ex-presidente Luiz Inácio da Silva na disputa presidencial do ano que vem – o petista, que recuperou os direitos políticos, lidera as pesquisas de intenção de voto à Presidência.

Fundado a partir de uma dissidência do PT, o partido lançou candidatura própria em todas as eleições presidenciais desde a sua criação, em 2005. Com um discurso de oposição sistemática à esquerda aos governos petistas, o PSOL caminha agora para uma nova correlação interna de forças. Batizada como “Revolução Solidária”, a corrente criada por Boulos se uniu ao grupo “Primavera Socialista”, liderado pelo deputado Ivan Valente, que também prega uma aproximação com o PT.

“Essa vai ser a principal disputa no congresso do PSOL: uma posição pública sobre 2022. Na nossa avaliação, não há um cenário que indique vitória do Bolsonaro no 1.° turno. Não faz sentido o PSOL abrir mão de sua independência e programa”, disse a deputada federal Sâmia Bomfim (SP).

Ela integra o grupo Movimento Esquerda Socialista (MES), que é contra o apoio a Lula a até “lançou” o deputado Glauber Braga (RJ) como pré-candidato ao Palácio do Planalto. “Desde que recuperou seus direitos políticos, o Lula sinaliza mais para o Centrão e a direita liberal do que à esquerda. Seria irresponsabilidade o PSOL não apresentar um nome próprio”, disse.

Dissidente do PT e um dos fundadores do partido, Ivan Valente discorda. “Lula é muito competitivo e tem uma atração muito forte na base do eleitorado progressista. Ainda tem gente com a visão de que o PT pode cooptar o PSOL. Não vejo esse risco”, afirmou.

Procurado, Boulos não se manifestou sobre a disputa interna, mas seus aliados dizem que ele vai entrar “com tudo” no congresso do partido após filiar militantes do MTST, do movimento estudantil e de movimentos sociais que o apoiaram na eleição. Alinhado com Boulos, o atual presidente do PSOL, Juliano Medeiros, deve ser reconduzido ao cargo.

Enquanto o PSOL se move para a órbita de Lula, o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) adotou o antipetismo como uma estratégia em busca do eleitor de esquerda que se decepcionou com o ex-presidente. Esse discurso causou reações no PDT.

O primeiro a vocalizar a discordância foi o deputado federal Túlio Gadelha (PE), que se reuniu recentemente com Boulos e outras lideranças do PSOL em uma sinalização de que pode mudar de partido. Em entrevistas, Gadelha disse achar um “erro” os ataques de Ciro a Lula.

O ex-deputado Miro Teixeira (RJ), que deixou a Rede e voltou ao PDT este ano para coordenar a campanha de Ciro, disse que discorda “dessa linha radical contra Lula”.

 

 

*Por: Pedro Venceslau / ESTADÃO

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