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Redação

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 Jornalista/Radialista

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Os indicadores de latrocínios, roubos a bancos e extorsões mediante sequestro permaneceram estáveis

 

RIBEIRÃO PRETO/SP - A região de Ribeirão Preto terminou o mês de outubro com redução nos indicadores de casos e vítimas de homicídios. No período, indicadores de latrocínios, roubos a bancos e extorsões mediante sequestro ficaram estáveis.

Os números de ocorrências e de vítimas de homicídios recuaram de 25 para 15 na comparação dos meses de outubro de 2020 e 2021. As somas são as menores da série histórica do período, iniciada em 2001.

Assim, as taxas dos últimos 12 meses (de novembro de 2020 a outubro de 2021) ficaram em 6,23 ocorrências e 6,39 vítimas a cada 100 mil habitantes. 

Mais uma vez as extorsões mediante sequestro permaneceram sem registro, como acontece desde 2019 na série histórica. É a 18ª vez que a modalidade fica zerada em um mês de outubro.

No mês passado, foi um caso e uma vítima de roubo seguido de morte. O mesmo aconteceu no décimo mês de 2020. Já os estupros, passaram de 73 para 78 na comparação mensal.

Roubos e furtos

O indicador de roubos de cargas oscilou de oito para 14 na região, na comparação dos meses de outubro de 2020 e 2021. Enquanto os roubos a bancos permaneceram zerados pela sétima vez consecutiva na série.

Em contrapartida, ainda na análise mensal, os roubos em geral e de veículos subiram 33,7% e 11,6%, com 504 e 77 ocorrências registradas, respectivamente. Os furtos em geral e de veículos aumentaram passaram de 2.407 para 3.203 e de 306 para 418, respectivamente.

IBATÉ/SP - Na sexta-feira (26) a Prefeitura de Ibaté por meio da Secretaria de Saúde deu início a Campanha de Vacinação contra a Covid-19 em escolas da rede Estadual de ensino, direcionada para os adolescentes entre 12 a 17 anos.

A primeira unidade a receber o serviço foi a Etec de Ibaté "Centro Paula Souza", e na próxima semana outras unidades da cidade contarão com a vacinação.

De acordo com a Secretária da Saúde de Ibaté, Elaine Sartorelli Breanza, com essa iniciativa a cidade terá a possibilidade de acelerar o processo de vacinação no município.

"Durante a semana nos reunimos com diretores das escolas propondo a imunização dos alunos de 12 a 17 anos que estão com o esquema vacinal em atraso. Orientamos aos alunos sobre a obrigatoriedade de portar a carteira de vacinação e documento com foto", explicou.

SÃO PAULO/SP - A pandemia foi como um terremoto na já capenga economia brasileira. Depois de um ano salvo pelo Auxílio Emergencial, a realidade se impôs numa primeira onda que abalou os resultados do mercado no terceiro trimestre deste ano. As vendas de varejo no Carrefour e no Grupo Pão de Açúcar caíram 8% e 5%, respectivamente, pressionadas pelo declínio de categorias não alimentares. E este parece ser só o começo. Com a quarta maior taxa de desemprego do mundo, segundo ranking da Austin Rating, e ameaça de recessão, o cenário que se desenha para 2022 no Brasil é sombrio. “Ainda há incertezas sobre o ano que vem, mas a perspectiva no setor é negativa”, disse Eduardo Terra, presidente da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo. Ao longo do ano, o consumidor desceu para marcas mais baratas e migrou em parte para o atacarejo. Seu último recurso agora é enxugar o carrinho de compras. Se confirmada a tendência, veremos a retração do consumo alimentar ­— um dos mais resilientes a crises —, o que não acontecia desde 2016.

Nos supermercados, a reação foi rápida. Para o GPA, uma das saídas foi apagar o Extra Hiper do seu portfólio. O grupo fechou acordo de R$ 5,2 bilhões com a rede de atacarejo Assaí, controlada pela mesma holding, para passar 71 lojas à bandeira irmã. Dos 32 hipermercados que seguem nas mãos do GPA, 28 serão readequados a formatos mais rentáveis e quatro serão desinvestidos. A receita da companhia com o Extra Hiper recuou 14% no último trimestre ante o mesmo período do ano passado, para R$ 2,6 bilhões. No relatório financeiro, a varejista atribuiu o resultado ao reposicionamento de preço regular e à retomada das promoções para mitigar os efeitos da economia sobre as vendas. Terra lembra que a alta dos juros e a inflação de dois dígitos impactam principalmente o consumo da população de baixa renda, maioria dos 25 milhões de trabalhadores autônomos no País, segundo a PNAD Contínua. Desprotegido das perdas de poder aquisitivo, o grupo deve cortar gastos de itens essenciais no próximo ano.

© Fornecido por IstoÉ Dinheiro

 

RITMO DE ADEUS Às vésperas do fim, a rede Extra Hiper está mais no clima de Black Friday que o restante do setor, com descontos para liquidar estoque de eletrônicos e produtos têxteis. Outras bandeiras acompanham o ritmo de saldão, mas a iniciativa tem prazo para acabar: março de 2022 — quando se conclui a transição para o Assaí. Em videoconferência com o mercado no início deste mês, Jorge Faiçal, CEO do GPA, apontou a economia como freio para políticas de descontos. Em vez disso, o grupo tenta sustentar as vendas pelo incremento da operação on-line, pela expansão da rede física ­— com 100 novas lojas até 2024 — e pelo fortalecimento das marcas próprias, que representaram 21% da receita no terceiro trimestre.

O Carrefour também investe na projeção da sua carteira de produtos, motivado pela margem maior e mais previsibilidade no estoque. “Tiramos os atravessadores do processo e ganhamos mais rastreabilidade”, afirmou Joaquim Sousa, diretor-comercial da rede no Brasil. O desenvolvimento de sete células de trabalho com produtores locais permitiu à companhia driblar o encarecimento do frete e diminuir o impacto da inflação sobre a categoria alimentar, para a qual a fatia dos custos logísticos pesa mais. Graças à dinâmica, a empresa consegue organizar campanhas sazonais de congelamento de preços das marcas próprias, que vêm crescendo 20% ao ano.

RIO DE JANEIRO/RJ - O presidente Jair Bolsonaro disse na 6ª feira (26) que o Brasil e o mundo não aguentam um novo lockdown, ao comentar sobre a possibilidade da chegada de uma nova variante da covid-19, como está sendo cogitada com a cepa surgida na África do Sul e que tem se espalhado por outros países. Ele participou, nesta tarde, das comemorações do 76° Aniversário da Brigada de Infantaria Pára-quedista, no Rio de Janeiro.

“Tudo pode acontecer. Uma nova variante, um novo vírus. Temos que nos preparar. O Brasil, o mundo, não aguenta um novo lockdown. Vai condenar todo mundo à miséria e a miséria leva à morte também. Não adianta se apavorar. Encarar a realidade. O lockdown não foi uma medida apropriada. Em consequência da política do 'fique em casa e a economia a gente vê depois', a gente está vendo agora. Problemas estamos tendo”, disse Bolsonaro.

Sobre a possibilidade de fechar fronteiras, o presidente disse que não tomará nenhuma medida irracional. Também disse que não tem ingerência sobre a realização de festas de carnaval, que são afeitas aos níveis estaduais e municipais de governo.

“Eu vou tomar medidas racionais. Carnaval, por exemplo, eu não vou pro carnaval. A decisão cabe a governadores e prefeitos. Eu não tenho comando no combate à pandemia. A decisão foi dada, pelo STF, a governadores e prefeitos. Eu fiz a minha parte no ano passado e continuo fazendo. Recursos, material, pessoal, questões emergenciais, como oxigênio lá em Manaus”, disse.

Segundo ele, o Brasil é um dos países que melhor está saindo na economia na questão da pandemia. “Nós fizemos a nossa parte. Se o meu governo não tiver alternativas, todo mundo vai sofrer, sem exceção. Não vai ter rico, pobre, classe social. Temos certeza que dá para resolver esses problemas. Eleições são em outubro do ano que vem. Até lá, é arregaçar as mangas, trabalhar. Tem 210 milhões de pessoas no Brasil que, em grande parte, dependem das políticas adotadas pelo governo”, ressaltou.

Sobre a aprovação do projeto de lei que limita o pagamento dos precatórios -  dívidas públicas com ordem judicial de pagamento -, a maioria com muitos anos de atraso, Bolsonaro frisou que não prejudicará os mais pobres.

“Dívidas de até R$ 600 mil, nós vamos pagar. Nenhum pobre, que há 20, 30, 40 anos tem dinheiro para receber, vai ficar sem receber. Agora, quem tem para receber mais de R$ 600 mil, e só Deus sabe como aparece esse precatório, nós vamos parcelar isso daí”, disse.

 

Brigada Pára-quedista

O presidente participou das comemorações do 76° Aniversário da Brigada de Infantaria Pára-quedista, onde serviu quando estava no Exército. Devido ao cancelamento no ano passado, por causa da pandemia, este ano o evento envolveu duas turmas de jubilandos de 25 anos e duas de 50 anos.

A cerimônia contou com demonstrações de salto livre dos Cometas, a Equipe de Salto Livre do Exército e da Companhia de Precursores Pára-quedista, tropa de destaque dentro da Brigada. Também teve desfile da tropa de veteranos paraquedistas.

A Brigada de Infantaria Pára-quedista, tropa de elite com alto grau de operacionalidade, foi criada em 1945, tendo como origem a Escola de Pára-quedistas. Ao longo das últimas décadas, a Brigada conquistou a confiança e o respeito no país e na comunidade internacional, devido à participação em diversas operações de paz da Organização das Nações Unidas (ONU).

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