Jornalista/Radialista
EUA - James Gunn revelou que “Guardiões da Galáxia Vol. 3” marcará a despedida da atual formação do grupo de super-heróis, numa história que tende a ser bem diferente do tom leve e alegre dos dois primeiros filmes.
Prometendo uma história “grandiosa e sombria”, o diretor reforçou em entrevista ao podcast Hero Nation, do site americano Deadline, que o capítulo final da trilogia espacial “será o nosso fim e a última vez que veremos essa formação de Guardiões”.
Ele destacou que a trama será “diferente do que as pessoas esperam que seja”. “Só quero que seja leal aos personagens, à história e dê às pessoas o encerramento que elas merecem. Isso sempre é assustador, [mas] estou fazendo meu melhor. (…) Sei que a maioria dos terceiros filmes em uma trilogia são ruins”.
Escrito e dirigido por James Gunn, “Guardiões da Galáxia Vol. 3” tem estreia prevista apenas em 2023. Antes disso, os personagens ainda serão vistos em “Thor: Amor e Trovão”, que chega aos cinemas brasileiros em 7 de julho.
Extorsões mediante sequestro permaneceram zeradas e roubos a banco estáveis
RIBEIRÃO PRETO/SP - A região de Ribeirão Preto terminou o ano de 2021 com aumento na quantidade de prisões e armas de fogo ilegais apreendidas. O indicador de roubo a bancos permaneceu estável e as extorsões mediante sequestro zeradas.
No ano passado, o trabalho das polícias paulistas resultou em crescimento de 7% no número de prisões realizadas, se comparado a 2020. O número passou de 14.106 para 15.093.
O mesmo ocorreu com a quantidade de armas de fogo ilegais apreendidas, que subiu 6,84% - de 1.053 para 1.125.
No período, foram registrados 4.284 flagrantes por tráfico de entorpecentes.
Indicadores criminais
Em 2021, houve 2 ocorrências de roubo a banco na região. A quantidade é a mesma registrada em 2020.
O indicador de extorsões mediante sequestro, por sua vez, permaneceu zerado pela segunda vez consecutiva.
Outros crimes patrimoniais, no entanto, tiveram alta no ano passado, se comparado ao ano anterior.
Os furtos em geral e de veículos, subiram, respectivamente, 24,2% e 30,2%. O primeiro somou 34.869 boletins e o segundo 4.513 registros.
Nos roubos de carga a alta foi de 67,9%, com um total de 188 casos.
Os roubos em geral e de veículos, por sua vez, cresceram 22,3% e 12,5%, nesta ordem. O primeiro somou 5.560 ocorrências e segundo 999 registros.
Homicídios, latrocínios e estupros
Em 2021, houve 51 casos a mais de homicídios dolosos, em comparação com 2020, totalizando 246 boletins. Na quantidade de vítimas o acréscimo foi de 52 registros, somando 252 mortes.
Com os resultados, as taxas dos últimos 12 meses (de janeiro a dezembro de 2021) ficaram em 6,78 ocorrências e 6,95 vítimas de mortes intencionais para cada grupo de 100 mil habitantes.
Os casos e vítimas de latrocínios passaram igualmente de 15 para 19. Os estupros cresceram 27,7%, com 1.038 ocorrências registradas.
IBATÉ/SP - A cidade de Ibaté recebeu mais 500 cestas básicas. A doação veio por meio do Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo.
Adriana Adegas Martinelli, diretora da Assistência Social e presidente do Fundo Social de Ibaté, explica que essa foi a quinta remessa de cestas, totalizando 3.552 unidades, que foram enviadas pelo governo estadual. “Essa ajuda é de extrema importância, uma vez que, estes alimentos são destinados às famílias que enfrentam dificuldades e vivem em situação de vulnerabilidade, agravada por conta da pandemia”, contou.
A diretora lembra que o número de atendimentos aos moradores tem aumentado cada vez mais. “Cada ajuda é bem-vinda, diante do momento pelo qual estamos passando. A Secretaria Municipal de Bem Estar e Promoção Social não tem deixado nenhuma família que necessite, sem auxílio e atendimento digno”, afirmou.
Cada cesta é composta por arroz tipo 1, feijão tipo 1, macarrão, açúcar refinado, sal refinado, óleo, leite em pó, extrato de tomate, sardinha em óleo, farinha de mandioca e biscoito tipo maisena, pesando em torno de 16kg. “Em nome da cidade de Ibaté, agradecemos ao governo estadual por toda a atenção que está tendo para com esses moradores que passam por dificuldades”, relatou a diretora.
As famílias que buscam atendimento na Assistência Social fazem um cadastro e passam por uma avaliação técnica que determinar o tipo de auxilio necessário. A Assistência Social também faz o acompanhamento dessas famílias.
Adriana ressalta que a Prefeitura de Ibaté também continua fazendo a aquisição de cestas básicas e que a doação do Estado ajuda suplementar esse atendimento. Ela aproveitou para lembrar que a Secretaria está aberta ao recebimento de doações. “Temos um sistema de cadastro de toda a população e as doações podem ser realizadas diretamente aqui na nossa sede. Mais informações no telefone (16) 3343.3043 ou 3343-5733”, finalizou.
Alta registrada é de 21,8%, na comparação anual
SÃO PAULO/SP - Em janeiro, o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) da capital paulista registrou alta de 21,8%, em relação ao mesmo período do ano passado. Na variação mensal, o indicador avançou 2,1%, ao passar de 117,1 pontos, em dezembro, para os atuais 119,6 pontos. É a oitava alta consecutiva do índice mensal da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).
De acordo com a pesquisa, os empresários estão também mais otimistas quanto à ampliação dos negócios. O índice que mede a Expansão do Comércio (IEC) avançou 2,3%, saindo de 116,8 para 119,4 pontos. Na comparação anual, o aumento observado foi de 22,4%. Já o Índice de Estoques (IE) subiu 4%, na passagem de dezembro para janeiro, e 17,2%, em relação ao ano passado. Atualmente, o indicador registra 117,7 pontos.
O Índice das Condições Atuais do Empresário do Comércio (ICAEC) – que compõe o ICEC – avançou 6,1%, registrando 101,2 pontos e retornando para a linha do otimismo após 21 meses. A expectativa dos gestores (IEEC), no entanto, caiu 0,6%, apontando 149 pontos. O índice de investimento (IIEC) registrou alta de 2,4% e obteve 108,6 pontos. Na base de comparação anual, os três quesitos registraram crescimento: o primeiro avançou 51,7%; o segundo, 9%; e o terceiro, 19%.
Os subíndices que integram o IEC também cresceram em janeiro. O índice que mede as expectativas para contratação de funcionários subiu 2,3% (138,4 pontos), ao passo que o nível de investimento das empresas aumentou 2,3% (100,5 pontos). O indicador não rompia a barreira que separa pessimismo de otimismo desde janeiro de 2014, quando registrou 106,7 pontos. Na comparação interanual, os dois quesitos apresentaram alta: 11,8% e 40,8%, respectivamente.
A proporção dos empresários que consideram adequada a situação dos estoques avançou 1,8%, saindo de 56,2%, em dezembro, para 58%, em janeiro. Entre os que relatam o contrário, a porcentagem caiu 2,5%, passando para 26,8%. Houve queda também entre os gestores que consideram os estoques abaixo do desejado (0,1%), registrando 13,7%. Os que avaliam que os estoques estão adequados segue sendo maior: 58% contra 40,5%. Embora os efeitos da falta de insumos no varejo ainda persistam, os estoques já demonstram sinais graduais de normalização.
Queda das expectativas
Para a FecomercioSP, o ano se inicia com incertezas para a classe empresarial, que podem se intensificar nos próximos meses com o avanço da variante ômicron. Os empresários já emitem sinais de arrefecimento das expectativas para os próximos meses. A queda do otimismo está diretamente ligada a fatores econômicos derivados da desaceleração do consumo, causada pela deterioração das condições financeiras das famílias e pela baixa perspectiva de crescimento da atividade econômica em 2022.
Desta forma, as empresas devem ter cautela na elaboração do planejamento estratégico. Traçar planos de resiliência, reduzir despesas fixas e criar estruturas austeras e flexíveis são medidas que podem ajudar a eliminar barreiras e imprevistos.
Notas metodológicas
ICEC
O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) contempla a percepção do setor em relação ao seu segmento, à sua empresa e à economia do País. São entrevistas feitas em painel fixo de empresas, com amostragem segmentada por setor (não duráveis, semiduráveis e duráveis) e por porte de empresa (até 50 empregados e mais de 50 empregados). As questões agrupadas formam o ICEC, que, por sua vez, pode ser decomposto em outros subíndices que avaliam as perspectivas futuras, a avaliação presente e as estratégias dos empresários mediante o cenário econômico. A pesquisa é referente ao município de São Paulo, contudo sua base amostral reflete o cenário da região metropolitana.
IEC
O Índice de Expansão do Comércio (IEC) é apurado todo o mês pela FecomercioSP desde junho de 2011, com dados de cerca de 600 empresários. O indicador vai de 0 a 200 pontos, representando, respectivamente, desinteresse e interesse absolutos em expansão de seus negócios. A análise dos dados identifica a perspectiva dos empresários do comércio em relação a contratações, compra de máquinas ou equipamentos e abertura de novas lojas. Apesar desta pesquisa também se referir ao município de São Paulo, sua base amostral abarca a região metropolitana.
IE
O Índice de Estoque (IE) é apurado todo o mês pela FecomercioSP desde junho de 2011 com dados de cerca de 600 empresários do comércio no município de São Paulo. O indicador vai de 0 a 200 pontos, representando, respectivamente, inadequação total e adequação total. Em análise interna dos números do índice, é possível identificar a percepção dos pesquisados relacionada à inadequação de estoques: “acima” (quando há a sensação de excesso de mercadorias) e “abaixo” (em casos de os empresários avaliarem falta de itens disponíveis para suprir a demanda em curto prazo). Como nos dois índices anteriores, a pesquisa se concentra no município de São Paulo, entretanto sendo a sua base amostral considera a região metropolitana.
Sobre a FecomercioSP
Reúne líderes empresariais, especialistas e consultores para fomentar o desenvolvimento do empreendedorismo. Em conjunto com o governo, mobiliza-se pela desburocratização e pela modernização, desenvolve soluções, elabora pesquisas e disponibiliza conteúdo prático sobre as questões que impactam a vida do empreendedor. Representa 1,8 milhão de empresários, que respondem por quase 10% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e geram em torno de 10 milhões de empregos.
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