Jornalista/Radialista
SÃO PAULO/SP - O clima não anda nada bom no estúdio do “Mais Você”, da Globo em São Paulo. Segundo fontes de IstoÉ Gente, Ana Maria Braga e o Louro Mané (interpretado pelo ator Fabio Caniatto), filho do saudoso Louro José, estariam vivendo alguns ‘desencontros de afinidade’ durante a atração matinal.
Nas últimas semanas, a apresentadora deixou o boneco no vácuo (falando sozinho) quando ele se pronunciou em determinadas pautas. Uma durante a entrevista com o ex-BBB Rodrigo Mussi e outra com outros convidados do programa.
Fomos informados que a produção do “Mais Você” estaria dando toques para Ana Maria – para que não gere uma repercussão na mídia e entre os internautas nas redes sociais sobre a falta de entrosamento dos colegas de trabalho.
No início do mês de abril deste ano, Louro Mané chegou na atração para substituir o Louro José, interpretado por Tom Veiga, que morreu em novembro de 2020 em decorrência de um AVC. Vale lembrar que quando foi especulado que teria um novo boneco no matutino, Ana Maria não teria gostado muito da ideia, mas acabou acatando devido ordens da direção da emissora.
Fabio Caniatto, o artista por trás do fantoche, tem contrato vigente com a TV Globo até 2023. Ele é pesquisador de máscaras e manipulação de bonecos, já foi ator da série infantil “Que Monstro Te Mordeu” (TV Cultura/Primo Filmes), orientador artístico e light designer do Programa “Fábricas de Cultura”, da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo.
Letícia Sena / ISTOÉ GENTE
De janeiro a maio, também houve redução nos furtos em geral, roubos de cargas, de veículos e em geral
RIBEIRÃO PRETO/SP - A região de Ribeirão Preto terminou maio com queda nos indicadores de homicídios, furtos de veículos, roubos em geral e de cargas. No acumulado do ano, os roubos e furtos em geral também caíram, assim como os casos de roubos de cargas e de veículos.
A análise dos dados criminais usa como referência o mês de maio e os cinco primeiros meses de 2019, primeiro ano pré-pandemia em que não houve restrição da circulação das pessoas. Nos últimos dois anos, São Paulo viveu um período de grande isolamento social, causado pela pandemia do coronavírus e que impactou diretamente na dinâmica criminal. Em 2020, a média de pessoas que permaneciam em suas casas, medida pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), foi de 45%. Já em 2021, o número ficou em 42%. O índice de isolamento social, amplamente divulgado nos dois anos, foi calculado pelo IPT com base em informações sobre a movimentação de celulares, fornecidas pelas prestadoras de serviços de telecomunicação.
A região registrou 22 homicídios dolosos em maio, um a menos que no mesmo mês de 2019. Com o resultado, a taxa de mortes intencionais dos últimos 12 meses (de junho de 2021 a maio de 2022) ficou em 6,82 para cada grupo de 100 mil habitantes.
Foram registrados 2 latrocínios em maio. Em 2019, nenhum caso.
Os roubos em geral caíram 11,9%, passando de 522 para 460 registros. Este foi o menor total desde o início da série histórica, sem considerar 2020 e 2021. Já de janeiro a maio, o indicador recuou 18,1%, caindo de 2.892 para 2.368.

Os casos de estupros e roubos a bancos permaneceram estáveis. O primeiro indicador teve 83 registros em maio dos dois anos. Já o segundo, permaneceu zerado no período, bem como no acumulado do ano.
Os roubos de veículos cresceram na região, registrando alta de 8,2% em maio. Foram de 97 para 105 boletins. No acumulado dos primeiros cinco meses, foi mantida redução de 6,3%, com queda de 512 para 480 registros.
Os furtos de veículo caíram de 432 para 416 casos, em maio, ou seja, redução de 3,7%.
A região registrou 11 roubos de carga, um a menos que em maio de 2019. No acumulado de janeiro a maio, também houve recuou nos roubos de cargas, de 72 para 60 casos, ou seja, redução de 16,7%.
Os furtos em geral foram de 3.353 boletins para 3.419, alta de 2%. No acumulado do ano, o indicador oscilou 0,3%, passando de 16.693 para 16.651 ocorrências.
Produtividade
O trabalho das polícias paulistas na Região de Ribeirão Preto, no mês passado, resultou em 1.375 prisões e na apreensão de 69 armas de fogo ilegais. Também foram registrados 338 flagrantes por tráfico de entorpecentes.
Dados estatísticos
Confira os dados estatísticos do Estado por ano e mês clicando aqui .
IBATÉ/SP - A festividades de Aniversário dos 129 anos de Ibaté também contaram com uma programação musical de muita qualidade.
Nos dias 25 e 26 de junho, nas dependências da Praça dos Três Poderes, aconteceu o 2º Ibaté Moto Festival, que reuniu motociclistas de diversos Moto Clubes e Moto Grupos das mais variadas regiões do estado e do país.
No palco da Praça dos Três Poderes, o sábado (25) e o domingo (26) do público presente. Na noite de sábado, pela primeira vez na cidade e região, a Banda Plebe Rude subiu ao palco para cantar seus grandes sucessos aos fãs do rock nacional.
O evento agradou e surpreendeu até mesmo aqueles que estão acostumados com festas grandiosas deste segmento. “Foi uma festa memorável. A Prefeitura de Ibaté está de parabéns por realizar um evento dessa envergadura, oferecendo toda a estrutura e condições necessárias aos motociclistas e amantes do rock-roll. Quem veio este ano para cá, com certeza, voltará em 2023”, afirmou Marcos Murta, responsável pela realização do Barretos Motorcycles, que é organizado pelo Clube Os Independentes daquela cidade.
No domingo, o encerramento das festividades ficou por conta da dupla Rionegro & Solimões. Assim que o sol se pôs, o público sertanejo começou a tomar as dependências da área onde a Prefeitura de Ibaté montou o palco principal do evento. Pontualmente às 20h, os cantores estavam em cima do palco.
Cerca de 20 mil pessoas assistiram ao show dos cantores que cantaram sucessos como “Peão Apaixonado”, “Frio da Madrugada”, “A Gente Se Entrega”, “De São Paulo a Belém”, “Na Sola da Bota”, entre tantas outras canções que emocionaram e embalaram o público presente, bem como, o hit do momento: “Saudade de Ex”.
O prefeito José Luiz Parella agradeceu todos os envolvidos na organização das festividades. “Obrigado a cada um dos nossos funcionários envolvidos, bem como, da nossa população que participou e prestigiou nossos eventos. Todos estão de parabéns, as pessoas que prestigiaram cada um dos eventos e nossos funcionários que trabalharam para que pudéssemos realizar essa linda festa aqui em Ibaté. Ano que vem tem muito mais”, finalizou.
SÃO BERNARDO DO CAMPO/SP - Ontem (27), a fábrica de São Bernardo do Campo da Volkswagen do Brasil, na região metropolitana de São Paulo, concedeu 10 dias de férias coletivas aos funcionários, em razão falta de semicondutores, conforme confirmou a empresa.

O Sindicato dos Metalúrgicos do ABC informou que 3 mil trabalhadores terão em férias coletivas em função da falta de peças e componentes eletrônicos para finalizar a produção dos veículos. Os metalúrgicos ficarão fora da fábrica até 7 de julho. A montadora não informou o número de funcionários envolvidos.
De acordo com informações do sindicato, a crise dos semicondutores tem diversos fatores, mas que para o setor automobilístico o principal é a disponibilidade restrita de fabricação dos componentes para o setor por parte de fornecedores. Ainda segundo a entidade, essa é uma crise bem ampla que envolve fatores geopolíticos, logística, pandemia e até fatores climáticos, e já vem de no mínimo três anos.
A montadora já havia colocado cerca de 2,5 mil metalúrgicos em coletivas no mês de maio por problemas na cadeia de fornecimento de peças. Dados do sindicato dão conta de que a empresa conta com cerca de 8,2 mil trabalhadores na planta de São Bernardo, sendo 4,5 mil na produção.
O coordenador-geral da representação do sindicato na Volkswagen, José Roberto Nogueira da Silva, avalia que a falta de componentes tem impactado não só o ramo automotivo, mas todo setor industrial brasileiro. “Este é um problema que vem afligindo não só a indústria automobilística. Toda a indústria nacional vem sendo impactada. Isso acaba atingindo diretamente os trabalhadores. A falta de política industrial e de desenvolvimento no país tem causado a desestruturação da cadeia produtiva nacional”, disse, em nota.
Segundo Silva, um acordo vigente na montadora, negociado entre sindicato e a empresa, dá aos trabalhadores tranquilidade em relação aos empregos. “É muito importante neste momento termos um acordo de longo prazo que prevê situações como esta que vem perdurando a muito tempo. O acordo dá previsibilidade para trabalhadores se organizarem e também para a empresa pensar o futuro da planta”.
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