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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - A Câmara Municipal realizou na última sexta-feira (29), no Edifício Euclides da Cunha, a sessão solene de entrega dos títulos de comerciantes dos anos de 2020, 2021 e 2022, bem como, os comerciantes homenageados do mesmo período, eleitos pela Associação Comercial de São Carlos (ACISC), em reconhecimento aos relevantes serviços prestados ao desenvolvimento do município.

 A solenidade foi presidida pelo vereador e presidente da Câmara Roselei Françoso, e contou com o vereador Marquinho Amaral como orador oficial. Estiveram presentes também, o presidente da OAB São Carlos, Renato Barros, a secretária da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, Amariluz Garcia Ferreira, representando o prefeito, o presidente da ACISC, José Fernando Domingues, o vice-presidente do Sincomercio João Vagner Luzzi, e o vereador André Rebello.

 Na solenidade, foram homenageados os Comerciantes do Ano Hamilton Carlos Campanini – Nanmi Gastronomia e Bar Ltda (edição de 2022), Daniele Fernanda Favoretto Valenti – CATE Valenti (edição de 2021) e Danilo Loretto – Sumirê (edição de 2020). Receberam o título de Comerciante Homenageado Jaime Celso Bruno – Jayme Modas (edição de 2022), Edison de Oliveira Cardoso – Kilomodas (edição de 2021) e Lucilene Gentil Moreira Pugliesi – Cacau Show (edição de 2020).

 O título de Comerciante do Ano é atribuído a comerciantes que tiveram significativo sucesso empresarial nos anos recentes e o de Comerciante Homenageado do Ano premia varejistas com mais de 20 anos na atividade. A solenidade na Câmara foi oficializada pela Lei Municipal No.7435, de 1975.

SÃO CARLOS/SP - O envelope contendo a proposta referente à habilitação da Concorrência Pública Nº 01/2022, Processo Nº 8479/2020, do tipo menor valor de custo por quilômetro (percorrido), objetivando a outorga, em caráter de exclusividade, da concessão para a exploração do sistema de transporte coletivo no município foi aberto nesta segunda-feira (01/08) pela Comissão Permanente de Licitações em sessão pública.
Aberto o envelope, toda documentação foi disponibilizada para vistas e rubricas e depois de conferida, foi extraído o seguinte valor proposto para esta contratação: R$ 6,64 (seis reais e sessenta e quatro centavos) por quilometro rodado. A RIGRAS TRANSPORTES era a única licitante remanescente habilitada neste certame. 
Considerando a necessidade de avalição técnica da planilha GEIPOT apresentada, por parte da Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito, a Comissão decidiu suspender a sessão e encaminhar os autos para a devida avaliação, dando prosseguimento somente após a manifestação da SMTT.
O valor estimado desta licitação é de R$ 493.448.590,50, tendo em vista que o prazo de vigência da concessão é de 10 anos, podendo ser prorrogável por mais 10, e a receita anual estimada na operação do sistema de transporte coletivo do município é da ordem de R$ 49.344.859,05.
A frota operacional deve ter 91 veículos, sendo 59 veículos tipo ônibus básico, 22 veículos do tipo midiônibus (ônibus maior que o micro-ônibus), 3 veículos tipo miniônibus (adaptados) para atendimento do serviço porta a porta. A frota ainda deve ser formada por 7 veículos reserva, sendo 5 veículos tipo ônibus básico e 2 midiônibus. A vida útil dos veículos deve respeitar o limite máximo de 10 anos de idade por veículo. Já a idade média da frota deverá ser de 5 anos.

SÃO CARLOS/SP - Atletas e anônimos estão inconformados com tamanho descaso em relação ao canteiro central da Avenida Henrique Gregori, em São Carlos, pois a falta de poda das árvores, o lixo e a escuridão são os grandes problemas.

Os internautas entraram em contato com o São Carlos no Toque e com a Rádio Sanca para relatar que o medo predomina na região.

“Uma avenida que seria muito bem cuidada em qualquer município, mas em São Carlos está as traças” disse uma mulher que fazia caminhadas por lá.

Outra pessoa que também deixou de fazer seus exercícios por medo, nos disse que tem esperanças de um dia voltar a caminhar por lá. “As lâmpadas estão apagadas e com a falta de poda das arvores, nos deixa amedrontado, pois sem esses dois quesitos contribuem e muito para criminalidade. Iluminação é segurança, pois os bandidos não querem luz, ou seja, está bem propicio para o crime” desabafou.

De dia muitas pessoas ainda caminham por lá, mas a noite é um breu (veja vídeo). Agora, uma coisa que as autoridades poderiam pensar é em enviar a ROCAM e o GAM (motos Polícia e Guarda) para realizar patrulhamentos preventivos no local, tanto de dia, quanto a noite, e assim que limpar, podar e iluminar o canteiro de uma das avenidas mais movimentadas de São Carlos, gerar uma sensação de segurança e as pessoas de bem voltar a utilizar esse espaço público.

Como dizia um grande seriado de tv: "Quem poderá nos defender?"

SÃO CARLOS/SP - O Espaço Galeria do SESI Campinas Amoreiras recebe, a partir do dia 4 de agosto (quinta-feira, às 19h30), a exposição Terra Terreno Território, da fotógrafa e artista visual Dani Sandrini. Com visitação gratuita e acessibilidade, a exposição traz obras com audiodescrição e peças táteis.

 No evento de abertura o público participa de bate-papo com participação da artista, do indígena Netuno Borum Krekmun (artesão e liderança indígena) e de Wagner Souza e Silva (curador da exposição).

 Com o objetivo de provocar reflexões sobre como é ser indígena nas grandes cidades, no século XXI, Dani Sandrini utiliza duas técnicas de impressão fotográfica do século XIX. As imagens foram captadas na Grande São Paulo, em aldeias indígenas (onde predomina a etnia Guarani) e no contexto urbano (que abriga aproximadamente 53 etnias), durante o ano de 2019.

 Terra Terreno Território é composta por dois agrupamentos fotográficos. No primeiro a impressão é feita artesanalmente em papéis sensibilizados com o pigmento extraído do fruto jenipapo (o mesmo que indígenas usam nas pinturas corporais). E no segundo, diretamente em folhas de plantas (taioba, singônio, malvavisco, amora e batata doce). Os processos - chamados de antotipia e fitotipia, respectivamente - se dão artesanalmente, através da ação da luz solar, em tempos que vão de três dias a cinco semanas de exposição.

 As imagens fotográficas - de tamanhos que variam entre 10x15 a 50x75cm - trazem uma temporalidade inversa à prática fotográfica vigente, da rapidez do click e da imagem virtual. “O tempo de exposição longo convida à desaceleração para observar o entorno com outro tempo e sob outra perspectiva. Como a natureza, onde tudo se transforma, esses processos produzem imagens vivas, uma referência a permanente transformação da cultura indígena, que não ficou congelada 520 anos atrás”, reflete a artista.

 A delicadeza do processo orgânico traz também uma consequente fragilidade para as fotografias com a passagem do tempo. A artista explica que “dependendo da incidência de luz natural diretamente na imagem, por exemplo, pode levá-la ao apagamento”. Sandrini considera esta possibilidade como um paralelo ao apagamento histórico que a cultura indígena vem sofrendo em nosso país. Ela diz que “a proposta favorece também a discussão acerca da fotografia com seu caráter de memória e documento como algo imutável, ampliando seus contornos e podendo se vincular ao documental de forma bem mais subjetiva. A certeza é a transformação. A foto não congela o tempo. Os suportes que aqui abrigam as fotografias geram outros significados”, reflete.  

 Com Terra Terreno Território a fotógrafa alerta para a necessidade de compreender a cultura indígena para além dos clichês que achatam a diversidade do termo. “Aqui, a intenção é exatamente oposta: é desachatar, lembrar que muitos indígenas vivem do nosso lado e nem nos damos conta. Já se perguntaram o porquê de essa história ter sido apagada?”, comenta Dani que, no projeto, fotografou pessoas de diversas etnias, oriundas de várias regiões do país, ora posando para um retrato ora em suas rotinas, suas atividades, seus eventos, rituais ou celebrações.

 Terra Terreno Território nasceu do projeto Darueira, em 2018, contemplado no 1° Edital de Apoio à Criação e Exposição Fotográfica, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo por meio da Supervisão de Fomento às Artes. Realizado, em 2019, ganhou exposição na Biblioteca Mario de Andrade, de outubro a dezembro. Em 2020 (no formato online, devido à pandemia), a exposição passou pela Galeria Municipal de Arte, do Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes (Chapecó/SC), Cali Foto Fest (Colômbia) e Pequeno Encontro de Fotografia (Olinda/PE). Em 2021, integrou o Festival Photothings (exposição online no metrô de São Paulo; ensaio escolhido para integrar a Coleção Photothings). Em 2022, além da circulação por unidades do SESI São Paulo, foi selecionada para a Exposição Latinas en París (Fotografas Latam, Fundación Fotógrafas Latinoamericanas).

 Dani Sandrini - Fotógrafa e artista visual, a paulistana Dani Sandrini desenvolve projetos documentais e artísticos, desde 2014, apesar de ser fotógrafa comercial, desde 1998. A depender do projeto e suas singularidades, sua fotografia é colocada nas telas ou papéis, mas também pode conter outros elementos que adicionam significados à imagem final, bem como camadas extras de subjetividade. Pesquisa o entrelaçamento de materiais e suportes com a imagem fotográfica e a ação do tempo sobre a mesma. Dani tem experiência em processos fotográficos alternativos e desenvolve projetos utilizando impressão por transferência, fotografia estenopeica, cianotipia, antotipia e fitotipia.

 

Serviço

 

Exposição: Terra Terreno Território

Artista: Dani Sandrini

Abertura: 4 de agosto – quinta, às 19h30

Bate-papo: Dani Sandrini, Netuno Borum Krekmun e Wagner Souza e Silva.

Local: Espaço Galeria

Temporada: 5 de agosto a 1º de outubro  de 2022

Horário: terça a sábado - das 9h às 11h e das 14h às 20h, exceto feriados.

Visitação gratuita. Classificação: Livre.

Acessibilidade: piso tátil, audioguia, 5 obras táteis e 10 obras com audiodescrição.

Agendamento escolar e de grupos: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

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