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Redação

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 Jornalista/Radialista

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OTTAWA  - O Banco do Canadá anunciou um aumento da taxa de juros menor do que o esperado nesta quarta-feira e disse que está se aproximando do fim de sua campanha histórica de aperto monetário, uma vez que prevê que a economia do país desacelerará ao longo nos próximos três trimestres.

O banco central elevou sua taxa básica de juros em 0,50 ponto percentual, para 3,75%, decepcionando pedidos por outro ajuste de 0,75 ponto percentual. O Banco do Canadá elevou os custos dos empréstimos em 3,50 ponto percentual desde março, um de seus ciclos de aperto monetário mais rápidos de todos os tempos.

O quanto os juros ainda precisarão subir "vai depender de como a política monetária trabalha para desacelerar a demanda, como os desafios da oferta se resolvem e como a inflação e as expectativas de inflação respondem", disse o presidente do banco central, Tiff Macklem, a repórteres em uma entrevista coletiva após a decisão.

"Nossa expectativa é de que a taxa básica precisará subir ainda mais. Isso pode significar outro aumento maior que o normal, pode significar que podemos passar para ajustes de 0,25 ponto percentual, de tamanho mais normal", afirmou.

Quando perguntado sobre se uma recessão era possível, ele disse: "Sim, um pouco -dois ou três trimestres- de crescimento ligeiramente negativo é tão provável quanto dois ou três trimestres de crescimento ligeiramente positivo. Não é uma contração severa, mas é uma desaceleração significativa."

 

 

Por Julie Gordon e David Ljunggren / REUTERS

FRANÇA - O presidente francês Emmanuel Macron deu uma longa entrevista na noite de quarta-feira (26), na qual tratou principalmente de assuntos de política interna. Sem apresentar grandes medidas concretas, o chefe de Estado tentou tranquilizar a população sobre problemas ligados à inflação, à crise energética, à situação do sistema de saúde e à ecologia, além da polêmica reforma da aposentadoria. Mas o líder francês também falou sobre protecionismo, controle migratório e violência. 

Durante pouco mais de uma hora, o líder francês respondeu às perguntas da jornalista Caroline Roux no programa “L’événement” (O evento), que teve como tema, nesta segunda edição, “As urgências francesas”. Logo no início da conversa, Macron reconheceu que a França enfrenta atualmente uma série de crises, citando as consequências da guerra na Ucrânia no setor energético e o aumento dos preços dos alimentos.

“Temos que atravessar essa tempestade e vamos fazê-lo juntos. Para isso, temos que proteger os mais modestos”, disse o chefe de Estado, enumerando, sem dar muitos detalhes, a possibilidade de aumento do salário mínimo, das aposentadorias, a criação de empregos ou ainda o acesso à alimentação mais barata para os estudantes, além das ajudas para as pequenas empresas.

No entanto, Macron insistiu que “essa inflação começou antes da guerra”, lembrando que o mundo saiu desestabilizado da pandemia de Covid-19, quando vários países tiveram que implementar medidas de urgência para conter o impacto sanitário e econômico do surto. “Atravessamos agora uma inflação que é consequência de nossos gastos”, lançou.

 

Aposentadoria aos 65 anos

Já sobre a contestada reforma da aposentadoria, Macron foi mais preciso e explicou que a partir de 2024, a idade mínima para se aposentar, atualmente de 60 anos, vai aumentar de forma gradual. Quatro meses serão adicionados no cálculo anualmente até chegar, em 2031, aos 65 anos. “A reforma da aposentadoria é essencial se quisermos manter nosso modelo social”, insistiu.

Macron também foi questionado sobre a situação dos imigrantes em situação ilegal no país, após a morte em Paris de uma menina de 12 anos, assassinada por uma argelina que deveria ter sido expulsa após ter seu visto vencido. O caso chocou a França e chegou a ser instrumentalizado pela extrema direita, que usou o episódio para pedir mais rigidez do governo em termos de política migratória.

O presidente explicou que é muito difícil mandar embora todos os imigrantes que vivem em situação ilegal no país, já que os dispositivos existentes possibilitam expulsar do território francês imediatamente apenas aqueles que cometeram delitos. Para os demais, um prazo de 30 dias é dado para que a pessoa deixe a França, espontaneamente.

O chefe de Estado disse ainda que a tendência atual de seu governo é acelerar a expulsão dos que cometeram delitos. Mas ao ser questionado sobre declarações feitas por seu ministro do interior, Gérald Darmanin, que associou imigração e delinquência, o presidente resumiu a situação dizendo que “vivemos em uma sociedade que é mais violenta”, que deve ser pacificada. No entanto, mesmo se planeja endurecer as regras, insistiu que “nunca fará um elo existencial entre imigração e falta de segurança”.

Porém, ao se aprofundar na resposta, Macron apontou que em cidades como Paris, onde, segundo ele, há uma forte concentração de imigrantes ilegais, essa parcela de população está “muito presente em casos de delinquência”.

“Não tem como não notar que a metade, pelo menos, dos delinquentes e dos atos de delinquência que observamos, vem de pessoas que são estrangeiras, seja em situação irregular, seja esperando documentos de permanência”, concluiu.

 

 

RFI

QUITO - O Palmeiras se classificou para a final da Taça Libertadores de futebol feminino após derrotar o America de Cali (Colômbia) por 1 a 0, na noite desta quarta-feira (26) no estádio Rodrigo Paz Delgado (Casa Blanca), em Quito (Equador).

O gol da vitória das Palestrinas saiu aos 9 minutos do segundo tempo, quando Byanca Brasil cruzou na área e Ary Borges se antecipou à defesa para marcar de cabeça.

Na grande decisão o Palmeiras medirá forças com o Boca Juniors (Argentina), a partir das 19h (horário de Brasília) da próxima sexta-feira (28).

 

 

AGÊNCIA BRASIL

SÃO PAULO/SP - Cano mostrou mais uma vez porque é o grande nome do Fluminense na atual temporada. O argentino marcou os dois gols da vitória de 2 a 0 do Tricolor sobre o Corinthians, na noite desta quarta-feira (26) na Neo Química Arena, pela 34ª rodada do Campeonato Brasileiro.

A vitória levou o Tricolor das Laranjeiras à 4ª posição da classificação, com 58 pontos, um a mais do que o Timão, que caiu para a 5ª posição com o revés e viu acabar qualquer chance de continuar lutando pelo título da competição.

Em uma partida muito disputada, o Fluminense abriu o placar aos 11 minutos do primeiro tempo. Após cobrança de escanteio, Yago Felipe desviou a bola, que também bateu no lateral Fagner antes de Cano aparecer livre na área para escorar para o fundo do gol.

O segundo veio aos 24 minutos da etapa final, quando o lateral Calegari foi à linha de fundo e cruzou para a área, onde Cano bateu de primeira, cruzado, para marcar um golaço. Com este gol o argentino se isolou na liderança da artilharia do Brasileiro com 20 tentos, dois a mais do que Pedro Raul, do Goiás.

Na próxima rodada, o Tricolor das Laranjeiras visita o Ceará, na segunda (31), para prosseguir na busca por uma vaga para a próxima edição da Libertadores. Já o Timão volta a entrar em campo no sábado (29) para disputar partida atrasada da 32ª rodada contra o Goiás.

 

 

 

AGÊNCIA BRASIL

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