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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - A diretoria da Ordem dos Advogados de São Carlos (OAB São Carlos) fez uma visita à cooperativa de crédito Sicoob Crediacisc, a única fundada em São Carlos há 17 anos com uma diretoria local e voltada à economia local.

O presidente do OAB São Carlos, Renato Cássio Soares de Barros, acompanhado dos diretores Judith Helena Marini e Alex de Pádua foram recebidos pelo diretor presidente do Sicoob Crediacisc, Marcos Martinelli.

“Embora tenhamos cooperados fundadores que integram a OAB, como é o caso da Judith, é fundamental estreitarmos os laços entre as duas instituições genuinamente são-carlenses”, frisou Martinelli.

Martinelli falou sobre o funcionamento da cooperativa de crédito e as vantagens dos advogados e sociedade de advogados do município e região integrarem o quadro social do Sicoob Crediacisc.

“Falar de cooperativismo é falar sobre o ingresso de novos membros, sobre a integralização mínima de quotas de capital, que as tarifas cobradas não visam lucro, que oferecemos um tratamento personalizado, diferentemente do que tem ocorrido nas instituições tradicionais e que nosso objetivo maior é o de promover a educação financeira”, detalhou o presidente.

Para o presidente da OAB São Carlos, é fundamental proporcionar à advocacia possibilidades de investimento, organização financeira, obtenção de propostas de seguros, dentro outros benefícios mais competitivos.

“A intenção é fortalecer o exercício da advocacia e para isso pensamos que o ingresso do advogado na cooperativa poderá ajudar no seu desenvolvimento econômico”, observou o presidente da OAB São Carlos.

SÃO CARLOS/SP - Neste domingo, 23, acontece a 2ª Etapa do Campeonato Paulista de Carrinhos de Rolimã, em São Carlos. O evento ocorre na Avenida São Carlos, entre as ruas Marechal Deodoro e Geminiano Costa.

A organização trás para esse dia uma completa infraestrutura para proporcionar maior segurança e conforto as pessoas que estiverem prestigiando o evento.

Aos motoristas se atentem, pois as ruas citadas estarão interditadas para maior segurança das pessoas.

A Largada será às 8h

ARARAS/SP - O Programa de Melhoramento Genético da Cana-de-Açúcar (PMGCA) é um grupo de pesquisa e extensão do Campus Araras da UFSCar que tem como objetivo a obtenção de variedades de cana-de-açúcar melhoradas e adaptadas às diversas condições climáticas, ou seja, iguais ou superiores às variedades plantadas hoje comercialmente, atendendo às necessidades do setor sucroalcooleiro. Através do PMGCA, a UFSCar integra, junto com outras nove universidades federais, a Rede Interuniversitária para o Desenvolvimento do Setor Sucroenergético (Ridesa), originada do extinto Programa Nacional de Melhoramento da Cana-de-Açúcar, o Planalsucar, programa criado em 1971 para renovar o elenco de variedades de cana-de-açúcar disponíveis no País.

O centro do Campus Araras é destaque dentro da Rede. O PMGCA é responsável pela criação e manejo das variedades RB, sigla das cultivares da Rede, e possui centros experimentais localizados nos municípios de Araras e Valparaíso no estado de São Paulo com extensões em áreas fornecidas pelas empresas participantes do Programa. De acordo com o Censo Varietal 2022, a maioria da cana-de-açúcar plantada nos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul tem origem no PMGCA: 57% da área plantada em São Paulo e 64% em Mato Grosso do Sul utilizam variedades RB, de responsabilidade do Programa.

Além das variedades, outras pesquisas relevantes para o setor são apoiadas pelo Programa. Recentemente, por exemplo, uma pesquisa de Iniciação Científica (IC), desenvolvida no âmbito do Grupo de Estudos em Biotecnologia de Plantas (GEBPlant) com apoio do PMGCA, identificou um marcador molecular - espécie de assinatura genética - de cultivares de cana-de-açúcar resistentes à ferrugem alaranjada, doença importante nessa cultura, causada por fungo que se espalha pelo ar. Com isso, o estudo indicou que essa pode ser uma ferramenta molecular importante na busca por novas cultivares resistentes à doença. Parte do estudo gerou a publicação "Field resistance and molecular detection of the orange rust resistance gene linked to G1 marker in Brazilian cultivars of sugarcane", que conquistou o Prêmio Summa Phytopathologica, como melhor artigo publicado no ano de 2020 no periódico de mesmo nome. Saiba mais em matéria publicada aqui no Portal da UFSCar.

Acompanhe o trabalho desenvolvido pelo Programa de Melhoramento Genético da Cana-de-Açúcar no site www.ridesaufscar.com.br.

CANADÁ - O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) do Canadá avançou 2,8% em junho na taxa anual, uma desaceleração em comparação à alta de 3,4% em maio, segundo o escritório de estatísticas canadense, conhecido como Statcan. Esta é a primeira vez desde março de 2021 que a inflação canadense fica dentro da faixa alvo estabelecida pelo BC do Canadá (BoC, na sigla em inglês), de 1% a 3%.

Contudo, a Oxford Economics alerta que o núcleo continuou acima da faixa alvo do banco central canadense em junho, embora tenha desacelerado nas categorias mediana (+3,9%) e reduzida (+3,7%) na comparação anual. Para a consultoria, a persistência do núcleo da inflação, somada a projeções de crescimento econômico forte no segundo semestre deste ano e início de 2024, ampliam a chance do BoC continuar elevando os juros.

“O banco central precisará ver a inflação desacelerar ainda mais para se convencer de que retornará de forma sustentável a 2%”, avaliou a Oxford. No entanto, o cenário base da consultoria é de que uma “recessão iminente” neste ano deve enfraquecer a demanda e retornar a inflação à meta de 2% até 2024.

Em relatório, o Bank of America comenta que a desaceleração da inflação, com ambas as medidas do núcleo abaixo de 4%, incentivaram o corte em suas projeções para a inflação canadense. O banco acredita que o arrefecimento nos preços pode levar o BoC a pausar o aperto monetário em breve, porém alerta que os riscos ainda são de alta para os juros no curto prazo. “Esperamos que o BoC permaneça em espera pelo resto do ano com a taxa básica de juros em 5,00%, já que o núcleo continua em queda e vemos evidências de um mercado de trabalho menos apertado (com o desemprego aumentando)”, conclui o banco, acrescentando que espera cortes nas taxas a partir do primeiro trimestre de 2024.

 

 

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