Jornalista/Radialista
ITÁLIA - A cantora Anitta expôs seu namorado, o ator italiano Simone Susinna, ao compartilhar um incidente ocorrido durante uma festa na Grécia. A artista revelou que alguém pisou em seu pé e quebrou sua unha, uma situação que deixou Susinna chateado, pois, segundo Anitta, ele tem um fetiche por seus pés. A cantora proibiu o namorado de tocar no pé machucado até que ela pudesse ver uma pedicure.
“Ontem saímos, e pisaram no meu pé. Quebraram minha unha. E essa é a minha peça preferida. Tenho uma pessoa que vai morrer se eu não consertar o meu pé. Ele tem foto… a tela do telefone dele é a foto dos meus pés”, contou Anitta nesta segunda-feira (31/7), nos Stories do Instagram.
Anitta, que está de férias na Grécia, fez um apelo aos fãs para encontrar uma profissional que pudesse resolver seu problema. “Bom dia, Brasil. Eu venho por meio dessa implorar um negócio muito importante. Estou aqui de férias, ontem a gente saiu, pisaram no meu pé e quebraram a minha unha do pé”, começou a cantora. “Eu preciso de uma manicure aqui na Grécia, em Mykonos. Alguém conhece?”.
A cantora finalizou dizendo que nem ela nem Susinna queriam olhar para a situação do seu pé. “Eu estou andando de meia porque ele não quer olhar para a situação do meu pé. Ele e eu. A gente não quer olhar para o que está acontecendo”, pontuou Anitta.
Tatuagem
No último fim de semana, Simone Susinna fez sua primeira tatuagem. Ele escolheu a palavra “conectados” e pediu para Anitta fazer a arte em seu quadril, perto do bumbum. A cantora também permitiu que o ator fizesse um triângulo em seu tornozelo.
“Quem pergunta por que eu estou com ele, é isso. A cabeça é igualzinha a minha, do nada vem uma ideia. Do nada, ele decidiu fazer uma tatuagem. Nunca teve tatuagem e decidiu fazer e quer que eu escreva, quer que eu faça!”, disse Anitta. “Vocês estão entendendo agora, né? É eu versão homem”, riu Anitta. “Eu que escolhi o desenho e o lugar foi ele que escolheu. Ele falou para eu escolher tudo, é louco! Igual a mim”, completou a cantora.
por Pedro Prado / PIPOCA MODERNA
SÃO PAULO/SP - Gustavo Mioto acaba de disponibilizar sua versão para o clássico de Chitãozinho & Xororó, “Brincar De Ser Feliz”. Agora, a faixa integra o repertório da novela “Terra e Paixão”, da TV Globo. Ouça e baixe aqui: https://umusicbrazil.lnk.to/
“Brincar de Ser Feliz” é uma composição de José Rico, da dupla Milionário & José Rico, e tem uma letra que fala sobre a vontade de seguir em frente após o fim de um relacionamento, mesmo que seja apenas brincando de ser feliz. Um dos grandes sucessos de Chitãozinho & Xororó nos anos 1990, a canção ganha agora uma versão reimaginada por Gustavo Mioto.
No último dia 21, o cantor apresentou a quarta parte do DVD de 10 anos de carreira. O novo EP traz músicas inéditas, além das regravações de alguns grandes hits, como “Anti-amor”, “Impressionando os Anjos”, “Solteiro Não Trai”, “Fake News” e “Despedida de Casal”. Já o single inédito, “Melhor Versão”, chegou e conquistou os fãs! Em menos de uma semana de lançamento a faixa viralizou nas redes sociais e já ultrapassou de 180 mil criações só no TikTok. Ouça e baixe aqui: https://umusicbrazil.lnk.to/
Confira os maiores sucessos do cantor na playlist da UMusic Play:
BRASÍLIA/DF - Celebrada pelos sites de compras e questionada pelas entidades ligadas ao varejo, a isenção federal para compras online de até US$ 50 entra em vigor nesta terça-feira (1º). A portaria foi publicada no fim de junho.
Em troca da isenção, as empresas deverão entrar no programa de conformidade da Receita Federal, regulamentado por uma instrução normativa. A página de comércio eletrônico que aderir ao programa da Receita, chamado de Remessa Conforme, também terá acesso a uma declaração antecipada que permitirá o ingresso mais rápido da mercadoria no país.
Caso as empresas não ingressem do programa, haverá cobrança de alíquota de 60% de Imposto de Importação, como ocorre com as compras acima de US$ 50. A isenção para compras até US$ 50 será apenas para tributos federais. Todas as encomendas de empresas para pessoas físicas que aderirem ao Remessa Conforme pagarão 17% de Imposto sobre Comércio de Mercadorias e Serviços (ICMS), tributo arrecadado pelos estados.
A cobrança de ICMS foi regulamentada em junho pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), órgão que reúne as Secretarias Estaduais de Fazenda, ajuda a resolver as finanças dos estados.
No modelo antigo, as remessas de empresas para pessoas físicas do exterior não eram isentas, estando sujeitas à alíquota de 60% de Imposto de Importação. Para encomendas entre US$ 500 e US$ 3 mil, também havia a cobrança de ICMS. No entanto, a cobrança era feita raramente sobre mercadorias de pequeno valor porque dependia de fiscalização da Receita Federal sobre as encomendas dos Correios.
No modelo antigo, o Imposto de Importação não era cobrado em duas situações. A primeira é a isenção estabelecida por lei para livros, revistas (e demais publicações periódicas) e remédios. No caso dos medicamentos, compras por pessoas físicas de até US$ 10 mil são isentas, com o produto liberado somente se cumprir os padrões da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Essas isenções foram mantidas nas novas regras porque são definidas por lei e não podem ser regulamentadas por portaria.
A portaria, no entanto, ampliou a isenção para encomendas de até US$ 50. O benefício, até agora, só era concedido se a remessa ocorresse entre duas pessoas físicas, sem fins comerciais. Essa isenção, no entanto, gerou problemas porque diversos sites aproveitam a brecha para se passarem por pessoas físicas e evitarem o pagamento de imposto.
No fim de junho, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, tinha informado que a isenção representa apenas a primeira etapa da regularização do comércio eletrônico. Segundo o ministro, uma segunda etapa estabelecerá, em definitivo, um modelo de tributação federal para a importação online, mas ele não esclareceu se as compras de até US$ 50 voltarão a ser tributadas.
De acordo com Haddad, a segunda etapa do que chamou de “plano de conformidade” buscará preservar o equilíbrio entre os produtores nacionais e as lojas online que vendem produtos importados. A prioridade, destacou Haddad, será impedir práticas de concorrência desleal.
Nos últimos meses, Haddad reuniu-se com varejistas estrangeiras de comércio eletrônico e com representantes do varejo nacional. A isenção federal preocupa a indústria e o comércio brasileiro, que alegam competição desleal com os produtos importados e ameaça a postos de trabalho.
Há duas semanas, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV) apresentaram um estudo segundo o qual a medida provocará a extinção de até 2,5 milhões de empregos no segundo semestre. Segundo o levantamento, o varejo demitiria 2 milhões de trabalhadores até o fim do ano e a indústria, 500 mil. As entidades pediram a retomada da taxação dessa faixa de compra, para evitar prejuízos à economia.
Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil
BRASÍLIA/DF - A edição 2023 da Semana Mundial da Amamentação quer chamar a atenção para as dificuldades vividas por pais e mães que precisam dividir o seu tempo entre trabalho e bebês ainda na fase de amamentação. Assim, a organizadora do evento - a Aliança Mundial para Ação de Aleitamento Materno - defende a ampliação da licença maternidade remunerada e a adequação dos ambientes de trabalho para mães e bebês lactantes.
A semana mundial começa nesta terça-feira (1º de agosto) e vai até o dia 7 com o slogan Possibilitando a amamentação: fazendo a diferença para mães e pais que trabalham. Entre os objetivos, está o de informar sobre as perspectivas dos pais trabalhadores com relação à amamentação e paternidade.
Pretende-se, também, criar bases para a adoção de licença remunerada e suporte nos locais de trabalho, de forma a facilitar a amamentação de bebês; envolver as pessoas e organizações para melhorar a colaboração e o apoio à amamentação no trabalho; e conscientizar sobre ações de melhoria das condições de trabalho e apoio relevante ao aleitamento materno.
Em nota divulgada pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), a presidente do Departamento Científico de Aleitamento Materno da entidade, Rossiclei Pinheiro, diz que a pandemia de covid-19 prejudicou as mulheres grávidas, uma vez que aumentou o risco de desemprego e dificultou o acesso a serviços de saúde nas diferentes etapas da gestação.
Segundo ela, a edição deste ano pretende “ajudar e facilitar o desenvolvimento de ações para defender os direitos da mulher trabalhadora que amamenta”.
Entre as medidas defendidas pela SBP, figuram a defesa da licença-maternidade com duração de 180 dias; o incentivo à implantação de salas de apoio à amamentação nos locais de trabalho; disponibilização de creches nas empresas ou próximas ao local; e a extensão da licença-paternidade para 20 dias.
Rossiclei considera fundamental o envolvimento de governos, sistemas de saúde, empresas e comunidades nessa causa, visando a promoção da autonomia das famílias e a manutenção de ambientes favoráveis ao aleitamento materno nos mais diversos ambientes de trabalho.
“Pretendemos fazer um balanço das mudanças nas configurações do local de trabalho e nas normas parentais, identificando as interferências do home office e atividades extradomiciliares, ouvindo pais de diferentes regiões no país. As perspectivas e necessidades dos pais nos ajudarão a entender melhor como as políticas de apoio ao aleitamento materno e a legislação podem ajudá-los”, acrescenta.
A SBP coordena, também, o Agosto Dourado, mês dedicado a ações que visam estimular o aleitamento materno. Neste período, a entidade e suas afiliadas promovem medidas - presenciais e virtuais - para conscientizar a população sobre a importância da amamentação.
Por Pedro Peduzzi - Repórter da Agência Brasil
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