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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - O Trigésimo Oitavo Batalhão de Polícia Militar do Interior finalizou a  Campanha de Arrecadação de Brinquedos – 2025, para o Natal Solidário, a qual teve inicio em 21OUT25. A entrega dos brinquedos ocorrerá no dia 21 de dezembro, às 09h45 na praça dos Coqueiros, situada a rua João Dagnone X Rua Dr. Procópio Toledo Malta, no bairro Santa Felícia em São Carlos.

A Campanha teve a finalidade de arrecadar brinquedos novos e usados em bom estado de conservação, os quais serão destinados às crianças carentes daquela localidade; tendo um total de arrecadação de mais de dois mil brinquedos.

Dessa forma o Comandante do 38º BPM/I, Tenente Coronel PM Cesar Alexandre Januário Alves Cardeal, convida toda imprensa a estar presente e realizar a divulgação.

SÃO CARLOS/SP - Uma operação conjunta entre o Corpo de Bombeiros, o Parque Ecológico de São Carlos e a Associação Mata Ciliar garantiu o resgate seguro de uma onça-parda, macho, de aproximadamente 40 quilos, encontrada em um estabelecimento da cidade. O proprietário do comércio também colaborou, fornecendo imagens das câmeras de segurança em tempo real, o que facilitou o processo de sedação do animal.

Após ser contido e sedado, o felino foi colocado em uma caixa de transporte e encaminhado à Associação Mata Ciliar, onde passará por exames e será preparado para retornar à natureza em uma área mais adequada da própria região. “Durante o tempo de espera pela chegada da equipe especializada, o animal permaneceu tranquilo, sem oferecer riscos, e todo o manejo foi realizado de forma planejada, garantindo a integridade física e psicológica tanto do animal quanto das pessoas envolvidas”, disse Rebecca Greco Barbosa, diretora do Departamento de Gestão e Cuidado do Parque Ecológico.

O proprietário do comércio contribuiu na evacuação do ambiente para o trabalho das equipes de resgate. “A operação foi conduzida com serenidade e profissionalismo, sempre priorizando o bem-estar do animal e a segurança das pessoas. Esse trabalho conjunto mostra a importância da integração entre instituições para proteger nossa fauna”, destacou Rebecca. A ação foi concluída às 3h50 da madrugada, sem incidentes.

BRASÍLIA/DF - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, na quinta-feira (18), que todas as pessoas envolvidas, mesmo que indiretamente, no esquema de descontos ilegais de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) sejam investigadas, inclusive, seus familiares. “Quem tiver envolvido vai pagar o preço”, disse em entrevista à imprensa, no Palácio do Planalto.

“É importante que haja seriedade para que a gente possa investigar todas as pessoas que estão envolvidas, todas as pessoas. Ninguém ficará livre. Se tiver filho meu metido nisso, ele será investigado”, afirmou Lula.

O nome de filho do presidente, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, apareceu em depoimento de testemunha ligada ao empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS. Antônio atuava em nome de associações e entidades de servidores, intermediando a autorização dos descontos e recebia percentuais desses valores por meio de empresas de sua propriedade.

O irmão de Lula, José Ferreira da Silva, o Frei Chico, também é citado nas investigações. Ele é diretor vice-presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos, Sindinapi, uma das entidades investigadas pelos desvios indevidos.

A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã de hoje, nova fase da Operação Sem Desconto, que investiga o esquema fraudulento no INSS. Entre os presos está Romeu Carvalho Antunes, filho do Careca do INSS.

A operação da PF mira um esquema nacional de descontos de mensalidades associativas não autorizadas entre 2019 e 2024.

Questionado sobre a demora para o início, de fato, da operação, deflagrada em abril deste ano, Lula afirmou que o governo queria investigar com seriedade e não queria fazer pirotecnia. “Seria muito fácil você fazer uma denúncia e não apurar”, disse. Segundo ele, a Controladoria-Geral da União levou “praticamente” dois anos fazendo investigação.

O Congresso Nacional também instalou uma comissão parlamentar mista de inquérito (CPMI) para apurar o caso. “Eu não sou da CPI, eu não sou delegado da Polícia Federal e não sou ministro da Suprema Corte. O que eu posso dizer para você é que naquilo que depender da Presidência da República, tudo será feito para que a gente dê uma lição a esse país”, afirmou Lula.

“Não é possível você admitir num país em que milhões de aposentados ganham um salário mínimo, você ter alguém tentando se apropriar, expropriar o dinheiro do aposentado com promessas falsas”, acrescentou.

O presidente recebeu jornalistas para um café da manhã, no Palácio do Planalto, seguido de coletiva de imprensa. Ele estava acompanhando dos ministros da Fazenda, Fernando Haddad; da Casa Civil, Rui Costa; das Relações Exteriores, Mauro Vieira; e do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva.

Ressarcimento

Após a repercussão da Operação Sem Desconto, o governo federal estabeleceu um acordo de ressarcimento com os segurados que foram vítimas das fraudes.

De acordo com o INSS, até a semana passada, R$ 2,74 bilhões foram pagos no acordo a 4 milhões de aposentados e pensionistas. O pagamento é feito diretamente na conta do benefício, com correção pela inflação, sem necessidade de ação judicial.

A contestação dos descontos indevidos pode ser feita até 14 de fevereiro de 2026 pelo aplicativo Meu INSS, Central 135 ou nas agências dos Correios. Mesmo após essa data, a adesão ao acordo de ressarcimento continuará disponível para quem tiver direito.

O ressarcimento custará R$ 3,3 bilhões ao governo em créditos abertos por medida provisória. Por se tratar de créditos extraordinários, o dinheiro está fora do arcabouço fiscal e não contará para o cumprimento das metas de resultado primário nem de limite de gastos do governo.

A Advocacia-Geral da União já entrou com ações judiciais contra associações e empresas investigadas para buscar a recuperação do dinheiro descontado irregularmente dos aposentados e pensionistas.

 

 

Andreia Verdélio e Pedro Rafael Vilela – Repórteres da Agência Brasil

BRASÍLIA/DF - A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vai vetar o projeto de lei que reduz as penas dos condenados pelos atos de 8 de Janeiro. A proposta foi aprovada pelo Senado e segue agora para sanção presidencial.

“O presidente Lula vetará esse projeto. Condenados por atentar contra a democracia têm de pagar por seus crimes”, escreveu Gleisi na rede social X, antigo Twitter.

A ministra também criticou a atuação do líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), na Comissão de Constituição e Justiça. A aprovação do texto no colegiado, horas antes da votação em plenário, ocorreu após um acordo entre governo e oposição, que permitiu a análise da proposta ainda neste ano.

“A condução desse tema pela liderança do governo no Senado na CCJ foi um erro lamentável, contrariando a orientação do governo, que desde o início foi contrária à proposta”, escreveu Gleisi.

Mais cedo, Jaques Wagner assumiu a responsabilidade e afirmou que fez o acordo sem consultar Gleisi nem o presidente. Segundo ele, o entendimento tratava apenas de uma questão de procedimento, para viabilizar a votação do projeto ainda neste ano, e não do conteúdo da proposta.

 

 

por Estadao Conteudo

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