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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - Orientadas pela educadora Denise, as alunas da Universidade Aberta da Terceira Idade (UATI) da Fundação Educacional São Carlos (FESC) estão tendo a oportunidade de expressar sua criatividade e desenvolver habilidades artísticas.  
As aulas acontecem em um ambiente acolhedor e estimulante, onde as alunas podem explorar diferentes materiais e técnicas de pintura. A pintura de mandalas, por exemplo, é uma prática que promove a concentração, relaxamento e equilíbrio emocional. Já a decoupage permite que as alunas transformem objetos comuns em verdadeiras obras de arte, utilizando recortes de papel e aplicando-os em superfícies diversas.  
As aulas de pintura também são uma oportunidade para as alunas se socializarem e trocarem experiências, fortalecendo os laços de amizade e criando um ambiente de aprendizado colaborativo.  
“A UATI FESC valoriza a importância da arte na vida das pessoas, especialmente na terceira idade, pois proporciona momentos de prazer, estimula a criatividade e contribui para o bem-estar físico e mental. Por isso, investimos em atividades como essas”, disse o presidente da FESC, Eduardo Cotrim.

SÃO CARLOS/SP - Uma pesquisa de doutorado em Fisioterapia da UFSCar está convidando pais ou responsáveis por crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) de todo o Brasil para participarem de estudo que pretende avaliar a participação e os fatores ambientais desse público. A participação é online e a expectativa é levantar como essas crianças e adolescentes se integram em atividades da família, escola e comunidade e os fatores que podem facilitar ou prejudicar essa participação.

A pesquisa é conduzida pela doutoranda Rosa Fonseca Angulo, sob orientação de Nelci Adriana Cicuto Ferreira Rocha, docente do Departamento de Fisioterapia (DFisio) da UFSCar e coordenadora do Laboratório de Análise do Desenvolvimento Infantil (Ladin) do DFisio.

Rosa Fonseca explica que a participação é conhecida como a frequência com que a criança ou adolescente está presente em diferentes situações da vida (casa, escola e comunidade) e o quanto está envolvida/motivada. Nesse caso, os fatores ambientais que podem influenciar a participação são: físico (presença de rampas, qualidade do ambiente, como ruídos ou iluminação), atitudinais (atitudes individuais da família, como os pais, amigos, professores) e sociais (apoios e o relacionamento e os serviços que eles frequentam). "Assim, estes fatores podem atuar como barreiras, ou seja, restringir ou até impedir a participação da criança/adolescente no contexto onde convive ou podem atuar como facilitadores, auxiliando a participação da criança/adolescente com TEA", relata a doutoranda. Ela exemplifica situações cotidianas que podem impactar essa participação em diferentes locais: "quando a criança ou adolescente está na escola e não consegue ficar por muito tempo porque tem muito barulho, ou quando frequenta o supermercado com a mãe, o barulho ou a presença de muitas pessoas impedem a sua permanência ou seu envolvimento para interagir com outras pessoas".

De acordo com o Centro de Controle de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, uma em cada quatro crianças é diagnosticada com TEA. Os EUA são o único país que faz o acompanhamento do TEA no neurodesenvolvimento. No Brasil, os dados oficiais são de 2010 e indicam mais de 2 milhões de casos de TEA em território nacional. Diante desse grande contingente, este estudo é importante porque auxiliará o conhecimento sobre como crianças e adolescentes com o transtorno participam no contexto da casa, escola e na comunidade, bem como ajudará a identificar as barreiras e os facilitadores que se encontram no entorno da criança. "Isso permitirá que os profissionais que atendem esse público foquem em estratégias de intervenção voltadas a mudanças ambientais e que favoreçam o pleno desenvolvimento e qualidade de vida da população com TEA", reforça Rosa Angulo.

A pesquisadora expõe que a expectativa do estudo é identificar se os componentes relacionados com a saúde (fatores ambientais, habilidades funcionais e o processamento sensorial) são preditores da participação em crianças e adolescentes com TEA. "Assim, conseguiremos identificar um perfil de funcionalidade de crianças e adolescentes com o transtorno e estes resultados ajudarão os profissionais de saúde e familiares a desenvolverem estratégias de intervenção e adaptações do ambiente que ajudem a melhorar a participação da criança e adolescentes com TEA", pontua. 

Rosa Angulo destaca que este é o "primeiro estudo que realizará uma relação entre a participação e os componentes relacionados com a saúde, no contexto do TEA". Além disso, dados relacionados com a participação e os fatores ambientais serão comparados entre um grupo de crianças e adolescentes residentes no Brasil e na Colômbia.

Pesquisa
Para desenvolver o estudo, pais ou responsáveis por crianças e adolescentes com TEA, de qualquer região do Brasil, são convidados a responder questionários online e conceder entrevistas por telefone, que serão agendadas conforme disponibilidade de cada participante. As pessoas interessadas em contribuir com a pesquisa podem fazer contato com a pesquisadora pelo whatsapp (13) 99699-4545. Pesquisa aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFSCar (CAAE: 66697223.4.0000.5504).

SÃO CARLOS/SP - O prefeito Airton Garcia sancionou lei de autoria do vereador Bruno Zancheta que aprimora a legislação para fiscalização de terrenos em São Carlos. A lei nº 21.825/23 dispõe sobre a limpeza de imóveis particulares edificados ou não, que se encontram em situação de abandono e a execução de passeio público, além da proibição de emprego de fogo.

 O vereador destacou que a lei é de fundamental importância porque foi construída com a Prefeitura, Ministério Público e a Câmara Municipal. “Ela traz um novo marco para o nosso município, porque além de aumentar a multa, abre a possibilidade da Prefeitura poder realizar a limpeza dos terrenos e mandar a conta para os proprietários. Quero agradecer o prefeito pela sensibilidade de sancionar a Lei. Terreno sujo e com mato alto traz doenças, animais peçonhentos”.

Segundo o vereador, no caso de descumprimento da legislação, será aplicada multa equivalente e após o prazo de 15 dias a Prefeitura poderá executar a limpeza do imóvel, de maneira direta ou por empresa contratada, podendo utilizar valores do Fundo Verde e do Fundo Municipal de Habitação e cobrar dos responsáveis pelo imóvel o pagamento pelos serviços prestados.

O parlamentar frisou a importância do poder público também fazer a sua parte. “Não adianta sermos rígidos com os proprietários dos terrenos particulares se a Prefeitura não fizer a parte dela e limpar os seus terrenos. É preciso que tenhamos uma união de forças”, disse o parlamentar.

 “Gostaria de agradecer ao chefe da Fiscalização Rodolfo Tibério Penela e ao promotor Dr. Flávio Okamoto por todo o suporte para a construção dessa lei. Agora conseguiremos fiscalizar melhor e penalizar os que descumprirem a mesma”, finalizou o parlamentar.

FERNANDÓPOLIS/SP - No último dia 11 de outubro, policiais militares da 1ª Companhia do 16º BPM/I realizaram uma importante prisão por porte e posse ilegal de arma de fogo e munições. A ação policial ocorreu após uma chamada de perturbação de sossego em uma espetaria localizada no cruzamento da Rua Brasil com a Rua Eurípides José Ferreira.

Ao chegarem ao local, as equipes policiais notaram um indivíduo que deixou o estabelecimento de maneira abrupta e se dirigiu ao seu veículo. A abordagem inicial não foi possível, mas os policiais prosseguiram com o acompanhamento do veículo até conseguir interceptá-lo na Rua Francisco Costa.

Durante a busca pessoal, nada de ilícito foi encontrado com o suspeito. No entanto, uma revista veicular revelou a presença de um revólver calibre .38 sob o banco do motorista. Além da arma, foram encontradas quatro munições intactas e duas deflagradas sob o tapete do motorista.

A investigação se estendeu até a residência do indivíduo, onde foram apreendidas mais 16 munições intactas calibre .38, nove munições deflagradas, uma munição intacta calibre .36 e três munições deflagradas calibre .36.

O homem foi conduzido ao Plantão Policial e permanece preso em flagrante por porte e posse ilegal de arma de fogo. Além disso, ele recusou-se a realizar o teste do etilômetro quando solicitado pelos agentes da lei.

O teste do bafômetro, ou etilômetro, é utilizado para determinar se existe concentração de álcool no organismo dos condutores. O teste é realizado através da análise do ar exalado pelos pulmões, pois cada vez que o álcool passa pelos pulmões acaba ficando em pequenas quantidades nas membranas dos alvéolos.

 

 

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