Jornalista/Radialista
SÃO CARLOS/SP - A segunda rodada da Copa São Paulo de Futebol Júnior movimentou o Estádio Municipal Prof. Luís Augusto de Oliveira “Luisão” nesta quarta-feira (07/01). Em mais um dia de competição com bom público, o Santos FC venceu sua segunda partida e garantiu a classificação para a segunda fase. Já o Grêmio São-Carlense levou o empate no final e ocupa a segunda colocação.
Apoiado por sua torcida, o Grêmio foi o primeiro a atuar ao enfrentar o Real Brasília-DF. Em jogo com chances de gol para ambos os lados, os donos da casa saíram na frente aos oito minutos do segundo tempo com Rafa, que aproveitou sobra de escanteio e acertou um belo chute de fora da área.
O empate da equipe do Distrito Federal, por sua vez, ocorreu aos 43 minutos, quando Gabryel Lopes foi lançado pela direita e finalizou na saída do goleiro para estabelecer o 1 a 1 e fechar o placar.
Depois, o Santos FC derrotou o União Cacoalense-RO por 2 a 1 e não somente conquistou a vaga na segunda fase, como também, com uma rodada de antecedência, assegurou a liderança do Grupo 16.
Artilheiro do Peixe, Mateus Xavier abriu a contagem após cobrança de escanteio aos 36 minutos. O União empatou aos 16 minutos do segundo tempo com Ji-Paraná, de pênalti, mas Mateus Xavier voltou a deixar sua marca seis minutos mais tarde, de cabeça, e chegou ao seu quarto gol no torneio.
No próximo sábado (10/01), dois jogos encerram a primeira fase. Dependendo de uma simples vitória para se classificar, o Grêmio São-Carlense recebe o Santos FC às 11h. Caso o Lobão da Central não consiga o triunfo, quem avança é o vencedor do jogo entre Real Brasília-DF e União Cacoalense-RO, que medem forças um pouco antes, às 8h45.
Os duelos têm entrada aberta ao público, mas, para acessar o estádio, o torcedor deve reservar seu ingresso virtual no site fpf.soudaliga.com.br. Por medida de segurança, não é permitida a entrada de torcedores com camisas de clubes brasileiros que não estejam jogando na cidade no dia do evento.
SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Educação está passando por uma série de intervenções de manutenção e reformas para garantir que os prédios escolares estejam em ordem até o retorno das aulas, marcado para o dia 13 de fevereiro. As ações envolvem desde a substituição de telhados, de caixas d’água, limpeza de piscinas, troca de todas caixas de areia, reformas de banheiros, instalação de alarmes, serviços de roçagem, além de dedetização e desratização de todas as escolas.
Entre os destaques, está a troca das últimas caixas de amianto por novas estruturas, medida que reforça o comprometimento da administração com a saúde e segurança dos alunos e servidores.
Nessa semana, há a substituição no Centro Municipal de Educação Infantil (CEMEI) Amélia Botta. Outras unidades também estão contempladas, como o CEMEI Julien Fauvel (Costa do Sol), CEMEI Helena Dornfeld (São João Batista), CEMEI Carmine Botta (Jardim Beatriz) e CEMEI Bruno Panhoca (Azulville). No CEMEI Osmar Stanley (Boa Vista), a troca já foi concluída.
Além disso, o CAIC Afonso Fioca Vitalli (Cidade Aracy) recebe serviços de roçagem, enquanto o CEMEI Amélia Botta passa pela instalação de um novo telhado, investimento que gira em torno de R$ 197 mil. No novo CEMEI Sílvio Padovan construído no bairro Ipê Mirim está em andamento a instalação de alarmes, e na EMEB Ulisses Picolo (Eduardo Abdelnur), a reforma dos banheiros teve início nesta quarta-feira, dia 7 de janeiro.
O secretário de Educação, Lucas Leão, destacou o empenho das equipes de manutenção para que todas as unidades estejam preparadas. “Estamos trabalhando intensamente para que nossas escolas estejam em ordem e prontas para receber os alunos no dia 13 de fevereiro. As equipes de manutenção estão dedicadas a cada detalhe, desde a troca de telhados até a modernização das estruturas, garantindo mais segurança e conforto para toda a comunidade escolar”.
SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Saúde de São Carlos comunica que campanha de intensificação para o resgate de adolescentes e jovens de 15 a 19 anos que não receberam a vacina contra o HPV na idade recomendada foi prorrogada até 30 de junho de 2026.
A imunização protege contra a infecção pelo papilomavírus humano (HPV), responsável pelo desenvolvimento de diversos tipos de câncer, como os de colo do útero, vulva, pênis, garganta e pescoço.
A diretora de Vigilância em Saúde, Denise Martins Gomide, destaca a importância da vacinação precoce. Segundo ela, além de reduzir o risco individual de infecção, a imunização contribui para diminuir a circulação do vírus na população. “É uma vacina segura e eficaz, que faz parte do calendário oficial para crianças e adolescentes de 9 a 14 anos. No entanto, estamos intensificando o resgate dos não vacinados de 15 a 19 anos”, explica.
A orientação é que os jovens que ainda não receberam a vacina procurem o quanto antes o serviço de saúde mais próximo para garantir a proteção.
Em São Carlos, dos 10.456 jovens que deveriam tomar a vacina, somente 203 foram imunizados. “A prorrogação da campanha é uma oportunidade importante para protegermos ainda mais nossos jovens. O HPV é silencioso, mas pode trazer consequências graves no futuro. Por isso, reforçamos a importância da vacinação”, afirmou a secretário de Saúde, Leandro Pilha.
A meta da campanha é vacinar 90% desse público até o fim do período de intensificação.
Em São Carlos, a vacina contra o HPV é oferecida gratuitamente e está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e nas Unidades de Saúde da Família (USFs) de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 16h30.
SÃO PAULO/SP - O rapper Drake foi citado em uma ação civil coletiva que denuncia um suposto esquema de extorsão e corrupção em jogos de azar e do uso de "bots" para inflar o número de reproduções em plataformas como o Spotify.
O cantor, que recebe para promover a plataforma de cassino online Stake nas redes sociais, é citado ao lado do streamer Adin Ross e da empresa de cassino online Stake, segundo documento obtido pelo portal de cultura pop americano Vulture. O processo não traz acusações criminais aos envolvidos.
O processo, movido por duas mulheres do estado americano de Virgínia, pedem uma indenização de US$ 5 milhões do cassino e das personalidades citadas por supostas infrações à lei federal americana contra organizações criminosas, a Lei Rico, e a normas de defesa do consumidor.
A ação afirma que as celebridades induziram consumidores a acreditar que o cassino online era inofensivo e incentivaram as apostas.
Em nota, a Stake.us diz que o processo é sem sentido e que não está preocupada com a ação. Drake e Ross ainda não se manifestaram sobre o caso.
O documento afirma que a empresa viola as leis de jogo de azar dos Estados Unidos ao vender "dinheiro fictício" para as apostas, que pode ser convertido em dinheiro real. Nessa trama, tanto Drake quanto Ross seriam pagos para apostar em transmissões ao vivo da plataforma. O processo afirma que o rapper e o streamer estavam apostando com dinheiro de próprio cassino.
A plataforma de Curaçao já foi banida de países como Estados Unidos e Reino Unido, mas ainda opera por meio de seu braço americano e diz não permitir apostas feitas com dinheiro real -apenas por meio de tokens digitais, que podem ser depois convertidos em criptomoedas.
"Os dois [Drake e Ross] participaram de jogos de azar transmitidos ao vivo, apostando grandes somas de dinheiro fornecidas secretamente pela Stake. Em outras palavras, embora Drake e Ross afirmassem estar apostando com seu próprio dinheiro da Stake, na verdade, ele foi fornecido pela casa", afirma o processo.
A ação também diz que existia um sistema de "gorjetas" da empresa que funcionava como um "transmissor de dinheiro totalmente desregulamentado" em que Drake, Ross e um terceiro nome -George Nguyen, um suposto cúmplice- teriam usado para direcionar dinheiro para as fazendas de "bots" na Austrália.
Nguyen teria usado o dinheiro, segundo o processo, para "fabricar popularidade; difamar concorrentes e executivos de gravadoras; distorcer algoritmos de recomendação" em plataformas como o Spotify.
A Stake afirma que "não possui uma função de gorjeta que possa ser usada dessa forma".
O nome de Drake já foi citado em outro processo de aumento ilegal no número de reproduções de suas músicas. Outra ação coletiva, de novembro do ano passado, afirmou que o Spotify fez vista grossa para bilhões de reproduções fraudulentas de Drake.
Por outro lado, o cantor processou o grupo Universal Music, o Spotify e a iHeart Media em 2024 por supostamente usarem "bots" para impulsionar a canção "Not Like Us". Depois, Drake retirou as ações contra o Spotify e a Universal e fez um acordo extrajudicial com a iHeart Media.
por Folhapress
Este site utiliza cookies para proporcionar aos usuários uma melhor experiência de navegação.
Ao aceitar e continuar com a navegação, consideraremos que você concorda com esta utilização nos termos de nossa Política de Privacidade.