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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - O vereador Bruno Zancheta realizou uma visita técnica à Unidade Básica de Saúde (UBS) da Vila Nery nesta semana. O parlamentar conversou com servidores e usuários do serviço e constatou a necessidade urgente de ampliação da estrutura física da unidade.

A unidade, que atende um grande número de munícipes diariamente, têm enfrentado dificuldades relacionadas à limitação de espaço, tanto para o atendimento ao público quanto para garantir melhores condições de trabalho aos profissionais da saúde.

“A UBS da Vila Nery presta um serviço fundamental para a comunidade, mas é evidente que a estrutura atual não comporta mais a demanda. Precisamos ampliar a unidade para oferecer mais conforto e dignidade tanto para quem procura atendimento quanto para os servidores que aqui atuam com dedicação todos os dias”, afirmou o vereador Bruno Zancheta.

O parlamentar se comprometeu a levar a demanda ao Executivo Municipal, com o objetivo de buscar soluções e melhorias para a unidade, e também reforçou a importância de investir na atenção básica como forma de garantir um atendimento de saúde mais eficiente e humanizado à população.

A visita faz parte do trabalho de fiscalização do mandato de Bruno Zancheta que tem priorizado ações voltadas à melhoria dos serviços públicos essenciais, como saúde, educação e infraestrutura.

RIO DE JANEIRO/RJ - A relação familiar entre o cantor Latino e seu filho, Guilherme Rocha, de 26 anos, veio à tona em uma troca de acusações e desabafos nas redes sociais. Reconhecido legalmente como filho de Latino apenas aos 18 anos, após um exame de DNA em 2018, Guilherme passou a morar com o pai a convite do artista. Contudo, essa convivência teria sido marcada por problemas, incluindo dependência química e episódios de agressão, segundo relato de Latino.

Em um vídeo publicado no Instagram na terça-feira (20), o cantor afirmou ter oferecido a Guilherme uma oportunidade em sua própria banda e apoio para tratamento especializado, mas sem sucesso. Latino chegou a descrever o filho como alguém com "desvio de caráter" e "sociopatia", mencionando episódios de agressão, incluindo um contra a mãe biológica de Guilherme, Verônica Rodrigues, no Mato Grosso. O cantor alegou ter expulsado o filho de casa devido ao "fardo pesado", indicando que Guilherme teria sido expulso de quatro residências familiares.

 

A versão de Guilherme

Guilherme Rocha rebateu as declarações do pai com um vídeo no qual Latino aparece fumando um cigarro. "Esse é o exemplo de pai que me chamou de drogado nas redes sociais. Meu pronunciamento virá", escreveu o jovem, insinuando a hipocrisia nas acusações.

Em um desabafo incisivo, Guilherme acusou o pai de não o ajudar e de difamá-lo, atribuindo a adesão das pessoas ao lado de Latino à sua fama e riqueza. O jovem afirmou ter convivido com o pai, que, segundo ele, levava "amante novinha para dentro de casa" e o "fez usar droga para c******!", além de abalá-lo "psicologicamente várias vezes". "Nem mulher esse cara sabe segurar, quem dirá filho amar ele! Ele quis me destruir, então deixa eu me defender", disparou Guilherme, expondo a profunda mágoa em relação ao pai.

Nas redes sociais, Guilherme Rocha já foi elogiado por seu talento musical, com muitos internautas notando semelhança com o pai. Ele se identifica como artista em sua biografia no Instagram e compartilha vídeos cantando e dançando.

 

por Notícias ao Minuto

EUA - Durante o evento Dell Technologies World 2025, o fundador e CEO da Dell, Michael Dell, fez um apelo enfático às empresas para que adotem a inteligência artificial (IA) em seus processos.

Segundo o executivo, ignorar essa transformação pode comprometer a competitividade dos negócios.

“O verdadeiro perigo é ficarem quietos”, afirmou Dell em seu discurso, destacando que a adaptação à IA é urgente para empresas de todos os portes. Ele comparou o impacto da tecnologia à eletricidade, reforçando a posição da Dell como protagonista nesse avanço. “A IA é a nova eletricidade – e a Dell é a rede a ‘alimentar’ esta transformação”, concluiu.

 

 

por Notícias ao Minuto

 

ARGENTINA - Com um discurso que vai contra os interesses do próprio governo, o presidente Javier Milei causou polêmica ao elogiar sonegadores e criticar contribuintes durante uma entrevista. Ele disse que aqueles que conseguem evitar o pagamento de impostos são astutos e chamou o termo "contribuinte" de "ofensivo".

O argentino conversava com o jornalista Antonio Laje, no programa de TV "Otra Mañana", do canal A24, quando sugeriu que aqueles que pagam seus impostos não tiveram a capacidade de fugir do sistema e afirmou que não o governo não tem intenção de recompensá-los por isso.

"Talvez eles não tenham talento ou coragem para sair do sistema", disse Milei ao mencionar que se mais pessoas tivessem sonegado impostos, os políticos poderiam ter parado de roubar.

Milei concluiu dizendo que não pode punir aqueles que conseguiram contornar o sistema tributário, já que seu sucesso deve ser visto como uma habilidade, não um erro.

"Sinto muito por aquele que não pôde escapar, mas o outro [em relação ao sonegador] não fez nada de errado. É uma declaração de inveja. Aquele que conseguiu escapar, ótimo, não posso puni-lo porque ele conseguiu fugir do ladrão [o Estado]", disse o presidente.

"Eu tenho de recompensar aquele que ficou na prisão porque há alguém que conseguiu sair do cárcere que os políticos nos impõem? Talvez ele não tivesse talento ou coragem para sair do sistema. Se todos tivessem conseguido fazer a mesma coisa, talvez os políticos tivessem parado de nos roubar."

O presidente também comparou os sonegadores a cubanos que fogem do regime castrista para os Estados Unidos, livrando-se de um Estado opressor.

Milei defendia um projeto do governo que irá permitir a entrada no sistema bancário de dólares que os argentinos têm "no colchão" (sem declarar) e afirmou que não se importa com a origem desses fundos.

Ele disse que os argentinos que mantêm dólares fora do sistema o fazem para escapar de impostos e do controle estatal.

O novo mecanismo, que o governo promete anunciar nos próximos dias, não deve exigir questionamentos sobre a origem dos dólares, o que os críticos apontam que pode dar margem para que o dinheiro vindo de atividades criminosas seja legalizado.

Milei rebateu as críticas, dizendo que questões econômicas devem ser tratadas economicamente, não por um ponto de vista legal.

O presidente afirmou que o anúncio foi adiado devido à necessidade de resolver questões legais, e não por razões eleitorais, como havia sido apontado pela oposição -no último domingo, a cidade de Buenos Aires escolheu deputados locais, e o candidato de Milei terminou em primeiro lugar.

Ele disse que o governo está trabalhando em colaboração com várias instituições para preparar o anúncio. Eles estimam que haja entre US$ 200 bilhões e US$ 400 bilhões escondidos fora do sistema e dizem acreditar que esse capital pode impulsionar a economia.

Milei enfatizou que não tem intenção de apressar esse anúncio, pois quer que ele seja irreversível e efetivo.

Na terça-feira (20), o presidente voltou a defender as reformas que seu governo tem feito, dizendo se considerar o presidente mais reformista desde o peronista Carlos Menem (1989-1999).

 

 

FOLHAPRESS

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