Jornalista/Radialista
Os recursos arrecadados serão destinados para a compra de equipamentos para a Pediatria
SÃO CARLOS/SP - A dupla Pedro Vitor e Mariana preparou uma Live Sertaneja para esta quinta-feira, 16 de julho, às 20h, no Facebook dos músicos.
Os irmãos têm quase 16 anos de carreira. Incentivados pela família, cresceram ouvindo moda sertaneja e participando de rodas de viola dentro de casa. A dupla já participou de vários concursos em rádios. Além de shows e participações junto com artistas consagrados do cenário sertanejo como Daniel, Leonardo, Chrystian & Ralf, Matogrosso & Mathias, entre outros. Para solidificar ainda mais o amor pela música, em 2017, a dupla gravou o primeiro DVD, intitulado "Nosso Sonho”.
Para ajudar a Santa Casa neste momento de pandemia, a dupla resolveu organizar uma Live e destinar todo o valor arrecado para a Pediatria.
“Decidimos desta vez prestigiar aqueles que são nosso futuro e que também são atendidos pela Santa Casa de São Carlos, a Ala Pediátrica. Devemos zelar pelo bom atendimento das nossas crianças. Prestigiem nossa Live e contribuam”, afirma Mariana.
“Essa Live será muito especial. Faremos com muito carinho e com pensamento positivo para que esse momento difícil passe logo. Esperamos que essa ajuda possa contribuir para o tratamento das crianças que precisam passar pela Pediatria”, comenta o músico Pedro Vitor.
De acordo com a Coordenadora de Enfermagem da Pediatria, Michela Pereira da Silva, o valor arrecadado na live vai ajudar a Pediatria na compra de equipamentos, para tornar o atendimento das crianças mais humanizado. Dentre os itens de maior urgência, estão a cadeira de rodas específica para crianças, o termômetro digital com infravermelho (que mede a temperatura em segundos sem ter contato direto com a pele), o oxímetro de pulso portátil (usado para medir a saturação de oxigênio no sangue e verificar os batimentos cardíacos), o esfigmomanômetro apropriado para aferir a pressão arterial e o estetoscópio (usado para ouvir os sons respiratórios e cardíacos). No total, o custo desses itens gira em torno de R$ 5.600,00. “Esses equipamentos na vão contribuir para oferecer uma melhor assistência às crianças, proporcionando qualidade e, principalmente, mais segurança do paciente”, explica a Coordenadora.
SERVIÇO:
PEDRO VITOR E MARIANA – LIVE EM PROL DA PEDIATRIA
DATA: 16 DE JULHO (HOJE)
HORÁRIO: 20H
ONDE: FACEBOOK PEDRO VITOR E MARIANA
COMO CONTRIBUIR: É SÓ USAR O QR CODE DISPONÍVEL NA PÁGINA DA DUPLA SERTANEJA
MUNDO - A companhia aérea americana American Airlines, gravemente afetada pela pandemia de coronavírus, alertou nesta última quarta-feira (15) que poderá demitir até 25.000 funcionários em outubro.
A empresa considerava que o tráfego aéreo seria restaurado nesse momento, mas "infelizmente não é esse o caso", lamentaram dois executivos da empresa em uma mensagem aos funcionários, destacando que as receitas com passagens aéreas caíram 80% em junho com relação ao ano anterior.
"Com a taxa de infecções subindo em vários estados que estão novamente impondo medidas de quarentena, a demanda por transporte aéreo cai novamente", acrescentaram.
A American Airlines, que tem 130.000 funcionários, anunciou no início de julho que planejava ter 20.000 pessoas a mais do que o necessário para operar no outono boreal.
A empresa espera reduzir o número de demissões por meio de planos de saída antecipada ou férias prolongadas sem remuneração.
As companhias aéreas americanas receberam uma ajuda do governo de cerca de 25 bilhões de dólares para enfrentar a queda brutal na venda de receitas desde o início da expansão da COVID-19. Em troca, prometeram não cortar empregos até 30 de setembro.
A United Airlines também alertou na semana passada que poderá demitir até 36.000 pessoas em outubro, mais de um terço de sua força de trabalho.
*Por: AFP
BRASÍLIA/DF - O governo federal anunciou, na noite desta quarta-feira (15), que foi editado um decreto para proibir o emprego de fogo em áreas rurais por um período de 120 dias. A medida vale para todo o território nacional. Em nota distribuída à imprensa, a Secretaria-Geral da Presidência da República informou que, historicamente, a maior incidência de queimadas ocorre entre os meses de agosto e outubro. O Decreto Nº 10.424, de 15 de julho de 2020, está publicado no Diário Oficial da União desta quinta-feira (16).
"A previsão climática do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos para os meses de julho, agosto e setembro indica período de forte estiagem, motivo pelo qual tornou-se urgente a adoção da suspensão das queimadas para conter e reduzir a ocorrência de incêndios nas florestas brasileiras", informou a pasta.
Segundo a nota, citando o Ministério do Meio Ambiente, os dados recentes da plataforma de dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) apontam grande quantidade de focos de queimadas no primeiro semestre deste ano, não apenas na Amazônia, mas também em outros biomas, como o Pantanal.
De acordo com o governo, o decreto de suspensão de queimadas não se aplica para alguns casos, como nas práticas agrícolas de subsistência executadas pelas populações tradicionais e indígenas; nas práticas de prevenção e combate a incêndios realizadas ou supervisionadas pelas instituições públicas responsáveis pela prevenção e pelo combate aos incêndios florestais no Brasil; nas atividades de pesquisa científica realizadas por Instituição Científica, Tecnológica e de Inovação (ICT), desde que autorizadas pelo órgão ambiental competente; no controle fitossanitário, desde que autorizado pelo órgão ambiental competente, e nas queimas controladas em áreas fora da Amazônia Legal e no Pantanal, quando imprescindíveis à realização de práticas agrícolas, desde que autorizadas previamente pelo órgão ambiental estadual.
No ano passado, em meio ao aumento dos incêndios, principalmente na Amazônia, o governo também suspendeu, por meio de decreto, a aplicação de fogo em áreas rurais. Segundo dados oficiais, a medida, que vigorou durante 60 dias, entre agosto e setembro, reduziu as queimadas em 16%.
*Por Pedro Rafael Vilela - Repórter da Agência Brasil
MUNDO - O presidente peruano, Martín Vizcarra, fez uma grande reforma ministerial nessa quarta-feira (15), substituindo mais da metade dos ministros, no momento em que sua popularidade é afetada pelo forte impacto econômico da pandemia do novo coronavírus.
Vizcarra colocou o advogado Pedro Cateriano como primeiro-ministro para liderar o gabinete e mexeu no importante Ministério de Energia e Mineração, nomeando o economista Rafael Belaunde. O presidente manteve a ministra da Economia, María Antonieta Alva.
O Peru, segundo maior produtor de cobre do mundo, tem sido duramente atingido pelo surto de covid-19, com o quinto maior número de casos globalmente, apesar de um isolamento rigoroso imposto em março. A economia entrou em colapso com a queda da produção de minério.
Um dos novos ministros prestou juramento por vídeo, enquanto cumpre quarentena em casa após ter teste positivo para covid-19.
O ministro da Saúde do país, que foi criticado pelo modo como lidou com a pandemia, também foi destituído, sendo substituído pela cirurgiã Pilar Mazzetti, que ocupou a mesma posição há vários anos e liderava o Comando de Operações Covid-19.
"Nesta nova etapa, profundaremos as medidas para acelerar a recuperação econômica e devolver o Peru ao caminho do crescimento", disse Vizcarra em discurso no Palácio do Governo.
O país andino anunciou anteriormente contração econômica de 32,75% em maio, em comparação ao ano anterior, a terceira queda mensal consecutiva.
*Por Marco Aquino - Repórter da REUTERS
Este site utiliza cookies para proporcionar aos usuários uma melhor experiência de navegação.
Ao aceitar e continuar com a navegação, consideraremos que você concorda com esta utilização nos termos de nossa Política de Privacidade.