Jornalista/Radialista
BRASÍLIA/DF - Trabalhadores informais nascidos em dezembro recebem hoje (30) a segunda parcela da nova rodada do auxílio emergencial. O benefício terá parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo da família.

O pagamento também será feito a inscritos no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos no mesmo mês. Com o depósito de hoje, a Caixa conclui o pagamento da segunda parcela a esse público.
O dinheiro será depositado nas contas poupança digitais e poderá ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem. Somente de duas a três semanas após o depósito, o dinheiro poderá ser sacado em espécie ou transferido para uma conta-corrente.
No último dia 13, a Caixa anunciou a antecipação do pagamento da segunda parcela. O calendário de depósitos, que começou no último dia 16 e terminaria em 16 de junho, teve o fim antecipado para 30 de maio.
Ao todo, 45,6 milhões de brasileiros serão beneficiados pela nova rodada do auxílio emergencial. O auxílio será pago apenas a quem recebia o benefício em dezembro de 2020. Também é necessário cumprir outros requisitos para ter direito à nova rodada (veja guia de perguntas e respostas no último parágrafo).
Para os beneficiários do Bolsa Família, o pagamento ocorre de forma distinta. Os inscritos podem sacar diretamente o dinheiro nos dez últimos dias úteis de cada mês, com base no dígito final do NIS.
O pagamento da segunda parcela aos inscritos no Bolsa Família começou no último dia 18 e segue até amanhã (31). O auxílio emergencial somente será depositado quando o valor for superior ao benefício do programa social.
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Calendário de pagamento das parcelas do auxílio emergencial para beneficiários do Bolsa Família - Arte/Agência Brasil
Em todos os casos, o auxílio será pago apenas a quem recebia o benefício em dezembro de 2020. Também é necessário cumprir outros requisitos para ter direito à nova rodada (veja guia de perguntas e respostas).
*Por Wellton Máximo - Repórter da Agência Brasil
ESPANHA - A Espanha permitirá que navios de cruzeiro atraquem em seus portos a partir de 7 de junho, disse o ministério dos transportes neste sábado (29), na esperança de salvar o setor de turismo do país a tempo para a temporada de verão.
As autoridades marítimas da Espanha aprovaram a reabertura por causa da queda nas taxas de incidência de covid-19 e um aumento nas vacinações, de acordo com um despacho do Diário do Estado da Espanha publicado hoje.
A Espanha proibiu navios de cruzeiro de atracar em seus portos em junho de 2020, quando a pandemia atingiu a Europa.
"As companhias marítimas terão que cumprir medidas estabelecidas pelo ministério da saúde ... para garantir total segurança, tanto para os passageiros dos cruzeiros quanto para as cidades onde atracam", afirmou o ministério dos transportes neste sábado no Twitter.
O ministério acrescentou que antes da pandemia a Espanha era o segundo destino mais popular para cruzeiros internacionais na Europa.
*Por Jessica Jones - Reuters
SÃO PAULO/SP - São Paulo e Fluminense empataram em 0 a 0 na noite deste sábado (29), no Morumbi, pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro. O Flu teve as melhores oportunidades e com a chance de marcar em pênalti batido por Nenê, que Tiago Volpi defendeu, ainda na primeira etapa.
Agora, as duas equipes viram a chave para a disputa da Copa do Brasil. Na próxima terça-feira (01), o São Paulo enfrenta o 4 de Julho, no Piauí, às 21h30. Já o Fluminense pega o Red Bull Bragantino, na próxima quarta-feira (02), às 21h30, no Rio de Janeiro.
FLUMINENSE COMEÇA PRESSIONANDO
O jogo já começou com o Fluminense assustando o São Paulo, mesmo jogando no Morumbi. Com um minuto, Egídio recebeu na esquerda e bateu de canhota da intermediária, mas a bola foi no centro do gol para Volpi encaixar.
Logo depois, Egídio recebeu na esquerda do campo de defesa, levantou a cabeça e deu belo passe em profundidade para Abel Hernández. Ele adiantou a bola e encheu o pé, para bonita defesa de Volpi. Caio Paulista também tentou de voleio, mas a bola passou ao lado da meta do São Paulo.
NENÊ PERDE PÊNALTI NO MORUMBI
Os minutos seguiram e o Fluminense continuava a ameaçar o São Paulo. Aos 25 minutos, Igor Vinicius derrubou Abel Hernández dentro da área. Dois minutos depois e muita catimba, Nenê bateu e Tiago Volpi defendeu, evitando o gol do Tricolor carioca.
PRIMEIRO TEMPO TERMINA SEM MUITA EMOÇÃO
Depois da penalidade desperdiçada de Nenê, o jogo deu uma acalmada, com as equipes se estudando muito no meio-campo. Quem chegou novamente foi o Fluminense, em cabeçada de Luccas Claro, para fora. Já o São Paulo, com dificuldades na armação, errava muitos passes e não conseguia acionar os alas.
DEPOIS DO INTERVALO, FLU ACERTA A TRAVE
Na volta após o intervalo, não demorou um minuto para o Flu acertar a trave do São Paulo. Martinelli cruzou para Gabriel Teixeira. O garoto matou no peito e bateu na saída de Tiago Volpi. A bola bateu no goleiro e foi rolando até beijar o pé da trave esquerda.
SÃO PAULO TEM PRIMEIRA CHANCE NA PARTIDA E FLU RESPONDE
O jogo passava e o São Paulo não conseguia chegar ao ataque. O Tricolor foi assustar por meio da bola parada. Aos 14, Reinaldo bateu escanteio e Léo cabeceou para fora, por cima da meta de Marcos Felipe. Pouco depois, foi a vez do Fluminense. Em contra-ataque, Caio Paulista lançou Abel Hernández que foi travado na hora do chute.
VOLPI SALVA O SÃO PAULO MAIS UMA VEZ
Depois de muito estudo das duas equipes, o Fluminense chegou aos 35 minutos. Bobadilla fez oa tabela com Gabriel Teixeira e finalizou para o gol. A bola foi no meio e Tiago Volpi encaixou a bola perigosa. Já o São Paulo não conseguia criar situações de perigo à meta do Flu, que mandava na partida.
ROJAS QUASE ABRE O PLACAR PARA O SÃO PAULO
Sem muitas chances no jogo, o São Paulo quase abriu o placar na única vez que chegou com perigo, aos 40 minutos. Reinaldo cruzou, a bola passou por Luciano e ela ficou para Rojas, que levou um susto e tocou, meio sem jeito, na bola, que passou rente à trave direita de Marcos Felipe.
Rojas ainda criou mais uma chance aos 48, mas o equatoriano estava impedido. Fim de jogo no Morumbi, com empate sem gols.
*Por: LANCE!
PORTUGAL - A noite deste sábado será memorável para os torcedores do Chelsea. Nove anos após seu primeiro título de Liga dos Campeões, a equipe voltou à final diante do Manchester City e venceu por 1 a 0, no Estádio do Dragão, em Portugal, conquistando sua segunda taça da competição na história.
O Chelsea começou a decisão com uma postura mais ofensiva e construindo mais lances de ataque, enquanto o City tentava ameaçar nas transições em velocidade. Em uma delas, Ederson fez lindo lançamento para Sterling invadir a área, mas Mendy fechou bem o ângulo do atacante e impediu a finalização.
Os Blues seguiram pressionando e tiveram sua primeira grande oportunidade aos 13 minutos. Mount aproveitou uma bobeada de Stones pela esquerda e encontrou Werner livre dentro da área. Só que o alemão bateu fraco e Ederson fez a defesa.
O City foi se soltando ao longo da etapa inicial e deixou o confronto mais equilibrado, passando a atuar mais no campo de ataque. Após algumas tentativas, a equipe ficou próxima de abrir o placar aos 27. Foden recebeu belo passe de De Bruyne e se preparou para bater de trivela, mas Rudiger chegou na hora e travou o chute.
Aos 35 minutos, o brasileiro Thiago Silva sentiu um desconforto na virilha e recebeu atendimento. O zagueiro chegou a voltar para o jogo, mas continuou sentindo dores na região, precisou ser substituído e deixou a final lamentando bastante.
Alguns instantes depois, o Chelsea armou um belo contra-ataque e conseguiu inaugurar os marcadores da finalíssima. Aos 42 minutos, Mount recebeu de Chilwell pela esquerda e fez grande lançamento para Havertz. O meia ganhou a disputa com Ederson e teve apenas o trabalho de empurrar para as redes e deixar o time londrino em vantagem.
No segundo tempo, o City passou a atacar mais e foi com tudo para cima do adversário em busca do empate, porém teve uma grande baixa logo nos instante iniciais. Aos 10 minutos, De Bruyne dividiu com Rudiger e acabou se chocando com o zagueiro, rosto com rosto. O belga não teve condições para continuar e foi substituído.
Apesar da ausência de seu principal jogador, os Citizens seguiram no ataque e pressionaram o Chelsea, mas a defesa dos Blues conseguiu afastar os lances mais perigosos. Aos 27, a equipe londrina construiu outro bom contra-ataque e teve a chance de encaminhar o título, mas Pulisic errou a finalização cara a cara com Ederson e mandou para fora.
O time de Manchester respondeu no minuto seguinte com uma chegada pela esquerda de Sterling, que fez cruzamento rasteiro para a área, mas Gabriel Jesus furou e Chilwell afastou. Mesmo com as dificuldades para furar a defesa dos Blues, o City não desistiu e se lançou com todas suas forças para o ataque, mas o Chelsea manteve a solidez defensiva e segurou o resultado até o apito final, conquistando mais um título da Champions League e levando ao delírio todos os torcedores no estádio e fora dele.
*Por: GAZETA ESPORTIVA
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