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Redação

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BRASÍLIA/DF - Trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), nascidos em agosto, podem sacar, a partir de hoje (13), a terceira parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro foi depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 26 de junho.

Os recursos também poderão ser transferidos para uma conta-corrente, sem custos para o usuário. Até agora, o dinheiro apenas podia ser movimentado por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas (água, luz, telefone e gás), de boletos e compras em lojas virtuais ou compras com o código QR (versão avançada do código de barras) em maquininhas de estabelecimentos parceiros.

Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o site.

O saque originalmente estava previsto para ocorrer em 30 de julho, mas foi antecipado em quase três semanas por decisão da Caixa. Segundo o banco, a adaptação dos sistemas tecnológicos e dos beneficiários ao sistema de pagamento do auxílio emergencial permitiu o adiantamento do calendário.

O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

Neste ano, a nova rodada de pagamentos, durante quatro meses, prevê parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, recebem R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas, R$ 150.

Calendário de saques da terceira parcela do auxílio emergencial 2021

Calendário de saques da terceira parcela do auxílio emergencial 2021 - Caixa - Divulgação

 

Regras para o pagamento

Pelas regras estabelecidas, o auxílio será pago às famílias com renda mensal total de até três salários mínimos, desde que a renda por pessoa seja inferior a meio salário mínimo. É necessário que o beneficiário já tenha sido considerado elegível até dezembro de 2020, pois não há nova fase de inscrições. Para quem recebe o Bolsa Família, continua valendo a regra do valor mais vantajoso, seja a parcela paga no programa social, seja a do auxílio emergencial.

 

 

Colaborou Andreia Verdélio

Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil* 

Dados do novo indicador da FecomercioSP com o SPTuris mostram primeira elevação, após quatro meses de queda, puxada por restrições de circulação

 
SÃO PAULO/SP - Após quedas contínuas no faturamento, nos empregos e no movimento de passageiros, o turismo paulistano registra o primeiro aumento do ano, com crescimento de 21,8%. É o que mostra o Índice Mensal de Atividade do Turismo (IMAT-SP), elaborado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) e pelo Observatório de Turismo e Eventos da São Paulo Turismo (SPTuris), que atingiu o número-índice de 46,9 em maio, após o 38,9 de abril.
 
Mesmo que ainda seja cedo para comemorar, o IMAT indica o início de um alívio para os empresários do setor. Com a reabertura gradual da economia de São Paulo – somada à vacinação que vem se acelerando, mesmo em ritmo menor que o desejado –, os consumidores e empresários começam a buscar viagens, locação de espaços para eventos e demais atividades do setor.

O turismo na capital paulista está 68,9% maior do que no mesmo mês do ano passado, embora seja importante contextualizar que o bimestre de abril e maio de 2020 foi o momento mais crítico da pandemia, portanto, a base de comparação ficou bastante fragilizada.
 
Contudo, apesar de inspirar otimismo, a atividade atual do turismo ainda está 20% abaixo do registrado no fim do ano passado e 53% inferior ao nível pré-pandemia, mostrando um longo percurso para a plena recuperação.
 
O maior aumento do indicador veio da movimentação de passageiros nos aeroportos, que obteve alta de 42,5% em relação a abril. Depois, o melhor resultado foi o da movimentação nas rodoviárias, com elevação de 35,7%, seguida pela ocupação hoteleira, que subiu de 19% para 32% no mês de maio.
 
Já o faturamento das empresas do turismo cresceu 11,6% no mês. O setor de eventos (montagem, catering, locação de espaços, etc.) é um dos grandes setores captados por este dado, recuperando-se de forma gradativa. As empresas de eventos estão se estruturando de forma híbrida, com locação de espaços físicos e limitando o número de convidados, somando-se à possibilidade uma transmissão virtual das programações com acompanhamento remoto.
 
O crescimento mais tímido é o de empregos no setor, que permaneceu praticamente estável, registrando variação mensal de 0,2% – ainda 5% abaixo do nível pré-pandemia
 
Para Mariana Aldrigui, presidente do Conselho de Turismo (CT) da FecomercioSP, é o momento adequado para que os empresários retomem o planejamento dos próximos meses com dados um pouco mais otimistas, mas ainda mantendo a atenção às notícias da saúde. “Com cautela e gestão responsável, teremos resultados mais animadores.”
 
O IMAT-SP foi criado pela FecomercioSP e pela SPTuris para servir de termômetro do turismo em São Paulo, levando em consideração tanto as atividades dos empresários do setor quanto dos consumidores. A ideia é que o indicador seja usado, sobretudo, para que as empresas que atuam com atividades turísticas na cidade tenham mais um insumo para elaborar o planejamento.
 
Pela série histórica, iniciada em janeiro de 2020, o melhor momento do turismo paulistano, desde o início da pandemia, foi em dezembro, com número-índice 58,9. Dali em diante, não parou mais de cair – 58,6 em janeiro deste ano; 50,7 em fevereiro; 41,5 em março; 39,8 em abril – até o registro de maio.
 
Nota metodológica
O indicador é composto por cinco variáveis que têm os mesmos pesos para a criação do índice. São analisadas as movimentações de passageiros dos aeroportos de Congonhas e Guarulhos, assim como dos passageiros das rodoviárias, a taxa média de ocupação hoteleira na cidade, o faturamento do setor do turismo na capital e o estoque de emprego nas atividades exclusivas do turismo. O índice tem sua base no número 100, usada como referência de comparação em janeiro de 2020. Ele pode sofrer mudanças mensais em decorrência dos dados que compõem o cálculo, com a saída de projeções e a entrada de números consolidados na série.
 
Sobre a FecomercioSP
Reúne líderes empresariais, especialistas e consultores para fomentar o desenvolvimento do empreendedorismo. Em conjunto com o governo, mobiliza-se pela desburocratização e pela modernização, desenvolve soluções, elabora pesquisas e disponibiliza conteúdo prático sobre as questões que impactam a vida do empreendedor. Representa 1,8 milhão de empresários, que respondem por quase 10% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e geram em torno de 10 milhões de empregos.

SÃO CARLOS/SP - A Comissão de Direitos da Pessoa com Deficiência, presidida pelo vereador Bruno Zancheta (PL) e composta pelos vereadores Ubirajara Teixeira (Bira – PSD) e Robertinho Mori (PSL), irá realizar nesta terça-feira (13), às 18h, uma audiência pública online para discutir a  inserção das pessoas com deficiência no mercado de trabalho.

Os vereadores ressaltam a importância da audiência, que contará com a participação de representantes da Prefeitura Municipal, de entidades da sociedade civil e de classe. “Esse processo de inclusão vai muito além de oferecer empregos e gerar renda, diz respeito ao exercício da cidadania e tem o potencial de produzir impacto social na vida dessas pessoas”, afirmou Bruno Zancheta. “A Câmara precisa mais uma vez ser protagonista, e estes debates precisam entrar na ordem do dia por aqui”, acrescentou.

A audiência pública será transmitida pelas redes sociais do Poder Legislativo – Facebook e YouTube – e também pelo canal 8 da Net.

EUROPA - A Comissão Europeia se prepara para anunciar, na quarta-feira (14), o lançamento de um amplo pacote de projetos de legislação ambiental, com o objetivo de administrar uma transição mais rápida para uma economia baixa em carbono.

Trata-se de uma dezena de projetos de lei - já sob ataque de interesses políticos, grupos de pressão da indústria e ambientalistas - que buscarão garantir que, até 2030, as emissões de carbono sejam reduzidas em 55% em relação aos níveis de 1990.

Por trás dos lemas "Green Deal" e "Fit for 55" estão promessas chamativas, como a esperada decisão de proibir as vendas de novos carros com motor de combustão a partir de 2035.

Talvez ainda mais importante, no entanto, é que a Comissão buscará reformar o Regime de Comércio de Direitos de Emissões da UE (RCDE), um mercado de carbono, no qual a indústria negocia suas cotas de poluição.

Os ambientalistas reclamam que as leis não vão longe o suficiente, enquanto a indústria e alguns Estados-membros da UE mais dependentes da energia do carvão rejeitam o esforço.

O sistema de limites e comércio do RCDE cobre a geração de energia, siderúrgicas, cimento, produtos químicos e aviação comercial. Juntos, os setores mencionados respondem por cerca de 40% das emissões de gases causadores de efeito estufa na Europa.

O pacote de quarta-feira ampliaria isso com um mercado paralelo para transporte marítimo, transporte rodoviário e construção.

- Imposto sobre o carbono -

O plano da Comissão também se estenderia para um chamado "imposto sobre o carbono" nas fronteiras externas do bloco, de modo a dissuadir as empresas que planejam realocar usinas poluentes para jurisdições menos rígidas.

O imposto faria levaria a um reajuste dos preços na fronteira, já que os exportadores seriam obrigados a comprar licenças com base no preço do carbono na UE. Este movimento deve provocar furor entre os principais parceiros comerciais do bloco.

Para compensar isso, as cotas hoje distribuídas gratuitamente aos produtores baseados na UE seriam eliminadas para ajudá-los a competir com importações mais baratas e menos regulamentadas.

A Comissão também procura tomar mais medidas no âmbito europeu para controlar as reduções de emissões em setores excluídos do mercado de carbono. Entre eles, a agricultura e a gestão de resíduos.

Os Estados-membros da UE discordam, porém, sobre como dividir o custo das medidas, e os lobbies industriais em Bruxelas prometem um combate feroz contra alguns dos mecanismos que estão sendo negociados.

As companhias aéreas, por exemplo, reclamam que uma medida para taxar o combustível de aviação para voos europeus distorceria o mercado em relação ao restante do mundo.

Já os Estados da UE dependentes do carvão prometem resistir a metas mais rígidas de redução de emissões, e os ambientalistas não estão convencidos do escopo dos planos para promover "sumidouros de carbono" naturais como as florestas.

Entre as ONGs, o Greenpeace teme que essas soluções não comprovadas sirvam para camuflar a falta de ambição em reduzir as emissões.

"Este pacote de medidas da comissão é uma exibição de fogos de artifício em um depósito de lixo", criticou o diretor do Greenpeace Europa, Jorgo Riss.

 

 

*Por: AFP

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