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Redação

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 Jornalista/Radialista

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Live com Melissa Vogel, CEO da Kantar IBOPE Media, acontece quarta-feira, 25/08, às 19h30 com transmissão ao vivo pelo canal do Youtube da APP Ribeirão

 

RIBEIRÃO PRETO/SP - Com a chegada da pandemia, tornou-se cada vez mais comum encontrar pessoas de diferentes faixas etárias que se adaptaram aos novos formatos de mídia, trazendo um público cada vez mais diversificado. Para discutir esse cenário, a Associação dos Profissionais de Propaganda de Ribeirão Preto (APP Ribeirão) promove a live “Quais os impactos para cada público etário continuar influenciando e sendo influenciado pela mídia” na quarta-feira, 25/08 às 19h30, pelo canal do Youtube da APP Ribeirão.

O evento sobre a mídia ser influenciada e continuar influenciando cada público etário tem a participação de Melissa Vogel, CEO da Kantar IBOPE Media no Brasil, e será mediado por Maurício Abravanel, gerente Regional do SBT e Adilson Haddas, CEO do Mundo Zumm, ambos também diretores da APP Ribeirão. O encontro virtual integra o calendário da APP Partners, série de lives com profissionais que são expoentes no mercado e com histórias inspiradoras que estreou no dia 4 de agosto.

A CEO da Kantar IBOPE Media no Brasil, Melissa Vogel, comenta como gerações mais velhas passaram a utilizar a mídia.“Muitos experimentaram streaming, compras online, lives e até conferências virtuais pela primeira vez. As redes sociais que até 2016 eram dominadas pelas gerações Z e Millenials, foram também ocupadas por pessoas mais velhas. E enquanto quem já estava no mercado de trabalho teve que se adaptar ao modelo de conexão totalmente virtual, quem chegou agora já se insere num modelo totalmente online. As gerações foram impactadas em momentos diferentes, mas o consumo de mídia esteve presente em todos”, afirma.

Por conta do vírus Covid-19, o trabalho remoto continua sendo adotado, tanto por quem já estava no mercado de trabalho, quanto aos que chegaram agora. De acordo com pesquisas da Kantar IBOPE Media, 48% das pessoas intensificaram o consumo da mídia em, pelo menos, quatro meios neste período de pandemia.

Este é o penúltimo encontro da APP Partners. O próximo acontecerá no dia 31 de agosto, às 19h30, pelo canal do Youtube da APP Ribeirão.

 

Agenda

Live: Quais os impactos para cada público etário continuar influenciando e sendo influenciado pela mídia

Palestrante: Melissa Vogel, CEO da Kantar IBOPE Media no Brasil

Data: 25/08

Horário: 19h30

Transmissão ao vivo pelo canal do Youtube da APP Ribeirão.

O dono do local foi preso com uma arma; uma máquina de cartões usada para jogos do bicho foi apreendida

 

BAURU/SP - A Polícia Civil prendeu um homem, de 50 anos, responsável por um estabelecimento onde eram realizados jogos ilegais, no bairro Vila Falcão, no município de Bauru. Uma arma de fogo foi encontrada com o suspeito

A ação foi deflagrada por agentes do Setor de Investigações Gerais (SIG) da cidade que apuraram que em um estabelecimento comercial, localizado na Avenida Bernardino de Campos, eram comercializadas armas e ainda realizado jogos de azar.

Durante vistoria no local, já alvo de fiscalização da Polícia Militar no mês anterior, foi localizada uma máquina de cartão comumente usada para jogo do bicho, alguns comprovantes em papel de apostas, além de um revólver calibre 38, municiado com seis.

Ainda foram encontrados três relógios de pulso e 21 caixas de cigarros, com dez cartelas cada, aparentemente de origem estrangeira. Além disso, dentro de uma mochila que estava sobre o freezer do bar, foram recolhidos R$ 11.240 em espécie.

O comerciante foi preso em flagrante e indiciado por jogo do bicho e posse irregular de arma de fogo de uso permitido, sendo liberado após o pagamento de fiança.

Foram apreendidos 139 arbustos e 100 mudas de cannabis sativa

 

MOGI GUAÇU/SP - A Polícia Civil prendeu um homem, de 23 anos, que mantinha uma plantação de maconha em uma chácara alugada, em Mogi Guaçu, na região de Campinas. Na ação, ocorrida na última sexta-feira (20), mais de 30 quilos da droga foram apreendidos.

Os trabalhos foram desempenhados pela Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise) da cidade, com apoio da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) do município.

Durante apurações, os agentes descobriram que havia uma estufa para cultivação de maconha de alta qualidade em um imóvel e conseguiram um mandado de busca e apreensão junto à Justiça.

Munidos da ordem judicial, os policiais civis foram ao local, no Jardim Zaniboni, e encontraram a plantação da droga em dois cômodos, contando com um sistema de irrigação sofisticado.

Ao todo, foram localizados, na chácara, 139 arbustos e 100 mudas de cannabis sativa, que foram devidamente apreendidos para perícia e somaram 36,5 quilos. Três sacos contendo folhas secas da droga também foram encontrados e recolhidos.

Em continuidade aos trabalhos de campo, os agentes descobriram que o imóvel era alugado e conseguiram localizar o locatário. Questionado, o homem confessou ser o responsável pela plantação de maconha e foi preso em flagrante.

O autor foi encaminhado à Dise local, onde foi indiciado por tráfico de drogas e permaneceu detido à disposição da Justiça.

VALE DO PANJSHIR - Cerca de 150 quilômetros a nordeste de Cabul, capital do Afeganistão, se encontra o último reduto da resistência contra o avanço do Talebã no país.

Um vale de montanhas escarpadas que se mantém livre de invasões há mais de 40 anos.

O Vale do Panjshir resistiu à ocupação das tropas soviéticas na década de 1980 (1979-1989) e enfrentou o Talebã na década de 1990 (1996-2001), tornando-se um reduto de oposição ao grupo islâmico.

"Na história contemporânea do Afeganistão, Panjshir nunca foi conquistado, nem por forças estrangeiras, nem pelo Talebã", diz a jornalista Mariam Aman, do serviço afegão da BBC.

"Nas últimas duas décadas, essa foi considerada a região mais segura do país, bem como uma zona de resistência", explicou Aman à BBC Mundo, serviço em língua espanhola da BBC.

Hoje, é a única entre 34 províncias que não sucumbiu ao avanço dos talebãs.

"Estamos prontos para resistir ao Talebã pela segunda vez", disse o chefe do Departamento de Economia de Panjshir, Abdul Rahman, na última semana.

A mensagem foi reiterada por Amrullah Saleh, vice-presidente do Afeganistão, que se declarou "legítimo presidente interino" desde que o presidente eleito Ashraf Ghani deixou o país para fugir para o exílio.

Saleh, um ex-chefe dos serviços secretos afegãos, pediu ao povo que se juntasse à resistência no vale, que ele considera um exemplo para o restante do país.

"Nunca estarei sob o mesmo teto que o Talebã. NUNCA", escreveu no Twitter.

Acredita-se que Saleh esteja em Panjshir ao lado do filho de um famoso guerrilheiro — Ahmad Masud, cujo pai ficou conhecido como "Leão de Panjshir" — com quem ele supostamente lidera uma frente anti-Talebã.

Uma fortaleza natural

As altas falésias e desfiladeiros de Panjshir fazem do território uma fortaleza natural, com uma entrada bastante estreita e arredores pontuados por altas montanhas que dificultam o acesso.

Cortado pelo rio Panjshir, o vale fica bem próximo à cordilheira Hindu Kush, um maciço montanhoso na fronteira com o noroeste do Paquistão.

Foi uma importante passagem para os exércitos de Alexandre, o Grande e Tamerlão, o último dos grandes conquistadores nômades da Ásia Central.

A região é rica em recursos naturais, com minas de esmeraldas, hidrelétricas e um parque eólico. Durante os 20 anos de ocupação dos Estados Unidos, a infraestrutura ganhou melhorias com a construção de estradas e uma torre de rádio que recebe sinais da capital.

Não chega a ser, porém, um enclave vital a nível econômico.

"É um local que funciona para a guerra de guerrilha, mas não é estratégico. Não fica perto de nenhum grande porto, não tem indústrias, não chega a dar grande contribuição ao Produto Interno Bruto do país. O que tem de mais significativo é uma rodovia que passa perto, chamada Salang Pass", afirma o jornalista afegão Haroon Shafiqi, da BBC World Service.

"Em 1997, o Talebã cortou todas as rotas para Panjshir e aqueles que viviam lá ficaram sem comida", ele acrescenta. Ainda assim, a resistência se manteve no vale.

A área tem atualmente entre 150 mil e 200 mil habitantes, quase todos falam persa e são da etnia tajique, que representa cerca de um quarto dos 38 milhões de pessoas que vivem no Afeganistão.

É uma população historicamente anti-talebã.

 

'Símbolo de resistência'

Uma figura-chave na história da resistência de Panjshir é Ahmad Shah Massoud, famoso guerrilheiro mujahideen (rebeldes apoiados pelos EUA na guerra contra os soviéticos) que liderou a luta pela autonomia na região na década de 1980 e 90 e foi assassinado pela Al-Qaeda dois dias antes do 11 de setembro 2001.

O retrato de Massoud — que ficou conhecido como "Leão de Panjshir" (Panjshir significa "cinco leões") — é encontrado até hoje em muitos lugares na capital afegã, de monumentos a outdoors e vitrines, e em toda a província de Panjshir.

"Panjshir foi usado como bastião por ele durante a guerra soviético-afegã (na década de 1980)", explica Aman.

"O vale se tornou um símbolo de resistência naquela época e também depois, na guerra entre as várias facções dos mujahideen e do Talebã, de meados da década de 1990 até 2001 (quando a ocupação do Talebã terminou, na esteira da ocupação americana)."

Desde a morte de Massoud em 2001, diz ela, a região manteve seu legado de resistência entre o povo do Afeganistão na luta contra o Talebã.

Massoud foi declarado herói nacional pelo presidente Hamid Karzai.

Desde 2012, seu aniversário de morte é comemorado no dia 9 de setembro como o Dia dos Mártires.

Parte da comunidade internacional, contudo, chegou a denunciar crimes de guerra cometidos pelo comandante. Investigação de 2005 da Human Rights Watch listou seu nome entre uma série de personagens envolidos em violações contra os direitos humanos que atuaram durante as guerras no Afeganistão.

O vice-presidente Amrullah Saleh deixou clara sua devoção a ele.

"Nunca trairei a alma e o legado de meu herói Ahmad Shah Massoud, comandante, lenda e guia. Sob nenhuma circunstância me curvarei aos terroristas do Talebã", escreveu recentemente no Twitter.

Natural de Panjshir e membro da etnia tajique, Saleh fez parte da Aliança do Norte, uma frente que lutou contra o Talebã nos anos 1990.

 

'Sabíamos que este dia podia chegar'

Quem hoje participa ativamente da resistência é seu filho, Ahmad Massoud, de 32 anos.

Imagens que circularam nas redes sociais no último dia 16 de agosto supostamente mostram Saleh e Massoud juntos, em uma sinalização de aliança entre os dois.

Em um artigo de opinião no jornal The Washington Post, o filho do "Leão de Panjshir" disse que seus combatentes têm apoio militar de membros do exército afegão e das forças especiais.

Também afirmou que o grupo teria armazenado pacientemente munições e armas desde o tempo de seu pai "porque sabíamos que esse dia poderia chegar". Ele pede, contudo, reforços.

"A resistência dos mujahideen ao Talebã começa agora, mas precisamos de ajuda", escreveu.

"Se os talebãs lançarem um ataque, eles certamente enfrentarão forte resistência de nossa parte. [...] No entanto, sabemos que nossas forças militares e logísticas não serão suficientes. Elas se esgotarão rapidamente, a menos que nossos amigos no Ocidente encontrem uma maneira de nos abastecer sem demora."

 

 

*Por: BBC NEWS

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