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Redação

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 Jornalista/Radialista

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Oferta do serviço colabora para redução das filas de espera por cirurgias no município

 

SÃO CARLOS/SP - O Hospital Universitário da Universidade Federal de São Carlos (HU-UFSCar/Ebserh/MEC) começou a realizar no último mês as cirurgias de maior complexidade, aquelas em que o paciente necessita de hospitalização após o procedimento.   

O Centro Cirúrgico do HU foi inaugurado em outubro de 2020, durante a pandemia, e em maio de 2021, após assinatura da contratualização dos serviços, o Hospital começou a realizar cirurgias ambulatoriais, de pequeno porte. Em outubro, com a diminuição dos casos de internação de Covid-19 e com a retomada das cirurgias eletivas no País, o HU iniciou os procedimentos de maior complexidade, como as cirurgias de varizes, oftalmológicas, de cabeça e pescoço, hérnia, de vesícula e urológicas.   

"Na contratualização, foram pactuadas a oferta de 105 cirurgias por mês, entre as de pequeno porte e maior complexidade. Este número tem contribuído para a redução da fila de espera, mas hoje já está em análise a possibilidade de aumentar esta oferta, com o objetivo de atender a demanda reprimida que existe no município", ressalta Valéria Gabassa, gerente de Atenção à Saúde do HU.   

Além de colaborar com a diminuição dessa fila, alguns procedimentos são realizados utilizando métodos diferenciados, como a cirurgia de vesícula por laparoscopia - técnica minimamente invasiva em que o paciente se recupera muito mais rápido do que na cirurgia convencional.

A realização das cirurgias segue o fluxo regulado pela Central de Regulação de Ofertas e Serviços de Saúde (CROSS), agenda administrada pela Secretaria Municipal de Saúde de São Carlos. Após a indicação do procedimento pelo médico da rede básica de saúde, o paciente é encaminhado (via CROSS) para atendimento no HU, onde passará por avaliação do cirurgião e realizará os exames pré-cirúrgicos necessários. 

MOEDA/MG - Milhares de orquídeas devem deixar a paisagem do vale da Serra da Moeda ainda mais vibrante nos próximos meses. A cadeia de montanhas localizada na Serra do Espinhaço, além de emoldurar o cerrado mineiro, é um atrativo turístico para todos os gostos e idades.

A região recebeu 3 mil orquídeas nativas e puras da Mata Atlântica e Cerrado. Entre elas, nove são consideradas espécies ameaçadas de extinção. A iniciativa é do projeto Orquídeas Brasileiras que, desde fevereiro deste ano, vem introduzindo as flores nas árvores e rochas da região.

As espécies, além da exuberância, contribuem para a preservação e valorização das espécies típicas do local. De acordo com o projeto, as flores atraem insetos que polinizam as próprias orquídeas e outras plantas. Esses insetos, por sua vez, atraem predadores, ativando o ecossistema e mantendo o equilíbrio natural da área.

A expectativa é que as flores se reproduzam. “Certo é que a meta de 3 mil plantas será facilmente ultrapassada”, comemora o responsável técnico pelo projeto, Reginaldo de Vasconcelos Leitão, que é geógrafo especialista em orquídeas.

 

Entenda as etapas do projeto

O projeto Orquídeas Brasileiras, iniciativa do empreendimento Boavista, vem sendo realizado desde o primeiro semestre de 2019 e foi dividido em cinco etapas. A primeira, o diagnóstico, envolveu uma visita ao Vale da Serra da Moeda para análise e conhecimento técnico da área.

Na sequência, uma seleção das espécies foi realizada em orquidários profissionais. A preferência foi dada às espécies nativas e puras da região, bem como a polinização e reprodução em laboratório. Foi observado, também, a boa interação com a flora local.

A terceira etapa contempla o processo de aclimatação, para o desenvolvimento e fortalecimento das mudas geradas. A quarta, por sua vez, foi a introdução das espécies à natureza, em fevereiro deste ano.

A quinta e última ainda está em andamento. “A quinta fase será monitorar o desempenho dessas orquídeas até que estejam totalmente independentes de cuidados como limpeza, regas, adubação e controle de pragas”, explica Reginaldo.

 

Conheça algumas espécies do projeto

Entre as adotadas para reintegrar a flora local, de acordo com o geógrafo, está a orquídea considerada símbolo do projeto, a Hoffmannseggella milerii (ex Laelia milerii). Espécie oficialmente ameaçada de extinção, ela é simbólica das serras mineiras.

“Foi necessário buscarmos plantas adultas, que seriam as matrizes, com colecionadores para fazermos a polinização e gerar frutos. A previsão é que uma nova geração de mudas seja iniciada ainda neste ano”, pontuou.

BRASÍLIA/DF - O Ministério da Saúde divulgou uma nota técnica na noite de quinta-feira (25)  em que orienta que os 4 milhões de brasileiros que se vacinaram com o imunizante da Janssen tomem uma dose de reforço entre dois e seis meses após a primeira aplicação. A recomendação do ministério é que seja utilizado a vacina do mesmo fabricante.

Segundo a nota, a orientação foi baseada em estudos científicos que mostram aumento significativo na imunidade após a aplicação de mais uma dose da vacina, principalmente com intervalo mais longo, de seis meses.

Se a dose de reforço, segundo estudos, for aplicada com um intervalo de seis meses, os níveis de anticorpos aumentam nove vezes após uma semana com a imunização da Janssen. Esse índice segue aumentando em até 12 vezes quatro semanas após a aplicação do reforço.

A nota técnica citou uma pesquisa norte-americana que demonstrou que a dose de reforço, quando aplicada com um intervalo mínimo de dois meses, fornece até 94% de proteção contra a covid-19. Com dose única do imunizante, o índice é de 75%. O estudo também demonstrou que os níveis de anticorpos aumentaram de quatro a seis vezes com a dose de reforço.

Os resultados embasaram o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, em inglês) a também recomendar a dose de reforço da Janssen.

No caso de mulheres que se vacinaram com a Janssen e que estejam grávidas, a recomendação é que a dose de reforço seja feita com a vacina da Pfizer.

O Brasil recebeu, até agora, 6,6 milhões de doses de vacinas da Janssen. No momento, cerca de 2 milhões de doses estão em análise do Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS).

SÃO CARLOS/SP - A Guarda Municipal deteve três indivíduos, sendo dois menores e um maior de idade, na madrugada de hoje, 26, na Rua José Quatrochi, no bairro Santa Felícia, em São Carlos.

O patrulhamento estava sendo realizado, quando próximo ao CRAS Santa Felícia, o trio estava defronte a um ponto de ônibus, como as 2h20min o transporte coletivo não está em funcionamento, os GMs tentaram abordá-los, mas os mesmos saíram correndo, porém, os Guardas com suas motocicletas conseguiram fazer a abordagem.

Em revista corporal nada de ilícito foi encontrado, mas em uma árvore próximo a eles, foi localizado140 eppendorfs cheios com uma substância análoga a cocaína e 26 porções análoga a maconha, e no pé da árvore foi encontrado R$ 70,00 em dinheiro.

Diante dos fatos os três suspeitos foram apresentados para a autoridade competente no CPJ, onde o delegado de plantão deliberou em fazer a apreensão dos entorpecentes e do dinheiro.

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