Jornalista/Radialista
É Fogo!
SÃO CARLOS/SP - São Carlos nesses últimos anos em especial no ano de 2021, sofreu demais com o grande número de incêndios florestais conhecidos popularmente como queimadas. Podemos observar em dados fornecidos pelo próprio INPE que São Carlos no ano passado esteve em 3º Lugar no Estado em número de focos. O ano de 2022 promete ser mais severo, logo teremos o clima propicio a criação e propagação dos incêndios florestais.
Mas aí vem uma pergunta, como eles surgem? Para essa pergunta eu trago uma resposta bastante simples. Eles surgem em mais de 90% dos casos da ação ou omissão humana. Ação aquela em que o indivíduo incendeia intencionalmente determinado lugar, principalmente terrenos com a intenção de “Limpar” no qual acaba-se perdendo o controle do fogo. Já a omissão vem daquele indivíduo que descarta materiais em área de mata, como garrafas de vidro, garrafas pet, bitucas de cigarro e outros materiais que podem causar ignição a partir do calor que geram.
E o que podemos fazer para que não passemos por essa situação como no ano de 2021?
A resposta nesse caso não é tão simples, mas mesmo assim estou aqui para emitir minha opinião sobre o assunto.
Vigilância constante; não podemos em nenhum momento do ano descuidar dos incêndios florestais.
Campanhas Publicitárias são extremamente importantes para conscientizar a população, afinal de contas você está aqui lendo esse artigo através de um meio de comunicação e eu estou aqui te mostrando o que podemos fazer.
Ações Preventivas; aceiros preventivos nas propriedades rurais de pequeno, médio e até grande porte, os aceiros são ótimos para se controlar a propagação dos incêndios.
Treinamento; as famílias que moram principalmente em áreas rurais devem receber treinamento para saber como se portar diante de uma situação de incêndio florestal, sendo na confecção dos aceiros, no primeiro combate, ou até no abandono seguro daquele local.
A Defesa civil do município deve estar atenta e vigilante a esses casos, devendo monitorar os focos, estipular áreas de grandes riscos de incêndios florestais, emitir alertas de focos de incêndios para que as pessoas possam não ser pegas de surpresa em uma situação adversa.
Atuação; o corpo de bombeiros da polícia militar tem papel fundamental na atuação contra os incêndios florestais, porem devemos lembrar que também é de nossa responsabilidade.
Ações corretivas; é importante que o município disponibilize formas de penalizar aqueles que são flagrados cometendo crimes, a sensação de impunidade não pode pairar sobre o infrator que coloca vidas em risco.
Vale a pena eu ainda citar que o poder público poderia efetuar edital de contratação de empresa especializada nesse tipo de atividade que poderia prestar serviço ao município nos momentos de maior crise, contratação sazonal e temporária de brigadistas florestais como já ocorre no ICMBio,IBAMA e outros órgãos, parcerias através dos governos federal e estadual para implementar projetos como exemplo a Operação corta fogo do estado de SP.
Sem mais delongas espero que tenha ajudado a mostrar o quão perigoso é esse tempo que nos avizinha, e o que resumidamente podemos fazer a respeito.
Rafael de Jesus dos Santos
Bombeiro Profissional Civil
Especialista em incêndios florestais conforme NBR 16.877/20
RIO DE JANEIRO/RJ - A turma da Mônica, de Mauricio de Sousa, renovou a parceria, na manhã desta segunda-feira (25) com o Comitê Olímpico do Brasil (COB), para fazer parte da torcida do Time Brasil até os Jogos Olímpicos de Paris 2024.
Com isso, os principais personagens, como: Mônica, Magali, Cascão e entre outros, seguirão no plano para acompanhar o esporte brasileiro em Paris.
A parceria vem desde 2009, sendo um pequeno jeito do Comitê ter uma aproximação da população brasileira. “É uma imensa alegria para o COB e todo nosso Movimento Olímpico a renovação desta tão bem-sucedida parceria com a Turma da Mônica e seus queridos personagens. A torcida da Turma da Mônica provou que é pé-quente, alcançamos em Tóquio o melhor resultado da nossa história, e agora queremos estreitar os laços e envolver ainda mais a população na corrente de apoio aos nossos atletas até os Jogos Olímpicos de Paris”, afirmou Paulo Wanderley, presidente do COB.
Mauricio de Sousa, criador da Turma da Mônica, acrescentou que “estimular o público jovem e infantil aos esportes olímpicos é uma ação de imensa importância. A turminha não poderia estar fora dessa, já que tem tanta sinergia com esse público. Nosso papel é incentivar esses jovens, de todos os cantos do Brasil, a não desistirem dos seus sonhos e seguirem essa carreira. Tenho certeza de que, cada vez mais, vamos ter novos talentos para nos representar como esportistas e dar muito orgulho para toda a nação”.
SÃO CARLOS/SP - Um sujeito de 18 anos, foi preso pela Polícia Militar nesta última 2ª feira (25), no bairro Antenor Garcia, em São Carlos.
O 190 foi acionado informando que na Rua José Geraldo, havia uma motocicleta com procedência duvidosa em uma casa. Os PMs foram averiguar.
Chegando na residência, foram recebidos por um rapaz que franqueou a entrada os agentes de segurança pública. Os Militares ao ver que os números do chassi e do motor estavam suprimidos, questionaram o sujeito e o mesmo disse que havia comprado o veículo em uma feira do rolo nas redes sociais.
Assim sendo, o indivíduo foi conduzido à Central de Policia Judiciária e depois de ouvido recolhido ao Centro de Triagem de São Carlos.
Já a motocicleta foi recolhida ao Pátio Municipal.
BELO HORIZONTE/MG - Atualmente, a ave bacurau-de-rabo-branco, que vive no cerrado brasileiro, com registros nos estados de Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso do Sul, consta nas listas oficiais das espécies ameaçadas de extinção do Ministério do Meio Ambiente e também da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). Diante do preocupante cenário, o ideal, segundo especialistas, seria que todos os estados recebessem projetos com o objetivo de encontrar novas populações da espécie, a fim de identificar as principais ameaças nas regiões que ela habita, com propostas de ações para a sua conservação e, assim, auxiliando na redução do seu status de ameaça de extinção.
O projeto, denominado "Onde está o bacurau?" e que busca auxiliar na redução do status de ameaça de extinção encontrando novos grupos da ave no Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, recebeu no final da semana passada mais de R$ 260 mil em recursos da Coordenadoria Regional das Promotorias de Justiça do Meio Ambiente das Bacias dos Rios Paranaíba e Baixo Rio Grande. O termo de destinação de R$ 260.060,00 ao projeto, que tem duração de 24 meses, foi assinado pela Prefeitura de Uberaba e Fundação de Ensino e Pesquisa de Uberaba (Funepu), responsável pelo estudo.
“Apesar de os recursos voltados ao entendimento da natureza ainda serem poucos no Brasil, todo recurso destinado à conservação e pesquisa é muito importante; seja ele qual for a quantia. Espero que esse recurso possa favorecer um pouco a um melhor entendimento da espécie, ou seja, como ela está distribuída na região do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba”, considerou o biólogo/ornitólogo André Grassi Corrêa, que tem mestrado em Ecologia de Ecótonos. Segundo o promotor Carlos Valera, o recurso para o projeto do Triângulo Mineiro veio de medidas compensatórias, impostas àquelas pessoas que transgrediram as normas ambientais.
“A penalização veio por meio de um ajustamento de conduta e os recursos passam a beneficiar a população que sofreu aquele crime ambiental”, complementou.
Queimadas e conversão do cerrado em pastagem e plantios
De acordo com o biólogo André Grassi, que atua como guia de observação de aves na Brazil Birding Experts, as principais ameaças para o bacurau são as queimadas e a conversão do cerrado em plantios de eucaliptos, pastagens, soja, cana-de-açúcar, entre outras culturas.
“Essa espécie de ave com hábitos noturnos depende de um ambiente muito específico, num subsistema de campo limpo abundante e com cupinzeiros”, complementou. Além disso, Grassi explica que é importante também destacar que a espécie leva esse critério de ameaça porque tem uma população pequena, localmente distribuída e porque tem perdido seus hábitos naturais. “A espécie só existe em três estados do Brasil e bem localmente, ou seja, na região do Triângulo Mineiro e na região do Parque Nacional das Emas (que abrange os estados de Goiás e Mato Grosso do Sul)”, finalizou o biólogo.
Renato Manfrim - Especial para o EM
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