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Redação

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 Jornalista/Radialista

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IBATÉ/SP - No último domingo (03), a equipe do Projeto Social de Ibaté "Educando com o Karatê",  conquistou 11 medalhas no Campeonato Paulista Estudantil e Estilos, realizado no Ginásio do Centro Esportivo da Vila Manchester, na cidade de São Paulo, promovido pela Federação Paulista de Karatê (FPK). O evento contou com a participação de 1.000 atletas inscritos em diversas categorias.

A equipe ibateense, que é composta por alunos da Rede Municipal e Estadual de Ensino,foi representada por 17 atletas. "Nossa equipe conquistou 11 medalhas no total. Kauã Menezes e Karla Julia alcançaram o ouro; Ulisses Furtado a prata; Mathias Rodrigues,  Weni Gabriel, Adrian Cordeiro, Flávia Scopin, Julia Alves, Maria Luiza Thomazzi, Leonardo Silva Antonio, Luis Fernando Buzzeti, trouxeram para Ibaté uma medalha de bronze cada", destacou o professor Elcio Manoel.

 "Agradeço à todos os membros da Comissão Técnica e de Pais; à Prefeitura de Ibaté, representada pelo Prefeito José Luiz Parella, por todo incentivo e apoio à modalidade", enfatizou o professor.

Raul Seixas II Betune Pereira, chefe de Divisão de Esportes, ressalta que as aulas são gratuitas, acontecem na Pirâmide da Mata do Alemão e na Academia Municipal. "Toda terça, quinta, sexta-feira, e aos sábados a partir das 18h. Quem quiser participar e praticar esse esporte é só comparecer por lá”, convidou.

SÃO PAULO/SP - O apresentador Ratinho voltou a criticar a cantora Anitta em seu programa no SBT. Recentemente, Carlos Massa disse que a artista tem talento, mas reprovou as atitudes da ‘Girl From Rio’.

O assunto surgiu durante uma conversa entre o apresentador e a convidada Mara Maravilha. A apresentadora foi questionada sobre sua relação com a cantora Ludmilla após a briga que as duas tiveram em 2018.

“Não curto esse lance de apologia Eu respeito, ela é uma artista talentosa, ela tem um público grande, o meu ranço não é pessoal, imagina, eu nem a conheço. Como eu não consumo a Ludmilla, eu particularmente prefiro a Iza. Um beijo, Ludmilla”, declarou.

Ratinho, por sua vez, aproveitou o assunto para criticar a cantora Anitta: “Eu, por exemplo, não concordo com algumas coisas que a Anitta faz, acho exagerado, acho que não tem necessidade, só isso”.

“Ela tem talento, não precisa de certas coisas. Acho que a Anitta não é exemplo, eu não gostaria que uma neta minha seguisse o exemplo da Anitta, tenho seis netas e não gostaria”, disparou o comunicador sobre a carioca.

 

 

JETSS

BRASÍLIA/DF - O valor da cesta básica caiu em agosto em 16 das 17 capitais analisadas pela Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, calculada mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Belém foi a única capital onde o preço da cesta subiu (0,27%).

A queda mais expressiva no valor da cesta básica ocorreu no Recife (-3%), seguida por Fortaleza (-2,26%), Belo Horizonte (-2,13%) e Brasília (-2,08%).

Em agosto, a cesta mais cara do país era a de São Paulo, onde o custo médio dos alimentos básicos foi estimado em R$ 749,78. Na sequência, estavam as cestas de Porto Alegre (R$ 748,06), Florianópolis (R$ 746,21) e Rio de Janeiro (R$ 717,82). A cesta mais barata foi a de Aracaju, onde o preço médio encontrado foi de R$ 539,57.

Na comparação anual, entre agosto de 2022 e o mesmo mês de 2021, houve alta de preço em todas as capitais pesquisadas. A maior variação foi encontrada no Recife (21,71%) e a menor, em Porto Alegre (12,55%).

Com base na cesta mais cara do país, a de São Paulo, o Dieese calculou que o salário mínimo ideal, necessário para suprir as despesas de um trabalhador e sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, seria de R$ 6.298,91 no mês de agosto, um valor 5,2 vezes superior ao do salário mínimo vigente atualmente no país, de R$ 1.212.

 

 

Por Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil 

BRASÍLIA/DF - Desoneração da folha dos hospitais, correção da tabela do Sistea Único de Saúde (SUS) e compensação de dívidas dos estados com a União podem ser as soluções para o problema do piso salarial dos enfermeiros, segundo o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Ele se reuniu na última terça-feira (6) com o ministro Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), autor de uma decisão liminar que suspendeu a efetividade do piso. O Congresso Nacional promulgou neste ano uma emenda constitucional que garante o piso salarial para profissionais de enfermagem, mas o ministro alegou risco à prestação de serviços de saúde.

— Essa judicialização faz nascer um senso de urgência na solução da fonte do custeio para o piso nacional da enfermagem. Eu senti do ministro Barroso absoluta disposição de dar solução ao problema. Espero que o processo de conciliação seja muito rápido. Há compromisso [do Congresso Nacional] de fazer prevalecer a lei que votamos — afirmou Pacheco em entrevista coletiva após a reunião.

O presidente do Senado cobrou também a participação do Poder Executivo nas negociações, uma vez que medidas econômicas ou iniciativas legislativas terão que passar por lá. Pacheco quer se reunir em breve com os ministros da Economia, Paulo Guedes, e da Saúde, Marcelo Queiroga.

— É um diálogo que pretendo ter imediatamente. Chamar todos à reflexão. O envolvimento do Executivo necessariamente terá que acontecer e eu não tenho dúvida de que haverá a mesma boa vontade que o Legislativo tem.

Pacheco voltou a defender o piso, observando que a pandemia de covid-19 evidenciou que a categoria tem salários “aviltados”. Ele também garantiu que, se o Congresso precisar se reunir para votar alguma medida, será possível fazer isso antes das eleições, que acontecerão em 2 de outubro.

 

Verbas para cultura

Pacheco também comentou a situação da medida provisória que adia repasses financeiros para o setor cultural (MP 1.135/2022). A MP efetivamente impedeo o cumprimento das leis Paulo Gustavo e Aldir Blanc 2, e senadores cobram que ela seja devolvida ao Palácio do Planalto.

Para o presidente do Senado, a devolução de MP é “possível, porém muito excepcional”, e a Advocacia do Senado está estudando a questão. Segundo ele, o mais importante é conseguir a liberação dos recursos.

— Queremos o espaço orçamentário para cumprir [as leis]. Vamos conversar com o Ministério da Economia para encontrarmos ainda este ano uma solução para esses programas, que tiveram praticamente a unanimidade do Congresso. Exigiremos do ministério as soluções necessárias. A questão da MP passa a ser um detalhe — concluiu.

 

Fonte: Agência Senado

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