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Redação

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 Jornalista/Radialista

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XANGAI - As ações da China registraram seus maiores ganhos em cinco meses e meio nesta sexta-feira, após uma dramática recuperação em Wall Street e depois de o chefe do banco central chinês prometer apoio mais forte para a economia real.

O índice CSI 300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, fechou alta de 2,39%, enquanto o índice de Xangai subiu 1,84%. Ambos os índices registraram sua maior alta diária desde 29 de abril.

O Índice Hang Seng de Hong Kong ganhou 1,21%.

Na semana, o CSI 300 subiu quase 1%, enquanto a queda de 6,5% do índice Hang Seng foi sua queda semanal mais acentuada em três meses.

As ações asiáticas acompanharam a alta de Wall Street na véspera, embora os ganhos possam se desvanecer rapidamente à medida que os investidores se deparam com a realidade de que o aumento da inflação nos Estados Unidos provavelmente levará a taxas de juros mais altas por mais tempo, acelerando uma recessão global.

O banco central da China colocará ênfase no apoio à construção de infraestrutura e acelerará o ritmo de entrega de projetos domésticos, disse o presidente da autoridade monetária, Yi Gang.

"O sentimento se recuperou marginalmente em relação às mínimas (do ano até agora) após a Semana Dourada. No entanto, acreditamos que o mercado provavelmente permanecerá volátil dada a escalada das restrições de exportação dos EUA contra a China e o ressurgimento da Ômicron", disse o Morgan Stanley em uma nota.

 

. Em TÓQUIO, o índice Nikkei avançou 3,25%, a 27.090 pontos.

. Em HONG KONG, o índice HANG SENG subiu 1,21%, a 16.587 pontos.

. Em XANGAI, o índice SSEC ganhou 1,84%, a 3.071 pontos.

. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, avançou 2,39%, a 3.842 pontos.

. Em SEUL, o índice KOSPI teve valorização de 2,30%, a 2.212 pontos.

. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou alta de 2,48%, a 13.128 pontos.

. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES desvalorizou-se 0,03%, a 3.039 pontos.

. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 avançou 1,75%, a 6.758 pontos.

 

 

REUTERS

SUÉCIA - Os três partidos de direita da Suécia chegaram a um acordo para formar um governo de coalizão, que terá o apoio no Parlamento da formação de extrema-direita Democratas da Suécia, anunciou nesta sexta-feira (14) o candidato a primeiro-ministro Ulf Kristersson.

"Os Moderados (conservadores), os Democrata-Cristãos e os Liberais formarão o governo e colaborarão com os Democratas da Suécia no Parlamento", declarou o líder do partido Moderados em uma entrevista coletiva.

A votação para a designação de Kristersson como primeiro-ministro acontecerá na segunda-feira.

Pouco depois do anúncio, a líder dos democrata-cristãos, Ebba Busch, informou que o país construirá novos reatores nucleares em resposta às crescentes necessidades de energia elétrica.

Nos últimos anos, a Suécia fechou seis de seus 12 reatores. Os que permanecem abertos geram quase 30% da energia elétrica usada no país.

A Suécia enfrenta dificuldades para encontrar fontes de energia alternativas viáveis para substituir a energia nuclear, pois as energias renováveis ainda não suprem de maneira de maneira completa as suas necessidades.

O governo social-democrata que comandou o país nos últimos oito anos era tradicionalmente contrário à construção de novos reatores, mas admitiu este ano que a energia nuclear é crucial para o futuro próximo.

O grupo de energia sueco Vattenfall afirmou em junho que examinava a possibilidade de construir ao menos dois pequenos reatores nucleares modulares.

As eleições parlamentares de 11 de setembro, nas quais a coalizão conservadora conquistou maioria estreita, foram marcadas pelo avanço do Democratas da Suécia (SD), partido de extrema-direita criado em 1988.

O partido foi o segundo mais votado, com 20,5% dos votos. Os quatro partidos de direita somam 176 das 349 cadeiras do Parlamento.

 

 

AFP

BRASÍLIA/DF - O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, decidiu impedir a abertura de investigações do Ministério da Justiça – por meio da Polícia Federal (PF) – e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) contra institutos de pesquisa de opinião.

Moraes justificou sua decisão alegando ausência de justa causa e "incompetência absoluta" dos órgãos para uma investigação deste calibre num período eleitoral, e que estes órgãos simplesmente buscavam "satisfazer a vontade eleitoral" do presidente Jair Bolsonaro, candidato à reeleição.

"Ambas as determinações [do Ministério da Justiça e do Cade] são baseadas, unicamente, em presunções relacionadas à desconformidade dos resultados das urnas com o desempenho de candidatos retratados nas pesquisas, sem que exista menção a indicativos mínimos de formação de vínculo subjetivo entre os institutos apontados ou mesmo práticas de procedimentos ilícitos", disse o presidente do TSE em comunicado.

"Tais medidas açodadas, além da incompetência dos órgãos que as proferiram e da flagrante usurpação das funções constitucionais da Justiça Eleitoral, parecem demonstrar a intenção de satisfazer a vontade eleitoral manifestada pelo chefe do Executivo e candidato a reeleição, podendo caracterizar, em tese, desvio de finalidade e abuso de poder por parte de seus subscritores", concluiu Moraes.

 

Cade e PF fora de suas competências

Os dois ofícios – do Cade e da PF – foram enviados na quinta-feira (13/10). Em seu pedido, o Cade argumenta que os institutos de pesquisa erraram de forma parecida as previsões de resultados do primeiro turno, em 2 de outubro. Já a PF recebeu da campanha de Bolsonaro um ofício falando na divergência entre o resultado no primeiro turno e as pesquisas publicadas antes da votação.

O presidente do Cade, Alexandre Cordeiro, que é ligado ao ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, afirmou que a ação adotada pelo Cade visava investigar se os institutos de pesquisa teriam atuado como um cartel para "manipular" as eleições. Os institutos citados no ofício do Cade foram Ipec, Datafolha e Ipespe.

Em resumo, Moraes afirmou que o Ministério da Justiça e a presidência do Cade ultrapassaram as competências de seus órgãos e do TSE e que cabe à Justiça Eleitoral a fiscalização dos institutos de pesquisa.

Segundo apuração do jornal Folha de S. Paulo, técnicos do próprio Cade não viram materialidade no ofício enviado por Cordeiro. Segundo eles, mesmo que tenha havido um conluio entre os institutos para uma suposta manipulação nas pesquisas de opinião, os institutos não teriam cometido infração à ordem econômica, que é o campo de ação do Cade.

 

Bolsonaristas alegam crime nas pesquisas

As investigações contra os institutos de pesquisa fazem parte de uma estratégia de aliados de Bolsonaro. Segundo bolsonaristas, há indícios de crimes cometidos pelos institutos devido a divergências entre as apurações de opinião realizadas pelos institutos e os resultados das urnas – eles argumentam que os institutos erraram de maneira semelhante o resultado da votação.

A discrepância gerou críticas e incredulidade, inclusive na imprensa internacional. O diário americano The New York Times publicou no dia após o pleito que "os primeiros resultados foram uma grande vitória para Bolsonaro, que havia dito há semanas que as pesquisas subestimavam severamente seu apoio. Até agora, os resultados sugeriram que ele estava certo".

Na última pesquisa Datafolha antes do pleito no primeiro turno, Bolsonaro registrava 36% das intenções de votos válidos. O Ipec mostrava o presidente com 37%. Nas urnas, Bolsonaro teve 43,2% - no mínimo quatro pontos percentuais acima da margem de erro.

Já o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparecia com 50% dos votos válidos no Datafolha. O Ipec mostrava 51% para o petista. Nas urnas, Lula conquistou 48,43% dos votos, próximo dos dois pontos percentuais abaixo na margem de erro do Datafolha.

Os dois institutos justificaram as discrepâncias com a mudança de voto dos eleitores. Segundo Datafolha e Ipec, como os levantamentos indicavam a vitória de Lula no primeiro turno, e eleitores de Ciro Gomes e Simone Tebet, que votariam em Bolsonaro no segundo turno, decidiram votar em Bolsonaro para possibilitar a realização do segundo turno.

 

 

dw.com

BRASÍLIA/DF - A Caixa Econômica Federal paga hoje (14) a parcela de outubro do Auxílio Brasil aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 3. Esta é a terceira parcela com o valor mínimo de R$ 600, que vigorará até dezembro, conforme emenda constitucional promulgada em julho pelo Congresso Nacional.

A emenda também liberou a inclusão de 2,2 milhões de famílias no Auxílio Brasil. Com isso, o total de pessoas atendidas pelo programa subiu para 20,65 milhões.

O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas em dois aplicativos: Auxílio Brasil, desenvolvido para o programa social, e Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

Em janeiro, o valor mínimo do Auxílio Brasil voltará a R$ 400, a menos que uma nova proposta de emenda à Constituição seja aprovada. Tradicionalmente, as datas do Auxílio Brasil seguem o modelo do Bolsa Família, que pagava os beneficiários nos dez últimos dias úteis do mês. No entanto, portaria editada no início de outubro antecipou o pagamento da parcela deste mês, que ocorre entre os dias 11 e 25.

Fonte: Caixa
Final do NIS Data
1 11/10
2 13/10
3 14/10
4 17/10
5 18/10
6 19/10
7 20/10
8 21/10
9 24/10
0 25/10

 

Auxílio Gás

O Auxílio Gás também será pago hoje às famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), com NIS final 3. Com valor de R$ 112 neste mês, o benefício segue o calendário do Auxílio Brasil.

Com duração prevista de cinco anos, o programa beneficiará 5,5 milhões de famílias até o fim de 2026. O benefício, que equivalia a 50% do preço médio do botijão de 13 quilos nos últimos seis meses, foi retomado em agosto com o valor de 100% do preço médio, o que equivale a R$ 112 em outubro. Esse aumento vigorará até dezembro, conforme emenda constitucional promulgada pelo Congresso.

Pago a cada dois meses, o Auxílio Gás originalmente tinha orçamento de R$ 1,9 bilhão para este ano, mas a verba subiu para R$ 2,95 bilhões após a promulgação da emenda.

Só pode fazer parte do programa quem está incluído no CadÚnico e tenha pelo menos um membro da família que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A lei que criou o auxílio definiu que a mulher responsável pela família terá preferência, assim como mulheres vítimas de violência doméstica.

Benefícios básicos

O Auxílio Brasil tem três benefícios básicos e seis suplementares, que podem ser adicionados caso o beneficiário consiga emprego ou tenha filho que se destaque em competições esportivas, científicas ou acadêmicas.

Podem receber os benefícios extras as famílias com renda per capita de até R$ 100, consideradas em situação de extrema pobreza, e de até R$ 200, em condição de pobreza.

 

 

AGÊNCIA BRASIL

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