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Redação

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 Jornalista/Radialista

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MIRASSOL/SP - O juiz Lincoln Augusto Casconi decretou a prisão preventiva do motorista de 28 anos que atropelou mais de 10 manifestantes e deixou duas pessoas com ferimentos graves na quarta-feira (2), durante um protesto na rodovia Washington Luís (SP-310), em Mirassol​.

A decisão foi tomada durante audiência de custódia. Após a audiência, o homem foi transferido para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Rio Preto. Para o magistrado, a prisão cautelar foi necessária.

“Tratou-se de fato de repercussão nacional, pois o ilícito ocorreu em âmbito de manifestação política, o qual por essa razão deverá ainda ser objeto de melhor apuração dos fatos, inclusive para apuração da real motivação da conduta do autuado, assim como das vítimas que se encontravam no local. Pois, em tese, estas últimas também participavam de um movimento por ora reconhecido como ilegal, por haver determinação do Supremo Tribunal Federal, para os desbloqueios das vias”, disse o magistrado.

O réu alegou ter sido agredido por um policial militar e por um manifestante dentro da delegacia de Mirassol. O magistrado determinou que seja instaurado procedimento para apuração de eventual abuso ou maus-tratos por parte do integrante da corporação. Os exames de corpo de delito do réu apresentam sinais de agressão.

 

​O CASO

De acordo com o boletim de ocorrência, o ​homem estava dirigindo o carro dele, acompanhado da mãe e de um amigo, quando, ao chegar próximo da manifestação, teve o veículo “fechado” pelas pessoas que protestavam no local.

Ele teria sido agredido com socos pelos manifestantes, dentro do automóvel e, por isso, teria acelerado para sair com o carro. Após o atropelamento, ​o motorista foi detido por tentativa de homicídio e escoltado pelos ​policiais até a viatura.

Ao menos 10 pessoas foram atingidas, duas sofreram ferimentos graves e um policial militar sofreu fratura na mão.

Das vítimas que tiveram ferimentos mais graves ou que precisaram de atendimento médico em hospitais, duas são adolescentes de 11 e 12 anos, quatro homens de 36, 37, 43 e 54 anos e uma mulher de 26. As vítimas levadas para o HB foram o homem de 36 anos e a mulher de 26.

Segundo o Hospital, uma sofreu fraturas nas costelas e aguarda confirmação para cirurgia. Um homem teve fratura na bacia e no braço - ele passou por cirurgia e não corre risco. Dois homens passaram por cirurgia ortopédica após sofrerem fraturas nos pés e joelhos. ​O carro dele​ bastante ​​danificado pelos manifestantes​ e chegou a ser tombado no meio da pista.

Na quinta-feira (3), todos os protestos já haviam sido finalizados nas rodovias da região. ​​​

 

 

REGIÃOSP

IBATÉ/SP - A  Prefeitura de Ibaté, através da Secretaria de Esportes, Turismo e Lazer, continua ampliando as opções e locais que disponibilizam, gratuitamente, vagas para a prática de diversas modalidades esportivas, na cidade.

Na terça-feira, 1º de novembro, o Complexo Esportivo Parrelão passou a oferecer de segunda a quarta-feira,  a partir das 18h15, aulas de Rit Box, Alongamento, Circuito Funcional e Cross Training.

As atividades são totalmente gratuitas para toda a população. "Além destas modalidades, o Complexo Esportivo Parrelão passa contar com um educador físico no período noturno, onde orienta e atende ao público que necessitar de materiais esportivos para desfrutar da estrutura", contou Raul Seixas II Betune Pereira, chefe de Divisão de Esportes de Ibaté.

O Complexo Esportivo Parrelão está localizado a rua Ceará esquina com a Rio de janeiro no bairro Popular. "A infra-estrutura oferece uma gama de atividades esportivas, como quadra de tênis; quadra poliesportiva; pista de skate; cancha de bocha; quadra de vôlei de areia; campo society; aparelhos de musculação ao ar livre; sala para depósito dos materiais esportivos com sanitários; quiosques, e em breve o local contará com duas quadras de Beach Tênis", finalizou Raul Seixas II.

SUÍÇA - Em pouco mais de uma semana, chegaremos a 8 bilhões. Estimativas da ONU atualizadas em julho projetam que no próximo dia 15, uma terça-feira, o mundo alcançará seu novo bilhão de habitantes. A marca vem acompanhada de avanços significativos, mas também do aprofundamento de desigualdades que transparece nos números.

É o que o demógrafo brasileiro José Eustáquio Alves chama de fosso demográfico: "Há uma grande parte do mundo onde a população está diminuindo, envelhecendo e com taxa de fecundidade baixa; outra segue crescendo muito, com alta fecundidade e 'bolhas de jovens'."

A desigualdade entre continentes e mesmo dentro deles faz com que cada país vivencie a superpopulação global de forma distinta. Para alguns, as cifras prenunciam diminuição da mão de obra economicamente ativa, para outros o desafio é lidar com o "boom" habitacional sem dispor de infraestrutura.

Ao longo das últimas cinco décadas, indicadores importantes melhoraram ao redor do planeta. A expectativa média de vida global cresceu --de 57,6 para 73,4 anos--, e a mortalidade infantil caiu --de 93,4 a cada mil nascidos vivos para 26,7. Mas a média diz pouco sobre a realidade de cada parte do globo.

Os exemplos se avolumam. Quatro dos cinco países nórdicos --Islândia, Finlândia, Noruega e Suécia-- estão entre as dez nações com menor mortalidade infantil, todos abaixo de 2 mortos a cada mil nascidos vivos. Já na Nigéria, morrem 70 a cada mil crianças nascidas vivas, de acordo com números da ONU.

O país da Costa Oeste da África tem recebido cada vez mais atenção dos especialistas. Hoje o sexto mais populoso do mundo --desbancou o Brasil neste ano--, a Nigéria, mostram as projeções atuais, pode superar EUA, Paquistão e Indonésia e se tornar a terceira nação mais populosa do mundo em 50 anos.

Uma das mais afetadas pela crise climática no continente, convive com o desafio de acomodar tamanha população diante de eventos que diminuem cada vez mais o tamanho de áreas habitáveis. E, não bastasse a mortalidade infantil, nigerianos têm a segunda menor expectativa de vida do planeta: apenas 53,9 anos.

O volume populacional, em boa parte, deve-se à taxa de fecundidade. Com cinco nascimentos por mulher, a Nigéria tem uma das taxas mais altas do mundo. Na média global, o índice atual é de 2,3 nascimentos por mulher, cifra que corresponde a pouco mais da metade do observado há cinco décadas, 4,4.

Na China, o desafio é o oposto. Por décadas o país mais populoso do mundo, a potência asiática entrou em decréscimo populacional neste ano, indica a ONU, e tenta agora reverter o cenário. Com taxa de fecundidade de 1,1 (menos da metade da mundial), o país, que por muito tempo incentivou o controle populacional por meio da chamada política do filho único, quer hoje famílias mais amplas.

Bela Hovy, chefe de publicações da divisão de população das Nações Unidas, credita à queda global da taxa de fecundidade um dos principais avanços das últimas décadas. Mas lembra como a questão ainda é um desafio para partes significativas do globo. "Países da África Subsaariana devem contribuir com mais da metade do crescimento populacional até 2050 [quando, diz a ONU, chegaremos a 9,6 bilhões]. Há um grande desafio para países menos desenvolvidos atingirem um desenvolvimento sustentável."

Mas o principal desafio ecoado pela marca de 8 bilhões talvez seja, para Hovy, a solidariedade global. "Se garantirmos ajuda para que esses países atinjam metas como acesso a saúde materna e mais educação a mulheres [49,7% da população global], será possível pensar em diminuir o crescimento populacional."

Helena Cruz Castanheira, demógrafa da divisão de população da Cepal (Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe), chama a atenção para o período de transição demográfica que quase todo o mundo vivencia --a fecundidade cai, assim como a mortalidade, e, por óbvio, a expectativa de vida aumenta, fazendo com que haja uma boa parcela de população com idade economicamente ativa.

Mas aí também mora a desigualdade. "A transição demográfica é uma janela de oportunidade para desenvolvimento socioeconômico, mas isso não é automático. É preciso que ocorram transformações sociais significativas: acesso a educação e distribuição de riqueza. Se todas as mulheres estão fora da força de trabalho, ou se não há alta produtividade, a janela de oportunidade apenas se fecha."

Há 11 anos, quando, para as estimativas da época, o mundo completou 7 bilhões, muitos dos desafios colocados à mesa eram os mesmos de hoje. Mas se destacava a dúvida sobre a capacidade de o planeta produzir recursos para sustentar, com qualidade, tanta gente.

Questionado sobre se já temos uma resposta, Hovy resume: "Temos tecnologia e recursos renováveis para um futuro sustentável. A maior questão é a vontade política. O padrão atual não é sustentável. Se não mudarmos nosso modo de agir, teremos desafios ainda maiores para suportar até 10 bilhões de pessoas."

 

 

MAYARA PAIXÃO / FOLHA de S.PAULO

SÃO PAULO/SP - O sorteio do concurso 2.536 da Mega-Sena foi realizado na noite deste sábado (5), em São Paulo. O prêmio principal acumulou e pode chegar a R$ 65 milhões no sorteio da próxima quarta-feira (9).

Veja as dezenas sorteadas:

09 - 22 - 27 - 30 - 33 - 45.

No sorteio deste sábado, 163 apostas ganharam a quina, e receberam R$ 28.773,28 cada. Já 10.787 apostas acertaram a quadra, e levaram R$ 621,12 cada.

 

 

Por g1

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