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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - Representantes da Secretaria Municipal de Segurança Pública e da Defesa Civil participaram nos últimos dias 1º e 2 de dezembro do Fórum Global Understanding Risk (UR22), organizado pela Prefeitura de Florianópolis, Banco Mundial e Mecanismo Global para Redução e Recuperação de Desastres (GFDRR), com apoio do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), por meio da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec).
O evento reuniu uma comunidade internacional de especialistas e profissionais da área de identificação de riscos de desastres. A programação contou com atividades online e presenciais, em diferentes locais de Florianópolis, com mais de cem sessões técnicas com especialistas de todo o mundo, plenárias, palestras, demonstrações de tecnologia e performances artísticas.
Esta é primeira vez que o Brasil recebeu o Fórum Global, voltado a acadêmicos, políticos, representantes do setor privado e de organizações comunitárias. Na conferência foram apresentados os mais recentes conhecimentos e inovações na área de gestão de risco de desastres, abrangendo tópicos que vão desde sistemas de alerta precoce até resiliência urbana, comunicação e financiamento do risco. 
A Prefeitura de São Carlos foi representada pelo diretor da Defesa Civil, Pedro Caballero e pelo Guarda Municipal Finéias Bernardo da Silva que apresentaram presencialmente o Projeto de Monitoramento dos Níveis de Rios e Emissão de Alertas desenvolvido pela equipe da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), por meio do professor Dr. Rafael Vidal Aroca e pelo coronel Paulo César Belonci, chefe de gabinete da Secretaria Municipal de Segurança Pública e Defesa Social. O sistema está em funcionamento, com conexão com o Centro de Controle Operacional (CCO) da Guarda Municipal e a sede da Defesa Civil.
Durante o evento foram realizadas apresentações de trabalhos e projetos de diversas partes do mundo, mostrando a tecnologia que está sendo empregada para a redução dos impactos dos desastres nas cidades.  
O Brasil possui mais de 250 cidades (áreas urbanas) com situações de risco relacionadas com excesso de água (chuvas intensas), causando alagamentos e enchentes, bem como outros problemas relacionados ao risco de vida do cidadão. 
O monitoramento dos rios será realizado em São Carlos através de sensores instalados acima dos leitos dos rios, sendo que as informações serão transmitidas, em tempo real, para o Centro de Controle Operacional da Guarda Municipal, o qual funciona 24 horas por dia.
De acordo com o coronel Paulo César Belonci, chefe de gabinete da Secretaria Municipal de Segurança Pública, o sistema desenvolvido vai possibilitar que as forças de segurança - Defesa Civil Municipal, Corpo de Bombeiros, Guarda Municipal e Polícia Militar - possam agir com alguma antecedência, e que a sociedade tenha conhecimento da possibilidade de enchentes, principalmente os diretamente afetados, como comerciantes, frequentadores e moradores das áreas atingidas.
“O software foi desenvolvido com programação PHP, HTML, CSS, JavaScript e MySQL, possibilitando a implementação de interfaces gráficas de usuário que proporcionam a fácil inclusão, busca, manipulação e remoção de informações”, explica Belonci.

A importância do trabalho desenvolvido em São Carlos, interação e cooperação entre as entidades públicas com benefício direto ao cidadão, foi um dos motivos pelo qual a Prefeitura foi convidada a participar do Fórum Global Understanding Risk.

SÃO CARLOS/SP - O Projeto “Cidade que Educa” vai realizar atividades educativas em parceria com a FESC neste sábado, dia 10 de dezembro, das 8h às 12h, na Escola Andrelino Vieira, bairro Vila São José. O Projeto Cidade que Educa nasceu da articulação de pessoas que desejam uma São Carlos mais humana e acolhedora para as pessoas, promovendo a melhoria dos espaços públicos da cidade e o engajamento comunitário.

A proposta piloto iniciou-se no bairro Vila São José, a partir da união de moradores do bairro, grupos sociais, escolas, bombeiros, comerciantes locais, universidades, arquitetos, em parceria com membros de instituições públicas, como a FESC, a Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito, Secretaria Municipal de Obras Públicas e com a equipe do Mandato da vereadora Raquel Auxiliadora.

As primeiras fases, realizadas desde o início de 2022, desenvolveram encontros de planejamento participativo com diversos grupos, que sugeriram demandas e possibilidades de intervenções urbanas, capazes de transformar os espaços públicos do bairro e promover um terreno fértil para debates e ações futuras.

As etapas de intervenções foram, inicialmente, nos espaços de acesso das escolas localizadas no entorno da UBS Vila São José (Escolas Andrelino Vieira e Esterina Placco), incentivando maior interação entre a comunidade escolar e a cidade. Para o próximo ano, estão previstas também intervenções como a implantação de um circuito de caminhada e a qualificação de novos espaços de convívio na região.

Para concluir o ciclo de atividades de 2022, a equipe do Projeto, em parceria com a FESC, realizará um evento, aberto a toda comunidade, para apresentar os avanços e as conquistas, e promover oficinas educativas de Arte Urbana e Mural e de Arborização Urbana. 

Fotos podem ser vistas até o dia 9 de dezembro pelo site da Biblioteca Comunitária (BCo) da Universidade

 

SÃO CARLOS/SP - Até o dia 9 de dezembro, é possível visitar, no site da Biblioteca Comunitária (BCo) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), a exposição de Fotografias do Cerrado. A mostra reúne as fotos classificadas para a quinta edição do Concurso de Fotografia do Cerrado da UFSCar e tem por objetivo correlacionar a arte de registrar e de divulgar a biodiversidade da área remanescente de Cerrado do Campus São Carlos. Nessa edição, também é celebrado o aniversário de 30 anos do projeto de extensão. Ao todo, estão expostas 69 fotografias divididas nas categorias "Registros históricos" e "Registros do ambiente". O link de acesso é www.bco.ufscar.br/servicos-informacoes/area-para-exposicoes.
A exposição é uma realização do projeto de extensão "Visitas Orientadas à Trilha da Natureza", coordenado pelo Departamento de Apoio à Educação Ambiental (DeAEA), da Secretaria Geral de Gestão Ambiental e Sustentabilidade (SGAS) da UFSCar, e tem o apoio da Pró-Reitoria de Extensão (ProEx) da UFSCar.

EUA - A Warner Bros. decidiu adiantar a estreia do filme do herói Flash. A produção vai chegar uma semana mais cedo nos EUA, no dia 16 de junho, mas até o momento a data não foi alterada no Brasil e segue marcada para 22 de junho.

O adiantamento teria relação com as reações positivas do público durante as sessões de teste, segundo apurou o site Deadline. Uma pessoa sem ligação com a Warner afirmou ao site que o filme é melhor que o sucesso “Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa” (2021), por conta das participações dos diferentes Batmans vividos por Ben Affleck e Michael Keaton.

A mudança também afasta “The Flash” da estreia de “Indiana Jones e o Chamado do Destino”, que chega aos cinemas no final de junho, dando ao filme duas semanas para respirar nas bilheterias.

Mas para a nova data se manter, o ator Ezra Miller precisará ficar sem se envolver em novos problemas. Ele está metido em diversas complicações legais e deve começar a enfrentar julgamentos criminais em breve. Além de problemas de violência no Havaí, ele é acusado de furto de bebidas da casa de um vizinho em Vermont, nos EUA.

“The Flash” vai adaptar um dos arcos recentes mais famosos dos quadrinhos da DC Comics, o crossover “Ponto de Ignição” (Flashpoint), onde o velocista volta no tempo para impedir o assassinato de sua mãe e acaba alterando a linha temporal do planeta inteiro.

Dirigido por Andy Muschietti (“It – A Coisa”), o filme também vai introduzir uma nova Supergirl morena, vivida por Sasha Calle (“The Young and the Restless”), que será a primeira intérprete latina da heroína.

Embora essa mudança não tenha sido explicada, o visual da personagem é igual ao de Lara Lane-Kent, uma filha “imaginária” de Clark Kent/Superman e Lois Lane. A personagem foi criada por Tom Taylor e Bruno Redondo em “Injustiça: Deuses entre Nós – Ano Três”, e a semelhança é tão evidente que chamou atenção de Taylor nas redes sociais.

Só que Lara Lane-Kent apareceu numa breve sequência de sonho. Por isso, muita gente ainda aposta em Cir-El, outra “filha” de Superman, que como Superboy (Kon-El) acabou se revelando um clone humano alterado por Lex Luthor. Cir-El também era uma morena de cabelos curtos.

Os fãs mais antigos vão lembrar ainda de Laurel Kent da Legião dos Super-Heróis, a primeira mulher descendente de Superman, introduzida em 1976 com o mesmo corte de cabelo – ainda que tenha se provado uma herdeira fake como Cir-El.

O que as três personagens citadas têm em comum é o fato de serem supostamente “filhas” (ou descendentes) de Superman. A idade avançada de Batman, na versão de Michael Keaton, reforça a teoria de que o filme não terá Kara Zor-El, mas uma filha de Superman no papel de Supergirl.

 

 

por Pedro Prado / PIPOCA MODERNA

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