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Redação

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 Jornalista/Radialista

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ITIRAPINA/SP - O novo presidente eleito da Câmara de Itirapina, vereador Luciano Rodrigo Fernandes de Almeida (Juruna) fez uma visita de cortesia para a prefeita Profª Maria da Graça Zucchi Moraes na última quarta-feira (dia 21).

Juntamente com o vice-prefeito de Itirapina Antônio Rafael Sanches (Lemão Sanches), a prefeita Graça parabenizou o novo presidente e os demais integrantes eleitos para a Mesa Diretora da Casa de Leis (biênio 2023/204) que são: Rodrigo Rodrigues (vice-presidente), Gabriel Gobbi (1º secretário) e Elisabete de Oliveira Silva - Bete do Broa (2ª secretária).

De acordo com a prefeita Graça, os Poderes Executivo e Legislativo são independentes, mas é muito saudável para o município, quando ambos cumprem seu papel constitucional com um alinhamento que prioriza os interesses da população. "Parabéns ao novo presidente da Câmara Vereador Juruna e aos demais vereadores Rodrigo, Gabriel e Bete que permanecerão na composição da Mesa Diretora. Eu e Lemão queremos manter um canal de diálogo aberto, amparado sempre em uma relação respeitosa e harmoniosa, para o desenvolvimento de Itirapina", finalizou a prefeita.

 

 

PMI

IBATÉ/SP - O Centro de Formação Artística "Anna Ponciano Marques"- Centro Cultural de Ibaté, está com as inscrições abertas para os cursos que serão oferecidos em 2023.

Há vagas para os cursos de: Balé; Jazz; Taekwondo; Inclusão Digital (Informática Básica); Teclado; Viola; Violão; Robótica; Cabeleireiro; Tecnológico Administrativo; Arte Urbana; Capoeira; Dança Contemporânea; Percussão; Dança de Rua; Banda Marcial e Corpo Coreográfico; Circo - Solo/Malabares - Aéreo/Tecido Acrobático e Trapézio.

Além destes cursos, há novidades para o próximo ano, entre elas, Violino; Jazz; Robótica; Desenho/Grafite; Informática para a melhor idade; Canto e Coral para crianças. O quadro é composto de atividades para todos os gostos e idades, com previsão de início para o dia 8 de fevereiro/23.

O Diretor de Esportes e Turismo de Ibaté - Gestor do Centro Cultural, Joziel Gama aponta que as vagas são limitadas, por isso os interessados devem ir até o Centro Cultural para preencher o formulário de matrícula, além de receber orientações sobre o dia e horário do curso escolhido. "Quem optar para os cursos que são utilizados instrumentos musicais, não precisa ter o instrumento, pois o Centro Cultural disponibiliza toda a infraestrutura para que todos tenham a oportunidade de participar", explicou Gama.

As matrículas são presenciais e abertas aos moradores de toda cidade com a opção de frequentar um curso ou mais. "As inscrições vão até dia 6 de janeiro, depois do recesso retorna dia 19 e vai até dia 31 de janeiro. O Centro Cultural oferece mais de 20 opções em cursos, em parceria com a Secretaria Municipal de Promoção e Bem Estar Social através do CRAS e a Secretaria de Esportes e Turismo. 

Os interessados devem se inscrever no próprio Centro Cultural, localizado na rua Itirapina, ao lado da Unidade Básica da Saúde (UBS) Jardim Cruzado. Todos os cursos são gratuitos. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (16) 3343.4676, de segunda a sexta-feira, das 7h às 12h e das 13h às 17h.

RÚSSIA - O Ministério dos Negócios Estrangeiros russo diz que não haverá conversações de paz para acabar com a invasão da Ucrânia enquanto a OTAN e o pessoal dos EUA estiverem no país.

O diplomata russo Alexander Darchiev, chefe do Departamento Norte-Americano do Ministério dos Negócios Estrangeiros, delineou duas condições para o lançamento de "negociações sérias" para estabelecer a paz no contexto da guerra na Ucrânia, dizendo que sem elas, "não é possível" avançar no diálogo.

Salientou que a OTAN e os Estados Unidos devem pôr fim aos pacotes de ajuda financeira e militar, bem como à presença de membros no país, ou ao reconhecimento da "situação real no território do país", como declarou numa entrevista com a agência russa TASS.

"Será prematuro iniciar negociações sérias sobre garantias de segurança no contexto da Ucrânia e da região euro-atlântica, desde que sejam injetados armas e fundos no regime (ucraniano), desde que os militares dos EUA e da NATO permaneçam no país, e a menos que certos desenvolvimentos práticos no terreno sejam reconhecidos", disse Darchiev.

Após esta enumeração, o diplomata russo assegurou que "a bola está agora no campo dos Estados Unidos". Entretanto, salientou que o Kremlin fez "uma tentativa honesta de chegar a um acordo", razão pela qual Moscovo, "nestas circunstâncias", não confia "nos Estados Unidos ou no Ocidente".

"Como se revelou há algum tempo, as doces garantias ocidentais de não ter quaisquer intenções agressivas e de estar comprometido com os acordos de Minsk disfarçaram o esforço para rearmar o exército ucraniano e concentrar forças para retomar os Donbas e destruí-lo", disse ele.

 

 

 

Fonte: (EUROPA PRESS)

por Pedro Santos / NEWS 360

HAITI - Seu passaporte haitiano estava em ordem e os vistos atualizados, por isso, quando a Polícia da República Dominicana o prendeu por várias horas, Josué Azor teve certeza de que o fez por causa da cor de sua pele.

A detenção do jovem fotógrafo ocorreu em meio a uma onda de expulsões de imigrantes haitianos pelo governo de Santo Domingo, visando especificamente os negros, segundo grupos de defesa haitianos. Uma acusação que os dominicanos rejeitam.

O Haiti e a República Dominicana compartilham a ilha caribenha de Hispaniola. No entanto, suas economias e condições de vida diferem drasticamente.

Muito mais rica, a República Dominicana e sua próspera indústria do turismo atraem cidadãos haitianos em busca de uma vida melhor.

O fluxo migratório disparou à medida que a crescente insegurança e o caos político tornam a vida no Haiti cada vez mais difícil.

Josue Azor, porém, estava viajando por motivos profissionais, trabalhando com amigos dominicanos em um filme de animação.

Ele havia acabado de chegar a Las Terrenas, destino turístico da costa nordeste dominicana, quando foi parado pela polícia.

"Da periferia da cidade até a delegacia, os policiais pegaram jovens aleatoriamente, escolhendo-os com base na cor de sua pele", comentou à AFP o fotógrafo de 36 anos.

"Foi como uma caça haitiana", disse, antes de acrescentar que a polícia "humilhava as pessoas" e se recusava a verificar seus documentos.

Ele foi mantido em uma cela por várias horas e somente após a chegada de ativistas dominicanos, chamados por um de seus amigos, foi autorizado a provar sua situação regular.

 

- Muro fronteiriço -

Com gangues criminosas assumindo o controle de Porto Príncipe, a capital haitiana, o fluxo de migrantes para a República Dominicana disparou, levando a um endurecimento das políticas de Santo Domingo a ponto de construir um muro ao longo da metade da fronteira comum.

Somente entre setembro e novembro, as autoridades dominicanas expulsaram mais de 56.300 haitianos, muito mais do que os 15.530 no mesmo período de 2021, segundo o Grupo de Apoio a Expatriados e Refugiados (GARR).

"Ódio" e "discriminação racial" estão por trás dessa tendência, alega esta organização haitiana.

Grupos de defesa dos migrantes em Santo Domingo e Porto Príncipe dizem que algumas expulsões aconteceram de maneira ilegal em passagens de fronteira não oficiais, muitas vezes à noite e envolvendo menores desacompanhados.

Em novembro, as Nações Unidas pediram aos países que suspendessem imediatamente a repatriação de haitianos, dada a grave crise humanitária que assola o país.

E no final de novembro, o Departamento de Estado americano emitiu um alerta aos seus cidadãos para que reconsiderassem viajar à República Dominicana, argumentando que alguns viajantes haviam reclamado de atrasos ou detenções por causa da cor de sua pele.

"Há evidências de preconceito racial e discriminação contra pessoas de pele escura, haitianos ou considerados haitianos", dizia um relatório de segurança dos EUA.

As autoridades dominicanas criticaram o relatório e indicaram que não oferecia nenhuma prova de violação sistemática dos direitos dos migrantes.

Questionado pela AFP sobre as acusações de expulsões por motivos raciais, o governo da República Dominicana se recusou a comentar.

No início de dezembro, o presidente dominicano, Luis Abinader, disse que "o sacrifício feito pela República Dominicana diante do excesso de migrantes irregulares excede as possibilidades de assimilação".

Ele pediu maior assistência internacional ao Haiti.

No entanto, o suposto racismo oficial da República Dominicana parece ter encontrado eco em um movimento ultranacionalista pequeno, mas muito ativo no país, que insiste em sua própria identidade latina.

Esse grupo expressa regularmente sua aversão à população negra, composta não apenas por migrantes haitianos, mas também por dominicanos cujos ancestrais foram escravizados sob o poder da colônia espanhola.

"No TikTok, você vê dominicanos negros descrevendo situações humilhantes", diz Edwin Paraison, diretor do grupo Zile Fundation.

 

 

AFP

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