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Redação

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 Jornalista/Radialista

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RIO DE JANEIRO/RJ - Luciano Huck acabou gerando muitos comentários na web na quinta-feira, 22 de junho. Afinal, o apresentador deu a sua opinião sincera sobre todos os tripulantes do submarino que desapareceu recentemente ao viajar até os destroços do Titanic.

Sem papas na língua, Luciano Huck deixou claro que não consegue entender o que leva uma pessoa a pagar US$ 250 mil dólares para descer até o fundo do mar em uma cápsula que é controlada por um aparato simples. O apresentador chegou, até mesmo, a comparar a situação com as pessoas que são enviadas ao espaço.

“Fico imaginando como o idiota, idiota, paga 250 mil dólares (aproximadamente R$ 1,2 milhão na cotação atual) para entrar naquela lata de sardinha. É meio mórbido, porque o cara vai para o espaço, eu entendo, tem uma mega tecnologia, o cara vai decolar um foguete, bilhões de dólares investidos, tecnologia que você vai usar em outras coisas”, disparou durante o seu bate-papo no PodPah.

 

Luciano Huck se questiona sobre vaidade humana

Logo em seguida, Luciano Huck também chegou a afirmar que não entende o porquê as pessoas querem presenciar a tragédia em questão. Afinal, segundo ele, o local deve ter uma energia pesadíssima.

“O cara entrar num negócio redondo, do tamanho de um bote inflável, tem nem cadeira para sentar, aí desce com um joystick, uma janelinha, para ver um navio que morreram 1.600 pessoas, não tem como aquela energia ser boa, você vai ver o Titanic lá embaixo, que morreu um monte de gente, vê o filme. Onde vai à vaidade humana?”, finalizou o seu pensamento.

 

 

por Letícia Paes / AREAVIP

PARIS - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva responsabilizou os países ricos pela crise climática ao discursar para uma multidão, na tarde de quinta-feira (22), em Paris, no encerramento do evento Power Our Planet. A participação no evento ocorreu a convite de Chris Martin, vocalista da banda britânica Coldplay.

"Não é o povo africano que polui o mundo, não é o povo latino-americano que polui o mundo. Na verdade, quem poluiu o planeta nos últimos 200 anos foram aqueles que fizeram a Revolução Industrial. E, por isso, têm que pagar a dívida histórica que têm com o planeta Terra", afirmou Lula, que foi muito aplaudido durante o discurso.

O festival Power Our Planet é um evento paralelo à Cúpula para o Novo Pacto Financeiro Global, que busca ampliar esforços para ajudar países pobres e emergentes a lidarem com os problemas das mudanças climáticas. O evento foi realizado no Campo de Marte, em frente à Torre Eiffel, e também contou com a presença de líderes do Timor-Leste, Barbados, Gana e Quênia, além da prefeita de Paris, Ane Hidalgo.

Lula destacou a Amazônia em números, ao lembrar que a maior floresta tropical do planeta está inserida em oito países sul-americanos e abriga mais de 400 povos indígenas e seus mais de 300 idiomas. "A Amazônia é a maior floresta tropical do mundo e responde por 40% das florestas tropicais do planeta. Representa 6% da superfície e tem o rio mais caudaloso da Terra", ressaltou o presidente.

Um dos momentos mais aplaudidos foi quando Lula reafirmou o compromisso de zerar o desmatamento na floresta até 2030.

"Quando tomei posse, em 1º de janeiro, assumi a responsabilidade de que, até 2030, teremos desmatamento zero na Amazônia. A Amazônia é um território soberano do Brasil, mas, ao mesmo tempo, pertence a toda humanidade. E, por isso, faremos todo o esforço para manter a floresta de pé", afirmou.

Ao encerrar seu discurso, Lula fez o convite para que a comunidade internacional compareça à Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), em 2025, que será realizada em Belém.

Agenda em Paris

Lula chegou a Paris ainda pela manhã. O presidente está na capital francesa para participar da Cúpula para o Novo Pacto Global de Financiamento, promovida pelo presidente Emmanuel Macron.

A cúpula conta com a participação de mais de 300 entidades públicas, privadas ou não governamentais, incluindo mais de 100 chefes de Estado. Nela, Lula vai defender que o combate às mudanças climáticas precisa ser acompanhado de ações contra a pobreza.

No primeiro compromisso do dia, ele se reuniu com o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa. No encontro, os dois líderes falaram sobre a cúpula do Brics – bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul -, que ocorre entre os dias 22 e 24 de agosto em Johanesburgo, na África do Sul. De acordo com a Presidência, Lula e Ramaphosa também discutiram opções para solução pacífica do conflito entre Rússia e Ucrânia.

Lula também se reuniu com o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel Bermúdez, e com a ex-presidente do Brasil e atual presidente do Novo Banco de Desenvolvimento, Dilma Rousseff. Com o cubano, Lula tratou sobre as potencialidades para aumentar a cooperação em áreas de interesse dos dois países e sobre assuntos relativos à conjuntura mundial. O presidente também tinha audiências com o primeiro-ministro do Haiti, Ariel Henry, e com o presidente da COP28 nos Emirados Árabes, Sultan al Jaber.

Lula ainda terá um encontro bilateral com Macron nesta sexta-feira (23), após o encerramento da cúpula, quando o presidente brasileiro fará seu discurso oficial. A comitiva de Lula só deve retornar ao Brasil no fim de semana.

Itália

Antes de desembarcar em Paris, Lula cumpriu uma agenda de dois dias em Roma, na Itália. Ele se reuniu com o presidente Sergio Matarella e com a primeira-dama Giorgia Meloni.

Lula também visitou o papa Francisco, no Vaticano, onde discutiram temas como combate à fome e guerra na Ucrânia. Ainda na Itália, o presidente visitou o prefeito de Roma, Roberto Gualtieri, em retribuição à solidariedade do italiano quando Lula esteve preso em Curitiba, em 2018 e 2019.

 

 

Por Pedro Rafael Vilela - Repórter da Agência Brasil

 

SÃO PAULO/SP - A Ford iniciou na quinta-feira (22) as vendas da nova geração da Ranger para o mercado brasileiro. Até 26 de junho, haverá a comercialização exclusivamente para clientes da marca. A partir da data todos poderão adquirir a picape pela plataforma de e-commerce da Ford. A montadora destaca que o prazo de entrega do veículo varia de 30 a 60 dias.

As versões topo de linha XLT e Limited, com motor V6 3.0 a diesel, serão as primeiras opções a chegar, com preços de R$ 289.990 e R$ 319.990, respectivamente.

Ela será oferecida em sete cores: as perolizadas Laranja Jalapão, Azul Belize, Preto Gales e Cinza Moscou; a metálica Prata Geada; e as sólidas Branco Ártico e Vermelho Bari.

A linha ficará completa com as opções de entrada XL e XLS, equipadas com um novo motor 2.0 diesel de quatro cilindros e transmissão manual ou automática de seis velocidades. Elas serão anunciadas em breve, promete a marca oval azul.

A picape virá da fábrica de Pacheco, na Argentina, que produz a linha para os mercados da América do Sul.

Visual

O modelo foi construído sobre uma nova plataforma, com chassi maior. A frente tem faróis de LED em formato de C e segue o estilo da família de picapes da marca.

Por dentro, há bancos de couro e ergonomia exemplar, painel de instrumentos configurável com tela LCD de 8” ou 12,4”, e multimídia de 10” ou 12” com conexão sem fio para Android Auto e Apple CarPlay e carregador por indução.

Motorização

A motorização fica por conta do V6 3.0, que entrega 250 cv de potência e 600 Nm de torque, acoplado à transmissão automática de 10 velocidades – a mesma que equipa a F-150 e o Mustang.

Ranger XLT: R$ 289.990

A Ranger na versão XLT conta com tração 4WD, freio a disco nas quatro rodas, freio de estacionamento eletrônico, câmbio eletrônico E-Shifter, assistente autônomo de frenagem com detecção de pedestres e sete airbags.

Por fora, ela inclui rodas de liga leve de 17”, pneus 255/70 AT, faróis de LED com alto automático, faróis de neblina em LED, estribo plataforma e retrovisores com ajuste e rebatimento elétrico. A caçamba é equipada com trava elétrica e iluminação.

No habitáculo, além do painel de instrumentos digital com tela de 8” e central multimídia SYNC 4 com tela touch de 10” e comandos de voz, ela tem bancos de couro com ajuste elétrico em oito posições para o motorista, volante revestido em couro com ajuste de altura e profundidade e espelho retrovisor eletrocrômico.

A picape também reconhece os sinais de trânsito e possui sensor de chuva, controle automático em descidas, sensor de estacionamento dianteiro e traseiro e quatro modos de condução (Normal, Eco, Escorregadio, Rebocar/Transportar), além de controle de estabilidade e outros equipamentos já oferecidos na geração anterior.

Ranger Limited: R$ 319.990

Para a Limited, a Ford agregou um santantônio estilizado, molduras dos para-lamas na cor do veículo, rodas de liga leve de 18” com pneus 255/65 AT, bagageiro de teto, lanternas traseiras de LED e protetor de caçamba.

Na cabine, além de central multimídia com tela vertical de 12”, há ar-condicionado dual-zone, descansa-braço traseiro e chave com sensor de presença e partida sem chave. Destaque também para o navegador off-road, dois modos adicionais de condução (Lama/Terra e Areia) e monitoramento de pressão dos pneus.

Kit Opcional

A versão possui ainda um kit opcional, que acrescenta painel de instrumentos digital de 12,4”, rodas de liga leve de 20”, pneus 265/55 All Season e tecnologias de assistência ao condutor.

Por mais R$ 20.000, o pacote inclui também: piloto automático adaptativo com stop & go, monitoramento de ponto cego com cobertura de reboque, assistente autônomo de frenagem e alerta de tráfego cruzado em marcha a ré, assistente de manobras evasivas, assistente de permanência e centralização em faixa, assistente de cruzamentos e câmeras 360°.

 

 

DINHEIRO RURAL

ÍNDIA - O primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, se reuniu em Nova York, com o empresário Elon Musk para conversar sobre a entrada da Tesla na Índia e impulsionar o uso de energia elétrica.

O líder indiano convidou Musk “para explorar oportunidades na Índia para investimentos em mobilidade elétrica e no setor espacial comercial em rápido crescimento”, informou em comunicado o Escritório do Primeiro-Ministro indiano.

“Acredito que a Índia seja mais promissora do que qualquer outro país grande do mundo”, disse o fundador da Tesla e atual proprietário do Twitter em uma entrevista coletiva, após a reunião da qual saiu “incrivelmente entusiasmado” com o futuro do país asiático.

O empresário bilionário também afirmou que a Tesla “estará na Índia o mais rápido possível, humanamente falando”. O governo indiano já havia manifestado interesse em ter uma fábrica da Tesla em seu território para a produção de veículos, no âmbito da política “Made in India” - no entanto, a empresa norte-americana preferiu explorar o mercado antes de investir.

Modi “está nos pressionando para fazermos um investimento significativo na Índia, algo que estamos inclinados a fazer. Só precisamos encontrar o momento certo”, disse Musk. Para o empresário americano, Modi “quer fazer o que é certo para a Índia. Ele quer ser aberto, quer apoiar as empresas. E, obviamente, ao mesmo tempo, garantir que isso traga benefícios” para o seu país, concluiu.

A Índia quer atrair investidores e empresas globais, incluindo gigantes da tecnologia como Google e Apple. Desde a pandemia do coronavírus, muitas empresas expandiram sua presença na Índia para reduzir a dependência de sua cadeia de suprimentos da China e explorar o enorme mercado interno do país do sul da Ásia.

A situação do Twitter era um dos assuntos que se esperava serem abordados na reunião com Modi, devido aos conflitos com o governo indiano e às críticas da plataforma e do próprio Musk em relação aos controles da Índia sobre a liberdade de expressão. No entanto, as autoridades indianas não mencionaram esse assunto no comunicado sobre a reunião.

Além de Musk, Modi se encontrou com uma série de líderes empresariais, acadêmicos e celebridades. Modi está nos Estados Unidos para uma visita oficial de três dias, que começa nesta quarta com as comemorações do Dia Internacional do Yoga na sede das Nações Unidas, e em seguida ele se encontrará com o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden. /AFP e EFE

 

 

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