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Redação

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 Jornalista/Radialista

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SÃO CARLOS/SP - A Secretaria Municipal de Educação (SME) realiza até o próximo dia 5 de abril a aplicação da Fluência Leitora com avaliação diagnóstica dos mais de 1.000 estudantes de Rede Municipal de Ensino, matriculados nos segundos anos do Ensino Fundamental. A avaliação será feita por 51 professores, com professores de apoio, coordenadores pedagógicos e toda a equipe gestora das unidades escolares.
A Fluência Leitora avalia o desempenho individual dos alunos na leitura e compreensão de textos escritos, visando identificar possíveis lacunas no processo de alfabetização. A atividade prática permite verificar a capacidade dos estudantes no entendimento de palavras, pseudopalavras e textos adequados a sua etapa escolar, levando em consideração sua habilidade, fluidez e ritmo de leitura.
São consideradas leitoras fluentes as crianças que conseguem ler entre 45 e 60 palavras corretamente no decorrer de um minuto, entre 28 e 40 pseudopalavras (palavras inventadas ou sem significado) e atingem 97% de precisão na leitura de palavras existentes em um texto.
O conhecimento dos estudantes é medido por meio do aplicativo exclusivo do CAEd (Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação), utilizado para a gravação e validação da leitura das crianças.
A secretária municipal de Educação, Paula Knoff, explicou que São Carlos fez a adesão ao compromisso da criança alfabetizada, proposta pelo Governo Federal e quem faz o encaminhamento para a alfabetização é o Governo do Estado de São Paulo pelo Programa Alfabetiza Juntos SP. “A avaliação é um importante mapeamento de diagnóstico de como está a alfabetização na rede municipal, o método nos dá parâmetros de como está esse perfil e nos auxilia na montagem de um plano de ação e estratégias para que na próxima avaliação formativa, que acontece no final do ano, possamos ver o progresso destes estudantes”, destacou a secretária.
Vale lembrar que a cidade de São Carlos foi premiada no dia 20 de fevereiro pelo Governo do Estado de São Paulo porque a Escola Municipal de Ensino Básico (EMEB) Janete Lia foi classificada como uma das 120 melhores escolas do Estado pelo bom desempenho em alfabetização, e recebeu o prêmio “Município Destaque no Crescimento da Alfabetização”. 
A EMEB Janete Lia apresentou um Índice de Fluência em Leitura (IFL) de 7,6 considerando uma escala de até 10 pontos possíveis, com a participação de 1.059 alunos (90,4%) dos 1.183 previstos.  A média do IFL nas demais escolas municipais de São Carlos foi de 6,3, superior à média do Estado que é de 4,8. A EMEB Janete Lia é uma escola de período integral e trouxe para São Carlos o melhor índice na avaliação somativa realizada no final de 2023 que teve como referência os resultados da Avaliação de Fluência Leitora.
A alfabetização é uma etapa fundamental do percurso escolar de qualquer estudante. Somente alfabetizada a criança será capaz de se comunicar com autonomia, adquirir novos conhecimentos e desenvolver habilidades em diferentes áreas.

MÉTODO - A criança realiza uma leitura para um professor e tem o seu desempenho associado a um perfil de leitor. A gravação da leitura do estudante é feita por meio de um aplicativo do CAEd que depois é analisada por um professor. Para realizar essa avaliação, que têm o objetivo de aferir o desempenho dos estudantes em leitura de palavras e textos em Língua Portuguesa, em sua variante brasileira, no início do Ensino Fundamental, os professores utilizam o celular para gravar a leitura dos alunos. Além disso, o aplicativo disponibiliza os cadernos de provas para impressão. Posteriormente, os áudios são avaliados para fornecer um diagnóstico preciso do perfil de leitura dos estudantes. Os resultados alcançados pelos estudantes são divulgados na Plataforma CAEd da rede de ensino de acordo com diferentes perfis: pré-leitor, leitor iniciante e leitor fluente, além daqueles que, por alguma razão, não realizaram nenhuma leitura. A partir dessas informações, gestores e professores podem planejar e desenvolver estratégias pedagógicas com foco na leitura de acordo com o nível de desenvolvimento de cada um dos seus estudantes.

SÃO CARLOS/SP - A Prefeitura de São Carlos, por meio da Secretaria Municipal de Obras Públicas, inicia na próxima segunda-feira (25/03), mais uma etapa de recape das vias públicas do município. Serão atendidos os bairros Jardim Tangará, São Rafael e Jardim Paulistano e o condomínio de chácaras Valparaíso.

No Valparaiso serão investidos R$ 485.571,49 para que a empresa NJ Caetano, vencedora da licitação, possa executar 10.157,36 m2 de recape, atendendo uma demanda desta região desde a entrada da SP- 318 até o Condomínio Valparaiso. Neste contrato a contrapartida do município é de R$ 246,7 mil.

A empresa NJ Caetano vai executar também outros 9.861,94 m2 de recape nos bairros São Rafael, Tangará e Paulistano, um investimento de R$ 537.711,13, sendo R$ 105 mil de contrapartida do município, com emenda do deputado Celso Russomano por meio dos vereadores Malabim e Elton Carvalho.

“Estamos investindo mais de R$ 1 milhão em uma nova etapa de recape de aproximadamente 20 mil m2 de vias públicas de São Carlos, dando sequência ao programa de recape que o prefeito Airton Garcia pretende executar até o último dia do seu mandato, buscando recuperar o máximo possível o pavimento das ruas da nossa cidade”, ressaltou o secretário municipal de Obras Públicas, João Muller.

SÃO CARLOS/SP - Nos próximos dias 30 e 31 de março será realizado no Centro Municipal de Atividades Equestres “Vereador Paraná” o 2º Top Ranch e Top 3 Tambores em prol da Instituição Acorde. O evento conta com apoio da Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento e a entrada será gratuita.

A festa começa no sábado (30/03), a partir das 8h, com a prova de Ranch Sorting com a participação dos melhores atletas do Brasil. Já a partir das 21h o cantor Rudy comando o palco do evento acompanhado pela DJ Vanessa e DJ Moacyr Copacabana.

No domingo (31/03) acontece a prova dos 3 Tambores, a partir das 8h, e para encerrar o evento a dupla sertaneja Mary Silva e Fernandinho e o cantor Marlon Oliveira. 

O Centro Municipal de Atividades Equestres “Vereador Paraná” conta com praça de alimentação, banheiros, arquibancada coberta, estacionamento gratuito e equipe de segurança.

Nos dois dias do evento vai ter a famosa costela de chão, porém para saborear essa delícia é preciso fazer a compra da adesão antecipadamente pelo telefone (16) 99158-8812.

Outras informações sobre o evento podem ser obtidas pelo telefone (16) 99629-5525.

EUA - O Departamento de Justiça dos Estados Unidos processou no final de semana, a Apple por manter ilegalmente um monopólio em seus iPhones, ao sufocar a concorrência e impor custos elevados aos consumidores.

"Se a situação não mudar, a Apple continuará fortalecendo o seu monopólio sobre os smartphones", disse o procurador-geral Merrick Garland em uma declaração depois de apresentar o caso a um tribunal federal de Nova Jersey.

"Os consumidores não deveriam ter que pagar preços mais altos porque as empresas violam as leis antimonopólio", afirmou Garland.

A Apple, por sua vez, advertiu em um comunicado que, se for bem-sucedida, essa ação judicial pode "apresentar um precedente perigoso, dando poder ao governo para incidir fortemente sobre o design da tecnologia que as pessoas utilizam".

Esse caso, amplamente antecipado, coloca a empresa fundada por Steve Jobs contra Washington após evitar o escrutínio do governo federal por quase meio século.

A Apple foi muito criticada nestes últimos anos por obrigar outras empresas a utilizar sua loja de aplicativos e a pagar comissões significativas sobre todas as transações.

O grupo é acusado de impor condições restritivas às empresas que oferecem serviços no iPhone e impedir, em particular, que criem sua própria loja de apps para monetizar diretamente seu conteúdo.

Esse processo, porém, abrange também outros aspectos do ecossistema dos iPhones, segundo um documento publicado pelo Departamento de Justiça.

"Todas as decisões adotadas pela Apple estabeleceram e reforçaram as defesas que protegem seu monopólio no campo dos smartphones", argumenta o governo, que associou-se a procuradores de vários estados nessa causa.

Com esse procedimento, a Apple prejudicou "aos usuários, os desenvolvedores e outras partes que contribuíram para fazer do iPhone o que é hoje", afirma o documento judicial.

 

- Documentos internos -

As regras e decisões adotadas pela Apple, alega o processo, foram projetadas para forçar os usuários a permanecer em seu ecossistema e comprar um hardware caro da empresa, ou seja, o iPhone.

O Departamento de Justiça argumenta que o grupo impediu ou atrapalhou a criação e oferta de serviços que poderiam ser usados em smartphones concorrentes e até mesmo mudar facilmente de um para outro.

Menciona, por exemplo, serviços de streaming no iPhone, mas também carteiras digitais que poderiam ser usadas em vários sistemas operacionais.

De acordo com a apresentação oficial, a Apple também dificultou o desenvolvimento de serviços de mensagens que pudessem ser usados em diferentes plataformas.

O procurador-geral deu o exemplo do sistema de mensagens da Apple, o iMessage, onde as conversas com celulares de outras marcas não eram criptografadas, ao contrário do que acontecia com as trocas entre dois iPhones.

Como resultado, "os usuários do iPhone têm a impressão de que os telefones concorrentes são de menor qualidade (...) quando é a Apple a responsável" por essas funcionalidades reduzidas.

O governo aponta que se baseou em documentos internos que demonstram que a empresa californiana agiu conscientemente para limitar a concorrência e as inovações que poderiam ameaçar seu modelo econômico.

 

- Ameaça -

O caso ressalta práticas que, segundo o Departamento de Justiça, enriquecem a Apple em detrimento da inovação.

A Apple nega as acusações e alega que se trata de um caso "equivocado nos fatos" e em seus fundamentos legais. "Vamos nos defender vigorosamente."

"Esta ação judicial ameaça quem somos e os princípios que distinguem os produtos da Apple em um mercado ferozmente competitivo", reagiu a companhia em um comunicado enviado à AFP.

O Regulamento Europeu para os Mercados Digitais (DMA), que entrou em vigor em meados de março, obriga seis das maiores empresas de tecnologia, incluindo a Apple, a abrir suas plataformas para a concorrência.

A Apple respondeu que em breve permitirá que seus usuários na União Europeia baixem aplicativos diretamente por meio de sites, sem passar pela App Store.

Nos Estados Unidos, o gigante dos videogames Epic Games levou a Apple aos tribunais em 2020 para questionar a obrigação de que todos os criadores de apps passem pela loja oficial em seus iPhones.

Em setembro de 2021, uma juíza federal de Oakland, Califórnia, considerou que a Apple não estava exercendo um monopólio, mas ordenou que parasse de impedir que outras empresas usassem seu próprio sistema de pagamentos para as compras feitas em seus próprios aplicativos.

A Apple propôs uma opção alternativa que autoriza compras externas, mas continuaria a receber uma comissão de 12% a 27% por cada transação. Na App Store, são cobrados 30%.

A Microsoft, a Meta, o X (antigo Twitter) e o Match Group (especializado em apps de relacionamento) apresentaram, na quarta-feira, a um tribunal federal uma queixa sobre essa nova fórmula e pediram intervenção judicial.

Na Bolsa de Nova York, a Apple sofreu um golpe, com queda de 4,09%, encerrando a sessão a 171,37 dólares.

 

 

AFP

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